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Relato de uma mãe na pandemia e seu filho pequeno

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Todos ficamos um pouco doidos com essa pandemia e com o isolamento Mas não poder sair de casa me deu novas esperanças para mim e meu filho de 10 anos.

Acredito que o início da pandemia foi complicado pra todo mundo. Sou mãe solteira, tive sorte de ter um emprego fixo e que pagava bem para manter meu filho e a mim. Mas em abril do ano passado o negócio estava difícil e todo mundo sabia, toda aquela história de fechar tudo, trabalhar de casa e o medo de ser mandada embora era um caos. Trabalho em escritório de empresa, mas quando me pediram para trabalhar de casa e com horário reduzido, fiquei com medo de ser cortada da folha de pagamento.
Meu nome é Letícia e atualmente tenho 33 anos. Sou branca e tenho cabelo longo castanho, 1,78 m de altura, seios bem fartos e quadril bem avantajado. Nunca tive problemas com homens, o fato de ser atraente sempre me trouxe tudo que queria, mas nunca durava para sempre. Homens quando se acostumam com uma mulher, começam a buscar outras coisas, coisas que aquela mulher já não oferece mais, e o que uma mãe solteira tem a oferecer, sendo que o mundo inteiro está livre para você?
Minha vida sempre foi meu filho Lucas, ele vai fazer 12 anos em agosto. Nunca deixei um relacionamento virar prioridade antes dele, e acho que por isso perdi meus “envolvimentos” ao longo do tempo. Quando a pandemia começou eu tinha 32 anos e ele 10 ainda, eu já não estava saindo com ninguém, então o estresse sexual estava horrível já, e com o surto de Covid, quase entrei em depressão por causa das coisas que já falei no começo, além de outros motivos.
Pra me ajudar, comecei a aproveitar o tempo que ficava em casa com o Lucas, assistindo desenhos, aprendendo a jogar aqueles jogos dele, ajudando nas tarefas online e enfim. Uma das coisas que voltamos a fazer foi tomar banho juntos, ele adorava brincar com água [a conta de água vinha como?], e como agora eu estava mais participativa, fui junto, mas sem maldade no começo.
Fazia muito tempo que ele não me via nua, sempre que por acaso eu acabava me trocando perto dele, ele simplesmente fechava os olhos, ou saia de perto por ter vergonha. Mas como agora o banho era em conjunto, não tinha como fugir da mamãe nua.
Em alguns momentos eu percebi que ele ficava encarando meus seios, mas sem maldade ainda, só parecia curioso e pensativo. Então eu perguntei…
-Tá olhando pra onde? Sapeca? – essa é uma forma carinhosa que eu o chamo, do mesmo jeito que minha mãe também me chamava quando eu era menor.
-Desculpa mãe… Tava olhando sua teta.
Eu não achei que ele ia responder, achei que ele iria disfarçar ou voltar a brincar. Na mesma hora o rostinho dele ficou vermelho como um pimentão. Dei risada pra ele não sentir que eu estava brigando.
-Não é “teta” que fala filho. É peito, ou seios.
Ele só respondeu “tá bom” bem baixo, e depois voltou a brincar. Olhei de relance para o pintinho dele, e estava mole. Acho que ele não estava olhando na maldade mesmo. Nem quando peguei pra lavar o pau dele ele endureceu. Depois de mais uns minutos, fechei a torneira e peguei nossas toalhas, fomos para o quarto nos trocar, e assim que tirei minha toalha ele voltou a me olhar.
