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Descobrindo o Novo Mundo 3

4237 palavras | 10 |4.60
Por

O dia havia amanhecido, a luz do Sol entrava pela porta iluminando o ambiente, Porã dormia como um anjo, decidi não acordá-lo e então saí daquela choupana e fui caminhar um pouco, na vila poucos ainda haviam acordado pois era ainda muito cedo, andei mais um pouco e senti fome, olhei para onde ficava as curuminhas e encontrei unicamente uma índia, a qual fritava mandioca, ela ao me ver logo acenou com a mão como se convida-se me para comer, fui até ela, sentei-me num tronco de árvore e ela ofereceu um pouco de mandioca frita, comi com prazer pois tinha fome, bebi um pouco de água que havia num jarro de barro, a índia ofereceu goiabas para eu comer que de pronto comi e agradeci, então eis que ela começou a falar

Índia – Está boa a comida?

Eu – Sim, está muito boa, a mandioca está muito bem frita, obrigado por deixar eu comer um pouco

Índia – Comecei a fritar cedo, tenho que fazer comida para os guardas, já servi a eles a comida da manhã, já a comida de todos da vila quem faz são as índias, pois é muita gente para alimentar

Eu – Falas bem português menina, estou surpreso que aqui na Vila de Praia Grande de Nicheroy há tantos índios que falam bem português, vejo que Arariboia ajudou e muito a aproximação dos itororós com os portugueses

Índia – Nem todos falam português aqui, por eu ser sobrinha de Arariboia sei falar bem pois sempre acompanhei minha família quando atravessavam a Baía de Guanabara, mas estamos progredindo aqui

Eu – Não sabia que eras sobrinha de Arariboia, por isso falas tão bem, vejo que seu tio faz um ótimo trabalho aqui

A índia sorriu para mim, um sorriso largo que me cativou, ela era muito simpática e logo eu fiz amizade, comemos juntos mais um pouco de mandioca frita e fiquei contando a ela histórias que eram engraçadas e ela divertia-se muito, há tempos que eu não conversava com uma mulher, desde que saí de Portugal não conversava com uma mulher
Porã abriu a porta da choupana e nem chegou a olhar o céu azul, logo que me viu sentado junto com a índia dando altas risadas ele se enfureceu, seus olhos estavam vermelhos de irá e de imediato ele chegou até onde eu estava com a índia, sentou-se conosco e em silêncio comeu mandioca frita e bebeu água, seu olhar de fúria para mim era assustador, a índia calou-se na hora que ele chegou, e eis que Porã dirigiu uma conversa com a índia no idiomas deles e eu nada entendi, porém notei que o tom da voz dele era ríspido, a índia disse-lhe algumas poucas palavras no final, e se retirou rapidamente e então Porã olhou pra mim e disse:

Porã – Não se preocupe, ela não falará nada com o tio dela, ficará quieta e não irá mais incomodá-lo

Eu – Mas ela não estava a me incomodar, ela serviu-me o que comer e conversamos um pouco, rimos e nada mais. Aliás, o que disseste a menina que ela saiu tão apressada e calada? Nem de mim se despediu

Porã – Eu conheço bem as índias daqui, ela estava sendo simpática com você por algum interesse, eu vi como ela sorria para você, estava lhe seduzindo e você como o mulherengo que é estava se deixando levar, então eu disse a ela para cair fora e desistir de seduzi-lo, pois você está sob meus cuidados e eu frisei bem os cuidados que tenho contigo, cuidados estes que ela queria fazer

Eu – Fazia muito tempo que eu não conversava com uma mulher, senti falta, e uma índia que fale português tão bem é algo incrível, às vezes é bom ter uma amiga para ter um diálogo saudável

Porã – Eu sei muito bem que tipo de diálogo saudável você queria ter com ela, lembre-se, vocês partirão daqui em breve e ela é sobrinha do chefe, o lugar dela é aqui e o teu lugar é comigo. Bom, agora encerro este assunto pois tenho que ir pescar

Virei as costas revoltado, Porã estava sendo ciumento possessivo, achava-se dono de mim sendo que sou eu o tutor dele, sou considerado irmão mais velho dele pelo cacique desta tribo e vila, e ele quer ter poder sobre mim. Perdido em pensamentos ouvi Porã me chamar, vi que ele segurava o material de pesca, então ele disse:

Porã – Ei, Afonsinho, pensa que vai aonde, você virá comigo

Fomos de barco pela costa, descendo ao sul não muito longe da vila, alcançamos dois rochedos que ficam à beira de uma praia, um dos rochedos ligado por uma estreita faixa de terra a praia e o outro separado, no final da praia existe uma caverna a qual liga a uma outra praia chamada Icarahy, então ficamos lá a pescar próximo a essa praia
No começo daquela tarde já havíamos pegados alguns peixes, fomos a praia e com alguns gravetos e improvisos fizemos uma pequena fogueira para assar os peixes, após comermos voltamos a pescar mais alguns peixes, e no meio da tarde colocamos nossa pesca num cesto de vime e fomos descansar um pouco, lá conversamos um pouco sentados na beira da praia

Eu – Tu pensas que és meu dono, mas eu que sou o seu tutor, não sei realmente o que disseste aquela índia, mas tenho certeza que foi por ciúmes. Ainda não engoli esse teu ciúme desenfreado por mim, agora não posso chegar perto de uma mulher que tu dás um jeito de afastar qualquer uma de mim, lembre-se que eu e todos que cá viemos iremos fundar uma vila e temos a missão de fazê-la crescer, temos que povoar a terra

Porã – O que pensas em fazer, casar com uma índia ou mandar trazer uma branca de Portugal para que case contigo, isso só para povoar a terra, ninguém irá obrigá-lo a casar, conheço os portugueses, há muitos deles fazendo filhos nas índias, muitos tem várias, e tu não precisas casar e muito menos ajuntasse com uma índia ou branca, pela quantidade de filhos que os brancos fazem nesta terra com as índias, você não fará diferença

Eu – Preciso ser leal ao meu reino, Portugal precisa dominar estas terras por completo, os franceses eram um perigo, agora a missão é povoar a terra

Mal terminei de falar e Porã saltou encima de mim com fúria, fiquei deitado sobre a areia e ele montado em mim com as mãos em meu pescoço, fiquei com os olhos arregalados, nunca vi alguém com tanto ciúme por mim, ciúme ao ponto de saltar de ódio sobre mim, então vi que aquele jovem índio me amava de verdade e que ele tinha razão, não precisava eu casar e fazer filhos na terra, só o fato de atravessar o Atlântico já era o suficiente para servir a Portugal, ainda assim a atitude dele apesar de ter-me revelado um amor sincero e ciumento, era uma atitude selvagem e de posse e havia me deixado triste, decidi enfrentá-lo verbalmente

Eu – Vai, matá-me agora, a sua machadinha está próxima a si, corte-me o pescoço e acabe com essa loucura, tu não me amas, me tem com sua posse, nenhuma mulher pode aproximar-se de mim que logo dás um jeito de mostrar que estás comigo

Com fúria nos olhos e lágrimas a escorrer pelo rosto ele disse

Porã – Nunca duvide de meu amor, você é frio, mulherengo, sempre duvidando de sentimentos verdadeiros, e eu não tenho culpa se a única pessoa que lhe deu amor foi uma prostituta, agora você está aqui e eu estou lhe demonstrando amor, não sei o porquê você é tão difícil, eu só quero que se entregue a mim pois eu te amo, eu vejo a inocência em teus olhos, é um bom homem e não é só sexo que temos e você sabe

Eu – Se realmente me amas, lute para conquistar-me, pois não será teu ciúme doentio que provará nada e sim suas atitudes, e sei que não há só sexo entre nós, há sentimento também, entretanto, creio que teremos que nos afastar, teu ciúme assusta-me e eu não vou tolerar morrer nas mãos de um selvagem por ciúmes

Sei que fui duro com as palavras, e sinceramente, eu não iria jamais afastar-me dele, ele realmente provou me amar, mas eu queria ver a reação dele em imaginar que eu iria deixá-lo, me afastar, queria ver a reação dele, mesmo que corresse o risco de ser morto por ele e seu ciúme doentio, mas aí vi realmente o verdadeiro amor dele, pude constatar o quanto ele me amava
Porã tirou as mãos de meu pescoço, se levantou aos prantos, chorava copiosamente e disse soluçando:

Porã – Não se preocupe, não vou matá-lo, se você morrer eu morreria junto, pode cumprir sua missão em nome de teu reino, case com uma índia, ou mande trazer uma branca de Portugal, faça filhos e povoe a terra, eu não sou nada para você, sua missão é mais importante, e não se preocupe, nunca mais verá meus ciúmes e muito menos a mim, não precise se afastar de mim, eu sumirei de sua vida, este selvagem você não mais verá

Ele embrenhou-se na mata e correu, chorava como uma criança, não olhou para trás, meus gritos foram inúteis e no verdor daquela densa mata ele desapareceu, então eu vi o quanto minhas palavras o feriram e aquela foi a maior prova de amor, ele ter-me deixado para eu ter minha liberdade, infelizmente minha arrogância não deixou que ele soubesse que eu nunca tinha sido tão livre e feliz quanto eu fui ao lado dele
Voltei para a vila e falei a quem me perguntasse que Porã havia brigado comigo e fugido, deixei os peixes de nossa pesca e logo percebi que Arariboia me olhava com desaprovação, fiquei com vergonha e ele fez sinal de que eu fosse lá falar com ele

Arariboia – Vejo que você e muito menos ele não cumpriram com a palavra, Porã passou aqui e disse que brigou com você e quase lhe atacou, porém que suas palavras foram piores que uma flecha ao peito, aconselho a você não procurá-lo, ambos erraram, ele com o ódio nas mãos e você com ódio na boca, mas digo que você perdeu uma ótima companhia e ele também, pois não vejo maldade em si

Três dias se passaram, largas noites solitárias e dias de tristeza contínua, a solidão era-me a única companheira, no primeiro dia eu tinha levado uma bronca de Gonçalo Gonçalves pela briga que tive com Porã, e depois só restava-me a solidão, havia um nó em minha garganta, durante as noites eu acordava a dava pela falta dele, meu jovem Porã fazia muita falta e meu sofrimento só aumentava
Após 5 dias da briga que eu tive com Porã, pela manhã eis que uma índia de meia idade apareceu na vila, foi até Arariboia conversar com ele, então ele me chamou e me relatou que aquela mulher estava a minha procura, por suas feições logo notei que era a mãe de Porã, disse Arariboia que ela era Anahí, mãe de Porã, e que veio buscar peixes, mandioca e frutas pois seu filho não estava indo caçar e pescar e ela estava a sofrer de dores na coluna, eu não entendi uma palavra dela, porém pelos gestos que ela fazia com as mãos notei que algo não ia bem, então Arariboia disse-me o seguinte:

Arariboia – Ela ficará na vila conosco hoje, e amanhã partirá para sua maloca, Porã está doente e ela sofre de dores na coluna, ela não aguenta caçar e pescar, sei que ele não quer vê-lo, então leve uma cesta de frutas, peixes e mandioca para ele, deixe na entrada da maloca e não deixe ele te ver, pois ele está brigado com você

Então a mãe de Porã olhou para mim e falou:

Anahí – Meu Porã doente, quente como brasa, falar nome de Rodrigo Afonso, você ser branco que ele falar nome, você falar com meu Porã, ele querer ver você, não deixar comida na porta e fugir, você ir falar com ele, você ser cura para dor de meu Porã

Arariboia – Ouviu a mulher, o filho dela está doente e tenho certeza que foram tuas palavras que o deixaram assim, triste e magoado e eu sei que você também está, vá resolver esse problema e faça as pazes, ele é seu amigo e você o tutor dele, ele o vê como um irmão mais velho, ele é do meu povo e meu povo e o seu são aliados, então faça a sua missão de preservar essa aliança e principalmente se desculpar com ele que o vê como um irmão mais velho, agora ele e a mãe são tua família, vá agora e quando essa mulher voltar para sua maloca que encontre o filho melhor

Eu – Sinto saudades de meu amigo Porã, ele é um verdadeiro amigo e provou isso diversas vezes, cuidarei dele como um irmão mais novo e tenha certeza que amanhã ele estará melhor e nós iremos buscar a senhora Anahí aqui, quero que todos vejam que amanhã ele estará melhor

O grande chefe Arariboia deu as informações para que eu encontrasse a maloca onde Porã morava, disse para eu ir para o norte até encontrar o Rio Maruhí, de lá seguir o curso do rio mata adentro, a maloca estará no final do rio num descampado de terra abaixo de um pequeno morro, gravei bem as informações e lá fui eu com peixe, frutas e mandioca guardados dentro de um pote de vime fechado com um pano em forma de trouxinha
Segui o trajeto beirando a praia subindo para o norte, avistei o Rio Maruhí desembocando na praia de mesmo nome e segui o curso do mesmo, um rio sinuoso não muito largo que ia em direção terra adentro, após um certo tempo de caminhada avistei a maloca no meio de um descampado e com cautela aproximei-me, tive medo da reação de Porã, eu sabia que tinha errado com ele
Entrei e o avistei deitado na rede, estava dormindo, seus lábios estavam secos, notei que seus olhos estavam lacrimejados, passei minha mão suavemente em sua testa e vi que ele ardia em febre, fui rápido pegar um pouco de água para ele e ouvi ele balbuciar meu nome enquanto dormia, ali eu vi o quanto ele me amava, então comecei a chorar, chorei pois vi as consequências de minha arrogância, vi o quanto aquele jovem índio sofria por me amar
Acordei ele, estava meio sonolento, levei o copo de barro a sua boca e fiz com que ele bebesse um pouco d,água, ele abriu os olhos completamente e me viu ali sentado em sua rede, ele começou a chorar, fiz ele beber um pouco mais de água e o abracei, acariciei seu rosto e o olhei nos olhos com ternura e disse:

Eu – Eu amo-te muito, senti saudades e sofri sem tê-lo perto de mim, tudo o que disse lá na praia foi para provocá-lo, disse palavras para te machucar pois estava com irá em meu peito, arrependo-me imensamente de tudo o que te falei e saibas que é mentira quando eu disse que iria me afastar de ti, falei aquilo para deixá-lo com raiva, mas não esperei que tu fosses fugir de mim, eu te quero muito e não existe melhor pessoa para estar ao meu lado que tu

Porã – Vejo verdades em tuas palavras e em teus olhos, agora sei que me ama, me perdoe pelo meu ciúme, eu tenho muito medo de perdê-lo, eu te amo, você é o meu branco, meu homem, mas eu não sou teu dono, você é livre e eu não posso prendê-lo como um passarinho, amar é deixar quem ama livre

Eu – Meu indiozinho, não te preocupes, eu até gosto do teu ciúme, nunca alguém sentiu ciúmes de mim tal como tu sentiste, e saibas que eu sou livre como um pássaro, porém, nunca estive tão livre e feliz como estive ao teu lado, ao teu lado sou verdadeiramente livre e é contigo que quero estar

Nos abraçamos e choramos juntos, depois fui assar peixe e mandioca enquanto ele comia algumas frutas, quis deixá-lo bem alimentado para assim melhorar e notei que minha presença ali o tinha deixado melhor, após comermos fui junto a ele tomar banho de rio, a água estava uma delícia e logo a febre dele já tinha passado, brincamos nas águas do rio como duas crianças, ele jogava com as mãos água em mim e eu nele, o sorriso dele era tudo pra mim, seu largo sorriso de dentes brancos mostrava o quão feliz ele estava e a felicidade dele era a minha alegria, após o banho coloquei um pouco de minha colônia no corpo e ele adorava o cheiro, ele também passou um pouco no corpo, dizia que queria o meu cheiro nele

