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Caminhoneiro Quarentão na broderagem com o frentista 10

5223 palavras | 5 |3.89
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Tem dia que só o que o cara quer é uma broderagem entre amigos pra ficar relaxado, né? Por aqui é o que mais tem.

O bom de não esconder que você é um pervertido é fazer sacanagem às claras. Tesão não gasto é um crime.

Era bem meio da tarde com sol enorme lá no topo e um calor dos infernos comendo o couro da gente quando eu parei para abastecer num posto desses de BR que divide a cidade. Até aquele momento a minha ideia era só abastecer rapidinho, comprar qualquer porcaria que enchesse a barriga até a parada certa e seguir estrada, mas tem coisa (e gente) que prega os olhos nos nossos e aí pra fugir da situação custa um pouquinho.

Só que às situações são sempre surpreendentes. Estou errado?

O posto vazio, a cabine torrando porque desliguei o ar e o dia lindo lá fora me arrancaram para fora do carro e eu desci com a camiseta pendurada no ombro. O frentista, um negão de altura mediana, mas corpo enorme me chamou atenção, não só pelo corpo, mas pela forma como desenhou meu peitoral com o seu olhar. Poderia ser um olhar aleatório uma vez que eu estava ali de peito de fora, mas poderia não ser.

Fiquei ali do lado enquanto ele fazia o serviço, dei umas duas olhadas bem esticadas no corpo do cara e puxei um papo bem rapidinho sobre o sol daquele dia. Ele foi se abrindo logo, sorrisão de quem estava em dia bom, boca larga e carnuda de quem beija bem pra caralho. Confesso que eu não precisei nem de um minuto pra me imaginar metendo naquela boca feito um tarado que gosta de arregaçar.

– Pelo menos tu pode dar uma parada, tomar uma ducha, ficar aí de peito de fora, pegar estrada com o vidro baixo… Eu mesmo só consigo dar uma corrida no banheiro e cabô.

Ele falava de um jeito solto, garotão cheio de vida, sotaque xiado de carioca. Eu não escondia que olhava mais a região do queixo enquanto falava e que tinha uma vontade doida de descer o olhar pra dar uma conferida ligeira no corpo dele. Em pé, a mangueira no ponto, a máquina zoando atrás da gente, ele apoiava a mão grandona na cintura e marcava a região grossa que divide a barriga e o começo da coxa. Conseguia ver que tudo era grandão porque o uniforme dele ajudava. Calça de sarja fina marcando o volume, até a costura da cueca, cinto apertando tudo, camisa polo enfiada na calça e apertada no peitoral. Dei uns trinta e pouco pra ele, mas querendo descer pra uns vinte e oito toda vez que ele soltava uma gargalhada com o drama que eu fazia sobre querer largar o caminhão e sair correndo pra um bar virar umas duas.

– Imagina, mano? Tomar uma gelada agora só de calção em casa depois de um banho geladão, pagode comendo na caixa, piscininha de mil litro no quintal, uns dois amigos pra zuar com a gente… – Deu uma coçada na careca quando terminou de falar e o braço lutando pra caber na maga curta da polo dele gritou meu nome. Não evitei, olhei com fome pro músculo escuro refletindo o sol.

Que pele, meus amigos.

– Aí você me fode, porque era exatamente o que eu queria agora. Sungão, carninha, duas doses. – Respondi depois de me recompor.

– Nada de uma mina pra curtir contigo?

Tinha um interesse claro na pergunta dele porque o tom usado foi diferente e ele também carregava uma expressão e uma dureza nos lábios de quem estava se colocando em uma viagem pelos pensamentos. Saquei a curiosidade dele e estava pronto para fazer o jogo gostoso de provocação que é instigar outro macho.

– Mina? Que nada. Queria mesmo era dois caras pra zuar desse jeito aí que você falou. Piscininha, todo mundo suando debaixo desse sol.

– Passei vontade agora – ele falou apertando os olhos fingindo sofrer com o cenário que inventamos.

Antes mesmo de falar já havia terminado, devolvido a mangueira à máquina, já carregava a máquina de cartão entre os dedos grandes e se aproximou de mim movendo o corpo num gingado faceiro, colocando o quadril lá na frente e puxando o cinto pra cima, evidenciando a cintura larga e as coxas gigantes. Eu tirei meu cartão do bolso olhando bem fundo no olho dele exibindo um sorrisinho de canto bastante convidativo e deixei ele chegar o mais perto possível para falar.

