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Descobrindo o Novo Mundo

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Corria o ano de 1579, os franceses e tamoios haviam sido derrotados há alguns anos, na mesma época em que a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro havia sido fundada, do outro lado da Bahia de Guanabara havia sido fundada pelo índio Arariboia a vila de Praia Grande dos Índios, chamada de Niterói pelos índios Termiminó, viu-se a necessidade de fundar mais uma vila um pouco mais ao norte de Niterói e para isso foi dado a missão para o nobre Gonçalo Gonçalves, chegamos ao Brasil no começo do ano e eu, Rodrigo Afonso vim com ele como soldado e escrivão

Passado alguns dias de nossa chegada resolvi embrenhar-me na mata em busca de um rio onde eu pudesse banhar-me e ficar relaxado e lá fui eu em busca do rio a qual eu vi o leito ao longe ainda na caravela, após um bom tempo de caminhada encontrei o tal rio, despi-me de minhas roupas, deixei minha arma e fui nu mergulhar no rio, lavei-me bem e a água morna deixou-me com tesão, lembrei das vezes que eu fodi com uma puta de minha aldeia e logo o pau ficou duro, saí do rio de pau duro e encostei-me ao pé de uma árvore, o pau latejava de tesão, pulsava querendo gozar, então ouço um barulho de quebrar de um galho, rapidamente levantei assustado, poderia ser algum animal ou pior, um índio selvagem, mesmo sabendo que os tamoios haviam sido derrotados eu nem pensei que seria impossível haver um deles ali, meu instinto gritou mais alto, então avistei não muito longe uma sombra onde consegui ver que era de um índio, agarrei minha arma e fui socando a pólvora para ter como atirar, com um pedaço de graveto soquei a pólvora e lembrei das estocadas que eu dava na puta em minha aldeia e meu pau ficou duro, apontei a arma para todos os lados e o pau aos poucos baixava, eis que ouvi um barulho por acima da árvore onde eu estava perto e quando vi eu já estava no chão e desarmado
Um jovem índio pulou em mim abraçando-me, naquele momento pensei que iria morrer, tentei lutar contra ele pois sou mais forte mas o jovem índio segurou meu pau com força e eu fiquei imobilizado, arregalei os olhos de medo e implorei para não ser devorado, e eis que ele fala

Índio – Eu não vou devorá-lo, não sou canibal

Eu – Caralho, tu falas português! Vais me matar?

Índio – Não vou matá-lo, eu só queria observá-lo, eu nunca vi um branco pelado tal como meu povo, tenho curiosidade em saber como é e eu o vi, quis ver de mais perto, não tenho intenção de fazer nenhum mal, eu já estou lhe seguindo desde que você saiu da vila e se fosse para fazer algum mal, eu já teria feito

Eu – Me segues desde a vila, incrível como tu és silencioso, vives perto da vila? Por qual motivo pulaste em mim se não tens intenção de me fazer mal?

Índio – Eu vivo perto da vila de Arariboia onde você estava, mas não dentro dela, minha mãe ainda tem medo do ataque dos franceses e dos tamoios e preferiu ter sua maloca afastada da vila. Quando eu vi que você pegou a arma eu tive que pular em você para tirar-lhe a arma, era isso ou você me daria um tiro pensando que eu lhe faria mal

Eu – Eu já lhe entendi, agora tu podes tirar a mão do meu pau?

Índio – Eu até tiraria a mão, mas acho que teu pau não quer, veja como está duro

Olhei meu pau e vi que estava latejando de tesão, duro como rocha, olhei com vergonha para o índio e ele sorriu para mim, um belo e jovem índio, pele morena avermelhada, cabelos negros e lisos, magro e pouca coisa mais alto que eu
Ele me olhou nos olhos com ternura e me beijou e eu retribuí, acariciei seu rosto e vi um sorriso nele, então ele rompe o silêncio e diz:

Índio – Este será o nosso segredo, eu não falo que você ficou de pau duro comigo e nem você fala que eu te beijei, assim estamos quites

Eu – Sei que és jovens , mas já tens idade de ter uma curuminha para ti, os índios na tua idade começam a casar e já há quem tenha filho, não preferes uma índia?

