# #

Raquel Viadinha-Putinha de Macho

1609 palavras | 0 |0.00
Por

Um estranho me seguindo consegue me seduzir e entregar a ele,me deixando sem entender muito dele,mas sem dúvida nenhuma,me fez viadinho puta de macho.

Na altura de meu último conto,quando tava com o Pedro,eu tinha quinze anos.Mas nosso namoro acabou faz muito,não vou falar sobre isso.Claro tive outras coisas acontecendo na vida,e quero falar sobre uma que gosto de lembrar.Não foi amorosa e intima como foi quando namorei com o Pedro,mas nem sempre é assim,há coisas que acontecem ou vai da vontade do momento.Eu estudava na altura mas tava longe de casa,vivia com familiares e tudo corria bem.Cheguei a namorar com uma menina até.Mas tava solteiro,ia à escola,socializava,tudo normal.Como o liceu era numa cidade,certas vezes tinha cuidado nas ruas que escolhia andar na noite quando decidia que devia ir pra casa.Uma noite que tava até só 5 minutos de distância caminhando notei duas vezes o mesmo carro avagar quando passava junto de mim.Desconfiei que era alguém querendo dar uma cantada numa menina,já que me confundiam às vezes com uma mulher,ou garota,meus cabelos encaracolados e meio ondulados chegavam a meio das minhas costas,e com cara de menina mesmo,sem invenção.Nem tinha barba nem pelos,meu pai era branco e minha mãe deu meus traços índios brasileiros,olhos esticados como é costume e pele morena.Mas enfim,naturalnente tinha uma aparência feminina,num mercado ou loja quando me atendiam,diziam “e a menina já foi atendida?,ou”a menina quer mais alguma coisa?”e eu dizia”menino”!…havia um instante que deixava me olharem e verem que tava usando roupa normal e somente era assim sem querer.Não tava de propósito nem era travesti ou crossdresser,ou como desconfiava,que imaginavam ser uma maria-sapatão ou algo assim.Mas foi o que eu intui tar acontecendo com aquele carro.Na terceira volta da viatura,baixou o vidro e olhei,era um homem que tinha tado no mesmo bar donde eu tinha saido.Mas só notei isso e não disse que o reconhecia.Ele fez a mesma coisa que contei antes,”vai a algum lado?”como solícito em ajudar no tom de voz,mas eu mesmo achei que ele teve quase a dizer”menina”,mas tudo bem,eu disse”desculpa mas não sou uma menina,tá bem?”,e ele”aahh,ok,desculpa”,e foi embora.E quando achei tudo resolvido ele retornou e voltou a falar comigo mas educado e dizendo que me tinha visto no tal bar que eu mesmo me lembrava de o ver mas não lhe disse,e que sabia que não era nenhuma garota,só queria ajudar e dar uma boleia,ficou um segundo longo assim,em que confiei então a seguir entrar e aceitar a boleia.A rua que eu ia o carro a meio dela tinha de fazer uma curva ou ia começar a entrar em sentido contrário,e nessas voltas com o carro e indo em ruas e com conversa que ele fez,a gente riu junto quando notei que nem eu nem ele se lembrou de dizer onde era a minha casa.E com isso,até houve uma química talvez e ele sugeriu ir a um café,bar ou pub,sei lá,tinha muita música e gente,e fomos.Andando lá,se queria beber ele queria oferecer,e todas as vezes ia comigo até o bar entre um monte de gente atrás de mim,às vezes colado,como se abrindo caminho mas mostrando que tava comigo.E nas últimas vezes ele ia com uma mão no meu ombro ou cintura,sem ser atrevido,mas encostados entre tanta gente,escuro e luzes e querendo falar mas ter de ser junto ao ouvido e só assim encostando se entender…sem me dar conta,num momento só,eu tava com um copo na mão esquerda e num encostar dele,só uns segundos,juro,ele tinha as duas mãos na minha cintura,e balançamos num ritmo mais suave de uma música…até que bateu a realidade e afastei o meu olhar a encarar ele,como se eu dissesse…”o que é isto?”