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Paizão

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Por

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Nota do Autor: Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, fatos ou situações da vida real, é mera coincidência.
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São semanas que estou adiando, mas decidi que hoje vou ao dentista.
Não que tenha, felizmente, dor de dente ou coisa parecida, mas se trata de uma questão de disciplina.
Que não seja cada seis meses mas, pelo menos uma vez ao ano, é necessário fazer uma visita de controle dentário.
Assim dizia sempre Marie.
A mera lembrança de Marie me causa um aperto no coração.
Como sempre reajo, falando alguma coisa para meus botões, em voz alta.
Nossa! Tenho somente 37 anos e já estou ficando gagá.
Visto algo diferente do moletom que costumo usar em casa e saio para rua.
Normalmente, só saio às quintas, para ir ao supermercado.
Aproveito que, aquele dia, vem a diarista para arrumar a casa e vou num supermercado não muito distante, para não ter que sair de carro.
Hoje, que é terça, também saio a pé.
O dentista que costumava cuidar da Marie e eu, aposentou-se há mais de um ano, assim escolhi no Google um perto de casa.
De novo penso na Marie e, de novo, tenho que falar em voz alta.
Os poucos transeuntes, nesta fria e já escura tarde de fevereiro, nem me olham, pois a loucura já é rotina em nossas cidades.
Até pouco tempo atrás eu não era assim, mas o baque causado pela súbita morte de minha esposa Marie, em julho do ano passado, me jogou num báratro cuja encosta estou custando muito a subir.
De novo balbucio algumas palavras, enquanto caminho rápido, mas a minha vontade seria de gritar.
Porque Marie se foi justamente, quando nossa vida de casal tinha alcançado aquela harmonia que nós almejávamos faz tempo.
Como todo casamento, e talvez mais do que outros casamentos, o nosso tinha tido altos e baixos durante seus 18 anos de duração.
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Eu e Marie tínhamos nascido a poucos dias de distância, no ano de 1981, em dois apartamentos vizinhos em um prédio em Lípsia, na época ainda Alemanha Oriental.
Nossos pais eram muito amigos, e foi natural que eles, desde que éramos recém-nascido, brincassem em tom semi-sério, que estávamos destinados a nos casar.
Crescemos, brincamos e fomos à escola juntos.
E, quando chegamos à adolescência, começamos a namorar.
Irresistível!
Se eu tivesse que descrever em uma só palavra Marie, seria esta: irresistível.
Ela era bonita, elegante e sexy sim! Mas não era isto que a tornava irresistível.
O que a tornava assim era sua simpatia, seu espírito sagaz, sua inteligência, seu humorismo, sua sinceridade.
Por esta razão eu sempre perdoei os tantos homens, às vezes meus amigos, que se enamoraram dela.
Eu tive a vantagem respeito aos outros, de poder viver junto com ela desde sua infância e consegui, não sei como, que ela se enamorara de mim.
Digo não sei como porque, a parte talvez a inteligência, estou longe de ter as qualidades que ela tinha.
Perdemos juntos as nossas virgindades aos 17 anos e a engravidei aos 18.
A gravidez não foi nenhum escândalo junto às nossas famílias, simplesmente apressou nosso casamento, que todos já consideravam inevitável.
Nos casamos em 1999, sendo que a Marie estava grávida de três meses.
Uma semana após a cerimônia, tivemos o primeiro baque: Marie teve um aborto espontâneo.
Eu, que tinha ficado bem animado com a perspetiva da paternidade, insisti para que tentáramos novamente ter um filho, já a Marie, que ficara extremamente traumatizada com o aborto, não queria nem cogitar de ficar grávida de novo.
Começou assim uma crise em nosso casamento.
Não tínhamos condição de morar juntos, assim que continuávamos a morar na casa dos nossos pais, e também já não estudávamos mais juntos, já que eu cursava matemática e ela direito.
Começamos a nos distanciar.
Quando, em 2003, eu fui para São Petersburgo, na Rússia, fazer meu mestrado, cogitamos até em nos divorciar, porém percebemos que esta não era nossa real vontade, assim que deixamos cair o assunto.
Durante este período teve alguns casos com outras mulheres, mas era inútil, Marie tinha deixado uma marca indelével na minha alma.
Eu mantinha contato com Marie pelo e-mail, assim que eu pude seguir sua trajetória.
Em 2004 ela se formara com louvor e, neste mesmo ano se mudou para Colônia, indo trabalhar em um escritório de advocacia, conseguindo logo se consolidar na sua nova firma.
Em 2006, terminado o mestrado, consegui um emprego em Genebra, junto ao CERN.
Quinze dias após minha chegada a Suíça, marcamos de nos encontrar, um fim de semana, em Colônia.
Quando desci do trem e a vi na minha frente, três anos após nosso último encontro, meu coração disparou, e me perguntei como tinha podido ficar longe dela tanto tempo.
Fomos para o apartamento dela e ficamos dois dias fazendo sexo.
