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Doces lembranças II: Vini

1799 palavras | 6 |4.00
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Oi, sou o César e, aos poucos venho escrevendo minhas histórias de como me iniciei no sexo. Anos 60/70, bem diferente dos dias atuais! Dei pela primeira vez brincando de mocinho e bandido…(meu primeiro conto)! Em outros, descrevo como eu comia alguns meninos (Soninho, Gildo, etc.) A história abaixo, ainda é do período em que tivemos que morar em uma cidade maior, em um apartamento onde, relatei como o Marcelinho me comeu (Doces lembranças…).
Completei 13 anos nesse período em que ficamos nesse condomínio, por conta de um treinamento do meu pai, empregado da Viação Férrea. Eu tinha muita saudades de nossa casa no interior e dos amigos de putaria, principalmente. Por um bom tempo, ainda via o Marcelo na sacada quase sempre pelado para estender sua toalha, sorria para mim e eu ia me acabar na punheta. Não sei o motivo mas, ele me comeu apenas aquela vez! Aos poucos, fui me acostumando com o sistema do condomínio, sempre sozinho às tardes, comecei a descer para brincar no parquinho junto a quadra de esportes para me entrosar com outras crianças.
Em uma tarde quente, com previsão de forte chuva, desci e vi que havia muitas crianças correndo na quadra, meninos e meninas de 8 anos até 15 anos no máximo. Eu, observando todos no maior tesão! Algumas mães acompanhavam a correria e, outras crianças estavam sozinhas.
Me chamou a atenção, um menino gordinho, bundinha saliente, de camiseta e um shortinho relativamente curto, de malha que, a cada tentativa de andar ou correr, a malha entrava em toda a extensão de sua bunda carnudinha e ele seguidamente tinha que puxar para fora, pois, certamente incomodava o atrito da malha. Vendo aquilo, meu pau de imediato deu sinal de vida começando a endurecer, sentir uma coceirinha na cabecinha até a começar a babar! Procurei verificar se estava sob cuidado de alguém ou sozinho para pensar em uma maneira de chegar nele. Não foi preciso esperar muito, do nada, um dos meninos passa a mão em um skate pequeno, chama outro menino e vão saindo da quadra. O menino que eu observava correu na direção deles pedindo para soltar seu brinquedo pois, quando sua mãe chegasse e não encontrasse o brinquedo no apartamento, iria levar uma bronca e até apanhar. Não pensei duas vezes, levantei, fui até as crianças e falei: – deixem o brinquedo do menino! Eles se olharam, soltaram o brinquedo e saíram.
O menino, gaguejando, de cabeça baixa, falou: obrigado! Apenas respondi: tranquilo!.
Do nada, uma reviravolta no tempo, vento forte, fortes pingos de chuva, as mães ou babás que cuidavam de algumas crianças e as crianças que estavam sozinhas começaram a correr para seus prédios. Eu, corri para o lado do parquinho, junto a uma área coberta que dava entrada para os fundos da portaria, vi que não dava tempo de correr para o meu prédio (que era o último), sem me molhar. Para minha surpresa, o menino do brinquedo veio logo atrás de mim, correndo, para também se abrigar! Foi o exato momento em que nos abrigamos nessa área junto à parede desabou o aguaceiro!
Perguntei logo: qual é teu nome? Vinício, mas me chamam de Vini!
Tens quantos anos, Vini? – Fiz 11 anos.
Sentei, apoiando as costas na parede, bem no fundo, as pernas espichadas em todo o comprimento para a frente, o menino em pé, na minha frente olhando a chuva torrencial, de costas para mim, com aquela bundinha gordinha que eu comi com os olhos, notei agora como suas pernas e coxas são lindas, roliças! Com a corrida o seu calção enterrou na bundinha, com uma das mãozinhas gordas teve que puxar para fora após levantar uma perninha para ajeitar melhor e meu pau endureceu de vez! Chamei: ei, Vini… vais te molhar aí parado! Senta aqui do meu lado! Para minha alegria, virou-se e veio ao meu encontro e para minha surpresa, sentou sobre minha coxa direita com apenas uma parte da bundinha que ficou roçando o meu pau, duríssimo, bem reto para cima, formando uma legítima barraca armada!
A outra metade não alcançava o chão, o que aproveitei para colocar minha mão direita entre a laje fria sua bundinha-metade. Disse-lhe: meu nome é César! Ele se aconchegou mais à mim, me abraçou e disse: obrigado, mais uma vez, por não deixar levarem meu skate! Me arrepiei!
Minha tesão já estava à mil, não consegui responder, apenas abracei-o mais junto ao meu corpo, ajeitei melhor ele no meu colo, meu pau ficou de lado amassado pela sua bundinha, mais babado como nunca! Um muro baixo, cercava a área onde estávamos e o acesso dava apenas para quem vinha pela quadra de esporte, razão para ficarmos bem tranquilos e, com aquela chuva torrencial ninguém iria aparecer e nos surpreender, com certeza!
Esses momentos mágicos que surgem do nada, espontaneamente, não dá para desperdiçar. Ficou latente que ao me abraçar, tacitamente Vini, transmitiu com seu corpo a vontade de ficar comigo assim como eu o desejei desde que o vi na quadra. Ele levantou levemente sua bundinha, baixei meu calção, meu pau duro saltou ficando bem retinho para cima, baixei seu calçãozinho de malha, ele foi para a frente, abriu as bandas de sua bunda e veio sentando devagar em cima do meu ventre e meu pau se alojou em seu rego quentinho! Que delicia! Ele suspirou, ajeitou-se melhor ainda, encostando suas costas em meu peito, com minhas mãos livres, comecei a alisá-lo a partir dos joelhos, vindo sobre as coxas, toquei suas bolas, o saquinho bem enrugado, bolinhas pequenas e seu pau durinho, pequeno, suado, subi por sua barriga, deu uma risadinha sentindo cócegas, peguei suas tetinhas gordinhas e durinhas, colocou sua cabeça para trás, junto ao lado da minha sussurrando ao meu ouvido esquerdo: me come! Por segundos, prendi a respiração!
Mas, não perdi tempo! Ele já estava sentado em cima do meu pau, só faltava enfiar no seu cuzinho! Fiz ele levantar um pouquinho, cuspi na mão, passei no meu pau, cuspi de novo e lambuzei seu cuzinho! Ele veio sentando novamente, desta vez, seu cuzinho encostou bem na cabeça do meu pau, foi sentando devagar, ajudei a puxar sua bunda, coceirinha na cabeça do pau, uma reboladinha e, meus 11/12 cm, grossinho não mais que uma salsicha (tipo do Marcelinho), deslizou para dentro do seu cuzinho! Ele relaxou, sentou de vez no meu colo, passei as mãos sobre o seu ventre, junto ao seu pau, fechei bem minhas pernas e comecei lentamente a levantar meu ventre de encontro a sua bunda gostosa, gulosa, com todo meu pau dentro.
Vini gemia baixinho, apertava bem seu cu sobre meu pau, uma reboladinha de vez em quando, o que tornava mais gostosa minha metida. Que sensação! Nossos corpos juntinhos e aquecidos, não precisou muito tempo para sentir que iria acabar. Falei no seu ouvido: Vini, vou depositar todo meu leitinho dentro de ti! Virou-se, um leve sorriso, uma reviradinha nos olhos e disse: vai, mela tudo! Não segurei mais, cravei o mais fundo que pude, apertando mais sua bunda contra meu ventre e, senti meu pau intumescer e rapidamente começar a lançar um, dois, três jatos de porra inundando o cuzinho do Vini! Ficamos ainda grudados por minutos, ao mexer-se para levantar, pela posição que estávamos, senti minha porra descer do seu cu tomando conta do meu pau meio amolecido! Vini levantou-se, puxou seu calção e como sempre teve que ajeitar melhor pois, teimava em ficar enterrado no seu rego, agora, molhadinho de gala! É claro que não fui o primeiro a comer seu cuzinho. . .
Vini, passados mais de quarenta anos, onde andas? Saudades!

Rapidamente me virou de lado, se posicionou de conchinha atrás de mim, passava as mãos nas minhas coxas, apertava minha bundinha, entendi como ele queria, passei a mão no seu pau e, como eu tinha visto, era fino (talvez como uma salsicha), durinho, de uns 11/12 cm, quentinho. Me virou um pouco mais, cuspiu nos seus dedos e passou no meu cuzinho, ele sabia o que fazia! Pegou o pau e pincelou meu rego a partir do meu saco, deu uma travadinha bem no centro do meu cuzinho, foi até acima, voltou e, encaixou a cabecinha bem no meio empurrou um pouco, firme, me olhando para ver minha reação, pisquei rapidamente por sentir um desconforto, nada mais do que isso, ajeitei um pouco a bunda e levantei uma banda para melhorar a entrada e, ele sentindo a facilidade deslizou o pau para dentro de mim! Deslizou mesmo, pois, parecia que era sob medida para o meu cuzinho. Sentia a ponta da cabecinha do seu pau me fincar as entranhas quando ele ia até o fundo, senti suas bolas encostarem no meu saquinho, eu apertava meu cuzinho como para segurar seu pau e não perder qualquer instante do prazer que estava sentindo.
Me comeu devagar, passava a mão direita na frente das minhas coxas, sobre meu pauzinho duro, meu ventre, minhas tetinhas e eu apenas acompanhava seu ritmo de meter e puxar, no entanto sem tirar de dentro do meu cuzinho. Aos poucos, fui ficando de barriga para baixo, ele acompanhou, nessa posição passou suas mãos por baixo de meu corpo me segurando firme pelos ombros e continuou no mesmo ritmo cadenciado, sentia apenas sua respiração mais ofegante, não falávamos nada, não era preciso. Por vezes, eu abria bem minhas pernas para ele juntar as deles ou, eu juntava as minhas e ele separava as dele, sempre na mesma cadência de meter, puxar o pau sem deixar sair de dentro, nunca!
Senti aumentar o rítmo de suas metidas, assim como sua respiração, comecei a rebolar e gemer baixinho, Marcelinho entendeu e começou a meter mais forte, me apertar os ombros cada vez mais, uma, duas, três fincadas mais fortes e, na quarta vez segurou o pau cravado nas minhas entranhas, também travei meu cuzinho retendo o pau no fundo, senti entumescer, ficamos tesos e, senti o líquido quente a preencher meu cuzinho! Que sensação! Que prazer!

Ficamos alguns minutos quietos, o pau dele deslizou para fora do meu cuzinho, por mais que eu tentasse segurá-lo dentro… estávamos suados e cansados, mas… felizes!
Marcelinho, passados tantos anos… onde andas?

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6 Comentários

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  • Responder Matheo ID:xlpkbkv3

    Que delícia de conto! Gozei.

  • Responder JapaPassivo ID:yb0j5w41

    Que delícia hehe… Vc ainda mora nessa cidade que faz fronteira com Argentina? deve ter castelhanos bem bonitinhos por lá

    • César (Autor). ID:gsus5shr9

      Olá, Japa Passivo! Não moro mais nessa cidade fronteiriça. Passei minha infância e adolescência, apenas!

  • Responder CaioSalvador ID:h5hq8drm0

    César, muito bomm!

    • César ID:gsus5shr9

      Obrigado, Caio Salvador!

  • Responder César (Autor). ID:gsus5shr9

    Ops… desculpem! Foi junto o final do outro conto!