Entramos dentro da maloca e ele foi logo fechando a porta, aquele sorriso malicioso eu já conhecia, aquele jovem índio estava quente e não era mais de febre e sim de tesão, ele me empurrou suavemente contra a parede e foi me agarrando e abraçando, cheirava meu corpo e sua respiração era ofegante, beijei loucamente sua boca, sentia saudades do sabor de seus lábios, ele pulou em cima de mim e me agarrou, segurei-o com firmeza, ele não queria soltar, coloquei-o deitado na rede e ele novamente me agarrou, fiquei por cima dele e fui chupando seu pescoço, lambendo a orelha, beijando sua boca, lentamente desci até seus peitos, lambi seu peitoral e mordisquei seus mamilos, ele segurava minha cabeça agarrando em meus cabelos, pressionando minha cabeça em seu peito, mordi, chupei, beijei seus mamilos, sua pele morena me enfeitiçava, ele gemia de tesão, então passou a mão em meu pau e viu que estava babado, ele sorriu e disse

Porã – Amor, sobe um pouco, quer chupá-lo

Subi um pouco e ele deitou um pouco mais para baixo e foi logo abocanhando meu pau, passou a língua na cabeça, sugou cada gota do meu leite e foi engolindo tudo, gemi de tesão em cada sugada que ele dava, ele acariciava minhas bolas que já estavam inchadas de tanto tesão, mamava com desejo, sua língua dançava em volta do meu pau, depois lambia e sugava minhas bolas enquanto meu pau babado batia na sua cara duro

Eu – Quer leitinho meu indiozinho, sei que gostas de leite

Porã – Quero leitinho no cu, enche meu cuzinho de leite

Ele se colocou de bruços e empinou a bunda para mim, me posicionei e bati com minha pica na bunda dele, ele começou a rebolar e implorar por rola

Porã – Mete devagarinho amor, fiquei dias sem sentir seu caralho no meu cu

Eu – Está apertadinho amor? Tu sempre foste apertadinho, seu cu sempre apertando meu pau

Porã – Amor, quero sentir teu leitinho dentro, sentir tua pica toda dentro de mim

Eu – Vou te fazer de minha fêmea sua putinha, empina esse cu indiazinha

Ele empinou a bunda e aos pouquinhos fui penetrando seu cu, meu pau babado lubrificava aquele cuzinho apertado, Porã soltava gemidos enquanto minha pica entrava, seu cu apertado aos poucos ia cedendo pra minha pica, seu cu engolia minha pica de tanto tesão e quando percebi já tinha metido até o talo, deixei minha pica latejando dentro dele sem me movimentar, seu cu pressionava minha pica apertando, aos poucos fui metendo aumentando as estocadas, ele gemia igual uma menininha
Abracei ele por trás e fui metendo com mais força, ele gemendo dizia:

Porã – Devagar amor, você está com muito tesão, mete gostosinho

Eu – Não eras tu que com desejo me agarrou e jogou contra parede, com esse teu sorriso malicioso, tu querias pau e agora terás

Porã – Ai amor, vai, mete na sua putinha, mete gostoso na sua indiazinha

Eu – Rebola gostoso sua puta safada, queres tomar no cuzinho é

Porã – Quero senti-lo dentro de mim meu amor

Meu pau entrava e saia do cuzinho dele, seu cuzinho quente e húmido piscava para meu pau implorando por rola, estava ele com saudades de tomar no cuzinho, dei tapas na bunda dele e ele empinava ainda mais pedindo por rola, minhas batiam no rabo dele fazendo um barulho gostoso de sexo, meu suor escorria sobre seu corpo, e naquela hora prendi suas pernas com as minhas e aumentei ainda mais as estocadas naquele cuzinho gostoso, ele gemia loucamente de tesão, seus gemidos eram altos, ele também suava igual a mim, nossos corpos deslizava um no outro fazendo um contraste de cores, sua pele morena avermelhada brilhava de suor, sua bunda arredondada ficava com as marcas da mão quando eu batia, ele adorava apanhar na bunda e eu adorava dar beliscões na sua cintura enquanto o fodia sem pena

Porã – Bate na sua indiazinha safada, sou toda tua meu macho

Eu – Sou teu homem ou não sou, sou teu macho caralho

Porã – Sim, você é meu macho, e eu sou tua fêmea, agora bate na minha bunda que eu quero sentir tuas mãos nela

Dei vários tapas na bunda dele enquanto minha pica entrava e saia de seu cuzinho, o cheiro de sexo era incrível dentro daquela maloca, meu suor escorrendo de meu rosto e caindo sob tuas costas, sua bunda estava molhada de suor, dei ainda mais tapas um pouco mais forte, ele gritava de tesão e pedia por mais tapas no rabo
Puxei seu cabelo com minha mão e ele urrou de tesão, adorava segurá-lo pelo cabelo, seus cabelos negros, lisos escorriam pela minha mão quando ele inclinava a cabeça e olhava para trás mordendo os lábios e me olhando, segurei com mais força seu cabelo e com a outra mão dava-lhe ainda mias tapas na bunda, o barulho da bunda dele batendo em minha virilha era maravilhoso, meus pelos roçando naquela bunda morena e lisa, meu pau rijo dentro daquele cuzinho latejava ainda mais de tesão

Eu – És a minha mulherzinha, minha indiazinha safada

Porã – Isso meu macho, me chama de mulherzinha que eu adoro, puxa meu cabelo, eu quero

Eu – Gostas de levar no cuzinho não é sua puta

Porã – Gosto sim amor, mete na sua puta, puxe meu cabelo e bata na minha bunda, sou uma indiazinha má e quero ser castigada por você

Fiquei louco de tesão, meti com mais força nele, aumentei as estocadas ao máximo, eu iria judiar dele socando com força naquele cuzinho e assim o fiz, bati com mais força naquela raba e puxei os cabelos xingando ele no ouvido
Ele rebolava ainda mais e gemia com mais tesão, até que ele urrou de tesão e disse:

Porã – Ai amor, vou gozar, não estou aguentando

Eu – Vamos gozar juntos, quero gozar junto consigo

Ele gemeu alto de tesão e gozou, senti seu corpo tremer, e naquela hora urrei de tesão e gozei jatos de porra dentro do cuzinho dele, meu pau pulsando e jorrando leitinho dentro daquele cuzinho
Deitei sobre ele, nossos corpos suados de tanto sexo, ele ofegante e eu também, então ele pediu

Porã – Amor, deixe seu pau amolecer dentro de mim, não tira de dentro, quero senti-lo sair e seu leite dentro

Eu – Cadela safada, quer sentir meu pau amolecer dentro de ti não é, te enchi de leite, agora não vais sair de baixo de mim

Fiquei abraçado a ele, meu pau amoleceu e aos poucos foi saindo de dentro dele, ali nos deitamos normalmente na rede até que senti minha porra escorrer de seu cuzinho sob minhas pernas, nos beijamos e ficamos ali, um comtemplando o outro.

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10 Comentários

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  • Responder Anônimo

    Estou amando

    • Portugativo

      Muito obrigado pelo comentário

  • Responder Danone

    SOCORROOOOOO JA TAVA NERVOSA ESPERANDO A PARTE 3.
    Porã tava muito louco de ciúmes gente, que obsessivo kkkkk mas que bom que ele consertou isso, aff quero mais.

    • Portugativo

      A parte 4 já está chegando, vou escrever hoje o quarto capítulo

  • Responder Tales

    Pena que no momento estou fora do Brasil,pois sou totalmente gay versatil e poderia ajudar apesar de pouca idade e experiencia mas quero continuar te lendo muito

    • Portugativo

      É uma honra ler seu comentário e saber que você está interessado em ler mais desta história, fico muito feliz e isso motiva-me a escrever mais
      Demorei 6 horas para escrever este capítulo e digo com sinceridade, valeu à pena
      Se tu fosses passivo eu te daria uma cantada, se bem que você deve ser lindo

  • Responder Tales

    Maravilhoso os tres contos continue logo quando vai ser o passivo do delicioso indiozinho

    • Portugativo

      Obrigado pelo seu comentário Tales, fico honrado que tenha lido os três contos
      O índio é o passivo e o português o ativo, eu não fiz nenhum deles versáteis, entretanto, pretendo explorar essa ideia numa futura história, perguntarei a amigos versáteis que me ajudarão, pois sou sexualmente ativo e não tenho ideia de como ser versátil

  • Responder Guifor

    Cada vez melhor!

    • Portugativo

      Valeu pelo seu comentário, Guifor
      Gosto muito de seus comentários