-Mãe, ainda sai leite do seu peito? – ele perguntou em cima da cama enquanto eu secava o cabelo dele.
Ri de novo, e depois respondi.
-Não né, Lucas. A mãe já está ficando velha.
-Eu acho que sai sim.
-Não sai. Não tem nenhum bebê aqui precisando de leite.
-Deixa eu ver?
Fiquei um pouco apreensiva nos primeiros segundos, afinal ele não era mais um neném. Mas o meu impulso seguinte foi de deixar, só pra provar que eu estava com a razão. Me sentei na cama e pedi pra ele deitar com a cabeça no meu colo e dei o peito para ele mamar. E foi o que ele fez.
Logo depois que ele pôs a boca, fiquei um pouco surpresa pela minha reação, e me perguntei se eu estava sendo um pouco exagerada. Era só eu explicar, não precisava DEMONSTRAR de fato. Olhei para o pintinho dele e de novo estava mole, ou seja, sem malícia. Mas eu fiquei meio instigada a entender se ele já sentia atrações ou não. Era algo meio estranho, “ficar excitado com a própria mãe”, mas eu não parava de pensar.
Meu coração começou a acelera e dessa vez acho que eu que estava começando a ficar vermelha como um pimentão. Aos poucos fui aproximando a mão da virilha dele, sem ele perceber. No momento que eu encostei no pau dele (eu não segurei nem nada, só encostei os dedos mesmo), senti endurecer um pouco. Logo em seguida Lucas se levantou do meu colo, meio sem graça, mas rindo.
-Eu achava que saía.
-Cabeçudo, o que a mãe tinha falado? – Dei risada e depois comecei a fazer cócegas nele – Acha que a mãe não sabe? Tá se achando mais esperto que a mãe?
Rimos e os momentos depois disso foram divertidos, ainda sem nada demais. Nos vestimos e fomos jantar assistindo desenho na Netflix. Tudo ok, apesar de eu ter ficado com uma emoção estranha. Era um friozinho no estômago e uma sensação no seio que o Lucas mamou, como se ele ainda estivesse com a boca ali.
Outra coisa que voltamos a fazer foi: apesar de termos um só quarto em casa e cada um ter sua própria cama, decidimos voltar a dormir na mesma cama, mas naquela noite eu estava diferente, mais carente, querendo abraça-lo sem parar. Memo com toda a preocupação da pandemia, meu filho estava bem, e estava comigo, eu estava feliz por ele também estar feliz, e principalmente por eu ter “saciado” uma curiosidade dele.
No final do dia seguinte saí para ir no mercado. Tudo estava normal, como se o momento íntimo de ontem não tivesse acontecido. Mas quando voltei eu tive uma surpresa completamente diferente: Lucas estava vendo mulheres peladas no computador da sala.
De início, fiquei irada. Xinguei ele de “sem vergonha”, gritei e falei que aquilo não era coisa pra idade dele, que se não fosse alguma coisa errada ele não precisaria estar escondendo e vendo quando saio de casa. Ele, é lógico, ficou assustado e começou a chorar e a pedir desculpas. Naquele momento eu não quis saber, puxei o computador da tomada e mandei ele ir pro quarto, sem poder ligar a TV.
Foi uma explosão, e eu não sabia exatamente como agir, só sabia que fiquei com raiva no começo. As horas seguintes foram um tanto quanto silenciosas, só ouvi o barulho da panela de pressão e da água do arroz fervendo enquanto eu fazia a janta. Em alguns momentos ouvia o Lucas choramingando e soluçando. *Acho que passei um pouco do meu limite* pensei.