– Bora, sobe aí. A gente acha um lugar com piscina pra fazer aquele churrasco e depois você volta como se nada tivesse acontecido.

Ele gargalhou com a minha proposta. Gargalhou metendo a mão no saco pra dar uma apertada jogando a própria cabeça pra trás. Típico garotão. Imaginei ele fazendo isso bêbado com a sunga molhada e a rola desenhada no tecido. Meu pau gritou dentro da cueca e eu não segurei minha inspiração em ficar duro. Que percebessem.

– Agora é você que me fode chamando assim. Assina minha carteira que eu vou! – Brincou catando o cartão, inserindo o valor e me passando a máquina.
Eu tinha que tirar o caminhão dali, mas não queria ir embora ainda. Queria saber quais eram as minhas chances de conseguir alguma coisa com aquele cara que estava se jogando pra mim. Não podia ser só impressão minha. Nenhum macho ri faceiro do jeito que ele riu antes de falar que você “fode” ele fazendo uma proposta tentadora. Esse é vocabulário de um cara que carrega ao menos uma curiosidade de conhecer na prática a brincadeira.

Estacionei do lado do posto, dei uma corrida no conveniência, na fila do caixa dei um jeito de arrumar o meu volume que estava pleno na calça e procurei o cara lá fora com uma lata de coca-cola e chicletes. Ele estava conversando com outro num espaço na sombra e se afastou dele para me encontrar no caminho. Abri a coca, ofereci um gole que ele negou, mas dei o chiclete que ele aceitou. Mastigou sorridente, umedecendo os lábios pra falar comigo.

– Pra casa?

– Como é? – Eu não entendi. Estava perdido na boca dele em movimento.

– Tá indo pra casa?

– Quem dera. Mas já tô pra descarregar, então logo volto pra casa e aí, meu irmão, só perna pra cima, cerveja gelada e folga boa.

– Volta amanhã?

– Acho que sim. Descarrego agora finalzinho da tarde, tomo pouso em algum lugar pra dormir e amanhã rumo pra casa.

– Então vai descarregar aqui perto? – Ele estava realmente curioso, mas quando perguntou isso estava olhando ao redor com jeito de que procurava alguém perto.

– Quase aqui do lado. Pertinho!

Ele ficou calado por uns segundos, coçou de novo a nuca careca, enfiou as mãos no bolso curvando o tronco de um jeito que parecia querer esconder o rosto e a voz e disse olhando nossos pés.

– Rola passar aí mais tarde?

Continuou com a cabeça meio abaixada depois que me surpreendeu com sua pergunta, mas ergueu os olhos e me olhou dessa maneira. Ficava mais felino olhando assim, conseguia expressar melhor a curiosidade porque não escondia totalmente a vontade de descobrir as coisas que deviam permear seus pensamentos, mas não se entregava. Podia fazer o que fosse, abaixar a cabeça, me olhar de canto todo suspeito, curvar o tronco ainda acanhado, mas não conseguia esconder a safadeza. Nenhum homem consegue.

– Diz a hora. – Eu quis dar uma apertada no meu pau acordando de novo dentro da cueca, mas temia assustar o safadinho.

– Sete, oito. Tô saindo por esse horário.

Eu só dei um sorrisinho como resposta. Ele deu outro em seguida, ajeitou a postura do corpo, voltou ao modo molecão sem vergonha, deu um tapa e uma apertadinha no meu ombro e saiu com todo seu gingado dando uma piscadinha pra mim já distante.

Preciso dizer que saí dali duro?

A descarga do caminhão foi mais demorada do que pensava que seria. Depois de feito, resolvi a papelada, conferência, a documentação, questões das notas fiscais com o pessoal da empresa destinatária que são todos chegados meus e parti pro hotelzinho que já usei como pouso outras vezes antes. Mais beira de estrada impossível. É só um conjunto de quartos com um grande estacionamento na frente e uma lanchonete do lado, fora isso não tem mais nada por perto. Levei minhas coisas do banho e a toalha velha, a muda de roupa e os documentos. Fiquei andando pelado pelo quarto antes de entrar no banheiro comunicando umas coisas para o pessoal da empresa que remetia aquela carga, apressado para sair dali. Entre esse momento e a punheta que bati com força embaixo do chuveiro só o frentista me veio na cabeça. Era curioso como eu estava disposto a me arriscar por um cara que eu não conhecia e que nem sequer eu sabia o nome. Tinha esquecido de me apresentar no meio da nossa conversa. Acho que estávamos tão curiosos um no outro que nem lembramos que pessoas têm nomes. Ele poderia ser tudo, e poderia ter várias coisas em mente, mas o risco às vezes é parte do tesão. Você tenta controlar e se comportar como homem decente, mas a indecência é viciante. Isso aqui é um aviso, meninada.

