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Detonando com a festa clandestina

3325 palavras | 2 |3.00
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Aqui digo como foi a viagem conhecendo os amigos de infância da minha mãe, e acabamos com uma festa clandestina, kkkkkkk

Oi gente, quero me apresentar para quem já não tenha lido e acompanhado meus relatos, sou loirinha, gostosa, magrinha, olhos verdes, tenho um umbiguinho olhinho, tipo de piriguete, além de um pearcing nele pedrinha verde, meus peitos são pequenos, mas não muito, tenho bicos tipo “puffie nipples”, um tatoo de vários corações que vão diminuindo de tamanho na direção do meu cuzinho, sou muito safada e quando fico com tezão, o que é quase sempre, kkkk, minha bucetinha exala um cheirinho que atraí todo tipo de gente, não só os homens mas as meninas também, estou agora com 19 anos, mas quando comecei a escrever estava com 17 e muita coisa aconteceu daquela época até agora, parece que apartir daquelas revelações comecei a atrair mais safadezas para minha vida, kkkkk, o universo conspira, eu só não sei se é à favor ou contra… enfim, espero que gostem e gozem muito…

Essa é a continuação da minha viagem erótica, que está sendo o máximo…

Ainda continuando na piscina e a Gabi tentando de todo custo me fazer gozar, eu tinha sensações, minha buceta estava molhada, meu cheirinho exalava em suas narinas e ela sempre me dizia que adorava esse meu cheirinho, que lhe fazia lembrar da infância com minha mãe.

Embora estivesse curtindo, mas sempre me vinha a imagem do Jr. e seu cacetão e na minha imaginação fértil ele com todas as mulheres da casa da Marcinha em sua volta, servindo a ele como um macho alpha, todas elas grávidas com barrigas enormes, dando uvas na boquinha do Jr., que ódio… de mim… ou será premonição ???

A vontade que me dava era de ligar ou passar um zap para ele, mas meu orgulho não deixava e claro, a orientação da mamãe em não procura-lo.

Com um esforço danado me forçava a lembrar do meu Lucas, mas sem saudades, não sentia sua falta, talvez seja o momento de dar um tempo, ele sempre me passa mensagens dizendo que esta com saudades e que não vê a hora de nos reencontrarmos, mas eu sentia mais falta da minha Lê do que dele, minha neguinha mandona, ela transborda alegria, muito passional, dona de si e da Si… eu…

Como disse para a Gabi que poderia acontecer, a monstrinha havia sumido, mas como eu estava apesar de tudo me deliciando com a dedicação e persistência dela em me fazer gozar, não fomos procura-la nesse primeiro momento, o tempo todo a Gabi me servia, me sentia uma estrela do cinema, uma Deuza, como sempre gosto de me comparar e ela se esforçava bastante.

– Gabi – Se vc se cansar de mim é só falar, se quiser que eu dê um tempinho pra vc descançar, é só sinalizar, pq se vc deixar eu nunca mais saio do seu lado ou até vc voltar pra casa, eu na verdade queria vcs duas, a monstrinha também, mas já vi que como a mãe ela não sossega, mas ainda pego ela de jeito…

– Eu – Adoro ser venerada desse jeitinho mesmo que vc está fazendo, sou uma pessoa simples, gosto de quase tudo no sexo, mas o que eu gosto mesmo é de ser desejada, de perceber que as pessoas perdem o controle quando estão perto de mim e principalmente, seduzir exalando meu cheirinho de sexo, de cio, eu estou gozando na sua lingua, não é da maneira que normalmente aconteceria, mas está muito bom, vc é muito gostosa e esses peitões ? delícia !! uma curiosidade, eles boiam na água ? não te deixam afundar ?

– Gabi – Kkkkk, boiam sim, não dá muito pra perceber pq são muito duros, mas eu não consigo afundar muito com eles, o que é uma sensação maravilhosa, toca neles… adoro que toquem neles, mame eles, uso e abuso de decotes para poder chamar atenção, adoro ver as mulheres com inveja e os homens com torcicolo não conseguindo tirar os olhos, kkkkk, quem não gosta de ser admirada…

Ficamos ali namorando, em quanto a Say e o Tavinho não se desgrudavam, entendia o pq, mesmo lá no condomínio que todos ja sabem da condição da Say, eles não tem essa liberdade que estão tendo aqui, sem se escoderem, lindo de ver essa paixão deles.

Eu mamava aqueles peitões deliciosos, tentando imaginar como seria eles em mim, com meus bicos de mamadeira é claro, não estava tentando fazer ela gozar novamente, apenas curtia, me deliciava no seu corpo, beijando sua boca e voltava para aqueles peitões suculentos.

Mas a curiosidade bateu e decidimos dar uma espiadinha na “masmorra”.

Chegamos lá estava com a porta aberta, via as tres safadas lá deitadas na cama, olhei pro teto de espelhos e consegui ver a monstrinha sumida entre elas, sendo atacada por todas, a minha mãe, a Rosa e a Elza, ela se contorcia sendo torturada pelas tres, enquanto uma mamava um peito a outra beliscava, percebi suas mãos amarradas e um consolo dentro da sua bucetinha, perguntei o que estava acontecendo.

– Rosa – Não se preocupe, ela só está recebendo uma lição, chegou aqui sorrateiramente se enfiando entre agente, Kat teve essa idéia e resolvemos fazer a mesma coisa que ela fez com o Coronel e fizemos com ela quando a Kat era menor.

Rapitada, Abuzada… Sedutora e Incontrolável (11)

Ela chorava, ria, berrava de forma descontrolada, sua pernas amarradas abertas, sua mãos acima da cabeça juntas, seus seios estavam vermelhos, seus bicos duros como nunca tinha visto, a sua xerequinha saia uma espuma branca pelos lados do brinquedo, o cheiro de sexo estava absurdo, o ambiente estava ácido, ela se contorcia e quando ela me ouviu…

– Monstrinha – Si… senta aqui na minha cara, eu quero seu cheirinho, eu quero seu gostinho…

Eu estava vendo aquilo tudo e de uma forma estranha, minha buceta começou a escorrer abundantemente, o que contribuiu ainda mais com o odor no ambiente, não tive escolha e também não ia querer outra coisa, já estava nua, a Gabi pediu licença e retirou o dildo que tremia dentro da bucetinha, se prontificando a sugar toda aquela secreção branca que saia dela, nunca tinha visto isso, só em filmes, achava que fosse esperma cenográfico, ela amarrada se contorcia mas não conseguia se soltar, Gabi colocou seus braços por baixo das pernas da monstrinha levantando seu quadril e chupando a bucetinha dela, eu com a minha buceta escorrendo, fiz o que a safadinha pediu, sentei na sua cara esfregando minha xerequinha que escorria meu caldo no seu nariz, na sua lingua que estava pra fora, eu me apoiando no encosto da cabeceira da cama, esfregando minha xerequinha, sentindo a linguinha esticada tentando sorver o máximo do que escorria dela, comecei a sentir um frenesi no meu corpo, desci ainda mais, não me importando se a estava sufocando, esfregava com força e ela sorvia com sofreguidão, aquela cena com todas aquelas mulheres se revesando entre a sua pequena e deliciosa bucetinha, mamando seus peitos que já estavam roxos de tanto serem sugados, beliscados, uma boca que surgia em meus bicos, uma outra que me beijava, eu rebolando cada vez mais rápido frenéticamente na cara da maninha, uma onda avassaladora tomou conta do meu corpo, minha cabeça girava, minha pressão caiu, ao mesmo tempo que aninha gritava gozando e mijando na cara da Gabi, que bebia e engolia como se fosse um saboroso hidromel esguichando direto de um barril de carvalho, ao mesmo tempo eu me tremia toda, AHÁAAAAA………. desmaiei gozando na cara da monstrinha, tenho certeza que ela apagou também.

Quando nós acordamos, já limpas por lenços umidecidos, dava para saber pelo cheirinho no nosso corpo e que se misturava com o odor de sexo, sexo selvagem, aquele ambiente com todas aquelas mulheres nuas, um ambiente erótico, me fez lembrar filmes tipo da Roma antiga, só faltava aparecer algum imperador, um CÉZAR.