Logo de cara, ela me disse que eu podia gozar quanto quisesse na boceta dela, pois tomava anticoncepcional, já que tinha uma vida sexual bem ativa.
Era amante do dono da firma na qual trabalhava, de outros dois colegas e, fora do trabalho, também tinha vários relacionamentos ocasionais.
Durante os sucessivos dois anos fui para Colônia, pelo menos uma vez ao mês, passar o fim de semana com minha amada.
Eu esperava este dia com ânsia, e quando me encontrava na cama, nos braços de minha Marie, me parecia de tocar o céu com um dedo.
Ficávamos fazendo sexo, e Marie me mostrava as técnicas que aprendera.
A única coisa que ficou faltando foi o sexo anal, que ela nunca quis experimentar.
No intervalo entre uma trepada e outra ela me contava sobre seu trabalho e suas aventuras, nunca escondendo-me nada.
Em Genebra, entretanto, eu mexia meus pauzinhos para conseguir ficar junto com minha esposa.
Finalmente, em 2008 consegui o que queria: me liberaram para realizar meu trabalho em home-office em Colônia, enquanto cursava meu doutorado, em matemática, nesta cidade.
Quando informei isto para a Marie, ela teve uma tamanha reação de júbilo, que até me surpreendeu.
Me lembro ainda hoje que, diante de minha cara um pouco maravilhada por isto, ela me beijou, olhou nos meus olhos e disse:
– Kurt, você é um bobo: não fez nem idéia de quanto te amo.-
Ela comprou, financiado, um bonito apartamento na periferia de Colônia, que estreamos juntos na minha chegada, e eu comprei uma moto usada, para me deslocar até universidade.
Em 2013, terminei meu doutorado e assim fiquei mais tempo em casa.
Eu queria ter um filho, mas desta vez não repeti a besteira de pressioná-la.
A carreira profissional de Marie estava em contínuo progresso, assim como os seus proventos, e eu não queria colocar entraves nisto.
Foi em junho do ano passado, 2017, num domingo a tarde que ela me disse:
– Querido, vou te dar dois presentes.-
Estávamos fazendo amor e ela estava encima de mim, gingando suavemente o quadris, com minha pica firmemente enxertada em sua boceta, no enquanto minhas mãos apalpavam seus seios.
– Ué, Marie, o meu, ou melhor nosso, aniversário é em janeiro.- respondi, com a voz entrecortada pelo prazer.
– Não importa, meu amor, vou te dar dois presentes assim mesmo.- interrompeu-se para soltar um gemido de prazer, e continuou:
– O primeiro é que encomendei um carro para você. Tenho medo de você andar de moto por aí. Entenda: se você tiver um acidente e morrer, meu mundo vai acabar.-
Depois de uma pausa, na qual ela me fez subir no céu com os movimentos de suas ancas, ela prosseguiu:
– E não é um carro qualquer: é um Porsche 911 Carrera 4S Cabriolet, azul cobalto, lindo! Só vai demorar um pouco para que a concessionária o entregue.-
De novo o prazer a obriga a dar uma pausa.
– Você não deveria! Este carro custa uma nota preta, e você acabou de comprar o BMW.- respondi, aludindo ao BMW M5 F10 que ela comprara, meses antes.
Marie ficou calada por um tempo, concentrada no prazer que sentia, depois prosseguiu:
– Preocupa não, meu amor, que ganhei um monte de dinheiro ultimamente.-
De fato eu sabia que a firma, da qual Marie já era sócia, tinha emplacado uma seqüência de negócios lucrativos no último ano.
– Mas você vai gostar bem mais, do outro presente: parei de tomar a pílula e mandei todos meus amantes usar camisinha. Quero ter um filho com você!-
Gozei no mesmo instante e comecei a chorar pela felicidade.
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Me dou conta que, absorvido pelos meus pensamentos, já passei do portão que tinha que entrar.
Volto atrás, toco no interfone e logo o portão é destravado.
Subo a pé até o terceiro andar, e entro na sala de espera do consultório.
O ambiente é o que se pode imaginar de uma sala de espera: algumas poltronas, dois revisteiros, quadros de paisagens nas paredes.
Só fica faltando o aquário, ainda nas minhas lembranças das consultas de quando era criança, substituído por um televisor LED, que neste momento está apagado.
Na sala já estão aguardando uma jovem com uma criança, de meses de idade, em um marsúpio.
A jovem está tentando ler uma revista, no enquanto a criança, uma menina ao que me parece, está brincando, tentando arrancar as páginas da mesma.
Nos cumprimentamos educadamente, e eu vou sentar na poltrona mais distante, na frente das duas.
A moça está vestindo uma malha de lã de gola alta, e uma saia comprida. Ela é de baixa estatura, mas bonita e muito bem proporcionada. Tipo mignon, se definiria.
Elevadores, salas de espera e similares, são ambientes embaraçosos por definição: tem-se que disfarçar para tentar baixar a tensão.
No meu caso, puxo para fora o celular e começo a ler um romance.
A leitura deste romance está se arrastando desde o período da morte e enterro de minha Marie, quando passei por várias situações de espera parecidas.
Logo a porta do consultório se abre e sai, uma senhora de meia idade, que nos cumprimenta rapidamente, veste seu sobretudo, e sai pela porta principal.
Ficamos aguardando uns minutos até o dentista sair, nos cumprimentar, e chamar:
– Senhorita Shuta, por favor.-
Quando ela se levanta, paira em todos nós a dúvida: como ela vai ser atendida com a menininha no colo?
Eu me ofereço:
– Se quiser, eu cuido da criança.-
– Faria isto, senhor Jenner?- pergunta o dentista.
A pergunta, mais do que retórica, serve para dar a falsa confiança para mãe, que está deixando a filha com uma pessoa conhecida. Na realidade só demostra que o doutor tem boa memória para lembrar dos nomes dos pacientes que marcam consulta.
Pego a criança no colo, um pouco inseguro.
De fato foram poucas as ocasiões nas quais eu tive crianças no colo, a maioria por breves momentos e com os pais, que eram sempre amigos ou conhecidos, prontos para toma-las de volta caso ocorresse algum problema.
Conheço porém uma regra básica: dar atenção e brincar com elas.
Primeiro dou o meu celular para ela se distrair, depois, quando ela perde o interesse, dou meus dedos para brincar, e assim por diante.
Quando me dou conta, a senhorita Shuta já está saindo: passaram-se quarenta minutos, e nem me dei conta, de tão entretido brincando com a menininha.
– Muito obrigada.- diz ela tomando a menininha, que sai do meu colo meio a contragosto.
– De nada. Na realidade me diverti muito. Ela é simpaticíssima! Como se chama?-
– Janine, ela tem seis meses de idade.- me responde.
Estou para perguntar para moça, se ela é ucraniana, como estou suspeitando pelo seu sotaque, mas me calo, para que ela não pense que estou querendo paquera-la.
Faço minha consulta, felizmente sem que o dentista encontre nenhum problema, e volto para casa.
Quinta-feira vem a diarista.
É Fátima, uma turca de meia idade.
Ela começou a trabalhar conosco desde 2008. Como todos, ela se afeiçoou, muito por Marie, e a vi chorar quando soube do acidente dela.
Com meu salário, na realidade, ficaria um pouco apertado pagar a retribuição da Fátima, mas Marie demostrou ser muito previdente e me deixou sem dívidas, e uma situação econômica bem cômoda graças aos seguros de vida que tinha contratado.
Este dia vou ao supermercado, sempre conversando com meus botões, como de costume.
Estou entre as gôndolas colocando os produtos no meu carrinho, seguindo a lista que compilei no celular, quando escuto uma criança gorjear no carrinho ao lado e vejo que está estendendo o braços para mim.
– Janine!- digo eu.
Uma garota se vira e tenho alguma dificuldade em reconhecer a mãe da menina.
O longo sobretudo aberto mostra botas até o joelho, meias de rede, microssaia, um top que deixa de fora o umbigo com um piercing e, para completar, óculos escuros.
Recobrando-me pela surpresa a cumprimento:
– Bom dia, senhorita Shuta.-
Ela parece demorar um instante para reconhecer-me, e depois diz:
– Bom dia senhor…-
– Jenner, Kurt Jenner. Nos encontramos anteontem no dentista.-
Janine continua estendendo as mãozinhas para mim, então eu peço:
– Senhorita Shuta, posso pegar Janine no colo?-
– É claro! Mas pode me chamar de Olga.-
Logo que eu a pego no colo ela começa a brincar.
Olga, vendo minha dificuldade em completar as compras deste jeito, diz:
– Kurt, tua lista de compras está no celular, não é? Me dá aqui que eu faço as compras por você, assim vocês podem brincar em paz.-
Passo para ela, de bom grado, o celular e eu e Janine, seguimos nossas brincadeiras, como na sala de espera do dentista.
Quando estamos na fila do caixa, Olga me diz:
– Pela tua compra deduzo que você é solteiro.-
– Viúvo.- sentindo uma pontada só por pronunciar a palavra.
Estranhamente Olga não me dá os pêsames, como faz a maioria das pessoas.
– Você tem filhos?- pergunta ela.
– Não.-
– Mesmo assim, você tem jeito de paizão.-
Olga está tocando cordas muito sensíveis, assim prefiro calar-me.
Passamos pelo caixa, vamos ao estacionamento com nossos carrinhos e, com Janine no colo, acompanho Olga até o seu carro, um Fiat 500C.
Carrega suas compras no porta-malas, põe Janine na sua cadeirinha, no banco de trás, e se despede de mim:
– Tchau, Kurt. Muito obrigado por me ajudar com Janine.- e pergunta: – Onde você estacionou o carro?-
– Eu vim a pé.-
– E como você vai carregar toda esta compra?-
– Como faço sempre.- respondo, tirando do bolso do meu casaco uma mochilinha.
– Deixa de brincadeira! Eu te dou uma carona. Põe as tuas compras lá atrás e senta aqui.-
Eu estou prestes a reclamar, porém desisto, para não perecer antisocial.
Logo que saímos ela me pergunta:
– Em que você trabalha, Kurt?-
– Sou matemático. Colaboro com o CERN, trabalhando em home-office, desde aqui.-
Dou uma resposta completa, para evitar as ulteriores perguntas que sempre me fazem, quando eu não especifico.
– Quantos anos você tem?- me pergunta.
– Trinta e sete.-
Me parece incomodada que eu não pergunte nada sobre ela.
– Chegamos.- informo eu.
Ela estaciona o carro e eu vou pegar minhas coisas no porta-malas.
Na hora da despedida ela me pergunta:
– Você não vai me convidar a tomar um café na tua casa?-
Fico tão surpreendido pela sua proposição, que fico um instante paralisado antes de responder.
– É claro.-
Ela solta a Janine da cadeirinha e a põe no meu colo, pega a bolsa com a parafernália, que sempre acompanha um bebê, e me ajuda a levar as compras.
Subimos, pelo elevador até o quarto andar, onde fica meu apartamento.
Quando abro a porta dou de cara com a Fátima que fica surpreendida em me ver acompanhado com uma mulher e com uma criança no colo.
Faço as apresentações e Fátima logo aclara que é a diarista, e está quase de saída.
Passado o susto inicial, acho que Fátima está contente de me ver junto com uma mulher, algo que nunca aconteceu depois que fiquei viúvo.
Vamos para cozinha e logo vou guardando as compras, no enquanto Fátima e Olga vão para o quarto, para trocar a frauda da Janine, e aproveitam para conversar.
Seguramente a Fátima está fazendo todas as perguntas que eu não fiz para Olga.
Depois de uns dez minutos elas voltam para cozinha.
– A Olga me ofereceu uma carona até casa, e eu aceitei.- me informa Fátima.
De fato a Fátima mora relativamente longe, e normalmente precisa tomar condução para voltar para casa.
Preparo um espresso para Olga e um para mim, no enquanto Fátima fica com a menina no colo.
Quando Olga termina seu café, Fátima entrega a menina para ela e saí da cozinha, para terminar seus afazeres.
Olga levanta o top e dá o peito para Janine.
Eu desvio o olhar para não ser inconveniente, mas Olga começa a falar:
– Fátima me disse que você ficou viúvo uns seis meses atrás, e que tua esposa era uma mulher excepcional.-
– É verdade, mas preferiria não falar disto.-
Olga, porém, quer puxar conversa.
– Você sabe de onde eu venho?-
– Ucrânia, eu suponho.-
– Ué, como você descobriu?-
– Pelo sotaque. Já morei na Rússia e aprendi a reconhecer os vários sotaques.-
Olga aproveita o gancho, e pergunta em russo:
– Aonde você morou?-
– São Petersburgo. Fiz um curso lá.-
Passamos a conversar em russo.
– Kurt, não precisa olhar para janela. Eu estou aqui.-
Olho para ela, Janine está chupando um peito, mas o outro está bem à mostra: pequeno, com o mamilo ainda com um tom marrom.
– Você sabe em que trabalho?- pergunta ela.
– Não faço idéia.-
– Você já ouviu falar em Olga Littlelove?-
– Não.-
– Sou eu. Eu sou atriz pornô. Faça uma busca no YouPorn, e você vai ver meu trabalho.-
– Ah.- respondo, deixando cair a conversa.
Janine termina a mamada e Fátima volta para cozinha pronta para sair.
Me despeço de todas, sendo que Janine está dormitando no colo da mãe.
Almoço e volto a trabalhar.
Passa uma semana e quinta-feira vou fazer compras em outro supermercado, bem mais longe, para evitar o perigo de encontrar a Olga.
Quando regresso para casa encontro a Fátima, que logo me pergunta:
– Não encontrou com a senhorita Olga hoje?-
– Não.- respondo eu, evitando de dizer que fui a outro supermercado.
– É uma pena, ela é tão simpática, mesmo considerando o trabalho dela, e a Janine é uma menininha tão agradável.-
– É verdade, a Janine é muito agradável.- respondo, deixando cair o assunto.
À tarde estou concentrado, trabalhando quando toca o celular.
Dou um pulo pelo susto, já que quase não recebo chamadas.
Olho para o número, que não reconheço, porém atendo:
– Alô.- digo um pouco ressabiado.
– Oi, Kurt, como vai?-
Reconheço, de imediato, a voz da Olga.
– Oi. Como é, que você tem meu número?-
– A Fátima me deu.-
– Ah.-
– Escuta, queria pedir-te um favor.-
– Pode falar.- respondo.
– Amanhã tenho que ir para Hamburgo por trabalho, você poderia ficar com a Janine, já que eu não consegui uma babysitter?-
Penso um instante e resolvo aceitar.
Marcamos que ela vai me entregar a filhinha amanhã às cinco da manhã aqui no apartamento.