Meti uma calça simples nas pernas, camiseta solta, mas a cueca era nova. Perfumei o peito, as axilas, o pescoço. Camisinha no bolso de trás da calça e só algum dinheiro pouco no bolso da frente. Fiz o caminho para o posto rindo de mim mesmo por encarar isso quando poderia simplesmente parar em qualquer beira de rodovia e colocar um moleque pra me chupar por qualquer trocado. Não usei o estacionamento de mais cedo, mas um mais distante, do outro lado da pista. Observei o movimento, avistei o cara mais ao canto e ele me olhou de lá algumas vezes. Vi ele desaparecer dentro do conveniência e sair com duas Heinekens na mão. Apostei ali que ele me ofereceria uma. Mais perto do caminhão fiz um sinal para ele entrar e ele não fez muito caso, só abriu a porta e embarcou. Me estendeu a mão sentado como meu carona e me ofereceu a cerveja depois que eu apertei o cumprimento.

– Pega aí. E eu só lembrei agora que não falei meu nome. Jeferson, prazerzão.

Eu aceitei a cerveja mas não abri imediatamente, só encostei meu corpo mais de lado na minha janela e estendi uma olhada demorada pelas pernas dele dentro da calça jeans que usava. Não estava de uniforme, finalmente. Devia carregar as peças na mochila que colocou no colo.

– Caramba, só agora lembrei de me apresentar. – Fingi. – Prazer, Rogério. – Terminei estendendo a mão de novo.

Deixei a cerveja entre minhas coxas, liguei o caminhão e perguntei se ele tinha um lugar em mente para onde queria ir. Ele disse que qualquer um que tivesse cerveja. Estava cansado e queria ao menos mais umas duas geladas. Sugeri o hotel que peguei naquela noite, porque assim eu também poderia tomar e não precisaria dirigir depois. Ele me deu um silêncio curto e concordou que era uma boa ideia.

No caminho pouco papo, só como tinha sido o resto da tarde para ambos, como ainda estava bem quente e como seria bom ter aquela piscina. Perguntei se ele tinha uma sunga na mochila e ele disse num riso gostoso que banho a noite só serve pelado. Eu concordei. Quando ele tomava um gole, eu prestava bem atenção em como o corpo dele parecia mais tenso, mais travado e isso estava me enchendo de excitação. Dava pra saber que ele tinha pouca experiência, independente de qual fosse a sua intenção naquele momento. No estacionamento do hotel eu desliguei o caminhão e não dei sinal de que desceria. Nos arrumamos no banco, ele no dele e eu mais encostado na janela do meu lado. Abri minha cerveja.

– Jogo limpo? – Eu perguntei.

– Sinceridade. – Ele respondeu no último gole da sua. Me devolveu o olhar que eu tinha dado nele minutos antes.
– O que você quer?

Ele ficou um tempão calado só dando uns sorrisinhos de vez em quando e alisando o joelho esquerdo por cima do tecido até finalmente falar.

– Tu me deixou encabuladão daquele jeito que me olhou lá no posto.

– Eu? – Me fiz de incrédulo tomando outro gole. – Você que meteu esse seu olhar e esse seu sorriso pro meu lado. Só devolvi, uai.

– Te achei muito gente fina, na moral mesmo.

– Foi? – Dei outro gole bem calmo na cerveja. O tom da conversa era esse mesmo que eu queria. – Só gente fina?

– É que não sei como é que eu posso falar. Calma aí. – E riu ajeitando a postura do corpo, destravando o peitoral, abrindo mais as coxas. Também voltou a olhar nos meus olhos, coisa que ele vinha fazendo pouco até ali.

– Não tem problema falar que homem é bonito, não. Pode falar. Que é bonito, gostoso, coisa que não sou. Pode até dar uma mentida pra agradar, tá liberado.

Ele soltou a gargalhada faceira e jovial dele, mas depois me olhou sério e sorriu só no cantinho da boca me assistindo torar metade da cerveja já.

