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O que aconteceu comigo quando eu havia desaparecido

3084 palavras | 8 |3.30
Por

Teodoro um garoto de 13 anos foi sequestrado pelo próprio pai e um mundo de descobertas irreversíveis para vida dele acontece.

– Meu nome é Teodoro, tenho 13 anos, sou branco, cabelo ondulado mas sempre corto bem rente ao couro cabeludo num corte na máquina 1, tenho 60 quilos, magro, 1,65 de altura e estou na fase de crescimento.

– Meus pais eram separados e viviam em guarda compartilhada, durante a semana ficava com a minha mãe e aos finais de semana com meu pai. Eram férias escolares e tudo mudou desde de então.

– Num final de semana com meu pai tudo ficou tenso. Sabe quando você sente que algo vai acontecer, mas não sabe o que é. Então, nesse final de semana foi tudo estranho, provavelmente algo planejado por meu pai, mas nunca me informado. Saímos para uma viagem.

– Meu pai falou que iríamos viajar, mas não falou o destino. Entramos na Van acompanhados de um homem que nunca vi na minha vida. A Van estava com todas cortinas pretas abertas, o carro tinha Insulfilm. Meu pai conduziu o carro e homem desconhecido veio na parte de trás comigo.

– Quando perguntava para onde estávamos indo. O homem me olhava de maneira sisuda e irritado. Quando tentava ver o caminho, o homem impedia de ver o caminho agarrando a minha mão, até ele se cansar e me amordaçar e vendar os olhos. Não resisti e somente assim fiquei quieto o caminho inteiro.

– Chegamos ao local, estava amordaçado e vendado, apenas ouvia “A partir de agora as coisas vão mudar…as coisas irão mudar…pra sempre”, respirava profundamente e com medo.

– Me levaram para um quarto e a partir desse momento minha vida ia mudar por inteiro.

– Tiraram minhas mordaças e a venda. Abriram a porta e me deixaram num quarto vazio.

– O quarto não tinha móveis apenas uma pequena veneziana muito alta e uma câmera num canto inalcançável. Ao gritar o quarto ecoava. Perguntei o que estava acontecendo. Nesse momento ouvi do meu pai.

Pai: – A partir de agora tudo vai mudar, quero que você tire a roupa e você vai ficar nesse quarto até descobrir como usar as coisas que estão nessa caixa. Quando você descobrir como tudo funcionar corretamente, você irá sair daqui.

Pai: – Então tira a roupa.

O pai de Teodoro observou o filho se despir.

Pai: – Pode tirar a cueca também, me entregue todas as roupas.

Teodoro cobria as partes íntimas e perguntou.

T: – O que vou fazer aqui.

O pai de Teodoro arrastou uma caixa e disse.

Pai: – Essa agora será a sua caixa de brinquedo, se sentir fome, tente se deliciar com o que há dentro da caixa.

A porta foi fechada e trancada. Teodoro estava pelado e com uma enorme caixa misteriosa.

Teodoro dentro do quarto olhava se dava pra escapar do quarto. Ao olhar viu que era improvável.

Teodoro se depara com a caixa e a abre.

Ao abrir a caixa Teodoro se surpreende.

Dentro da caixa havia preservativos, consolos de borracha e vibradores.

Teodoro ficou prostrado num canto com medo.

Muito tempo se passou e acabou dormindo no chão.

Ao acordar no desconforto do chão com fome e sede.

Amanheceu e ninguém abriu a porta.

Teodoro se posicionou em frente a caixa e verificou se havia alguma comida dentro da caixa.

Observou diversos preservativos com sabor.

T: – Esse tem sabor de chocolate. Como vou ver se tem algum sabor?

Teodoro abriu o preservativo e tentou lamber, não teve muito sucesso até que pensou em pegar o consolo e colocou a camisinha no consolo de plástico.

T: – Estou com fome e sede, vou tentar chupar essa camisinha nesse consolo e ver se a fome passa.

Teodoro se esforça para engolir, mas a fome é maior e não se preocupa com a câmera instalada no canto do quarto.

Teodoro com fome engole se esbaldando, a primeira camisinha tinha sabor de chocolate, depois veio a de morango, a de sabor uva… até deitar no chão e se excitar ao chupar aquele item de plástico revestido com o preservativo aboroso. A boca foi ficando adestrada, a língua estava ficando ávida e se lambuzava. Após inúmeras camisinhas nutrindo e acobertando a fome. As pirocas de plástico viraram deliciosos pirulitos encorpados. A porta do quarto se abre e o pai de Teodoro joga uma garrafa de água. Teodoro com muita sede corre até a garrafa e escuta.