Na sexta-feira, acordo bem cedo e me preparo.
Já são 5:15, quando Olga toca no interfone.
Ela sobe, com um carrinho de bebê com dentro Janine, que está dormindo .
Está com muita pressa por causa do atraso.
Me entrega a bolsa com os apetrechos da menina, me explica rapidamente respeito das mamadeiras, papas e trocas, e sai correndo, dando-me um selinho.
Tenho assim a experiência de passar um dia de pai.
Dou para ela as mamadeiras e as papas, nos horários certos, passeio com ela no parquinho perto de casa de marsúpio, tenho até a experiência de realizar troca de fraudas, pela primeira vez na vida, incluindo um número dois.
Mas, o que mais faço durante o dia é brincar.
Só consigo trabalhar uma horinha à tarde, enquanto Janine tira um cochilo.
Meia noite e meia, estou dormindo na minha cama, no enquanto Janine dorme no seu carrinho aqui no quarto, quando escuto tocar o interfone.
Destravo a porta, Olga sobe e quando abro a porta para ela, indicando de fazer silêncio ela me da um beijo na boca, bem mais quente do que o selinho da manhã.
Levo ela para o quarto e mostro Janine que, exausta pelo dia passado brincando, está dormindo como um anjinho.
Olga sorri, e dá um delicado beijo na testa de sua filha.
O que ela faz depois me deixa embasbacado: tira toda sua roupa, vem junto a mim e me tasca um beijo de língua, no enquanto começa a arrancar meu pijama.
Meu pau responde ao contato da mulher e fica duro.
Ela me empurra na cama, sobe encima de mim, encaixando meu pau na sua boceta, que está muito molhada.
Começa a cavalgar-me energicamente.
Gozo em dois tempos, enchendo de porra sua boceta.
Ela cai encima de mim, e começa a beijar-me com paixão.
Adormecemos abraçadinhos.
Acordo de manhã cedo, com os gorjeios da Janine.
Ainda estou firmemente abraçado à Olga, de conchinha.
Meu pau, à contato da bunda dela, enrijece na hora mas resolvo ignorar isto.
Levanto, recolho do chão e visto meu pijama, e vou trocar a frauda da menina.
Quando volto para o quarto olho para Olga, profundamente dormida, e me dá uma grande ternura.
A acordo com um beijo carinhoso, e ponho junto a ela a Janine.
Olga, meio adormecida, dá o peito para a filhinha.
Fico um tempinho observando a cena, acariciando carinhosamente os cabelos da Olga, depois vou tomar um banho.
Quando volto para o quarto encontro a Olga dormindo e Janine, que já se serviu do leite materno, acordada.
Logo que me vê, ela estende as mãozinhas, para vir no meu colo.
Hoje é sábado e estou livre do trabalho e, mesmo ontem tendo trabalhado pouco, consegui manter minha produção semanal dentro do planejado, e já tenho pronto o material para apresentar na reunião virtual da segunda-feira.
Resolvo então dar um passeio com a menina.
A agasalho bem, ponho-a no marsúpio, deixo um bilhete para Olga, caso acorde, e saímos para rua.
Estou passando por um parquinho, quando penso que poderia estar passeando com a criança que Marie e eu estávamos esperando, quando ela teve o terrível acidente.
Me vem vontade de chorar.
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Me lembro como se fosse ontem: no sábado de manhã ela tinha feito o teste comprado na farmácia, que tinha dado positivo para gravidez.
Na mesma hora tinha ligado para sua ginecologista, marcando consulta para terça-feira, já que na segunda-feira Marie tinha um compromisso de trabalho fora de Colônia.
Passamos o fim de semana fazendo amor.
Segunda de manhã também fazemos amor, tomamos café da manhã juntos, e nos despedimos até a noite.
Ela saiu com seu BMW e eu entrei na minha reunião virtual das segundas-feiras.
Mal tinha acabado reunião, quando recebi um telefonema, avisando que minha esposa tinha tido um acidente.
Corri de moto para o hospital, e lá me avisaram que ela tinha falecido.
Mais tarde me explicaram que, logo na saída da cidade, um camião tinha invadido a pista oposta e batido de frente com o carro da Marie.
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A mãozinha de Janine, que belisca meu queixo, me tira de meus pensamentos lúgubres.
Enxugo uma lágrima e faço cosquinhas na barriga dela, protegida pelo espesso macacão.
Ela solta um riso de todo coração, o que arranca também de mim um sorriso.
Quando voltamos para casa, Olga ainda está dormindo profundamente. Ontem deve ter sido um dia bem cansativo.
Vou preparar o café da manhã, no enquanto deixo engatinhar Janine pela cozinha.
Graças à Fátima, o chão é bem limpo, e ontem, depois do telefonema da Olga, realoquei os objetos que poderiam ser um perigo ao alcance da menininha, portanto estou relativamente tranqüilo.
Quando o desjejum está pronto, pego a Janine no colo, e vamos para o quarto.