– Tu é bonito, viu? Tem um jeito massa. Não deu em cima de mim na cara dura. Porque tem gente que chega lá já querendo meter a mão nas costas, na cintura. Já vem achando que sou gay e tal.

Eu quis rir, mas fiquei sério. Jeferson estava me comendo com os olhos, provavelmente deveria estar duro embaixo da mochila como eu já estava ficando, provavelmente me deixaria fazer coisas que nunca tinha feito, mas não queria ser visto como gay. Tá bom, então.

– É, tem que ir com calma. Ninguém pode sair assim metendo a mão nos outros, não. Muita falta de respeito – eu disse sincero. – Mas e você… Nunca saiu com outro cara?

– Uma vez só. Faz mó tempão. Foi antes de eu começar a namorar uma mina aí. Já terminei até, só pra você vê… Nem fiz nada não, eu só deixei ele dá uma pegada.

– Só isso?

– Oxe, só. O cara não me explicou nada, disse que queria me comer, eu vazei logo.

– Tá certo! – Eu respondi rindo fazendo ele rir também. Dei o último gole. Um grande.

Fiz qualquer brincadeira sobre eu ter aproveitado se estivesse no lugar dele e mudei o curso da conversa, olhando mais sério pra ele, chegando mais perto pra falar mais baixo.

– Quer que eu te mostre?

– O quê?

– Como é que se faz na amizade?

Como resposta ele me deu um sorrisinho de sobrancelha erguida. Estava na mão, era só aproveitar. Peixe grande é fácil de segurar porque você pega pelo rabo.

Jeferson ficou sem jeito dentro do quarto. Como não ficar? Eu fui entrando atrás dele com o pau estralando e marcando na calça. Ele deu umas olhadas sem saber o que era pra fazer com isso, mas a tarefa de conduzir era minha. Liguei uma musiquinha baixo só pra nossa conversa ficar mais íntima e sentei na beira da cama. Jeferson ficou em pé meio distante de mim, mais perto da porta, enquanto tomava da outra cerveja que eu tinha deixado no frigobar. Me olhou suspeito, meio querendo, mas eu vi que ele estava começando a ficar duro também.

– Vem cá – pedi.

Ele veio. De vagar, mas veio. Caladinho, meio quieto, eu sorri quando ele assustou com minhas duas mãos na lateral do quadril. Parou longe demais de mim e fiz ele entrar entre minhas pernas. Ainda de pé, sua barriga ficou na altura do meu rosto. Respirei o cheiro suave de limpeza que ele carregava e encostei meu rosto na camiseta dele.

– Não assusta, não. Vou tirar sua roupa, mamar seu pau, deixar ele todo babado pra mim. Beleza?

Se respondeu, eu não vi, porque logo após pedi a ajuda dele pra tirar a camiseta e já fui abrindo o zíper enquanto molhava a barriga lisinha com meus beijos. Entre eles, umas lambidas. Pele gostosa, escura, dura pra caramba. Ele tremeu quando minha cara ficou enfiada na cueca. Não tinha como ser diferente, aliás. Eu mordisquei a cabeça da rola dele e gemi um pouquinho esfregando a língua no tecido esticado. Jeferson já estava duro. Mais duro que eu conseguia ficar. Cada vez que eu largava o pau coberto pelo tecido pra beijar de novo o espaço entre a virilha e o umbigo, ele esfregava o pau no meu queixo com força. Estava implorando para ser chupado e eu fiz suas vontades.
Coube tudo dentro da minha boca, não porque eu sou um puto guloso. Até que sou, mas coube tudinho porque a rola dele era pequena. Na medida, eu diria. Não era um monstrão. Rola bonita, por sinal. Pele sobrando o suficiente pra descer bem e mostrar a cabeça inteira, macio, coberto de veias grossas. Chupei muito. Enfiava fundo e fazia ele gemer pra mim. Metia a mão na bunda e ele prendia as nádegas para depois soltar quando eu insistia com as pontas dos dedos. Nessa hora eu já tinha forçado Jeferson a descer a calça e a cueca e ele estava completamente pelado usando uma mão pra alisar meu cabelo e a outra pra segurar a cerveja.

– Vou deitar você na cama, viu? Fica tranquilo, respira de boa, estamos aqui só brincando entre amigos. Quero te relaxar um pouco.

