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Despertar do prazer

3629 palavras | 12 |4.47
Por

Um acontecimento inusitado, despertou em mim, as fantasias e atos mais imorais imagináveis.

Olá à todos. Não sei bem como cheguei até aqui, mas tive vontade de começar à contar sobre esse caminho.

Não quero enrolar muito, mas nesse primeiro conto, preciso detalhar coisas que acho importante para contextualizar. Os próximos serão breves, eu prometo.
Algumas infomaçoes como nomes e localidades serão bem próximas do real, mas vou disfarçar porque mesmo achando que é quase impossível que alguém me reconheça, sempre é bom o resguardo.

Me chamo Claudia, tenho 34 anos, sou casada e mãe de uma família muito bem estruturada. Nunca fui nenhum pouco puritana, mas os acontecimentos do último ano, ultrapassaram qualquer limite que eu considerava moral.

Sou branca, 1.63, 58 kg. Sempre fui magra e na adolescência tive bulimia, o que por 3 anos me fez perder muita massa. Aos 19 anos entrei na academia e permaneci até os 26, quando engravidei. Por isso eu nao fiquei “raquitica” e mantive até hj um corpo não atlético, mas que tem suas cuevas e sempre despertou muitos olhares.

Tenho uma filha de 8 anos e preciso apresentá-la, pq ela é parte fundamental dos meus relatos. Se chama Ana Clara, é branquinha, de olhos e cabelos castanhos e pontas encaracoladas. Magrinha como eu.

Nunca tive tabus sobre sexo, mas nunca fiz nada que considerasse pervertido, nem mesmo na epoca da faculdade, quando entrei em algumas festinhas. O máximo que eu considerava até entao, era ter feito sexo com um ficante, dentro de um quarto com outras pessoas transando. Com meu marido, sempre foi o tradicional. Ele sempre me satisfez, nunca foi um problema.

Dito o contexto da minha vida, vou começar:

Era segunda feira, 2020, tínhamos entrado à poucas semanas na pandemia. Minha rotina era sempre levar minha filha até a escola perto de casa e depois ir trabalhar. Meu marido é lojista e sai muito cedo de casa.
Como minha cidade decretou isolamento a época, as aulas foram suspensas e eu pedi permissão para levar minha filha nesses dias para o trabalho. Sou recepcionista de um edifício comercial, minha chefe é muito compreensiva e amiga.

Era o primeiro dia que eu a levava, a frota de ônibus foi reduzida e como minha cidade que é satélite de uma capital, muitas pessoas usam ônibus para ir trabalhar na capital. Ou seja, os poucos que tinham, estavam lotados.

Chega o nosso e mal conseguimos entrar, fui segurando ela na minha frente e passando entre as pessoas, até passar da catraca e ajeitar um cantinho espremido pra nós duas.
Um senhor, aproximadamente 50 e poucos anos que esta sentado, me ve com as bolsas e a menina e oferece seu lugar. Eu agradeci o gesto, mas recusei. Como íamos ter essa rotina por alguns dias, queria q a Clara se acostumasse com a dificuldade, ela é muito manhosa. O sr. sorriu e permaneceu no lugar.

Passado alguns minutos, minha filha começa à ficar inquieta e com o balanço do ônibus, fica brincando de ir pra frente e pra tras. Quando ia pra frente encostava no braço do senhor. Quando ia pra tras encostava as costas em mim.

Falei: -Clara, para. Está incomodando o senhor.

Ele – nã se preocupe, eu tenho uma neta do tamanho dela e estou acostumado com essa hiperatividade. Sorriu e permaneceu simpático.

Não sei dizer o motivo, mas por alguma razão aquele homem me atraiu quase que imediatamente após isso. Ele tinha uma voz grave, mas suave e cordial, cabelos negros e lisos penteados para traz, uma barba bem feita com tons de grisalho e um olhar penetrante. Confesso que fiquei um tanto admirada.

Peguei o celular e mandei na mesma hora uma msg para minha chefe. “Elis, encontrei no ônibus, um homem que vc ia se apaixonar rsrs.”
Minha chefe era mais velha, tinha 47 anos e estava divorciada a um tempo. Conversávamos bastante, quase confidentes e sempre que um advogado ou um executivo passava na recepção, comentavamos. Quando era mais velho e elegante, ela sempre admirava.

Tentei disfarçadamente tirar uma foto dele, mas enquanto fingia que mexia no celular e na verdade focava no senhor, pela camêra eu percebi que o homem estava sorrindo diretamente para minha filha que insistentemente continuava com os movimentos encostando em seu braço. Pensei em repreende-la, mas achei curioso o olhar meio sacana dele. Continuei fingindo que estava mexendo no celular e pela câmera, fiquei observando.

Comecei à perceber que além do sorriso sacana, seu braço também se mexia conforme ela encostava. No começo acreditei ser uma brincadeira, mas então vi que sua mão estava alisando a perna da minha filha nesses movimentos. Ela estava de leg, e se divertia com a situação.

Quando vi essa situação eu segurei o ombro da Clara e quando comecei:
– O você pensa que esta fazen..
Fui interrompida por uma msg no celular. Era a Elis.
Dizia: “juraaa? Quem é? Ta no ônibus ainda?

Eu me distraí e quando voltei a atenção pra ele, estava me olhando profundamente, sério, com um ar de superioridade e disse:
– Nãoo entendi o que a senhora falou. Disse algo à mim?
Sua voz calma e pausada, me causou um calafrio na hora e eu não consegui continuar, só gaguejei:
– não, eu..é, não. Eu não falei com o senhor.
Disfarcei e olhei para o celular.
Apertei minha filha e pedi para ela parar de pular.

Em segundos eu recuperei a foco e respirei. Pensei comigo: Calma Claudia, que sensação foi essa, pq vc esta assim?
Uma nova mensagem me tomou a atenção denovo: “Clau ta aí? Ta on.”

Resolvi me acalmar e voltar para a msg, porque sabia que eu podia estar cometendo um erro e sendo barraqueira. Coisa que odeio.

“Estou sim”. Respondi
Elis: “que homem é esse que falou mulher? Ta com vc ainda?”

Eu: “esta sim, ta aqui no onibus ainda”. Nem sabia mais o por que de estar respondendo ela depois daquela situação e ainda mais sobre ele.

A Elis é muito curiosa e sempre brinquei com ela sobre isso. Então continuou insistindo:
“Que suspense mulher. Que homem é esse que falou? Estou curiosa. É mentira né, só pra me encher a paciência. Emoji”

“Não é” respondi. “Ele esta aqui, é um senhor, muito bonito”.

Elis: “nossa que suspense. Da pra tirar foto dele?”

Eu: “nao da. Eu ja tentei e ele olhou” tentando acabar com a conversa sobre aquele homem.

Nesse mesmo momento comecei à olhar paras os lados, procurando um lugar, mas mal conseguia me mexer.

Elis: “Clau, tira ai uma foto. E pega o telefone dele”.
Eu: “não vou Elis, ja falei que ele percebeu”.
Elis: “ué mulher, ta brava? Foi vc que me atiçou kk”
Eu: “não, é pq acho q ele ficou bravo. Se der eu pego o numero dele ta? Jaja eu chego e te conto”. Ja me esquivando daquela situaçao desconfortavel.
Elis: “ta bom. Mas acho q vai demorar viu, eu quase nao chego hj. Ta um inferno esses ônibus”
Eu: “ta bom, se for atrasar eu aviso. Té mais”.

Eu estava completamente distraída ainda, pois assim que parei de responder as msgs, me voltei para minha filha e atônita, vi que tanto ela, quanto o senhor, continuavam fazendo o mesmo de momentos antes. O pior, ele agora olhava diretamente pra mim enquanto passava a mão na minha filha.

Eu não sei que poder aquele homem tinha, mas eu paralisei novamente e só consegui focar na sua boca se mexendo e me dizendo:
– Acho que sua menina gostou da brincadeira.

Aquele olhar, aquela voz safada e aquele sorriso sacana, me penetraram. O calafrio voltou mas dessa vez, passava por toda minha espinha, descia pelo peito e parou no estômago. Meus pelos do braço arrepiaram.

Só consegui dizer: – que brincadeira?
Ele: – de vai e vem com o tio. Não é princesa?

Eu só consegui pensar em como aquele homem era cínico e safado. Ele sabia que eu ja tinha percebido suas más intenções e mesmo assim, descaradamente continuava e olhava para mim. Será que ele sabia que eu tinha travado e não estava conseguindo reagir?

Sua próxima frase me fez ter certeza q sabia.
– moça, quando o lugar aqui do lado estiver vago, vc senta pra gente brincar junto.

Eu não acreditei no que ele disse. Ele estava mesmo molestanso minha filha e me provocando.

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele dá um cutucão no homem que cochilava no mesmo banco e firme diz:
– Moisés, o Moisés. Seu ponto vai passar. Você vai perdê-lo.
O homem acorda assustado e num tiro só, levanta e já saí empurrando todo mundo em busca da porta.

Eu fiquei curiosa, ele já sabia que o homem ia descer e por isso disse aquilo? Esse homem esta planejando o que esta acontecendo ou eu estou viajando?

Não pude nem questionar, quando vejo a Clara pulando pelo colo dele e sentando no banco vazio. – vem mamãe.
Ele me olha novamente com sorriso sacana e pede pra eu me sentar.

É claro que o mix de raiva e dominação que eu sentia por aquele homem tomava conta de mim, mas eu nao hesitei em passar por ele e sentar para proteger minha filha.

Coloquei ela no colo e ele perto do meu ouvido, murmura:
– eu sei que vc deve estar pensando que eu estava fazendo mal pra sua filha. Mas olha, relaxe, eu só faço o bem. Estava só dando carinho pra ela.

-Eu vi bem o que você eatava fazendo. Não adianta se justificar. Surpreendida comigo mesma por ter conseguido falar.

Ele: – você parece assustada. Eu entendo. Mas não pode me punir por querer dar carinho pra uma menina tão bonita. E a culpa disso é sua.

Eu: O quê?

Ele: Sim, esta menina é sua cara. E tão bonita quanto. Quando crescer tenho certeza que não dará sossego.

Ele era muito atrevido, mas eu não conseguia combate-lo.

-Olha acho melhor o senhor parar, eu ja vi o que estava fazendo.

Ele: – E o que eu estava fazendo?
Colocou a mão sobre a minha perna e começou à acariciar.

– Era isso que eu estava fazendo? O que tem de mais?

Eu travei. O arrepio voltou, mas agora era uma excitação.
Ele percebeu que eu congelei e continuou:
– todo carinho é bem vindo. Como eu te disse, não faço mal à ninguem. Só o bem.
Apertou minha coxa mais pra cima e nesse momento eu me molhei levemente.

Eu não sabia o que dizer, mas engoli seco e destravei minha tensão na hora.

Ele olhou pros lados e disse: – não tem ninguem cuidando da vida alheia, estão todos muito preocupados com seus problemas, com seus celulares, com seus fones. Ninguém reparou as mulheres lindas que vocês são. Só eu.

Continuou deslizando a mão pela minha perna e eu pude ver que ninguém realmente nos reparava.

Ele voltou a apertar minha coxa próxima à minha virilha. Suspirei e soltei um gemido discreto, mas o suficiente para me apavorar e olhar para todos os lados. Ele gentilmente tirou a mão da minha perna e segurou a minha mão;
– Fique tranquila, eu não vou deixar nada te constranger.

Aquele homem sabia me desarmar. Eu fui relaxando cada vez mais e sem perceber, ja estava com as pernas mais entreabertas, como se fosse um convite para ele continuar.

Eu estava de calça jeans, mas sua mão firme me fazia sentir todo toque e deslizar dos seus dedos.
Sua mão já passava entre minhas coxas e virilhas facilmente e ele tinha total controle do movimento, como se não tivesse uma criança em meu colo e uma jaqueta camuflando seus gestos.

Minha filha, surprendentemente estava quieta, e pude ver que ela olhava curiosa para baixo, nos sentido que a mão do homem me tocava.

Ele, numa atitude que eu já devia ter imaginado antes, desliza rapidamente a mão, agora, para as pernas da minha filha.
Ela quieta apenas sorri, como se estivesse sentindo cocegas ou graça.
Como ela estava apoiada em meu peito, e sua cabeça atrapalhava minha visão de baixo, nao puder perceber que o sacana, começava à acariciar também, sua virilha.
-Clarinha, você e sua mamãe gostam de carinho não é?
Ela balança a cabeça com o gesto de sim e ele continua pra mim:
-Viu? Sua filha é igualzinha você. Duas meninas manhosas.

Eu já num ato de extrema preocupação, misturada à excitação, abro o zíper da minha calça e fora de mim me entrego:
– Toque em mim, faça comigo logo!

Ele permanece com o mesmo olhar sereno e sorriso sacana, apenas devolve sua mão à minha perna, sobe, termina de baixar o zíper e diz:
-Eu não posso te negar carinho.

Sinto seus dedos grossos encostarem por cima da minha calcinha e massagear numa pressão perfeita em meu clítoris. Nesse ponto, eu já estava melada e minha calcinha já estava úmida, facilitando os deslizes.
Ele afasta minha calcinha de lado e posso sentir o toque da sua pele na minha.
Seus dedos massageavam minha vagina livremente e a baba que ela soltava, servia pra ele besuntar toda a parte externa.

A viagem parecia eterna e as pessoas ao lado, congeladas.

-Sua buceta é muita macia, quero sentir o calor dela.

Antes que eu disse qualqier coisa, começa a enfiar seu dedo à dentro de mim. Seus dedo era grosso, mas eu estava tão molhada, que deslizou suave e livremente.
Ele então começa à enfiar o segundo dedo, nesse momento eu pude sentir como os dedos daquele homem eram grossos e naturalmente imaginando como era seu pau.

Ele faz movimentos de vai e vem me masturbando e não consigo mais esconder minha excitação. Reviro os olhos e agora ele sabe que estou totalmente submissa.
Ele continua e meu tesão chega à um nível tão alto e rápido, que aperto minhas pernas com sua mão entre elas. Ele percebe minha reação e intensifica os movimentos.
Olho em seus olhos como uma criança que pede um doce e ele entende o recado. Com o polegar massageia meu clitóris e com os dois dedos dentro de mim, vai ate o fundo e volta várias vezes.

Após alguns segundos disso, não aguento e gozo. Eu nunca fui de gemer alto, nem quando gozo, mas eu fico totalmente sensível e tremo. Minhas pernas nesse momento se contorciam e tremiam incontrolávelmente. Nem tinha me recuperado, quando ele fala baixo ao meu ouvido:

-Já vi que sua buceta é muito quente, agora quero sentir seu gosto.

Levou seus dedos à boca e lambeu com tanta vontade, que eu queria que ele estivesse me fazendo um oral.
Eu estava extasiada e alucinando, quando vibra em meu bolso meu celular. Era minha chefe:

“Clau e aí, falta muito pra chegar?”. Mandou por mensagem.
Eu ainda recuperando minha sanidade: “Não Lis, eu já estou pasaando pelo ponto x, hoje esta devagar demais o trânsito.”

Distraída pela troca de mensagens, mal percebi que agora, toda atenção daquele homem estava voltada para minha filha.
“ta bom. Mas se for demorar muito me avisa, tenho reunião com o chefe do condomínio e não posso atrasar”.

Enquanto eu começava à digitar a resposta para minha chefe, mexi minha cabeça de lado para tenar ver o que ele fazia. Para meu espanto, o homem estava fazendo em minha filha o mesmo que acabara de fazer em mim.

“Não vai atrasar Elis. Jaja to aí”. Finalizei.

-Para, o que esta fazendo? Esbravejei.

-Estou apenas sendo justo com sua menina e dando-lhe o carinho merecido.

Ele então tira mão dela, passa os dedos na minha vaginha toda melada e volta à passar nela.

-Olha, estou lambuzando sua filha com seu mel. Não acha isso lindo?

Eu estava extasiada demais para raciocinar uma discussão com aquele homem. Suas palavras entraram em minha mente como uma flecha e uma pontada embaixo reacendeu minha excitação.

Ele lambuzada a pequena vagina da minha filha com meu líquido e com saliva de sua boca. Ela, parecendo me copiar, apenas fechava os olhos como se estivesse sentindo prazer e abria, curiosa com o que ele fazia.

-Você não pense em enfiar seus dedos nela. Falei, recobrando a pouca consciência que tinha.

-Não se preocupe, não ousaria machucá-la com esses dedos brutus.

Suas palavras me aliviavam e me causavam mais tesão.
Ele para um momento e agora abre seu zíper. O volume de seu pau, já forçava aquele membro pra fora. Eu não pude conter a vontade e só com seu olhar, eu lancei minha mão para dentro da sua calça.
Ele voltou à tocar minha filha, enquanto eu apertava aquele pau ainda crescendo, mas que mal conseguia fecha a mão.

Ele cospe mais em sua mão e lambuza cada vez mais a vagina da minha filha, nesse instante seu pau fica totalmente duro e pula pra fora da calça.
Não pude vê-lo, pois estava coberto pela jaqueta, mas pude sentir todo seu comprimento e sua cabeça que era muito mais larga que a do meu esposo.

Começo à bater uma para aquele homem desconhecido, quase como um sinal de retribuição, pois não conseguia aceitar a idéia de que eu queria fazer aquilo por vontade própria e que eu estava fascinada com aquela imoralidade descarada.

Ele continua massageando minha filha e da puxadas em seu pau, num nítido sinal de que já estava quase em seu ápice.
Eu percebo e quero muito senti-lo gozar, mas para minha surpresa, ele tira a mão de Clara, segura minha mão que esta em volta do seu membro e me diz:
-Meu leite é para vocês duas!

Ele com sua mão na minha, aponta seu pau para a direçao da vagina da minha filha que estava bem perto agora.
Eu não faço nenhuma resistência, pois aquela situação me excitava demais.

Ele vendo que eu continuava à masturbá-lo apontando seu pau para minha filha, volta sua mão para as pernas dela e segurando sua bunda, a vira um pouco mais para a direçao do seu pau.

Eu muito excitada também com aquilo, aperto e intensifico mais os movimentos em seu pau.
Ele numa puxada leve endurece mais seu pau e quando solta, voa uns dois ou três jatos direto para a pequena vagina da minha menina.

Sentindo que aqueles jatos tinham acabado de sair em direção à ela, eu puxo seu membro, e termino de masturbá-lo. Seu líquido ainda saí por mais alguns instantes e sinto escorrer em minha mão.
Quando vou limpar em sua camisa que está próxima, ele segura minha mão e diz:
-Não, você tem que sentir meu gosto.

Direciona minha mão pra cima e eu termino de levar à minha boca, lambendo aquele esperma viscoso e grosso. O sabor era forte, mas não tinha nenhum odor, o que me fez engoli-lo num ecstasy que parecia que eu tinha gozado novamente.
Ele me olha com a cara de total satisfação e completa:
-Agora veja como sua menina ficou.

Olho pra baixo e vejo minha filha quase dormindo, totalmente relaxada pela massagem que ele tinha feito. Achei incrível a habilidade e como ele masturbou ela daquele jeito. Ainda impressionada, ele pega minha mão e coloca sob a sua vagina que está completamente lambuzada.

Eu não tinha conseguido ver, mas os jatos que aquele homem soltou, melecaram totalmente minha filha, a ponto de ter escorrido por toda sua perna. Várias camadas de porra cobriam a vagina dela e passando a mão eu espalhei mais ainda sem querer.

Ele: -Você não vai limpá-la? Ou prefere que ela sinta meu gosto também?

Eu juntei uma boa parte daquela porra espalhada e levei a boca novamente, com uma fome daquele semen que eu nunca tive.

Como um leão que termina de comer sua caça, ele recolhe seu pau ainda todo babado pra dentro da calça e me disse:

-Vou fechar seu zíper e vocé sobe a calça da sua menina agora. Novamente cordial.

Termino a tarefa e ele puxa a jaqueta. Vestindo-a.

-Acabei de colocar meu número em seu bolso. Você escolhe se quer me ver novamente. Se quiser, meus carinhos estarão à sua disposição.

Repentinamente ele levanta e num último olhar sacana pra mim, finaliza:
-Agora eu vou, porque meu ponto ficou la atrás com o Moisés.

E desceu.

Eu estava atônita. Não conseguia me mexer. Entendia o que tinha acontecido, mas não acreditava. Voltei uns 5 minutos depois à realidade com o celular vibrando novamente.

“Clau, são 8:40, cadê você?”

Olhei para minha filha que tinha dormido de vez.
Respondi a mensagem e em poucos minutos cheguei ao meu destino finalmente, mas ainda atortoada e sem conseguir falar direito.

Mas o desenrolar dos acontecimentos e as consequências, ficarão para os próximos contos.

Espero que tenham gostado e me perdoem pelo tamanho, mas eu tinha que falar tudo que aconteceu.
Até mais e um beijo

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12 Comentários

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  • Responder @semsensura ID:fi07p99d3

    Excelente, um dos melhores contos que já li, espero ansioso por outros contos seus.

  • Responder Identidade Bourne ID:jl10os949c

    Muito bem escrito!

    • Flock ID:81rlcyim99

      Identidade Bourne, seus Contos são excelentes publique outros !!

  • Responder Flock ID:81rlcyim9i

    achei bom o conto, até compreensível a aceitação quando bate o tesão nos adultos ai rola de tudo !! continue.

  • Responder Pedro ID:5pbartu0k0b

    Não foi o próprio lúcifer que desceu para te seduzir e sua filha

  • Responder Cacike ID:2ql0fotez

    Muito bom, Continua.

  • Responder beto ID:3yny8ueq8rc

    continua urgentementevpor favor

  • Responder Advogado do diabo ID:830zqyx043

    Caralho que conto…maravilha….continua…conta como ele te comeu e como foi tirar o cacete da tua baceta e enfiar na bucetinha da tua filhota….e como tu ficou surpresa por ela tao novinha aguentar aquela tora arrombando o cabaçinho….kkkkk

  • Responder Zorro ID:5pbaat9rb0j

    Muito bem escrito. Parabéns!!

    • Neto ID:1kxv7rhl

      Claudia maravilhoso viajei e me apaixonei por você e na sua filhinha! Confesso fiquei com inveja desse senhor! Ansioso por mais relatos seus! Parabéns.

  • Responder Zenra ID:g61z8y743

    Gozei junto , caralho que delícia esses bebês

  • Responder anonimo ID:bemlaxsmv4

    muito bom manda a continuaçao logo , para nao quebrar o clima