– Acorda, bela adormecida!- digo para ela dando-lhe um selinho.
Ela acorda, agarra minha cabeça e me dá um beijo de língua caprichado.
Quando consigo desatar o beijo eu digo:
– Eu não vou te trazer café da manhã aqui não! Te espero na cozinha.- e vou embora, levando a Janine.
Estou dando uma papinha para Janine, que está no meu colo, porque não tenho cadeirão, quando aparece na cozinha Olga.
Está descalça, usando uma minha camisa como vestido.
– Bom dia, meus amores.- diz, e me dá um beijo caprichado.-
Senta na minha frente e come, com apetite, o rico desjejum que lhe preparei.
Eu termino de alimentar Janine e preparo a bolsa dela.
Quando Olga se dá conta disto, ela reclama:
– Você está nos mandando embora? Não, não, não! Eu ainda quero fazer amor com você.-
Se agarra a mim e me beija apaixonadamente.
Meu pau enrijece na hora.
A vontade de agarrá-la, aqui e agora, é forte, mas me contenho, por causa da Janine, que está engatinhando perto de nossas pernas.
Olga também se dá conta do problema e me diz:
– Vamos fazer assim: eu cozinho um bom almoço para nos, comemos, dou de mamar para Janine e, quando ela tirar sua soneca, a gente faz amor bem gostoso.-
O programa é tentador, assim eu resolvo aceitar.
Olga se demonstra uma ótima cozinheira, e prepara um delicioso almoço com o que acha na geladeira e na dispensa.
Depois do espresso, ela dá de mamar para Janine, troca a frauda e, como previsto, a menina adormece.
A põe para dormir no seu carrinho e nós vamos para cama.
Eu deito e ela começa a fazer-me um boquete.
Nunca, na minha vida, recebi um boquete assim.
Ela alterna leves lambidas e chupadas na glande com verdadeiras seções de garganta profunda, nas quais meu pau, que não é pequeno, desaparece totalmente na sua boca.
Neste aspecto deixa a Marie no chinelo.
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Entenda-se, Marie não tinha nenhum problema com o sexo oral, que ela chegava a praticar até freqüentemente.
Para ela, porém, só servia para enrijecer o pau do seu parceiro, caso necessário.
Não gostava, também, que gozassem na sua boca, mas não porque ela tivesse nojo, aliás se isto acontecesse ela até engolia sem problema, mas porque ela tinha um verdadeiro fetiche em receber o esperma do macho na sua boceta.
Em um dia típico, eu depositava meu esperma pelo menos duas vezes na sua boceta, e seus amantes a preenchiam uma meia dúzia de vezes.
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Acabo gozando na boca da Olga.
Ela engole tudo e continua chupando para manter minha ereção.
Quando se dá por satisfeita, ela se põe de cócoras sobre mim, e encaixa meu pau na sua boceta.
Começa a me cavalgar, antes devagar, depois sempre mais energicamente.
A um certo ponto ela para, me põe um peito na boca e me diz:
– Vem, meu bebê, chupa meu peito.-
Faço isto e recebo na boca uma jorrada de leite de sabor adocicado.
Paro de chupar na hora.
Olga percebe e me diz:
– Não precisa se preocupar não, seu bobinho. Eu tenho bastante leite, e não vai faltar para Janine, não.-
Mesmo assim, só dou mais uma chupada no outro peito e paro.
Ela percebe meu desconforto e não insiste mais.
Volta a chupar meu pau e recomeça a cavalgar-me.
Desta vez enxerta, com toda facilidade, meu pau no seu cu, e começa a mexer sua bunda.
Me pergunta:
– Tua Marie fazia isto?-
Eu não respondo e, pela minha cara, ela percebe que a pergunta me incomodou muito, assim que não insiste.
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No sábado em que Marie descobriu que estava grávida, logo após ela telefonar à sua ginecologista, começamos uma maratona de sexo.
Em um momento de descanso, lá pelas tantas, ela me falou:
– Amor, eu não queria contar-te antes, para não afastar-te do nosso foco, mas agora posso!- ela deu uma pequena pausa e prosseguiu:
– Nestas semanas, em que eu parei de tomar pílula, meus amantes não aceitaram bem o fato de ter que usar camisinha. Assim que comecei a dar a bunda para eles.-
– Você gostou?- perguntei.
Ela fez uma careta engraçada e respondeu:
– Médio! Digamos que, entre transar com camisinha na boceta e fazer um anal no pelo, prefiro no cu mesmo: odeio camisinha. Agora, nada é melhor que na boceta com uma boa esporrada lá dentro.- e seguiu:
– Agora que alcançamos nosso objetivo, quer experimentar meu cu? Se você gostar vai poder enrabar-me quantas vezes você quiser, e meu cu vai ser exclusivo para você.-
Topei na hora.
Ela lubrificou meu pau com sua saliva, levantou as pernas, e eu comecei a sodomiza-la à frango assado.