Índio – Já tentei ter curuminhas, minha mãe me obrigou, mas eu não consigo ter desejo por elas, não consigo ser homem para elas, às vezes eu desejo estar no lugar delas, ser amado por um homem

Eu – Confesso que eu nunca tinha beijado um homem, e nunca fiz um de mulher, ainda mais um índio, estou há muito tempo sem sexo e por isso estou excitado agora, faz tempo que não há uma mão no meu pau que não seja a minha, peço desculpas por estar assim

Índio – Eu já me deitei com um índio, foi rápido, mas prazeroso, foram poucas vezes, mas nunca com um branco, já vi um branco foder uma índia, eu gostei de ver, mas nunca me aproximei tanto de um branco quanto de você agora, e não se desculpe por estar excitado, vejo que você sente falta de sexo

Minha mão foi deslizando pelo corpo do jovem índio sentido a maciez de sua pele, acariciei suas costas até alcançar sua bunda, seu corpo sem pelo algum deixou-me ainda mais excitado, abracei ele e beijei novamente, ficamos de lado um olhando para o outro então fiquei por cima dele olhando o nos olhos, beijei seu pescoço enquanto ele começava a gemer, segurei-o pelo cabelo e beijei-o mordendo-lhe os lábios, naquele momento eu perdi totalmente a noção do que fazia, só queria fazer com aquele jovem índio o que eu fazia com a puta lá em minha aldeia
Desci beijando seu pescoço e seus peitos me fascinava, mamilos morenos, pequenos e pele lisa, comecei a chupar seus peitos, sugava seus mamilos e mordia levemente, ele me abraçava e gemia com mais tesão
Suavemente virei ele de costas e fui chupando seu pescoço, lambi sua orelha e fui deslizando minha língua pelas costas dele, eu sentia sua pele arrepiar e seus gemidos aumentavam com mais prazer, então encontrei sua bunda, morena, lisa e arredondada, não me contive e mordisquei as carnes de sua bunda, senti o calor do seu cuzinho e com ternura lambi seu cuzinho suavemente até aumentar a velocidade e beijar aquele cu intensamente, enfiei minha cara em seu cuzinho e já chupava aquele cu em desespero, queria sentir o sabor daquele cu, uma cucetinha morena que já estava húmida com minhas chupadas, eu enfiava a língua como se fosse comê-lo com a boca, suas suas mãos agarravam o gramado enquanto ele gemia loucamente como se fosse uma menina que era chupada pela primeira vez, eu estava em transe com aquele cuzinho em minha boca
Meu pau babava de tesão, eu pincelava seu cuzinho com meu pau e aos poucos fui penetrando-o devagar, ele começou a gemer, parecia ser de dor e prazer ao mesmo tempo
Eu sentia aquele cuzinho apertar meu pau com desejo e assim devagar foi entrando todo dentro do jovem índio, meu pau latejava e pulsava dentro dele, então segurei-o com cuidado com minhas mãos sem tirar o pau de dentro e o coloquei de quatro, seu corpo moreno brilhava de suor, seu cuzinho ainda apertava meu pau e assim fui aumentando as estocadas com mais desejo, eu desejava aquele índio, fode-lo era muito mais que prazeroso, era mágico, sentir aquele cuzinho quente abraçando meu pau era fascinante
Aumentei as estocadas enquanto apertava sua cintura em minhas mãos, ele empinava e gemia, meu pau adentrava com voracidade naquele cuzinho, segurei pelo cabelo dele e aumentei as estocadas com mais força

Índio – Que delícia, puxa meu cabelo, caralho

Eu – Está doendo o seu cu?

Índio – Está um pouco, mas eu aguento

Eu – És a minha princesinha safada

Índio – O quê é princesinha?

Eu – Esquece, digamos que és a minha curuminha

Índio – Sou tua curuminha, mete gostoso na sua curuminha, mete com amor

Meu suor pingava sobre ele, o fluxo das estocadas aumentava e ele gemia melhor que uma puta, deslizei minha mão pelas costas suadas dele enquanto minha outra mão dava-lhe tapinhas na bunda dele, o barulho do meu saco batendo no rabo moreno dele fazia um som constante de uma penetração prazerosa no cuzinho dele
Segurei com mais força sua cintura e aumentei as estocadas ao máximo, meu pau latejava dentro do cuzinho dele como se fosse explodir num tesão sem fim, ele gemia loucamente enquanto rebolava a bunda no meu pau
Ele gemeu com um grunhido e cheio de prazer disse que estava gozando, eu não me contive em escutá-lo gozar, meu pau latejando enquanto o cuzinho dele comprimia meu pau dentro daquele buraco quente e húmido, então penetrei-o até o talo, urrei como um urso e gozei fartamente dentro daquele índio, enchi seu cuzinho de leite, e me surpreendi com o imenso prazer que eu senti naquele momento
Ele deitou sobre o gramado e eu deitei por cima dele, a pele morena dele encharcada de suor contrastava com meu corpo branco e peludo também molhado de suor, beijei seu rosto molhado e deitado sobre ele eis que ele falou:

Índio – É uma delícia ouvir sua respiração ofegante em cima de mim

Eu – Faz muito tempo que eu não fodo com tanto tesão assim, fodi como um animal

Índio – Você fez coisas em mim que ninguém nunca me fez, primeira que vez que sinto a sensação de ter meu cu e meus peitos chupados, primeira vez que fui beijado por um homem e foi incrível, agora sei como se sente uma curuminha nas mãos de um macho

Eu – Já que tudo isto é um segredo nosso, posso dizer-te que foi mágico, maravilhoso, foi mil vezes mais prazeroso que foder uma mulher

Nos levantamos e pude ver a minha porra escorrer de dentro do cuzinho dele e escorrer pelas pernas, ele meteu a mão e viu que havia um pouco de sangue, olhei para ele com vergonha e baixei o olhar, ele então acaricia meu rosto e diz para eu não me sentir mal, que a dor iria passar em algumas horas e que deveríamos nos lavar no rio
Andamos até a beira do rio e notei que as pernas dele estavam bambas, coloquei meu baço sobre seu ombro e caminhamos juntos ao rio, rimos um para o outro e então mergulhamos, no rio brincávamos de jogar água um no outro como se fossemos crianças, apesar de eu ter meus 25 anos eu não tive uma infância de risos e brincadeiras, desde o começo da minha adolescência aprendi a lutar, tive que trabalhar desde cedo e servir ao Reino de Portugal como um súdito leal, tão jovem a única brincadeira que eu tinha era comer e brincar com uma puta nos fundos da taberna, o pouco que eu recebia dos meus ganhos era dividido para ajudar a minha mãe e o restante eu me divertia com a minha puta preferida, ela me ensinou a ser um homem e ao mesmo tempo brincava comigo e eis que aquele índio fazia-me mais feliz que a puta de minha aldeia em Portugal, naquele momento perdido em pensamentos e reflexões o índio me abraça e me beija, rapidamente fiquei de pau duro e retribuí o beijo, então saímos do rio e nos sentamos ao pé de uma árvore, ele olhou meu pau duro e sorriu, mas disse:

Índio – Meu cu dói um pouco, acho que eu não aguentaria mais uma foda, você quer tentar?

Eu – Não te preocupes meu benzinho, não vou te machucar, entendo que seu cuzinho está um pouco dolorido, não vou te foder o cu, mas quero que você chupe meu pau

Índio – Eu nunca chupei um pau, mas já vi uma índia fazer num dos soldados lá da vila, vou tentar em você

Eu – Tu não és mesmo canibal, não quero que mordas meu pau (sorrir sarcasticamente)

Índio – Já disse que não sou canibal, mas que porra, tu gostas de brincar comigo não é

Eu – Gosto de vê-lo nervoso, assim ficas com a cara fechada igual índio guerreiro pronto para o ataque e eu gosto de dominar, ainda mais uma putinha guerreira

O índio lambeu os beiços, sorriu para mim com malícia e foi abaixando em direção a meu pau, foi cheirando e lambendo minha barriga até chegar a minha virilha, tal como um curumim curioso ele brincava com meus pelos e chupava minhas bolas, lambendo, sugando enquanto meu pau rijo como pedra babava de tesão
Bati com meu pau na cara morena do índio, ele encheu os olhos e com doçura foi passando a língua na cabeça do meu pau, sugando cada gota, aos poucos foi colocando meu pau na sua boca e engolindo, meu pau lateava dentro da boca quente e húmida daquele jovem índio
Segurei suavemente sua cabeça e fui movimentando suas mamadas e que mamada, o índio chupava desesperado como se fosse engolir meu pau
Meu pau pulsava dentro de sua boca húmida e quente, o jovem índio chupava como se a boca dele fosse o próprio cu implorando pelo meu caralho, segurei seu cabelo e disse:

Eu – Mama me olhando minha indiazinha safada

Ele mamava desesperado e eu segurando sua cabeça e olhando-o nos olhos vi tesão e desejo nele, sua língua dançava no meu pau
Fui metendo na boca dele e já estava sentindo o gozo vir, falei com ele que iria gozar para que ele tirasse a boca, mas ele sugou ainda mais, urrei e gozei jatos de porra na boquinha dele e ele bebeu tudo
Eu não tive nojo e de imediato dei um longo beijo no índio, um beijo apaixonado, logo após coloquei minhas vestes e roupas e fui preparei-me para ir embora, ele decidiu me acompanhar até a vila e disse que lá conhecia muitas pessoas, fomos caminhando juntos e conversando e assim conhecendo um ao outro.

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29 Comentários

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  • Responder Anônimo

    Gostaria que fosse mais picante

  • Responder Lisbeth

    Não curto contos eróticos fictícios, mas tenho que reconhecer, que o seu é bom, aliás, é ótimo.
    Diferente de alguns que já li aqui, seu conto prende à atenção mesmo, e é bem divertido tbm.
    Continue, a história tem potencial.

    • Portugativo

      Agradeço imensamente o seu comentário, fico muito feliz em ler um comentário assim
      Já estou no terceiro capítulo, e espero agradar ao leitor

  • Responder Imartini

    Ora pois veado,em vez de ter ido atrás duma indiazinha(maior de idade ,claro)você parte pra veadagem com um silvícola não é mesmo?Que lindo né veado!Mas eu,John Deere,Matador de Veados,se estivesse lá na hora,acabava com essa sua veadagem!

    • Portugativo

      Sinceramente, não falamos ora pois, mas reconheço que tens um bom português
      Sobre o teu comentário, recomendo que entre numa máquina do tempo

  • Responder Anjo

    Genial, um conto muito divertido e os diálogos espetaculais

    • Portugativo

      Agradeço imensamente o seu comentário

  • Responder Danone

    Minha nossa!! Isso sim que é um belo de um conto, nossa parece que eu estava assistindo a tudo pessoalmente, por favor continue com mais histórias!!!!

    • Anjo

      Concordo com você

    • Portugativo

      Valeu Danone, fico feliz que tenha gostado, em breve terá mais

  • Responder Suzy

    Incrível amei ❤️🤩

    • Portugativo

      Muito obrigado Suzy, valeu

  • Responder Guifor

    Eu gostei muito do teu conto. Nunca vi um conto erótico de época e eu achei o teu maravilhoso! Realmente incrível! Gosto muito de história no geral e fiquei fascinado por tudo! Você me deu umas idéias de coisas para escrever, obrigado.

    • Anjo

      Maravilha

    • Portugativo

      Eu sempre busco pesquisar, conhecer bem a parte histórica que será relatada em meu conto e ser o mais fiel possível a história e trazer um conto de qualidade, onde eu mesclo putaria com história
      Demoro horas para escrever, mas busco trazer o melhor para vocês

  • Responder LG

    Muito bom!
    excitante e bem escrito!

    • Portugativo

      Agradeço muito o seu comentário, irei dar continuidade ao conto e novamente obrigado, procuro escrever um conto excitante e ao mesmo tempo ser fiel a história, pois vocês leitores merecem o melhor

  • Responder Luciano

    Adorei o conto, fiquei excitado, queria esse português pra mim. Rsrs

    • Portugativo

      E eu adoraria estar com você
      Muito obrigado pelo seu comentário

    • Anjo

      Muito cachondo sim

  • Responder .

    Diferente, interessante e muito excitante… Nota: 5/5
    Muito bom

    • Portugativo

      Eu faço pesquisas, leio e busco encaixar o conto dentro do campo histórico, quero trazer algo de qualidade para vocês sem perder a putaria

  • Responder luiz

    que conto maravilhoso me amarro nesse tipo de conto, por favor continue, o portuga tem que comer muito o indio, bela submissao, adorei queria ser esse indiozinho

    • Portugativo

      São vocês que comentam que me incentivam a escrever, aliás, gostei de saber que se amarras em contos assim, podes ter certeza que eu adoraria que tu fosses o indiozinho em minha vida

    • Anjo

      Que é putaria?

  • Responder Ian

    Adorei a proposta. Continua, vai? 🙂

    • Portugativo

      Fico feliz que tenhas gostado dessa proposta de conto erótico, e fique ciente que vou continuar

  • Responder Anônimo

    Conto muito bom, continua

    • Portugativo

      Vou continuar sim
      Agradeço o comentário