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Fazenda dos prazeres 5

2753 palavras | 3 |3.50
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Deve ter tido um erro. Foi publicado outro conto com esse mesmo título como se fosse meu. Pra que acompanha minha saga esse é o verdadeiro.

Vera entrou no seu quarto e foi direto pro banheiro, usou a ducha pra higienizar.
– Que aconteceu lá na varanda mana? – Vera foi tirando a camiseta e colocou numa cadeira que existia no quarto, sobre a camisola da sua irmã, que estava nua na cama.
– Me conta o motivo da demora.
– Dei uma ajudinha pro André.
– Que ajuda demorada, quase fui lá para dar uma mão ou outras coisas. – Riu da própria piada.
– Hoje, todo mundo estava querendo dar uma ajudinha pra ele. – Verônica deu uma boa gargalhada.
– Nesse justo momento, ele deve estar recebendo, mais uma ajudinha da Luana.
– Que vc andou armando sua doida?
– Nada de mais, só avisei pra ele, que tinha uma garota sozinha naquele quarto, precisando de companhia.
– Vc não tem idéia mesmo. – Reclamou Vera enciumada.
– Deixa de besteira e deita aqui, vamos apagar nosso fogo.
– Vc já nasceu bombeira. – Brincou Vera. Eram duas mulheres, lindas e fogosas, com os corpos queimando de tesão e desejos para serem exterminados. As duas passaram da palavra a ação. Era um espetáculo digno de nota. Se beijavam com desejo e fúria, se chupavam, esfregavam suas genitálias com tesão desenfreado, gozos um atrás do outro, juras de amor eterno, suor, o cheiro de sexo tomava conta do quarto. Suspiros, gemidos e bocas sedentas sugando os líquidos jorrado de bucetas satisfeitas, mas não saciadas. Final esperado, dois corpos exaustos, suados, pelo esforço e jogados na cama com a respiração ofegante.

    Tavinho, rolava na cama pra lá e pra cá. Sem sono e com um tesão danado. Lembrava da Amelinha dando pro primo, e sua irmã chupando aquela rola gostosa, queria estar no lugar dela. Esperava seu primo vir dormir para lembrá-lo da época de moleques, quando faziam troca, troca. Mas ele sempre o enrolava e acabava só ele comendo. Fingia que ficava xatiado e reclamava, mas era só ele querer de novo, que estava pronto. Ele sempre teve um pau bem maior que o dele. A única vez que lhe fez alguma coisa, foi quando bateu uma punheta pra ele, em troca de uma chupeta… foi a última brincadeira deles e a primeira e única vez que chupou um pau. Seu cuzinho piscava com as lembranças e o pau estava durinho. Queria se masturbar, mas temia a entrada repentina do primo, que não demorou a chegar depois de ter tomado um banho ao sair do quarto de hóspedes. Tentaria dormir, pois tinha que levantar cedo para tirar leite com o Quinzinho e o Pedro. Estava enrolado na toalha e buscou na gaveta da cômoda um short de dormir. Tirou a toalha e ficou completamente nú para vestir o short, sentiu os olhos do seu primo presos nele. Depois de vestido se virou pra ele.
– Ainda bem que a temperatura deu uma refrescada. – Falou a primeira coisa que veio a cabeça.
– Verdade… – Respondeu Tavinho. André notou que o primo tentava esconder, que estava de pau duro debaixo do lençol fino. Sentou na cama e notou seu olhar em direção ao meio de suas pernas, não estava usando cueca e seu volume ficava em evidência, mesmo mole. Deitou-se e escutou seu primo perguntar com voz ansiosa. Primo se lembra de nossas brincadeiras, quando éramos crianças?
– Tivemos muitas, quais vc refere.
– Aquelas… – Estava meio inibido e André sabia qual ele queria se referir e resolveu dar uma ajuda.
– Quando fazíamos troca, troca?
– Sim… troca troca que nada, só vc comia.
– André deu risada pela forma que ele se expressou.
– Mas vc gostava. – Seu pau deu sinal de vida. – E vc também, pois chegava fazer até três vezes no dia. Vc era muito tarado.
– Que nada, vc fez com outros meninos também? – Inquiriu André. – Nunca, só gostava de fazer com vc, mas sei que pegava o Vinícios seu vizinho.
– Ele também gostava. – Seu pau estava completamente duro com a conversa, não fez questão nenhuma de esconder.
– Pelo visto continua tarado. – Apontando em direção da sua virilha.
– E vc continua gostando. Tá com saudades?
– Tavinho se sentou na cama.
– Muita… – Levantou-se tirou a cueca e foi em direção a cama do primo, sentou na beira da cama e com a mão trêmula se aproximou do volume no short, pegou e sentiu sua dureza. André só olhava e ele tirou o seu pau pra fora, Tavinho olhava pra ele extasiado, começou a punheta-lo bem devagar, sua boca se encheu de saliva, se abaixou e abocanhou aquele pau duro e engoliu até onde deu e começou um vai e vem lento, subindo e descendo a cabeça, sentiu a mão dele a empurrando pra baixo até engasgar, quando o pau invadiu sua garganta, ele deu uma folga pra ele respirar. Ele tava bem melado com sua saliva então André o colocou de quatro na beira da cama e cuspiu no seu cuzinho e encostou a cabeça do pau no seu buraco e empurrou, sentiu uma dor danada quando a cabeça entrou, pediu depois de soltar um gritinho.
– Vá com calma, nunca mais fiz isso. – Ele esperou um pouquinho, depois empurrou mais um pouco até a metade. Ele sentiu arder quando as paredes do cuzinho ia dilatando para receber o intruso. Ele enfiou o resto e sentiu os pentelhos dele encostar na sua bunda, mais um espaço e depois sentiu ele começar a bombar lentamente, foi sentindo a dor ir passando e dando lugar a uma sensação gostosa, seu pinto foi ficando duro e um prazer avassalador tomou conta dele.
– Enfia tudo vai…tá muito bom, goza dentro de mim. – Ele acelerou e seu gozo veio sem nem mesmo tocar no pau, sentiu o membro do primo inchar e jatos de porra inundar suas entranhas esquentando seu orifício que chegou a vazar. Pegou sua cueca, para limpar o lençol e o pau dele.