Fiquei surpreendido com a facilidade com a qual meu pau entrou no seu ânus, e comecei a foder seu cu com a mesma pegada que usava para sua boceta.
Aproveitamos a posição para beijar-nos apaixonadamente.
Eu não conseguia não sentir a excitação peculiar da sodomia, mas ela também estava excitando-se bastante, tanto assim que gozou antes de mim.
Quando finalmente eu gozei, ficamos abraçados, beijando-nos e trocando carinhos, no enquanto meu pau murchava no seu intestino.
Ela falou:
– Caramba, como foi gostoso. Gozei pela primeira vez sendo enrabada. Tinha que ser com você mesmo. Definitivamente pode me enrabar quando quiser!-
Aquele fim de semana me esbanjei com o cu dela, e só fui comer a boceta dela, a derradeira vez, na manhã daquela trágica segunda-feira.
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Tento me concentrar na sodomia da Olga, a despeito das dolorosas lembranças que as palavras dela me despertaram.
Meu pau porém amolece e ela tem que desistir.
Para demonstrar que não estou zangado com ela, a pego no colo e a encho de carinhos.
Quando Janine desperta, eu fico brincando com ela, no enquanto Olga vai tomar um banho.
Quando ela sai do banheiro, junta as coisas e volta para casa.
Segunda-feira à noite recebo uma ligação da Olga avisando-me que conseguiu uma vaga para Janine, numa creche no bairro onde ambos moramos.
Ela pede para eu vir junto, para me cadastrar também com responsável da menina, caso eu tenha que busca-la alguma vez.
Nos encontramos, terça de manhã, na frente da creche.
Olga me trata como se eu fosse seu namorado e Janine como se eu fosse seu pai, assim que entro na creche de mãos dadas com a mãe, e com a filha no colo.
Depois dos trâmites, eu deixo Olga, que tem que permanecer no primeiro dia, e volto para casa a pé.
Lá, eu vou para garagem e saio com a Porsche.
São meses que não a uso e, de novo, lembranças tristes me invadem.
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Tinham passado poucos dias do enterro de Marie e eu estava em estado quase catatônico em casa, quando recebo um telefonema da secretária de Marie.
Ela era uma senhora de meia idade, extremamente eficiente. Fora ela que organizara todos os trâmites após a morte de Marie, incluindo o funeral.
Eu a tinha encontrado na cerimônia, e ela tinha vindo conversar comigo, além para me externar os pêsames, para que eu fosse na firma para assinar alguns papeis referentes aos seguros de vida de minha esposa.
Não me sentindo com espirito para encarar naquela hora estas formalidades, eu tinha marcado para outra semana.
No telefonema, a secretária me avisou que eu tinha que comparecer numa concessionária, para retirar o Porsche presenteado por minha esposa.
Fui na concessionária no dia seguinte, com a idéia de devolver o carro, mas quando o vi, pronto, emplacado e tão bonito, achei que seria uma desfeita para com a memória de Marie, assim que o levei embora para a garagem de casa.
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Vou para uma loja de material infantil, compro uma cadeirinha para o carro, uma para minha bicicleta, cadeirão para alimentação, berço e brinquedos.
Mando entregar tudo no apartamento, exceto a cadeirinha, que já monto no assento traseiro do carro, e volto para casa.
Na quinta à noite vem Olga com a filhinha.
Ela me avisa que vai viajar para os Estados Unidos onde vai ficar dez dias.
Ela pede para eu ficar com a Janine durante este tempo, e também estacionar seu Fiat na minha garagem.
Só pode ter sido a Fátima que lhe contou que o meu apartamento tem duas vagas de garagem, das quais eu só ocupo uma, já que o BMW de Marie ficou destruído no acidente.
Uma vez que Janine adormece, eu e Olga começamos a fazer amor.
Desta vez a sodomizo duas vezes, uma de quatro a outra à frango assado, enchendo, as duas vezes, seu intestino de porra.
Ela sai na manhãzinha de sexta, de Uber para o aeroporto e eu vou ficar como pai, pela primeira vez, por um período tão longo.
Como complicador, vai ser a primeira vez que Janine vai ficar por tanto tempo longe do peito da mãe, assim que vou precisar gerir, durante este período, um programa de desmama para ela.
Felizmente dá tudo certo.
Durante os dias de semana eu levo ela de manhã para creche, assim tenho como trabalhar um pouco, e vou recolhe-la à tarde.
Para isto, ponho para funcionar minha bicicleta, há muito inativa, e Janine se diverte muito, sentada na cadeirinha montada no guidom, não obstante a rígida temperatura de início de março.
No fim de semana o negócio é brincar, brincar e brincar.
Quando regressa Olga está cheia de novidades.
Conseguiu um contrato de um ano, na Califórnia, e vai viajar no início de abril.
Ela logo devolve o apartamento mobiliado que estava alugando aqui no bairro, e se muda para meu apartamento.
Durante o mês que fica aqui em casa, ela me agarra para fazemos amor em todos os momentos possíveis.