…mas ele olhou,não me largou,e ainda continuava me ritmando no conduzir dele.Deu um encosto mais aconchegado de mim a ele e me embalou na dança até o fim da música.Tava muito barulho de vozes no fim do som,e ele me falou na orelha”vamos dar uma volta?”,bem…fui.No carro fomos até um lugar de mato e estrada de terra.Desligando o motor me beijou.Beijou bem.Senti um arrepio.Levou minha mão ao membro dele.Foi crescendo ao meu toque.Ou era eu ou era ele mas lembro que ouvia muito o ar da gente,entre os beijos,a ânsia de eu me dar a ele…talvez tudo isso.Ele disse “vem aqui” e saiu do carro.Saí do meu lado e ele abriu a traseira do carro que ficou levantada em cima no ar e me deitou ali.O que lembro mais dele é o sorriso sacana dele quando eu gemia.Não houve nada ali que ele deixasse vestido em mim abaixo do meu umbigo.E nem foi gentil agarrando minha nuca e enfiando o caralho dele na minha boca.Foi como dizer,você vai mamar e nem diga nada!Babei com as estocadas fortes,ele era bruto e tive o instinto que era melhor engasgar e deixar ele mandar…não sei como dizer,mas entendi que era melhor obedecer…chamem receio,instinto…e quando ele acalmou,me mirou assim com a mão dele ainda segurando minha cabeça,muito sério…um ar de tar me avaliando…eu vou contar mas é uma coisa que me envergonha,eu não tava chorando,mas me sentia triste,e admito que tinha duas,talvez três lágrimas correndo dos olhos…mas me calei com ele olhando e ele foi brando comigo sem dizer nunca alguma coisa…mais me baixou devagar com a mão que me segurava a cabeça e com a outra colocou meus pés na linha dos ombros dele e foi se atrevendo com o cabeção dele no meu cú.Nunca molhou mais.Teve o que eu acho minutos me segurando assim sem eu ter chance de me mexer e segurando o membro dele com outra mão na minha entrada…levou momentos longos até me abrir um bocadinho e meia cabecinha entrar em mim…e foi…e foi…até toda ela entrar.Tirava…enfiava…em segundos e foi como se meu cú trouxesse do seu interior líquidos que se atraíam ao caralho dele…eu tava molhando ele,e foi assim que ele me fodeu enfiando até as bolas me tocarem o cú.Meu cú babou o caralho dele.Me senti tão puta…Como um honem que me mete medo me molhou assim?Mas esquece isso ele sorria sacana e me chamou de viado,estocou,chamou de viado,estocou,,chamou de viado e acrescentou puta de macho,e foi assim…até nem falar mais,ele só fodia e metia mais acelerado…eu tava sem controle de meu cuzinho,em meu interior eu sentia tudo se contrair em volta do caralho dele e tremer de gozo e dor e espasmos,eu gemia e ele não deixava eu esconder minhas reações dele,me entreguei com vergonha sem fugir do olhar dele.Que acabei sentindo mais do que vendo.Como reagia minhas feições sem controle da minha vontade.E num tremer mais fundo dentro de mim,com o saco dele forçando no meu cú eu tive a noção do esperma dele me encher…eu até gemi com isso,não consegui evitar…e uns momentos quietos a seguir,senti ele amolecer o suficiente e ele soltar o seu caralho do meu cú devagar,ainda grande mas menos duro me puxa a cabeça e abri a boca como entendi que ele queria e ele acalmou com minha bocalhe aliviando um restinho que ainda soltava da rola dele…O mais estranho foi ele falar comigo quando acabou.Tava diferente.Até gentil.E na viagem até minha casa,que me levou até lá e me tratou bem,nem sabia eu bem o que pensar.Tinha uma música calma no carro.Quiz saber se eu tava bem…E lá cheguei a casa,antes de sair houve um trocar de adeus e fica bem e essas coisas que se dizem e fui embora.Entrei em casa e fechado lá ouvi então o motor do carro arrancar e fui me lavar.Eu sentia o sémen dele forte e seu cheiro ainda em mim,não que eu tivesse vergonha disso,mas achei que tinha sido um encontro forte demais na forma inesperada que foi.E não sabia o que sentir de tar lavando leite de macho que saía de mim de um homem que mal conhecia.Aliás se ele alguma vez mais me viu não sei.Eu não o vi mais.Mas foi o que aconteceu.Quando me deitei ainda sentia a forma do caralho dele no meu cú.Uma sensação estranha de vazio e lentamente se acomodar em retorno ao normal meu interior,e descansar as arestas da minha rachinha limadas pelo pau daquele homem.Ainda escutava como me chamava de viadinho gostoso,como gostou de gozar no meu cú,e fui puta dele mesmo.Na marra.Foi,e não há jeito mais a dizer acerca disso.Obrigada a terem lido o que contei.Felicidades.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(0 Votos)

Por # #

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos