# #

Filhas e sobrinha 5

1211 palavras | 2 |3.14
Por

De olho na sobrinha novinha e gostosinha…esperando oportunidade.

Nós tivemos atritos sérios, por causa das minhas traições, eu trabalhava de vendedor externo de peças automotivas, e ganhava um bom dinheiro. Em compensação tinha namoradas em todas cidades que passava. Meu lema era pulei um rio tô solteiro.
Eu tinha na época 27 anos, más parecia ter 22 por ter uma aparência juvenil, e até hoje aparento ser mais novo que a realidade. Tinha 1.80 de altura, e pesava uns 64 kg, era magrelo. Tinha uma sorte danada com as garotas.
Havia colocado uma loja de roupas, e acessórios para bebe, para a esposa. Deu um bom resultado, ela ganhava um bom dinheiro lá. Mas deixei tudo pra trás, só levei minhas roupas e o carro. Sentei com as meninas expliquei a situação, dizendo que estaria sempre presente. Elas choravam muito não querendo aceitar a separação, más fui irredutível.
Acertei com a firma outra rota de trabalho e fui morar na casa da minha mãe que estava viúva no estado do Tocantins. Com a mamãe moravam minhas irmãs do meio e a caçula, que também estava indo para Fortaleza estudar e morar com minha irmã mais velha. Tinha ainda meu avô e Maria que veio como empregada e virou parte da família, tinha ajudado a criar a maioria, pois éramos 12 irmãos e eu era o mais velho. Eu tinha sido criado pelo meu avô que estava na casa da mamãe, depois da morte da minha vó.
Como o terreno era grande, resolvi construir uma edícula nos fundos com entrada lateral para ter minha privacidade e trazer as peguetes, com a anuência dela. Eram três cômodos, suíte, sala e cozinha e fora uma área de serviços. Maria cuidava da limpeza e das roupas. Eu viajava quase o mês inteiro e pouco parava lá. Fazia todo sul do Pará e um pouco do Tocantins inclusive Guaraí onde morava.
Eu só via minhas filhas, rapidinho quando ia a Goiânia para reunião da empresa e passava quase de passagem por Anápolis. A empresa abriu uma filial em Araguaína, aí deixei de ir visita-las. Quando já faziam quase três anos da separação, Lucília minha ex apereceu trazendo a Cristina.
Lucília era adorada pela minha mãe e irmãos, até meu falecido pai em vida gostava muito dela. Eu poderia arrumar dezenas de esposas, más ela nunca deixaria o posto. Todos achavam que ainda poderia haver uma reconciliação… menos eu claro. Ela estava bem financeiramente, até melhor do que eu pois tinha ganho um bom prêmio na quina da loto.
Eu tinha vários irmãos em Guaraí e duas irmãs todos casados. Foi chamado os padrinhos da Cris, meu irmão Teobaldo e sua esposa Marluce. Lucília então explicou que a Cris estava impossível, rebelde e não obedecia ninguém e estava péssima no colégio. Culpava nossa separação, pois ela estava revoltada comigo e não me perdoava por isso. Deu pra notar, pois não me dava a mínima. Ficou acertado que ela moraria com o padrinho e eu daria o suporte. Eu viajava muito, e minha mãe estava meia adoentada para cuidar de adolescente revoltada.
Cristina estava com 12 para 13 anos, desde pequena era xodó dos padrinhos, que tinham dois filhos, Bruna e Fernando. Bruna tinha a mesma idade da Cris e Fernando 2 anos mais novo. As duas sempre se deram bem, mais que irmãs. Cris tinha crescido muito, alta, magra, cabelos castanhos bem claros, no meio das costas, peitinhos médios bem durinhos, pernas longas e bem torneadas, bundinha redondinha e empinada, rosto perfeito com uma boca linda. Tinha puxado a mãe, Amanda e Andreia a mim. A diferença de idade delas eram de dois anos uma para outra. Lucília passou o natal conosco e voltou para Anápolis, pois as meninas tinha ficado na casa da sua mãe.
Bruna minha sobrinha, era uma moreninha de cabelos castanhos escuros, na altura dos ombros bem lisos, rosto bonito, mais baixa que a Cris e mais cheinha, bunda maior pernas mais grossas, peitinhos bem maiores, um tesão de garota, mas fazia tudo pela prima, se ela mandasse cair num precipício, cairiam. Eu vivia viajando e quando chegava, sempre tinha algumas reclamações da Cris. Me sentava com ela e tentava mostrar o lado certo das coisas. Ela não dizia nada, simplesmente me ignorava, e nossa relação não avançava. Parecia que éramos pessoas desconhecidas, o carinho que tivemos um pelo outro, era só um sonho.
Estava deitado me lembrando o que tinha acontecido com nós antes da separação. Eu tinha prometido a mim mesmo que aquilo nunca mais aconteceria, pois não era correto, más tinha batido muitas punhetas lembrando de nossas situações. Eu sabia como acabar com aquela guerra entre nós. Mas teria que pagar um preço alto e não queria passar por aquilo de novo, porque seria um caminho sem volta. Sabia o que se passava com ela, se sentia traída por mim, abandonada. Tinha que fazer algo, já tinha um ano que ela havia chegado. Tinha mudado muito, seu corpo acabava de se formar estava muito linda… gostosa. Ela e a Bruna chamava atenção da rapaziada da cidade. Nesse lado ela não dava trabalho. Pedi ajuda pra Bruna, para melhorar nossa relação e ela me respondeu. – Tio nem parece que conhece sua filha, ela é turrona. Só o Sr pode resolver isso com ela. Sei que ela ama o Sr. não que concorde com a forma desse amor, mas fazer o que né. – Eu sabia o que ela queria dizer, mas me fazia de tonto. Fiz um elogio. – Menina, vc está ficando cada dia mais bonita e… deixa pra lá. – Sei que vc ia dizer gostosa né tio. – Por aí, por aí… Tio vc é muito safado. A Cris quase morre de infarto com os comentários das meninas do colégio, que ficam te elogiando e contando pra ela seus casos. Manera né, pega leve tio. Ela já arrumou até confusão por isso. Deixa pra pegar só nas suas viagens. O Sr. só quer pegar as novinhas e amigas dela. – Não sei quem são as amigas dela. Que não gosta de uma novinha assim como vc, só se for doido.
– Eita tio… tá me cantando… é?
– Ainda não, mas até que não é uma má idéia. Vc tá um tesãozinho Bruna.
– Larga de ser safado tio! Sou sua sobrinha.
– Já me chamou de safado duas vezes hoje, olha que acabo acreditando. Além de seu tio, não sou cego e sou homem.
– Que vai acontecer se o Sr. acreditar?
– Vc vai correr perigo.
– Tenho medo não. Aah…se vc não fosse meu tio.
– Que aconteceria?
– Nem te conto. Mas deixa pra lá. Pense na sua filha. – Não deu pra falar mas nada pois seu irmão chegou…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,14 de 7 votos)

Por # #

2 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Vantuil OB

    Continua logo. Muito bom

    • Zorro

      Como são 13 partes tem alguma com pouca ação, se mandar duas seguidas o site as transforma numa só como aconteceu com as três primeiras. Mas já estou enviando outra.