Eu disse já fazendo ele deitar. A cerveja ficou na bancada do lado e ele deitou usando o travesseiro embaixo da cabeça. O tronco mais elevando deixava ele me olhar bem. As duas mãos foram para a nuca e os braços fortes expuseram a axila. Coisa linda chupar um homem nessa posição. Abri as coxas dele, entrei no meio e meti a boca no saco. Ele tremia um pouquinho, gemia baixinho, agarrava meu cabelo e me fazia chupar mais fundo. É instinto, se você vai no saco, o cu pisca fácil. Ele piscou. Trancou a bunda de novo, mas eu já estava lá. Lambi a virilha deixando ela bem babada e acessei o interior da bunda. Ele só se mexia fazendo o quadril rebolar na minha cara. Para meter eu só precisava de uma coisa.

– Gosta da minha língua aqui? Alguém já te chupou assim?

– Na.. não.

– Posso continuar?

– Vai fazer o quê?

– Eu vou te virar de bruços e chupar sua bunda.

– Tu não vai querer meter não, né?

– Eu só faço o que você me deixar fazer.

Eu estava me controlando para não perder o rumo da condução e apanhar daquele cara ao tentar meter nele com toda força, porque não tem coisa mais gostosa e excitante que um homem cru de tudo e completamente nu com o pau todo melado estralando de duro esperando você cair de boca nele. Tem uma necessidade na carinha deles que me fazem esperar o momento certo de dar o prazer que eles querem.
Fiz ele virar de bruços e a bunda durona engrandeceu nessa posição. Caralho, que vontade de meter com tudo. Meio de quatro na cama eu tirei minha roupa toda, deixei do meu lado a camisinha que estava no bolso e me encaixei entre as coxas negras dele. Beijei a cintura antes de beijar a bunda e assustar Jeferson de novo.

– Relaxa. Você vai ver que é bom. Não tá gostoso?

– Tá mó gostoso mesmo.

– Então… Eu tô falando que aqui é na amizade. Não vou te abusar, não. Só um pouquinho talvez. Empina a bunda pra mim, vai.

E ele empinou.

– Abre ela com as mãos.

– Assim? – A voz dele saiu abafada porque ele estava com a cara enfiada no colchão já que usava as duas mãos para expor o interior das nádegas.

– Desse jeitinho. Que bunda linda, Jeferson. Dá vontade de meter a mordida nela. Deixa eu morder?

– A minha bunda? – Ele deu uma suspirada.

– Sim, essa sua bundona gostosa.

– Devagarinho?

E eu mordi sem avisar. Fiz ele rir com a mordida e ela foi a deixa pra eu fazer mais. Passei a língua onde mordi e depois beijei. Ele suspirou, empinou mais e eu mordi a beiradinha dela, quase com a cara enfiada no cu dele. Jeferson tremeu de novo, gemeu porque eu estava respirando lá dentro e outra vez passei a língua onde mordi.

– Tu tem um gostão de macho curioso, safado. Deixa eu melar um pouquinho?

Ele demorou a responder porque estava soltando uns suspiros abafados, mas disse sim e eu ataquei. Salivei os dedos, as pontinhas deles e arrastei na entrada, alisando e deixando tudo melado. Dei umas duas batidinhas pra ele sentir como é e assoprei pra gelar a região. Ele gemeu mais forte e eu sabia que podia ir mais fundo. Meti a pontinha de um dedo, o maior, e rodei. Tirei, molhei mais e meti de novo.

– Gosta que eu faça isso, Jeferson? Tá gostoso?

– Hum… Tá sim!

A falha na voz era permissão pra eu ir mais, abusar melhor da bunda. Ele queria, dava pra ver. Eu também.

– Empina mais, quero olhar sua bunda bem abertadinha. Ela é gostosa demais.

Ele usou de novo as duas mãos e dessa forma se comportava como um puto, tinha o corpo grande, era parrudão, mas estava ali se abrindo pra mim como um putinho. E eu o fiz de puto.

Meti a mão com gosto. Dois dedos. Abri o cu com eles. Jeferson gemeu mais grosso. Molhei com saliva, rodei os dedos, expus a entrada avermelhada, ele piscou, eu lambi. Puxei a pele da bunda com os lábios, usei os dentes com suavidade na mordida. Demorei pra meter a camisinha no meu pau e ele me procurou. Disfarcei e uma vez protegido, deitei o corpo dele deixando meu pau roçando o saco grandão e peludo. Abracei a cintura, mordisquei e beijei sua nuca já rebolando um pouquinho.

– Adoro isso aqui. Ficar nessa posição. É gostoso demais. Dá pra sentir o corpo todo, né?

– Dá sim, mas você tá quase metendo em mim, cara. Calma aí!

– Tô só te fazendo um carinho. Faz em mim também. – Eu estava falando isso dentro do ouvido ele, mordendo a orelha como um cachorro. – Pega meu pau lá e aperta ele. Isso, assim mesmo, tenta segurar o saco.

Ele estava se contorcendo pra fazer isso. Não tinha prática, mas tinha vontade. Ele conseguiu segurar o meu saco e o meu pau pulsava no pulso dele.

– Tu já tá de camisinha, carai.

– Relaxa, pô. Você vai gostar. Vai, roça ele na sua bunda. Prometo que você vai gostar. Eu vou com calma.

Embaixo de mim e totalmente empinado, o cara estava se contorcendo para conseguir roçar o meu pau em sua própria bunda. Senti ele respirou fundo quando a cabeça da minha rola cravou direitinho no cu. Ele tremeu, eu mesmo tremi, soltei um gemido grosso e ele rebolou pra mim. Eu dei uma forçada boa, mas ele travou.

– Vai, deixa. Vai entrar suave, sou tão grande assim não. Tá todo molhado, vai dar certo. Abre pra mim, Jeferson. Deixa, vai…

– Porra, tu vai me comer mesmo, velho?

– Relaxa, tesudo… – Disse com carinho na orelha dele.

Daí não teve volta: a bunda abriu mais, o cu ficou exposto todo melado, meu pau foi se comprimindo na entrada, ficando apertado, doendo pra se encaixar, ele gemeu, tirou as mãos de lá e usou os cotovelos pra erguer o tronco e me fazendo sair de cima dele. Eu me ajeitei sobre as coxas, soquei mais pouco, abri mais a bunda, rasguei pra entrar e Jeferson gemeu grosso enfiando a cara no lençol. Meti uma mão na nuca, outra cravei na lateral do quadril e bombei duas vezes pro pau encaixar metade lá dentro. Gemi, chamei Jeferson de safado, apertei a bunda, chamei de gostoso, ele gemeu, suspirou fundo, pareceu sofrer, mas ficou molinho quando eu tirei e coloquei de novo.

– Viu? Sei meter, cara. Vou com jeito. Agora só rebola pra mim que eu vou te comer com gosto, seu safado. Tá doido por pau e fica aí de cu doce.

Ele gargalhou todo faceiro, mesmo sofrendo, e rebolou de um jeito másculo que eu não me contive. Meti com força, fiz ir fundo, cuspi na bordinha, rebolei na bunda dele e ele rebolou na minha rola. Gemi com os dentes travados falando mais uma vez sobre como era bom abrir uma bunda virgem, como ele estava indo bem e como era gostoso meter assim nessa posição. Depois de bombar muito saí de cima pra não gozar e me afastei da cama vendo ele tocar a bunda com as pontinhas dos dedos provavelmente sentindo arder, mas eu sabia que estava gostoso pra ele. Jeferson riu, levantou e veio na minha direção com o pau enorme e a cabeça escura pingando.

– Tu tem uma lábia do caramba, hein?

– Vem cá, bonitinho. – Pedi sorrindo. – Nem tenho tanta lábia assim, você é que tá tava doido pra dá a bunda.

Abracei a cintura dele, meti meus dedos na pele com força e puxei o corpo de frente pro meu. Nossas rolas brigaram por espaço entre nossas virilhas e eu mordi o queixo dele soltando um gemidinho fresco. Jeferson suspirou e me deu sua língua. Sim, colocou do lado de fora, esticou o que dava e pediu por uma chupada. Mais passivo do que achava que fosse. Chupei, como ele pediu. Babei nesse beijo, chupando com força e fazendo ele gemer. Mas não demorou muito, porque eu virei o corpo dele e me encaixei outra vez ainda pé no meio das nádegas.

– Vou te comer de pé – eu cravei. – Meter pau nessa bundinha e deixar ela arregaçada pra mim.