Decidi ligar o computador e ver o histórico de pesquisa. No começo ele estava no YouTube, mas depois começou o histórico do Google. “Peitos”; “Peito de mulher”; “Peito de mulher pelada”; “peito grande de mulher”; “pinto duro” [esse eu acabei rindo]; “mulheres peladas”.
Eu entendi que aquilo era muito diferente para ele, algo novo, e fui olhar nos históricos mais antigos e ele nunca tinha pesquisado isso. Acho que forcei um pouco a barra, afinal todos os meninos passam por isso. É uma fase, certo?
Desliguei o computador e chamei ele para jantar. Lucas veio quieto e ainda soluçando. Ele disse que não estava conseguindo comer, que estava sem fome. Então o mandei voltar para o quarto, falei ainda meio seca com ele.
Assim que ele fechou a porta do quarto, ouvi ele voltar a chorar. Fiquei alguns minutos encarando o chão, me perguntando se eu estava errando em alguma coisa. Fui tomar banho sem ele, e tirei esse tempo para refletir. Afinal, se é tudo uma fase, alguém precisa cuidar dele, precisa instruir, conversar, explicar que é um processo hormonal e blá blá blá, acho que ele nem chegou a ver isso na escola ainda.
Saí do banheiro enrolada na toalha, eu precisava conversar com ele. Abri a porta do quarto e ele estava com a cara no travesseiro, soluçando. Cutuquei ele para olhar para mim e me sentei ao seu lado.
-Lucas, por que você estava vendo aquilo na internet? – perguntei, apesar de ser óbvio, mas eu queria ouvir o que se passava na cabeça dele.
-Eu só queria ver – ele respondeu um pouco injuriado.
-Você não tem idade pra ver essas coisas, só gente grande que vê – ele ficou sem falar nada, mas parecia ter entendido, estava com cara de arrependido – A mãe não tinha te avisado disso, não foi culpa sua. Você desculpa a mãe por ter brigado?
Ele fez que sim com a cabeça e me abraçou.
-Você ficou assim por causa dos peitos da mãe? – ele não respondeu – Por causa de eu ter deixado você mamar no peito da mamãe?
-Foi mãe, mas eu não sabia que não podia.
-Oh meu sapeca, não é que “não pode”. É que você só pode ver o da mamãe, o das outras mulheres elas não deixam né. Não pode, é feio espiar os outros pelados.
-Eu só posso com você?
-É só comigo porque sou sua mãe.
-Tá bom, mãe. Desculpa – ele respondeu, parando um pouco de soluçar. Parece que está tudo resolvido agora. Nos abraçamos mais uma vez, e quando me levantei para me trocar, ele me chamou um pouco tímido, e perguntou se podia me ver pelada naquele momento. Novamente fiquei um pouco apreensiva no começo, mas acabei deixando, afinal eu sou a mãe dele.
Deixei a toalha cair no chão e ele ficou olhando pra mim toda peladinha. Ele estava deitado olhando pra mim, olhei pra sua calça de moletom e não parecia ter nada duro ali. Daí eu perguntei:
-Você fica de pinto duro, filho?
-Eu fiquei quando estava vendo no computador… – respondeu tímido.
-É bom ficar de pinto duro? – perguntei sorrindo.
-Eu achei que é, mas você não vai mais brigar, não é mãe? – ele ainda parecia meio amedrontado.
-Não vou não, meu sapeca – falei me aproximando da cama – Posso ver seu pinto? – perguntei. Ele fez que sim com a cabeça, e eu devagar abaixei a calça de moletom dele com a sua cueca. Assim que o pintinho apareceu, ele endureceu, não estava duro quando estava escondido.
-Lucas, você quer mamar no peito da mamãe de novo? – Sugeri.
-Quero, mãe – respondeu.
