# #

As aventuras homossexuais do menino Lucas – Parte 1

2748 palavras | 6 |4.00
Por

A primeira de uma série de contos que contarão as aventuras homossexuais de Lucas antes da vida adulta.

Eu me chamo Lucas, e a história que vou contar aconteceu quando eu tinha 15 anos. Tenho cabelos pretos, sou branco, nem gordo e nem magro, tenho cara de moleque e pareço mais novo do que sou. É também um fato conhecido que minha bunda é maior do que a média dos outros moleques e parece bunda de menina.
Nessa época, ainda na escola, eu conhecia muita gente e nunca andava sozinho. Eu era meio agitado, gostava de fazer piadas e ficava sempre rindo. Acontece que eu também era meio esquentado, e às vezes arrumava algumas brigas desnecessárias. Eu nunca saia na porrada, até porque eu não era muito forte, mas eu não pensava duas vezes antes de xingar ou gritar contra alguém que estivesse me incomodando.
Hoje penso que essa minha reação era natural, até porque sempre tinha alguém implicando comigo. Entendo que é porque eu nunca fui um garoto muito bonito, mas mesmo assim arrumava muitos amigos e amigas (e conseguia pegar algumas minas consideradas “top” no colégio). Por isso alguns moleques mais “bonitos” tinham inveja de mim, não conseguiam aceitar que alguém mais feio que eles conseguisse mais.
A história que lhes trago é exatamente sobre isso. Tudo começou em um jogo de futebol em uma quadra que ficava próxima do colégio. Aquela quadra vivia lotada, porque além do pessoal do colégio tinha o pessoal que morava ali e muitos que eram convidados.
Em um fim de semana, jogando bola naquela quadra, eu sem querer trombei em um cara (que tinha uns 25 anos) e na queda a blusa dele rasgou. Foi um lance normal de jogo, mas ele ficou nervoso comigo e queria me obrigar a pagar pela blusa. Meu pai e meu primo mais velho estavam lá e acabou rolando uma grande confusão. No fim nada foi pago, mas o cara da blusa rasgada tinha um irmão da minha idade que estudava no mesmo colégio, e ele disse que esse moleque ia me atormentar até eu pagar a blusa, que era a favorita dele (até hoje não entendo como que alguém vai com a blusa favorita jogar futebol em uma quadra de concreto…).
Isso foi no fim do ano letivo. Depois disso vieram as férias, e no recomeço das aulas conheci esse irmão mais novo dele. O nome dele era Marcos. Ele era moreno, com o cabelo castanho claro, meio encaracolado, era magro e tinha jeitão de moleque safado. É daqueles que só de ver falando e andando já dá pra saber que é folgado pra caralho.
As coisas começaram a esquentar em um certo dia em que passei o intervalo em outra sala conversando com uns amigos e depois que o sinal tocou eu voltei pra minha sala sozinho. No caminho o Marcos me encurralou com um grupo de amigos. Eu não conhecia nenhum deles, e o Marcos já chegou pondo a mão no meu pescoço e falou:

– Agora não tem nem o papai e o priminho pra te proteger…

Quando eu ouvi aquilo fiquei meio bravo, porque já haviam se passado meses desde aquele acidente com a blusa do irmão dele e ele ainda veio me encher o saco. Então eu falei:

– Qual foi maluco? Ainda aquela parada da blusa?

Marcos então respondeu:

– A blusa ele já arranjou outra, mas é só pelo desaforo mesmo, pra você saber quem é que manda aqui!

Isso me deixou mais bravo, e como eu disse, por ser meio esquentado, nem liguei pros amigos dele ali e dei risada na cara dele e falei:

– Mandar em que? Você é um bosta! Acha que eu tenho medo de você?

Nisso ele me deu um tapa no rosto e antes de eu tentar revidar os amigos dele se aproximaram e me seguraram, no que eu só senti um soco na barriga e nem sei de onde veio. Sei que foi bem forte e fiquei com falta de ar. E o Marcos se aproximou, segurou meu cabelo com força e falou: “isso é pra te mostrar quem é que manda nessa porra! Se falar assim comigo de novo a gente te encontra la fora e o papo vai ser outro”
Desse dia em diante comecei a me conter mais. A verdade é que eu fiquei com medo, pois dentro do colégio ninguém nunca fazia nada assim porque sempre dava suspensão. Eu fiquei imaginando o que aquele nóia podia me fazer fora da escola.
Então sempre que eu cruzava com ele no pátio eu abaixava a cabeça e seguia na minha. Ele percebia, então sempre ficava me enchendo o saco, pq sabia que eu não ia reagir. E desde então tiveram vários pequenos episódios de “demonstrações de poder” dele em relação a mim.
Por exemplo, ele já me mandou sair da fila da cantina pra ele comprar a comida dele e já mandou eu levantar da mesa no pátio quando eu estava comendo. Outro dia, um amigo meu, sem intenção, derrubou o lanche do Marcos e ele achou que fui eu, e então me obrigou a pagar outro lanche e eu nem discuti nada, só paguei.
Isso são as coisas que ele fazia na frente de todo mundo, mas quando ele me encontrava sozinho no vestiário ou no banheiro, por exemplo, quase sempre pegava na minha bunda e dizia que eu era uma “putinha”. Eu não tinha medo dele sozinho, mas tinha medo que se eu reagisse de alguma forma ele me encurralasse de novo com seus amigos. Então, apesar de eu não gostar dessas atitudes (não permito nem que meus amigos fiquem com esse tipo de brincadeira comigo), quando ele pegava na minha bunda e me xingava eu só virava e ia embora.
No meu tempo livre, quando eu não tava na quadra, que era no parque ali perto do colégio, eu ficava no clube, que era do outro lado da rua. Infelizmente o Marcos freqüentava lá também, e andava com uma turma ainda pior, porque os moleques eram mais velhos. Ele não parecia ter aquela moral toda com eles, mas quando ele arrumava confusão esses caras defendiam ele sempre, então pra mim era mais um medo de acabar apanhando.
Também no clube e na quadra ele se aproveitava do meu medo. É uma situação complicada, pq não adianta fugir pra conseguir ficar em paz. Mas naquela época eu fugia, eu ficava com medo. Mas isso só faz piorar, porque o agressor se vê mais forte e com mais poder quando ele sente seu medo. Ele usava esse poder de diversas formas, mandava eu sair da quadra de vez em quando, manda eu pegar a bola que tinha sido chutada longe (as vezes de propósito) e tentava me constranger na frente dos meus amigos.
Isso só o deixava com mais poder sobre mim, e ele percebia. Percebeu também que não precisava estar mais com os amigos para me botar medo. Só a presença dele já me deixada com medo.
E foi ai que minha vida mudou.
Certa vez, na piscina, eu estava lá com alguns amigos meus e o Marcos entrou, com alguns amigos deles, e mandou a gente sair. Um amigo meu quis ficar e começou a discutir. Então começaram a ameaçar a gente. Como eu tinha medo deles, resolvi sair, e quando estava saindo o Marcos me puxou pela perna e abaixou minha sunga na frente de todo mundo. Eles começaram a rir e gritar que eu tinha “uma bundinha gostosa”. Com isso, eu cai de volta na piscina pra arrumar minha sunga, mas o Marcos ficou segurando ela pra baixo e tentou enfiar um dedo no meio da minha bunda:

– Que delícia essa bundinha lisinha hein? Libera pra gente ai kkkk

Quando ele falou isso todos começaram a rir. Meus amigos já tinham subido e nem ouviram as risadas. Mas eu aproveitei que estavam distraídos e rindo e coloquei minha sunga e consegui sair da piscina, extremamente constrangido.
Obviamente não comentei nada com meus amigos, pois estava consumido de vergonha, não sabia mais pq eu não conseguia reagir… pq eu estava com tanto medo? Eu nunca me comportei assim, sempre enfrentei tudo e resolvia meus problemas, mas nessa situação eu simplesmente não conseguia.
Mais tarde naquele dia, meus amigos foram embora do clube, mas eu ia ficar até anoitecer, quando minha mãe iria vir me buscar. Resolvi ficar no vestiário, lá no fundo, esperando a hora de ir. Não queria que ninguém me visse de novo no clube.
Essa decisão, no entanto, foi a pior. Era lá no fundo do vestiário que ficava o armário do Marcos, que chegou lá no fim da tarde pra pegar suas coisas e ir embora. Ele veio sozinho, já tinha pouca gente no clube e o vestiário estava vazio. Ele me viu e disse:

– Olha que surpresa encontrar a gostosinha aqui

Ele nunca tinha me chamado assim. Fiquei meio assustado e não respondi nada. Então ele voltou a falar:

– Engraçado como antes você antes era todo machão e agora obedece quietinho. A verdade é que você minha putinha!

Eu continuei quieto. Só queria que aquele momento acabasse e eu pudesse ir pra casa. Mas ele continuou:

– Levanta ai sua putinha. Só tem eu e você aqui dentro.

Quando eu levantei, ele colocou as mãos na minha cintura e me pressionou contra a parede, pressionando seu corpo contra o meu e chegando bem perto de mim:

– Na verdade, pra você ser minha putinha eu vou ter que te comer!

Eu não sabia o que falar. Eu tinha medo, mas estranhamente eu comecei a sentir um desejo de ficar com ele ali naquela hora. Eu nunca tinha tido experiências sexuais com outro moleque, mas eu já tinha fantasiado sobre isso e confesso que naquela situação eu estava muito excitado.
O Marcos então se afastou um pouco e abaixou o short. Ele estava sem cueca, e ficou segurando o pau dele na mão. Devia ter uns 15 centímetros, mas era grosso e estava meia-bomba, e não tinha muitos pelos em volta. Estava com uma aparência muito boa. Ele ficou com uma mão no pau dele e a outra, que estava em minha cintura, ele desceu até minha bunda e disse baixinho:

– Dá uma pegada aqui dá… bate uma pra mim…

Eu estava nervoso mas ao mesmo tempo excitado, então peguei e comecei a bater punheta pra ele. Assim que eu peguei no pau dele ele enfiou a mão dentro do meu short e puxou a minha cueca, que acabou ficando bem enfiada na minha bunda e ele ficou alisando enquanto eu mexia no pau dele:

– Caralho essa bundinha é muito boa… é grande e lisinha… parece de menina. Você já deu pra alguém?

Continuei quieto, mas punhentando ele devagar, enquanto ele falava essas coisas e alisava a minha bunda.
Depois de um tempo ele tirou a mão do meu short e me sentou no banco e ficou em pé na minha frente e mandou continuar.
Eu olhava para aquele pau grosso e duro, quase sem pelo em volta… a pele dele lisinha e macia… aquele cheiro forte de rola na altura do meu roso… só me deixava mais excitado. Eu não sei o que me deu na hora, mas eu coloquei o pau dele na boca.
Na hora o Marcos apoiou a mão na minha cabeça, meio assustado eu acho, mas eu não parei e comecei a chupar. Ele começou a gemer baixinho e sua mão na minha cabeça acompanhava o movimento. E eu com a minha mão esquerda segurava o pau dele, e com a mão direita apertava meu próprio pau, afinal já estava excitado.
Depois de um tempo chupando aquela rola gostosa, tirei a mão do meu pau e abaixei totalmente os shorts do Marcos (ele ainda estava com o shorts, só estava com o pau pra fora). Assim, fiquei com uma mão no seu pau e a outra apoiei na sua bunda.
A bunda dele era lisinha, durinha, mas pequena. Fiquei apertando de leve enquanto ainda passava a língua na cabeça daquela rola, e ele não esboçou nenhuma reação.
De vez em quando eu tirava o pau dele da boca e descia até a base, e apoiando a rola na minha mão subia lambendo até a cabeça, e lá eu parava para colocar na boca de novo e continuar passando a língua. Toda vez que eu fazia isso ele suspirava e apertava meus cabelos.
Na próxima vez que eu tirei o pau da boca dele, eu não desci até a base da rola, mas fui no saco, chupar as bolas. Também não tinha muito pelo ali, e o saco estava gordo, estava cheio (de porra). Comecei a lamber e enfiei minha cabeça ali, fiquei praticamente com o nariz no saco do Marcos tentando alcançar o cu dele com a língua.
Ele estava deixando eu fazer o que eu quisesse, só suspirava e gemia baixinho, pressionando minha cabeça em direção ao corpo dele.
Depois de lamber o saco dele, eu voltei lambendo do saco até a base, o tronco e finalmente a cabeça de novo. Quando cheguei na cabeça decidi que ia tentar o golpe final: enfiar tudo na minha boca.
Comecei a forçar e dei uma leve engasgada e então parei, mas não consegui voltar pq o Marcos estava me segurando e forçando o pau contra mim. Ele disse:

– Não vai voltar não…aaahhhh engole meu pau putinha…. engole…. aaaaaah

Eu comecei a engasgar de fato, e então coloquei as duas mãos na coxa dele e fiz força para tirar minha cabeça do pau dele. Ele já estava fraco de tanto prazer, então consegui sair.
Quando eu tirei o pau da minha boca, estava inteiramente babado, assim como minha boca, com muita saliva. Marcos olhou pra mim e disse:

– Eu vou gozar luquinhas…. aaaaah…. eu vou gozar, disse o Marcos enquanto se punhetava

– Goza na minha boca Marcos… goza na minha boca…., pedi

Ele então puxou meu cabelo pra trás e disse:

– Vai minha putinha…. aaaah…. abre a boca que eu vou esvaziar em você!

Eu abri e ele começou a se punhetar até gozar. Tinha um gosto estranho mas era quentinha, eu tentei engolir no começo mas era muita porra. Começou a escorrer pelo meu roso e caiu um pouco no chão.
Quando Marcos terminou de ejacular, ele sentou no banco que estava ao lado, esticou as pernas e se contorceu todo, e começou a falar alto:

– Puta que pariu! Que gozada fenomenal! Que chupada absurda! Eu sabia que você era minha putinha.

Eu não falei nada, só levantei e fui ao banheiro correndo pra me limpar e limpar o chão. A verdade é que quando ele gozou eu voltei pra realidade e comecei a me sentir envergonhado. Mas obviamente eu ainda estava excitado, pois não havia gozado.
Quando voltei ele estava se arrumando pra ir embora. Quando ele me viu chegando falou:

– Luquinhaaaas, a partir de agora tu é minha putinhaaaa eu vou querer uma segunda dose dessa mamada deliciosa. Não sabia que você curtia tanto…

– Cara, não conta pra ninguém o que aconteceu aqui, isso não vai acontecer de novo, respondi

– Quem diz isso sou eu, você é minha putinha, e nem adianta vir com esse papo fingindo que não gostou, você ficou brincando com a minha rola e se deliciando… lambendo, chupando… você é uma bicha vagabunda… amanhã eu vou te comer de verdade, sua putinha – disse Marcos, antes de sair do vestiário.

Na próxima parte eu vou contar o que aconteceu no dia seguinte e como eu finalmente dei a minha bunda para o Marcos.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,00 de 20 votos)

Por # #

6 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder o ze

    legal meu chapa, libera esse rabinho pro malandro

  • Responder Viciado em novinhos

    Você é de qual Estado?

  • Responder Boy 21a

    Dlc, Adoro conto assim
    Chamem no telegram pra conversar sobre @limafelipe2

  • Responder Errado

    Eita
    Saiu tudo repetido kkkk

  • Responder Errado

    Continua manooo

  • Responder Luizinho

    Nada como dar pra alguém que manda fazer tudo, conta como que você deu pro Marcos.