Todas estavam preocupadas conosco, a monstrinha ainda dormia, sua fisionomia já havia voltado ao normal, nada parecido com o SUCCUBUS que tinha tomado seu corpo, agora parecia uma anjinha inocente, mas as marcas de chupadas, os roxos em sua pele, o vermelhão que ficara na sua xerequinha, mostrava exatamente tudo que havia ocorrido, não tinha nenhum ferimento, ninguém a machucou e quando acordou seu sorrizo iluminou o quarto, um semblante de satisfação de um gozo pleno, ainda fraca por seus orgasmos.

– Monstrinha – Si… Si…

Um silêncio absoluto tomou conta do quarto…

– Eu – Fala anjinha…

– Monstrinha – Faz novamente… eu adorei…

Kkkkkkkkkkk, ainda ouvi uns UFF’s, um alívio e a certeza de que estava bem, mais que bem, totalmente insana, mas sendo ela mesma…

– Monstrinha – Si… tira o negócio do meu cuzinho que está me incomodando um pouquinho.

Ainda tinha um plug que as malucas colocaram nela e esqueceram lá… Já passava longe da hora do almoço quando fomos nos preocupar com comida, Tavinho e Say, vestidos, chegaram para nos chamar dizendo que tinha comida, que já estava fria pelo tempo, nos esperando na sala de jantar.

Enquanto comíamos, Gabi, Rosa e Mamãe, ficavam lembrando da infância, Gabi falou que ela era uma Pestinha e assim chamavam ela quando juntas.

Rapitada, Abuzada… Sedutora e Incontrolável (11)

Rosa pouco falava e não tirava os olhos da minha mãe, nisso chega um carro com as outras duas safadas cambaleando, trêbadas, vindo do forró, totalmente descabeladas, a Patty invadiu a mesa e pegou qualquer coisa para comer e foi subindo, Nikole fingiu um desmaio nos braços do segurança, um negão de quase 3×3 altura e largura, um armário, que pegou a Nikole no colo e foi levando sendo guiada pela Elza.

– Kat – As duas se acharam, juntou a doida da Nikole com a maluca da Patty, já imaginava que chegariam assim, trocando as pernas.

– Eu – Não sei não, a Patty gosta muito de eletrônica, esse negócio de forró ou piseiro, não é muito com ela.

– Monstrinha – Mas putaria é com ela sim, a musica pouco vai importar…

Kkkkkkkkk, ela tem razão…

– Monstrinha – Vcs fazem isso de novo… em mim… gozei tão gostoso…

Gabi olhando pra ela…

– Gabi – Isso eu não sei se vai repetir… mas ainda quero pegar vc de jeito… se vc quiser… vai ser a monstrinha vs pestinha…

Kkkkkkkk…

– Mosntrinha – Ta bom, mas ainda vou querer fazer com o Drago…

– Eu – Drago ? que drago ?

– Monstrinha – O cachorro ora… da Rosa… mãe… vc gostava de ficar engatada no Rocky, eu li, eu quero também…

– Gabi – Kkkkkk… monstrinha… ( que ? ), come, come e vai descansar, para de falar…

– Rosa – É Gabi… agora vc entende o que passamos com vc aqui nos tempos do Coronel… não foi atoa né PESTINHA, o Rocky era muito tarado, comeu todas nós, na Pestinha fez um estrago na primeira vez, pensei até que não ia voltar ao normal…

– Gabi – Foi sim… eu lembro um pouco, depois desmaiei, mas a mamãe Rosa cuidou do meu cuzinho que ficou novinho em folha…

Kkkkkkkkkk…….

Rapitada, Abuzada… Sedutora e Incontrolável (11)

– Kat – Eu me lembro bem foi do esporro que tomei por vc ser a Pestinha que era, era não… ainda é até hoje…

Um clima maravilhoso mas estávamos todas cansadas, íamos dormir mesmo, esperando a noite cair para sairmos à cidade, irmos a praça, comer comidas típicas, ver “nativos”, isso é o que eu pensava, parar um pouco com a putaria, mas só um pouquinho.

Estávamos nos preparando para o nosso descanço, ainda decidindo se íamos todas pro mesmo quarto ou se ficaríamos separadas para poder descansar, já que a primeira hipótese achava difícil isso acontecer.