Encostado na cômoda, curvei meus joelhos, fiz ele curvar os seus, sentei sua bunda no meu colo e penetrei com força. Meti várias vezes o mais fundo que dava, arranquei todos os gemidos grossos que Jeferson guardava com a certeza de que alguém escutaria nossa trepada e meti tapas na bunda dele. Bati uma, duas, três, quatro vezes. Ele pediu por mais. Pediu um apertão, outro tapa, pediu pra ser fodido. Eu atendi o pedido e cada metida ia acompanhada de um tapão com força. Ele gemia e eu batia mais forte. O cara aguenta. Empurrei e ele caiu de quatro na cama. Desse jeito a minha metida doía. O cara aguenta, pensei. Cada socada fazia barulho, o saco apertado na bunda dele doía, também. Eu que estava gemendo mais alto. Vinha porra e eu queria ela naquela bunda. Eu estava suando mais que o normal, porque tinha que fazer mais esforço pra maltratar aquele corpo forte. Era duro demais entrar nele, mas eu estava tão dentro quando queria estar.

– Caralho, quer porra? Eu vou gozar na sua bunda, seu puto. Vai ver o que é porra de macho. Quer ver? Toma porra!

Quando veio, arranquei a camisinha, ele suspirou aliviado por eu estar fora outra vez e eu abri a bunda pra gozar na portinha dele. Melei toda a bunda, fiz barulho me masturbando pra gozar mais forte, espirrei um pouco nas costas e roçei a bunda avermelhada pra ele sentir no couro a textura da rola de outro cara.
Jeferson deitou, rindo, e virou o corpo pra me olhar, abriu as coxas pra meter a mão lá embaixo e se melar com a minha porra. Que cena linda. Ele não tinha gozado ainda. Eu estava mexendo no meu pau assistindo ele deitado e ainda queria vê-lo gozar.

– Mete uma punheta aí pra mim. Quero ver esse seu pau lindo gozar.

– Tu gosta de um pau, né?

– Eu adoro – respondi. – Ainda mais o de um cara assim feito você.

Ele gozou depois de se masturbar. Que punheta do caralho, inclusive. Ele apertava com tanto gosto a base do pau e o saco que gozou bem rapidinho me olhando em cima dele. Depois ficou deitado com a barriga toda melada rindo do que a gente tinha feito e eu me encaixei outra vez no meio das coxas.

– Tá vendo? É assim que dois caras matam a vontade de uma trepada gostosa. – Eu disse. – Tem que ter medo, não. Tem que ter vontade.

Perguntei se ele queria dormir comigo e Jeferson aceitou. Tomamos um banho, ele me chupou sem jeito no banheiro, esvaziou o meu saco outra vez, deixou eu lavar a bunda suja dele e deitamos só de cueca. Meu pau não descia de jeito nenhum e às vezes a gente conversava com ele mexendo com a mão dentro da cueca. Estava mais soltinho depois de transar comigo. Conversava mais molinho, soltava aquelas gargalhadas gostosas, disse que não tinha namorada e que só ficava vez ou outra com umas mulheres quando saía com os amigos. Eu falei pra ele experimentar outros caras, pra sair com eles, beber, propor uma mamada, uma trepada. Ele achou que conseguiria fazer isso.

De manhã tomei banho com ele e paguei um lanche na lanchonete do lado. Uma atendente me viu fazer a carinha nas costas dele por baixo da camiseta bem na altura da cintura. Não expressou nada, mas eu adorei me exibir assim pra ela. Que nos engula. Deixei Jeferson no posto e pedi o número dele, até nos beijamos rapidinho na despedida.

Depois desse dia passei mais vezes por lá. Numa dessas consegui marcar de vê-lo. Da vez que nos encontramos, Jeferson me chupou na boleia e me deixou meter o dedo na bunda. Gozou comigo chupando seu pau. Ele tem um gosto de cara bruto que gosta de meter sem romance, mas que dá com vontade.

Broderagem é sobre isso, meus amigos.

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5 Comentários

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  • Responder MATURED

    Gostei demais!!!

    • Rogério M.

      Ahhh, que bom saber disso, viu.

  • Responder Gaúcho

    Um dos melhores contos que já li. Muito bom e excitante!

    • Rogério M.

      Fala assim não que eu me acho. Muito bom saber que gostou. Volta que logo tem mais.

  • Responder Daniel Pepes

    Né veado,entre mariconas existe veadagem,não broderagem,e eu John Dere,Matador de Veados,vai dar um fim nesta semvergonhice!