Fizemos como na noite anterior, ele se deitou no meu colo e dei o peito pra ele chupar, mas dessa vez ele estava diferente. Dessa vez ele sabia que não ia sair leite, então ele aproveitou para lamber também, e deu pra perceber que ele estava se divertindo, mesmo sem saber o que estava acontecendo. Seu pinto estava bem duro e parecia feliz também. Eu sorri e perguntei se podia colocar minha mão. Lucas meio que “gemeu” um “uhum”, e eu prossegui.
No começo estava um pouco sem jeito porque eu não sabia como fazer direito, afinal naquela época ele só tinha 10 anos, então o pinto ainda era meio pequeno mesmo estando duro como uma pedrinha, mas dei um jeito de movimentar pra cima e pra baixo.
Ele começou a se contorcer, e eu estava muito contente por ele estar bem e estar feliz de novo. Em poucos momentos ele parou bruscamente de me chupar e se levantou correndo, disse que precisava ir fazer xixi. Eu fui atrás dele porque já tinha uma ideia do que poderia ser aquilo. Cheguei no banheiro e ele estava lá, ainda com o pinto duro, mas não saia nada. Ele não entendeu.
-Não é xixi, sapeca, é outra coisa.
-Como assim mãe? – Ele me olhou confuso.
Tirei a blusa dele e pedi pra ele entrar no chuveiro, era a hora dele tomar banho [e eu de novo kkkkk].
-Vou te mostrar, Lucas. Não é xixi.
Coloquei ele debaixo da água e voltei a masturbar ele. O pequeno voltou a se contorcer, e começou a me pedir para parar porque a vontade de fazer xixi estava voltando, mas eu apenas continuei.
Em poucos segundos ele gozou pela primeira vez. Com sua mamãe peladinha o masturbando no chuveiro. Aos poucos fui percebendo seu corpo amolecendo e as perninhas dele começando a tremer. Ele viu o líquido branco escorrendo e perguntou:
-O que é isso mãe?
-Isso se chama sêmen, meu sapeca, ou gozo. Isso acontece quando você se masturba ou quando faz sexo – inclusive, eu fiquei surpresa por ele tão novo já estar produzindo hormônios, mas alguns dias depois eu dei uma pesquisada e li que entrar na puberdade “mais cedo” hoje em dia não é muito difícil.
-Eu não sei o que é isso mãe – ele riu.
-Se masturbar é fazer isso com a mão, que nem o que a mãe fez agora. E sexo é uma coisa completamente diferente. Depois do banho a mãe te mostra.
Eu fiquei me perguntando por uns instantes *Como assim “a mãe te mostra”?*
Estava surpresa por tudo aquilo e me questionei se aquilo era correto, afinal… Incesto…? Não tem muito o que explicar aqui, todo mundo sempre diz que incesto é errado… Mas neste caso eu não estava entendendo o que estava errado. Amo meu filho, e estava contente por ele estar bem e feliz. Então sinceramente, tudo isso só me deixou mais inspirada para prosseguir.
Durante o banho, fizemos as mesmas brincadeiras de sempre com água, mas em dado momento vi que o pinto dele endureceu de novo. Daí entendi que já era hora de sair. Desliguei o chuveiro e busquei toalhas para nos secarmos, mas deixamos as toalhas no banheiro, saímos completamente nus em direção ao quarto.
Chegando lá, me deitei na cama e abri as pernas. Olhei para o Lucas e seu pintinho continuava duro, mas ele não estava entendendo. Pedi para ele subir por cima de mim, e tentar encaixar o pinto na minha periquita [ou boceta, tanto faz]. Ele subiu meio sem jeito, mas ajudei ele a se encaixar, naquela altura ele ficava de cara com meus peitos enquanto me penetrava.
Na hora que consegui encaixar seu pau na minha boceta molhada e quentinha, ele sorriu, mas talvez sem entender de novo. Lhe veio aquela sensação boa de novo e falei que ele podia ficar indo pra trás e pra frente com seu pinto. Foi o que ele fez, e então estávamos fodendo, mãe e filho, ambos loucos de felicidade e prazer.
Não achei que o pintinho pequeno dele pudesse me fazer sentir tão bem, tão prazerosa. Os bracinhos dele estavam erguendo o corpo dele contra a cama, enquanto seu quadril ia pra frente e pra trás, me fodendo e me deixando cada vez mais louca, eu não estava entendendo nada mais, e acho que nem o Lucas. Em poucos instantes estávamos tomas pelo prazer e pelo instinto.
Eu olhava pro rostinho dele, ainda molhado e vermelho por causa do calor do corpo, o pequeno estava se acabando na primeira vez. Esse pauzinho atravessando minha buceta é algo excepcional. Em poucos instantes ele desistiu de me foder com o corpo erguido, se jogou em cima de mim e começou a chupar meu peito. Coloquei minha mão em cima do bumbum dele e pressionei em minha direção pra ele não parar de foder. Eu estava tendo um orgasmo fantástico.
O ato selvagem e proibido de transar com um menino inocente, e ainda por cima meu próprio filho, era isso que estava me enlouquecendo. Eu gritei de prazer, sem medo e sem teatro, eu estava feliz. Aos poucos fui sentindo algo escorrendo da minha virilha, pedi pro Lucas parar um pouco, foi quando percebi que seu pauzinho estava encharcado de porra, e minha buceta também. Nosso primeiro orgasmo juntinhos.
Pedi pra ele se deitar de barriga pra cima, enquanto eu me encaixava no seu pinto por cima. Como o pintinho dele era pequeno, não dava para cavalgar, mas ainda assim fiquei esfregando minha boceta com o pau dele dentro. O pequeno adorou a vista para os meus peitos, e continuou se contorcendo. Vez ou outra ele erguia o corpo pra me mamar, mas quando ficava cansado de se inclinar, deitava de novo.
Todas aquelas sensações juntas eram estonteantes. Eu nunca havia experimentado tanto prazer na minha vida. Conforme fomos ficando cansados, o pintinho dele ia amolecendo e parecia que era hora de uma pausa. Me joguei na cama e pedi pra ele se deitar em cima de mim. Só que um pouco mais pra cima.
Seu pau ficou amolecido e encharcado na minha barriga, enquanto ele me olhava ofegante e contente. Eu não resisti e o beijei. Estava maravilhada, e também sem ar. Não é como se meu filho fosse um garanhão insaciável, mas toda a situação era espetacular, não sei de onde saiu tanto tesão.
Durante o beijo, senti o pinto dele endurecer mais uma vez. Dava pra perceber que ele queria um pouco mais, e eu não consegui resistir.
-Eu te amo, Lucas – falei.
-Também te amo, mamãe.
Empurrei ele para o outro lado da cama, de novo de barriga para cima. Não pude suportar, tive que chupar ele também. O gosto de todo aquele sêmen junto do gosto da minha própria boceta húmida era sem igual. Era o gosto do meu próprio filho. Não demorou muito e de novo ele gozou, só que dessa vez na minha boca. Engoli tudo. Ele ficou com um pouco de nojo, mas depois de tudo aquilo ele finalmente estava satisfeito. E eu também.
Como mãe, mais segura, mesmo com todas as preocupações dessa doença do lado de fora, pelo menos sabia que ainda tínhamos um ao outra para no agarrar, simbolicamente e literalmente também. Era algo pra nos alegrarmos durante todos esses dias em casa. E até hoje as coisas continuam melhorando…

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97 Comentários

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  • Responder Gaúcha 2.9

    Sei bem o que é, sou mãe solo de um casal ele recém fez 9 ela tem 8, meio que me descontrolei no início da pandemia e os iniciei

  • Responder João

    Continuando, eu na maior inocência pergunto se àquilo era que tava saindo da minha rola era meu gozo, ela falou que que não, e falou ja ja vc vai ver o que é. E abriu as pernas e começou a passar a mão na boceta por cima da calcinha e colocou na minha boca e perguntou se tinha o gosto bom, antes que eu respondesse nossa mãe entra no quarto e flagra tudo… resumindo p não me estender mais do que já me estendi, foi naquele dia que eu gozei pela primeira vez, detalhe nossa mãe entrou na onda e me fez transar com minha irmã que era virgem. Nós ensinou a fazer tudo mais tudo mesmo não demorou muito e também transei com minha mãe lembro que na nossa primeira vez ela quis que eu comece o cu dela vcs acreditam nisso. E isso durou muito tempo…!

  • Responder João

    Continuando, estávamos na cama da nossa mãe brincando de luta, eu de short sem cueca e ela de camisola, nisso na quele puxa empurrar e esfrega eu fiquei em cima dela e ela ficou de bruços e a camisola subiu de forma que sua bunda e sua calcinha estavam bem a mostra, só sei que do nada minha rola ficou totalmente dura, eu na mesma hora saí de cima dela e ela não falou nada só ficou olhando p o meu short que não tinha como desfaçar, ela sentou na cama e perguntou porque ele tinha ficado daquele jeito e eu sem jeito não sabia explicar… ela perguntou se eu já estava gozando respondi que não, ela me chamou p perto dela e disse que queria ver como ele estava, antes que eu respondesse ela pegou e baixou meu short e disse poxa mano ele tá muito grande hem, será que ele ainda consegui ficar maior ainda e pegou, hoje tenho 37 anos mas lembro claramente daquele dia até das falas nossa, ela começou a apertar e fazer o movimento colocando a cabeça p fora e p dentro do mesmo jeito que nossa mãe fazia no banho aumentando a velocidade e eu comecei a sentir uma sensação que nunca tinha sentindo antes, logo começou a sair um líquido da cabeça da minha rola. Nossa mãe estava fazendo faxina.

  • Responder João

    Na minha infância tomávamos banho juntos eu minha mãe e minha irmã que é mais velha 2 anos. Na época eu tinha 10 e minha irmã 12 anos, meu pai faleceu no ano em que eu nasci, então eram só nos três, minha irmã já estava com os peitinhos crescendo e já tinha pelos na bocetinha enquanto os meus estavam começando a a crescer. Foi quando num desses banhos minha mãe percebeu e comentou olha filha seu irmão, já está crescendo os primeiros pelinhos dele dai as duas ficaram olhando lembro que fiquei com muita vergonha, dai minha irmã falou mãe será que o Pinto do João vai crescer muito!? Dai minha mãe respondeu, e porque vc quer saber isso? Então minha irmã responde por nada só curiosidade mesmo… Ai minha mãe fala deixa eu ver uma coisa, e pega no meu pênis e começa a ensaboar, e pra minha surpresa e delas também ele fica duro. Lembro que minha mãe falou nossa ta vendo filha que ele cresceu… logo logo seu irmão vai está com o pinto bem maior e gozando por ai… E nos explicou todo o processo nas mudanças no meu corpo como nós da minha filha também, pois bem quando eu fiz 12 anos entrei na puberdade, foi até em um momento bem inusitado, estávamos eu e minha irmã que já tinha 14 anos.

  • Responder Jeferson Al.

    Não é a primeira vez que leio este conto. A semanas venho me deliciando com cada detalhe, quando sairá a segunda parte? Seu filho andou melhorando? Queremos saber.

  • Responder Lucas m

    Tenho 13 anos alguma mossa queh conversa por e-mail?

    • Luluzinha

      Sim, luannaroman1997 gmail.com chama lá bb

    • LUCAS M

      Luluzinha.
      Seu email está correto?
      Não consegui enviar

  • Responder Gui

    Parte 2

  • Responder Liberdade

    Escreve mais, por favor.

  • Responder Furiano

    Nossa conta mais

  • Responder Thiago

    Eu gostei.
    Tenho 19 anos sou virgem ainda, confesso que acho minha mãe gostosa, por eu ser virgem eu fico batendo punheta dia e noite pro bumbum grande da minha mãe, ela nem imagina que eu faço isso, meu maior sonho é ver o cuzinho da minha mãe, eu sinto que ele deve ser muito bonito

  • Responder Paulo

    Seu conto foi maravilhoso, amei toda a história e a maneira natural como vc conduziu tudo com muito amor e carinho, do jeito que deve ser, vc é a mãe que todo filho gostaria de ter, seria realizado se minha mãe tivesse feito o mesmo comigo, eu seria um homem realizado, se alguém quiser conversar de maneira sigilosa, sem tabus e julgamentos sobre incesto e outros fetiches é só me mandar um e-mail [email protected]

  • Responder Boyzim safadinhoh

    Que delicia, gozei aqui só lendo esse conto maravilhoso, mim chama ai no telegram quem quiser @Safadinhosilvah22

  • Responder Hinata hiuga

    Você é doida? Se acabasse engravidado seria complicado 🙈

  • Responder Renata Moura

    Queria eu ter essa liberdade com meu sobrinho

    • Ailton Dj

      Eu queria ter uma tia assim…

  • Responder Júlio César

    Gostei feito um cavalo

  • Responder Ellie

    Nossa… Essa história foi intensa. Particularmente eu amei.

  • Responder Karina

    Revelar um desejo assim às vezes dá um certo medo do julgamento. Sou professora de natação infantil de vez em quando fico tentada a entrar no vestiário dos meninos com alguma desculpa para supervisionar eles. Mas tenho medo de um deles contar aos pais e receber uma denúncia de leve. Você por ser uma mãe que pratica incesto talvez entenda os dois lados dessa controversa.

    • Pedo

      Infelizmente temos que viver com esse medo

    • Jucão

      qual seu email?

    • Tia Izabel

      Às vezes não Karina. Se você escolher o menino mais inteligente e explicar que aquilo deve ser um segredo, vcs pode se banhar nas “aulas extras”

    • R4£4€[

      Olha, eu tenho ctz que como eles sao mais novos a maioria nao ia levar na malicia entao nao iam desconfiar, e se alguem contar pros pais diz que é porque tinha que supervisionar pra caso eles tivessem fazendo alguma coisa ou sla

  • Responder Thanos

    Isso foi tão profundo e detalhado que eu tenho medo de ser real

    • Jucão

      vc tem algum contato pra gente conversar?

    • R4£4€[

      Se for real é melhor ainda

  • Responder Jakson

    Um dia na minha infância quando eu tinha quase 8 anos, minha mãe me levou pro banheiro pra tomar banho com ela, eu nunca esquece disso pq no dia a buceta dela tava peluda, por causa disso isso nunca saiu da minha cabeça.
    Nas minhas lembranças lembro perfeitamente que durante o banho ela bateu uma punheta em mim, eu era muito novo, meu pau era fino e pequeno, ele ficou duro, a maior das coisas que lembro foi que minha mãe chupou ele.
    depois desse dia nunca mais nada aconteceu, minha mãe nunca falou nada sobre isso.
    eu fui crescendo com isso na cabeça, quando fiz 13 anos eu comecei a ter os primeiros orgasmos, foi quando fiz uma prima minha muito novinha chupar meu pau, não vou dizer a idade que ela tinha, mas ela era muito nova.
    por causa das lembranças que minha mãe deixou em mim, eu cheguei ao ponto de fazer isso com essa prima, a coitada engolia o que eu gozava, ela pensava que era tipo um creme, foi uns 2 ano que durou esses boquete da mina prima, só paramos pq ela se mudou para outro estado com os pais.
    só sei que isso só aconteceu porque minha mãe me chupou quando era eu novo.
    ao colocar minha prima pra fazer o mesmo eu pensava que não tinha nada demais.

    • Jakson

      mesmo assim nunca contei nada para ninguem

  • Responder Cassasputas42

    Parabéns mas tenha em mente que isto é crime aos olhos da sociedade conversa com o menino para ser um segredo entre vcs 2 estou ansioso pela continuação

    • Juliana Leyla

      Acho esse tipo de relacionamento muito excitante e interessante de entender. Nunca pratiquei incesto, mas sei lá é muita loucura. Se algum dia alguém quiser pode me mandar um e-mail [email protected]

  • Responder Gatintinho

    Oi delícia muito bom seu relato parabens

    • Pica pau

      Que delícia de conto Let. Poderíamos marcar algo nós 3, eu vc e ele. O que acha?

    • Juliana Leyla

      Acho esse tipo de relacionamento muito excitante e interessante de entender. Nunca pratiquei incesto, mas sei lá é muita loucura. Se algum dia alguém quiser pode me mandar um e-mail [email protected]

  • Responder Anonimo

    Lindos os dois mãe e filho

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