Ouvimos um ruído já bem conhecido por todas nós, fomos procurar sua origem e vimos num dos quartos a Patty fudendo o cuzinho do Tavinho, metendo sem dó enquanto a Say vistoriava a operação da Nikole, desmaiada e babando ao lado deles, Patty quando quer vira macho pra cacete, kkkkk…

Corneando a minha Irmãzinha

Meu cunhadinho agora é meu macho também

– Tavinho – Calma Patty, tá muito duro… mete devagar… vc sabe que eu gosto… mas vc tá muito doida…

– Patty – Cala a boca meu viadinho favorito, rebola essa bundinha do jeitinho que eu gosto… vou deixar vc assado, arrombado, não vai conseguir sentar direito… só de ladinho… vou encher seu cuzinho de pórra misturada com cachaça… rebola viadinho… rebola essa bundinha…

– Say – Patty… vai com calma, não machuca meu namorado…

– Patty – Fica quietinha que depois vai ser sua vez, ficamos a noite toda na esfregação e cheia de tezão, agora tenho que me aliviar… rebola Tavinho ( tabefff ) rebola minha putinha ( tabefffff ), geme, faz essa carinha de choro que amo…

– Tavinho – Mas tá doendo mesmo… aaaiiii……. Say pega a pomadinha lá… corre…

– Patty – Não adianta… só vou tirar depois de gozar… depois que esvaziar minhas bolas aqui dentro…

– Tavinho – Aaaaaiiiiiiiiiii…….. porra de piroca dura….. aaaaaiiiiiiii……. fica só um pouquinho parada, só umaaaiii……. pouquinho….. pf…….

Agente olhava sem fazer barulho, segurando a monstrinha para não invadir…

– Patty – Morde… morde minha pica… morde com seu cuzinho delicioso… ta vindo… ta vindo……. ta vindo… aháaaaaaaaaaaaaaa………., delícia…

– Tavinho – Não tira… deixa aí… tá quentinho, é bom…. eu gosto de sentir derramando lá dentro…

Say percebeu agente olhando já que a porta gradativamente se abriu com a nossa curiosidade…

– Say – Gente… é sério isso ???

E veio correndo fechar a porta e ainda ouvimos um “AI” do Tavinho desengatando de supetão da pica da Patty.

Bem, aquele quarto estava definido, fomos pra masmorra, todas juntas, menos a Elza que foi atender as nessecidades da Nikole, que ainda estava suada, suja da farra e bebedeira.

A Pestinha e a Monstrinha se juntaram, era uma “guerra” de quem mamava o peitão de quem, até que se entenderam, a Rosa e a Mamãe não se largavam, fiquei no meio, esperando a Elza, que finalmente chegou e fez um pequeno strip para mim, mostrando todo corpaço de mulher fruta, tipo mulher melão, com aquelas marquinhas de sol, seus pelinhos dourados, já foi engatinhando e beijando meus pés, chegando da minha encharcada sendo fungada, do jeitinho que eu gosto, puxou meu pearcing com os dentes, mordeu meus puffies, sugou eles e me deu um beijo mais delicioso do mundo, um beijo de desejo, puro tezão, ficamos namorando, mamando uma a outra, dedando nossas xerequinhas, lambendo nossos sucos nos dedos uma da outra, até que adormecemos agarradinhas.

A noite chegou e nós todas nos arrumamos para curtir o sábado à noite na cidade, não podia ter ninguém na praça, aglomeração, merda de pandemia, mas descobrimos uma festa e por falta de opção tivemos que ir nessa festa clandestina, mas estava todo mundo lá, kkkkk, de clandestina só tinha o nome, quem não estava lá estaria no piseiro, era um lugar abafado, quente demais, todo fechado sem ventilação, Funk, Forró, Pagode, Eletrônica, tocou de tudo… achei legal que faziam revezamento dos rítmos a cada meia hora e a pista se renovava, eu é que nunca saia da pista por nada, depois daquela gozada até esqueci do meu irmão, estava mais solta, tinha sempre uns machinhos me secando, uma piroca até iria bem, mas agente queria curtir a noite, dançámos entre nós e tinha o “armário” de ébano tomando conta da gente, se chegava um cara mais abusado, logo era pego pelo pescoço e vazava, tinha outros seguranças também, mas esse era o que sempre estava mais próximo da gente, era o cão de guarda mais confiável.

Estava muito bom, enchemos a cara, menos a Rosa, que é uma figura pública, estava ali no “camarote”, com roupa bem comportada, tomando drink’s, cercada de seguranças, só olhando agente, liberamos até para os menores beberem, mas só um pouquinho, o que era muito para eles pois não estávam acostumados.

Eu e a Monstrinha nos destacávamos, estávamos suadas, ela, a Gabi, a Elza sempre me imprensavam entre seus peitos, tinha sempre uma boca no meu pescoço, um beliscão nos meus peitos, uma lingua que sorvia meu suor, alguém que fazia um rabo de cavalo por trás de mim e me agarrando por trás me beijava meu pescoço, ao mesmo tempo que deslizava a mão no meus seios por dentro pela lateral do vestidinho largo, sem sutiã e sem calcinha (como sempre), só um cintinho para delinear minha cinturinha, era lambida, dedada e depois botávamos uma outra no meio e fazíamos a mesma coisa, muito suadas, babadas com nossas bocas, a monstrinha se soltava na pista e mais ousada pegou no pau do 3×3 (vou chamar ele assim), chegou no meu ouvindinho e falou:

– Mosntrinha – Ele tá duro…

– Eu – Ele quem?

– Monstrinha – O 3×3… é grandão…

Kkkkkkkkk, mas ele não se mexia, não esboçava nenhuma reação, ficava inerte e mesmo a monstrinha aprontando, agora o SUCCUBUS já tinha incorporado nela, ela apertando sempre a piroca do cara, mas ele nada fazia, era como se fosse uma estátua.

Ela toda hora ia lá provocar ele, passava a mão no seu corpo por dentro da sua camisa, apalpava toda a extenção da piroca dura pela barra da calça, chamava ele com o dedo para ele abaixar e dava uma pitoquinha na boca, mordia o beição dele, ela estava provocando ele demais, tentava se esfregar na piroca, mas ele muito alto e ela muito baixinha, no máximo conseguiu esfregar os peitões no falo duro.

Ele nada fez…

A Patty veio pro centro e não teve jeito, aquela piroca dela se soltou e fez um volumão no vestidinho tubinho colado, Gabi vendo isso, se abaixou e levantou o vestido, puxou o caralho pra fora, é uma pestinha mesmo, começou a chupar fizemos uma barreira com nossos corpos e deixamos a Patty fuder a garganta da Gaby.

A Patty estava doidona, segurava a cabeça da Gabi forçando garganta a dentro, era 19 cm que sumia em sua garganta, mesmo percebendo a Gabi tentando se soltar, a Patty puxava com força, metia como se fosse um cuzinho suculento, até [ AHÁAAAAAAAAAA………… ], mais alto que a música, pelo menos eu achei, depois que gozou na boca da Gabi, ela se levantou e foi beijada pela Patty dividindo seu gozo com ela.

Depois disso o 3×3 e outros seguranças nos levaram embora para casa, foi muito engraçado ver a Patty sendo escoltada pelo 3×3 com o vestido levantado e a piroca ainda dura apontando pra cima saindo da festa com todos olhando e apontando, só aí que a Elza puxou o vestido tentando esconder, mas acho que aparecia ainda mais fazendo um volumão nele, a noite pegou fogo e a porrada estancou, um cara achando que podia fazer a mesma coisa com uma garota, por que viu agente erotizando, caiu na porrada com o namorado dela, mais 10 min a festa acabou, nós provocamos o fim da festa ou ela viraria uma orgia, kkkkk.

CONTINUA…

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2 Comentários

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  • Responder Mk

    Hey Sii, que conto gostoso da poha, caramba como é bom ler novamente seus contos e gozar muito depois de me encher de tesão.
    Me alegra o coração saber que está curtindo a viagem muito bem merecida, está mandando bem Si e que continue assim hein, DALE desfrutar até enjoar de tanta diversão, alegria e claro, muuuuitas gozadas nessa viagem que já tô vendo ser uma das melhores de todos os tempos.
    Bjs na buceta
    Forte abraço para o pessoal todo
    E quem sabe role uma orgia das boas nessa viagem maluca, neh? Nunca se sabe…

  • Responder Berus

    Deliciaaaa! Me chamem no telegram @albertoslz principalmente gatas