# # #

Corno Bissexual Sendo Arrombado Junto Com a Esposa

1790 palavras | 2 |4.41

Minha esposa Claudia sempre adorou me fazer de corno. Eu, como um ótimo marido, sempre adorei. Contei aqui no meu primeiro conto sobre a primeira vez que fui corno. Citei nessa história que, uma outra primeira vez foi bem parecida com aquela, a primeira vez em que fui bissexual (e adorei).
Da mesma forma que na outra história, cheguei em casa e Claudia estava pronta para sair e arrumando uma mala. Perguntei onde ela ia e ela disse novamente que a gente ia no mesmo hotel em que fui corno pela primeira vez. Logo me animei, sabendo que com certeza ia rolar alguma putaria bem trabalhada. Perguntei também se nosso amigo negão estaria lá e ela disse “claro que estará”. Me animei mais ainda e saímos de casa.

Chegamos ao hotel, nos instalamos no quarto e eu já fui procurar pelo nosso amigo (vou chamá-lo de “N” para facilitar no relato). Bia então disse “toma um banho, relaxa na cama, o N ainda não chegou, vai demorar um pouco”. Concordei e fiz o que ela pediu. Tomei banho e depois deitei um pouco apenas de cueca. Bia então fez o mesmo, tomou banho e deitou comigo na cama, apenas de calcinha. Ficamos deitados juntos conversando por cerca de uma hora.

Depois desse tempo, o telefone do quarto tocou. Era a recepção do hotel avisando que N havia chegado. Bia então manda eu atendê-lo na porta e se tranca no banheiro para se arrumar. Abro a porta, cumprimento N e conversamos por alguns minutos enquanto Bia se produzia. Depois de um tempo, Bia abriu a porta do banheiro e esperamos ela começar a brincadeira.

Bia saiu do banheiro com uma linda lingerie preta, com meias até as coxas, calcinha fio dental, sutiã de renda e choker no pescoço. Estava também de salto alto preto e batom preto, completamente trabalhada no preto. Ela chega perto de nós e diz “N, vai pro quarto e deita pelado”. N não questiona e vai. Bia fica comigo na pequena sala do quarto de hotel e senta no meu colo no sofá.

Ela me beija calmamente, eu passo a mão pelo corpo dela e depois do beijo ela diz “hoje você vai assistir tudo bem de pertinho. Quando eu te chamar para participar, você vem, e não pode recusar nada, me obedeça!”. Eu obedeço a ordem dela e ela se levanta me puxando para ficar em pé com ela. Vamos até o quarto juntos e ela me manda sentar na mesma cadeira que fiquei no dia que fui corno pela primeira vez.

Bia não perdeu tempo e já pulou na cama onde estava N. Os dois começaram a se beijar loucamente, sem jogar um segundo fora. Se beijaram e se pegaram e depois Bia me diz “pode ficar de cueca, corninho, quando eu te chamar, você vem”. Obedeço minha esposa e fico bem quietinho só observando ela iniciando os trabalhos com N, nosso amigo negro musculoso forte e de pau enorme.

Ela ficou um tempo beijando e passando a mão em N, depois desceu até o pau dele e começou a chupar com bastante vontade. Bia tem muito tesão e muita habilidade no boquete e estava se acabando na mamada. Como sempre, N estava adorando ser chupado completamente pela boca macia, quente e funda de minha esposa. Bia leva um bom tempo no boquete e depois vem até mim.

Eu estava na cadeira observando e ela senta no meu colo. Beija minha boca de língua por alguns segundos e depois diz “tá sentindo o gosto da piroca dele?”. Eu nem respondo nada e beijo Bia novamente mais demoradamente. Depois ela se levanta e diz “é um corno mesmo, adora gosto de pau”.

Ela volta para a cama e continua o boquete apenas mais um pouco. N aproveita e empurra a cabeça dela pro garganta profunda, deixa Bia completamente sem ar, mas com mais tesão ainda. N se levanta e tira o sutião de Bia, caindo de boa em seus peitos maravilhosos. N se acabava de chupar e lamber os seios dela, chupava com bastante vontade.

N nem se deu ao trabalho de chupar a bucetinha de Bia, nem tirou sua calcinha. Colocou Bia de barriga pra baixo na cama, apenas afastou a calcinha preta para a bunda de Bia, sentou nas pernas dela e encaixou a rola grande dentro da minha esposa. Bia urrou de tesão e arregalou os olhos enquanto olhava fixamente para mim. N socou tanto e Bia abria sua própria bunda com as mãos, para que a pica fosse cada vez mais funda dentro dela.

Enquanto ainda era socada, Bia me chamou para cama. Sentei bem na frente dela e ela mandou que eu tirasse a cueca. Meu pau estava latejando de tesão assistindo minha esposa sendo arrombada por N mais uma vez. Ela então, sem pensar, meteu meu pau em sua boca e chupou muito enquanto era comida pelo pau grande de N.

Depois de me chupar, Bia se levantou e voltou a chupar N. Ele se deitou na cama e Bia ficou com a bunda pro alto enquanto voltou para o boquete. Ela então diz “chupa minha bucetinha aberta, corninho”. Eu obedeço e lambo a buceta arrombada de minha esposa, que ainda estava com gosto de pau negro. Ficamos ali um minuto e ela me chama para perto dela.

Fiquei pertinho do rosto dela enquanto ela chupava o pau de N. Ela me beijou na boca e disse “chupa o pau dele”. Fiz cara de quem não queria, mas no fundo, eu queria muito abocanhar aquela pica preta. Ela então diz “eu to mandando, chupa agora, e chupa direito”. Eu então coloco a rola de N dentro da minha boca e faço movimentos iguais ao que ela faz em mim (e em todos os outros paus). Chupei um pouco e ela ficou mamando as bolas de N.

N então diz “esse corninho ta adorando ter a boquinha fodida”. Bia concorda e diz “não vai ser só a boca dele que vai sentir pica hoje”. Nessa hora, meu pau ficou até melado, de tanta vontade que eu estava de liberar meu cu pela primeira vez. Bia mandou que eu continuasse chupando e ficava dizendo “você chupa muito bem, é um verdadeiro corno bi obediente”. Continuei chupando e deixando N foder minha garganta.

Bia então pediu a rola pra ela e voltou a chupar. Me mandou ir até a bunda empinada dela e chupar seu cuzinho, que já estava piscando de tesão para dar. Lambi e me acabei naquele cuzinho rosa, que abria facilmente só de colocar a língua na portinha. Ela gemia de vontade de dar o cuzinho e pedia para colocar a língua com mais força e mais fundo.

Quando ela sentiu que era hora, mandou eu deitar na cama e depois subiu em mim, como se fosse fazer um 69. Mandou que eu chupasse sua buceta e depois pediu para N encaixar a rola no cu dela. Fiquei logo embaixo do pau de N enquanto ele metia fundo dentro do cuzinho da minha esposa. Estava adorando aquilo. Enquanto ele fodia Bia com força, eu chupava a bucetinha dela e ainda aproveitava para lamber e cheirar as bolas de N, que batiam no meu rosto. Foi uma das melhores sensações que tive durante um sexo. Meu pau estava muito duro mesmo.

Ficamos assim um pouco e Bia disse “agora chupa o pau dele com gostinho do meu cu”. N novamente deitou na cama e Bia me colocou de 4 na frente dele para chupar a rola. Logo que eu caí de boca, Bia foi para trás de mim, abriu minha bunda e começou a lamber meu cuzinho. Eu estava com muito tesão e vontade de dar, então fiquei relaxado e aproveitei aquele delicioso beijo no meu cu ainda virgem.

Depois de uns 2 minutos, Bia chamou N para ficar atrás de mim e me deitou de barriga para baixo. Ela foi com o rosto pertinho do meu rosto e disse “agora você vai abrir bem essa bunda virgem pra ele te arrombar. Relaxa o corpo, você vai ver o quanto é bom”. Bia tinha total razão em dizer isso.

N lambuzou o pau de lubrificante e jogou no meu cuzinho já abertinho pela língua de Bia. Bia então mandou N meter com calma. Ele posicionou o pau na porta do meu cuzinho e foi empurrando bem devagar até eu me acostumar com a dor inicial. Bia com o rosto pertinho do meu, fazia carinho na minha cabeça e beijava minha boca, dizendo “relaxa, se entrega, eu to adorando assistir também”.

Aos poucos, N foi colocando o pau inteiro dentro de mim e cada vez com mais força. Algumas vezes eu gemia de dor, mas a maior parte foi prazer. Eu estava louco pra fazer isso e tinha me arrependido de não ter feito antes. N me comia como se eu fosse uma puta e Bia adorava assistir, me beijava e ainda se masturbava olhando o marido virando putinha e se acabando na pica preta.

N me comeu de ladinho também, como o pau dele era grande, coube perfeitamente entre minhas pernas. Bia assistiu tudo e falava que estava adorando a cena. Depois de me comer bastante, N pediu para comer Bia mais um pouco. Ele deitou Bia de barriga pra cima na cama, de pernas abertas, subiu nela e encaixou na posição comum. Fodia com bastante força e vontade enquanto se beijavam na boca.

N pediu para gozar então ficou em pé. Bia e eu ficamos de joelhos na frente dele, chupamos um pouco e ela disse “hoje você vai fazer ele gozar”. Colocou minha mão no pau dele e mandou eu masturbar. Bati uma punheta bem gostosa para o N e quando ele estava gemendo bastante, Bia disse “abre a boca e deixa ele gozar na sua garganta, sua putinha”. Eu obedeci e senti a porra de N descendo pela minha boca.

Engoli cada gota da porra de N. Bia me pegou pelo pescoço e abriu minha boca para certificar se eu tinha engolido mesmo. Ela confirmou e disse “muito bem, putinha. Agora você é oficialmente uma vadia, além de corno claro”. Eu fiz cara de safado e só concordei. N se sentou na cadeira para recuperar o fôlego enquanto Bia me colocou deitado na cama.
Acessem: https://casais.000webhostapp.com/ filmes eróticos e sensuais.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,41 de 17 votos)

# # #

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Fábio

    Sua esposa era Cláudia e depois virou Bia, difícil de acreditar nessa estória.

  • Responder Maxx!

    Putz
    Q delicia essa vadia
    @nalabuta