Começo a desconfiar de algo, pelo fato que já nem me propõe o sexo anal, e todo meu gozo termina sempre em sua boceta.
Faltando poucos dias para sua viagem, voltando da creche onde eu tinha deixado a Janine, encontro Olga, nuazinha, deitada na cama.
Me diz:
– Vem, meu macho. Tira a roupa e vem comer minha bunda.-
– Ué, que novidade é esta? Desde que você voltou da Califórnia, você nunca me deu a bunda.- pergunto, já tirando a roupa.
– É que eu fiz o teste esta manhã e agora sei que estou grávida. Eu queria tanto ter um filho com você.-
– Você vai viajar assim mesmo?-
– É claro! Já previ no contrato atuações pregnant. Já fiz estes tipos de filme o ano passado quando estava esperando Janine.-
Ela percebe, pela minha cara, que eu não gostei nada da resposta, mas levanta as pernas e diz:
– Agora vem! Vem comer minha bunda, que a gente discute depois.-
Me sinto usado, estou com muita raiva, mas o meu pau está duro como nunca.
Passo saliva na minha pica e a enfio com toda força no cu dela à frango assado.
Ela solta um grito de dor mas, logo em seguida diz:
– Vai, isso, mete com força!-
A possuo com uma raiva e uma violência nunca antes experimentadas, mas ela parece gostar disto e começa a gemer pelo prazer.
Gozo no intestino dela em poucos minutos.
A sua boca procura a minha e me beija com paixão.
– Gozei muito, meu amor. Vou ter que fazer-te passar raiva mais vezes.- e ri.
Começa a contar-me sobre sua primeira gravidez.
Ela já tinha um fetiche pelas cenas pregnant, assim meio “sem querer, querendo”, ficou grávida durante uma gang-bang que filmara.
Durante a última fase de sua gravidez, ela se esbanjou em seu fetiche fazendo dezenas de filmes, incluindo vários gang-bang, no último dos quais saiu direto para a maternidade.
A sua idéia era dar a Janine para adoção já no hospital, mas quando a teve nos braços mudou de idéia.
Quando me viu no supermercado carregando no colo e brincando com a Janine, me escolheu como pai dela.
Isto porém não lhe foi suficiente, e depois de me conhecer melhor, quis ter um filho comigo a todo custo.
Não sei porque mas as palavras dela me excitam, e meu pau, que nem chegou a sair da bunda dela, fica duro de novo.
Começo a fode-la de novo, e em pouco tempo a estou sodomizando com toda minha energia.
Desta vez a enrabo por mais tempo e sinto que ela se contrai, várias vezes, pelo prazer.
Fazemos assim as pazes.
Nos dias seguintes, até sua viagem, a sodomizo todas as vezes que posso.
Quando ela finalmente viaja ficamos aqui somente Janine e eu.
————–
Olga volta exatamente um ano depois, em abril de 2019, com nos braços a pequena Isabel de três meses.
Durante este ano eu pude apreciar aquela fase da evolução de Janine que inclui as primeiras palavras, os primeiros passos, e já estou preparando tudo para tirá-la das fraudas nesta primavera.
Aproveitamos também para brincar muito, andar de bicicleta ou com a Porsche com a capota aberta nos dias quentes, e comecei a levá-la nas aulas de natação infantil.
Quando Olga chega no apartamento e me põe nos braços Isabel eu me derreto tudo. Já Janine não reconhece a mãe e olha desconfiada para a irmãzinha.
À noite crianças vão dormir, Janine no escritório foi de Marie, e que eu transformei no seu quarto, e Isabel no berço que foi da irmã maior, aqui no meu aposento.
Olga e eu temos então o nosso momento de intimidade.
Fazemos amor, e eu possuo sua boceta delicadamente, mas na hora de gozar eu tiro de lá e ponho na bunda.
Olga ri disto e me diz:
– Não se preocupa, não, que eu coloquei o DIU logo após o parto.-
Ficamos trocando carinhos. Ela me pergunta:
– Você chegou a assistir meus filmes?-
– Vi sim! E tenho que admitir que me masturbei muito. Gostei especialmente das gang-bang que você fez de barrigão.
Mas me diz: como é que você consegue agasalhar dois mastros daqueles negrões, ao mesmo tempo, no teu cu?-
Ela ri e responde:
– Não vou te contar o segredo: vai que você queira tentar também!-
Rimos os dois de gosto.
Já mais sério, eu pergunto para ela:
– Você tem planos de voltar para Califórnia?-
– Sim! Mas fica tranqüilo que eu vou te deixar as meninas aqui. Você merece!-
– Neste caso não vou te deixar viajar antes de fim de julho, porque você precisa dar o peito para Isabel, pelo menos, até os seis meses de idade. E também vamos trocar teu Fiat por um carro maior, para abrigar melhor as meninas.-
– Mas você é um paizão, mesmo.-
– Sou! E daí?-
Fim

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1 comentário

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  • Responder Zenra

    Adorei…imaginando pra qui lado vai…deu muito tesão