    Vera acordou com um barulho, era a porta da sala, que acabava de ser fechada. Os galos cantavam anunciando, que logo um novo dia estava chegando. Seu filho estava acabando de sair, para ajudar na ordenha. Ainda estava escuro e via pelas frestas a luz da lua cheia, que logo seria substituída pelos raios solares. Olhou de lado, vendo a silhueta do corpo nú da sua irmã, esparramado pela cama. Olhou seu belo rosto, em meio dos cabelos loiros, com uma fisionomia cândida e tranquila, que em nada condizia com sua condição de mulher libertina e devassa. Más era uma pessoa leal, irmã amorosa e responsável nas suas responsabilidades. Mãe amorosa ao extremo. Insaciável e tarada na hora do sexo, era seus extremos. Os primeiros raios de sol começaram a penetrar pelas frestas do telhado, então resolveu levantar, fazer a higiene matinal e ir para a rede da varanda. Já na rede Vera acompanhava o começo do domingo. Adorava ficar deitada na rede sentindo o cheiro do curral que vinha na leve brisa da manhã, ver os galos cantando e gorgeio dos pássaros, que acabavam de acordar. Os pulos desesperados dos grilos para não virar a primeira refeição das galinhas que acordavam de papo vazio. Ouviu barulho na cozinha e não demorou sentir o cheirinho gostoso do café sendo coado. Era a Rita já no batente. Ouviu risadas no curral, era as filhas do Quinzinho juntas com Amelinha, para tomar o leite tirado na hora. Tudo aquilo lembrava a sua infância junto com sua irmã. Sua raiz rural e criação no interior, deixava marcar indeléveis na alma e o amor a terra estava no sangue. Estava vestida numa camisola leve quase transparente, quando ouviu.
– Patroa quer tomar seu café. – Notou seu olhar fixo percorrendo seu corpo descaradamente.
– Já vou lá… gostou do que viu? – Notou a bandeira que estava dando, mas respondeu.
– Muito… e como. – Saiu rebolando rumo a cozinha, neguinha gostosa pensou Vera. Resolveu levantar e encaminhou-se rumo a cozinha. Puxou uma cadeira para sentar, Rita estava de costas na pia, deixou a alça da camisola baixar, deixando seu seio quase todo exposto, de propósito. Ela veio trazer a chícara, serviu o café, notou que ela olhava, pegou um beiju de tapioca bem molhado na manteiga de leite feita por Mundica. Nesse movimento o seio saltou pra fora, então escutou o elogio.
– Nossa patroa! Seu peito é muito bonito. Quem dera se o meu fosse assim. – Ela fez um movimento lentamente para guardá-lo, como só agora tivesse percebido. Olhou em direção aos dela, comentando os seus também. Ela estava de saia e uma blusinha cavada que a muito tempo tinha sido azul, sem sutiã. Levantou mostrando seus seios. Eram médios, morenos claros com aréolas um pouco mais escuras, biquinhos pequenos e duros.
– Tá vendo? – Vem cá. – Chamou. Ela se aproximou dela, que estendeu a mão e acariciou ambos, sua pele arrepiou com o contato, os biquinhos entumesseram com o toque dos dedos dela, que desceu e subiu pelas coxas por baixo da saia. Ela puxou a calcinha de lado e e passou o dedo pela rachinha toda úmida e atolou o dedo no buraquinho, fazendo ela gemer, tirou e levou a boca sentindo o seu gosto.
– Tá meladinha heim safada? Tem um gosto bom, uma hora vou experimentar. – Voltou a tomar seu café. Ela voltou para os afazeres, um pouco frustrada, mas com um sorriso feliz estampado no rosto, sabendo que sua hora ia chegar.

    Estava balançando na rede, quando Verônica apareceu brincando.
– Não dorme mais? Tá igual teteu?
– Gosto de levantar cedo.
– Vai tomar café. – Verônica assentiu com a cabeça e se encaminhou para o interior da casa. Passou primeiro no quarto de hóspedes para ver Luana. Ela estava totalmente nua enrolada na ponta do lençol, viu uma pequena mancha de sangue e constatou o acontecido, tinha previsto isso. Sua menina tinha virado mulher. Foi no quarto da sobrinha e viu ambas também despidas, com roupas espalhadas por todo quarto. A farra ali tinha sido grande também notou, que sua caçula não era mais tão inocente, tinham por onde puxar. Foi tomar seu café.

    Vera viu seu filho vindo e direção a casa. Estava virando um homem, em tudo, principalmente na responsabilidade, olhava orgulhosa pra sua cria. Seu admiração por ele transcendeu, já não o olhava mais como mãe, mas como uma fêmea que escolhia seu macho pra acasalar. Sentiu sua xoxota pinicar e os bicos do peito endurecer. Novamente resolveu provocar e deixou a alça da blusa escorregar. Sentiu a ansiedade bater e o coração acelerar, pra sentir seu olhar de lobo faminto sobre ela. Ele chegou próximo ao portão e limpou a botina, entrou na varanda ereto, seu olhar caiu como um raio sobre ela, um olhar carregado de desejos e más intenções… ou seriam boas? Sua xota minou, seu olhar foi automático pra sua mala. Estremeceu, notou que seu volume tinha dobrado de tamanho, sua boca encheu de água, pensado no que tinha acontecido na última vez. Ele se aproximou, como um felino quando se prepara para o ataque, seu coração disparou. Ouviu um bom dia e respondeu com voz trêmula. Viu seu rosto aproximando do seu para lhe dar um selinho, mas abriu os lábios, para receber os dele, estava faminta e a inocência não fazia mais parte do relacionamento deles e o beijo foi uma amostra e consequência disso. Foi um beijo cheio de luxúria apesar de rápido. Sentiu o toque da sua mão acariciando seu seio sem o menor constrangimento, atitude de macho que sabe o que quer. Sua xoxota começou a alagar, quando sentiu o calor da sua boca no seu seio e sua língua brincando com o biquinho dele, uma sensação de bem estar invadiu seu corpo. Notou que estavam vulneráveis e num movimento de auto defesa o empurrou.
– Está doido filho? Quer que todo mundo saiba? Então convide toda a torcida do flamengo, pra assistir.
– Desculpa mãe, mas não resisti.
– Controla garoto… vai tomar seu banho. – Ele obedeceu incontinente. Ela sabia ter sido a culpada do acontecido, por tê-lo provocado.

    Quinzinho a tempos tinha saído rumo a cidade para deixar o leite, a varanda estava repleta, todos já tinham tomado café e estava reunidos na área. Amelinha tinha vindo convidar as garotas para irem para o pomar e Tavinho foi junto. Logo ficou somente ela, Verônica e André. Sua tia perguntou…
– Sua noite foi boa? Dormiu bem? – Perguntou para o André. Vera notou um certo sarcasmo na pergunta e logo desconfiou que tinha algo por trás da pergunta. Ele respondeu meio acanhado que sim. Deixando ela mais cabreira. Verônica estava largada na rede também com uma camisola que mostrava mais que tampava. André estava desassossegado, não sabia pra que lado olhar e conter sua ereção eminente, que acabou acontecendo. Como quem não queria nada ela provocava o coitado do sobrinho. Parecia uma cobra sucuri, enrolando em sua presa bem devagar, pra depois devorar. Olhou pra mãe, vendo que ela estava antenada e resolveu dar uma volta.

    Vera olhou pra irmã, assim que ele saiu.
– Vai me conta que vc andou aprontando.
– Euu… nada. Mas ele sim. Tirou o cabacinho da Luana.
– Mas isso tem o dedo seu, não nega. – Ela riu toda feliz.
– Só dei uma empurrãozinho.
– Por isso que digo que vc é doida mesmo.
– Só ajudei ela realizar o seu sonho.
– Só eu sei entender essa sua cabecinha, que faz a alegria de alguém, mesmo chegando no objetivo, por meio de linhas tortas. – As meninas procuravam os frutos de sua preferência. Adriana e Laís, estavam estranhando a fisionomia alegre da Luana e do irmão. Adriana combinou com ela e se aproximou do seu irmão e perguntou…
– Ei primo a noite foi boa pra vc né? – Ele olhou desconfiado pra ela perguntando.
– Porque diz isso?
– Vc está muito alegre hoje, aconteceu algo de bom naquele quarto que a gente não sabe essa noite?
– Se é o que estou pensando, pergunte pra seu irmão… curiosa. – Tavinho saiu de perto das duas, que estavam afim de sacaneá-lo. Ficou perto da Amelinha, que a todo instante roçava nele descaradamente. Adriana chegou perto e brincou…
– Porque vocês não entram na latada de maracujá? Mas acho que nesse mato não sai coelho. – Tavinho ficou vermelho de raiva. A latada de maracujá era um estaleiro que ao crescer encima, desceu e fez paredes de vegetação como uma caverna até dava pra entrar, que de fora ninguém via dentro. Nisso chegou André, Luana pulou no seu pescoço e deu um beijo nele. Adriana olhou aquilo e não gostou, foi logo marcar seu território. Chegou e pegou ele pelo braço…
– Anda sumido não te vejo desde ontem?
– Porque não quis, estava o tempo todo em casa. – Laís se aproximou… – Ei prima também quero um pouquinho.
– Vc eu deixo… André porque vc não leva ela lá no depósito? Essa bichinha tá doida pra entrar na vara… Dou meia hora de prazo prós dois.
– Ele falou baixinho pra ambas.
– Larga de ser doida, tá todo mundo de olho.
– Então vai lá no meu quarto a noite.
– Veremos… – Replicou ele.  Amelinha sugeriu… – Vamos na cachoeira? A Sônia mais a irmã estão esperando nós. Todos votaram a favor.

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3 Comentários

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  • Responder Espadachim ID:5pbaat9rfibl

    Sabia que tinha algo errado, que bom que tudo voltou o normal e podemos degustar seus contos exelentes cheios de tesão. Parabéns!

  • Responder Espadachim ID:5pbaat9rfibl

    Sabia que tinha algo errado, que bom que tudo voltou o normal e podemos degustar seus contos exelentes cheios de tesão.

  • Responder Zorro ID:5pbaat9rfibl

    Corrigiram o erro e postaram o conto certo. Espero que gostem.