Pai: – Você já sabe chupar um pau, agora aprende a enfiar esses consolos no cu, quando você se acostumar você vai sair e comer alguma coisa.

E novamente o pai de Teodoro fecha a porta e tranca a mesma.

Teodoro bebê a água com muita sede. A água refresca e escorre pelo corpo sensualmente.

Teodoro olha para os consolos e passa a tocar o cu.

T: – Só vou sair daqui se conseguir enfiar esses consolos no cu. Vou ter que tentar.

Teodoro pega o menor consolo e olha com medo. Dentro da caixa Teodoro encontra um lubrificante e passa esfregar pra conseguir enfiar no ânus.

Teodoro se agacha ficando de cócoras e tenta enfiar.

T: – Nossa como dói e esse é o menor.

T: – Esse pênis de borracha só vai entrar se eu quiser.

Teodoro desce lentamente sobre o consolo.

T: – Esse consolo só vai entrar se eu quiser e eu quero.

Teodoro sente cada centímetro chorando, ofegante e tentando se acostumar com o objeto falico no corpo.

As lágrimas de Teodoro caem sobre o corpo e a dor vai diminuindo. Teodoro olha o maior e pensa, ” Só vou sair daqui se eu conseguir sentar no maior”.

Teodoro olha o desafio e lubrifica com tesão a pica de borracha com as duas mãos. Com um já no cu, rapidamente retira e posiciona o próximo desafio.

Teodoro senta e dessa vez consegue sentir prazer. O próprio pênis fica rígido e com uma das mãos inicia o movimento de vai e vem na borracha com veias saltadas.

Gemidos inundam o quarto o olhar lacrimejante é substituído por um sorriso.

T: O que é isso que eu estou sentindo. É muito bom. Ahhhhhh… Ahhhhhh…

Teodoro rebola para sentir mais e mais, muito mais.

T: – Meu cu tá aguentando, que incrível, é tão gostoso. Meu cu pisca com a rola. Preciso de mais…se eu aumentar eu vou sentir mais prazer.

Teodoro se contenta e empolga lambuzando a mão com mais lubrificante.

T: – Eu quero mais…

Teodoro aprende a gostar de pênis de plástico e com outro consolo se aventura. Um na boca e outro no rabo.

Teodoro engole com o cu e a boca os consolos a disposição. Teodoro se remexe quicando sobre o pênis e esfregando a mão pelo corpo. O prazer é intenso.

Pela primeira vez…o corpo se estremece e goza…a primeira vez… Teodoro ejacula sem se masturbar.

Teodoro olha para o pênis tão feliz com a sensação de ecstasy.

A porta se abre e o pai de Teodoro entra apenas de cueca.

O pai de Teodoro se chamava Antônio, de apelido Tom, tinha 44 anos, peito peludo, pêlos cobrindo o peito os pelos descem até a virilha criando um caminho para a felicidade. Corpo atlético, os pelos cobrem os músculos e gomos do abdômen ainda visíveis, pernas torneadas, cueca branca volumosa. Antônio tinha cavanhaque desenhado, cabelo preto, ombro largo. Altura de 1,80. Homem com H maiúsculo.

A: – Você está pronto Téo.

T: – Pronto pra que.

A: – Pronto pra seu destino.

O homem desconhecido aparece apenas com uma cueca samba canção. Mauro, negro de aproximadamente 48 anos, mãos grandes, o homem negro tinha barba por fazer, peito peludo com pêlos encaracolados brancos. Braços com bíceps bem desenhados. Algumas tatuagens tribais no braço, o moreno da pele com as linhas pretas da tatuagem. A cueca samba canção era volumosa, o pênis balançava comprido era visível. A samba canção era azul escuro seda. 1,90 de altura.

M: – E aí Tom, eu vi a câmera o garoto tá pronto.

A: – E aí Téo tem um hambúrguer e refrigerante naquele pacote vai lá e come.

Teodoro se levanta e o pênis de borracha escorrega saindo do ânus.

M: – Garoto, caiu o seu brinquedo. Você só vai comer com ele enfiado no cu.

Teodoro olha esfomeado e enfia novamente no cu.

T: – Ahhhhhh…

Teodoro com dificuldade se levanta e anda nu até uma mesa de plástico comum em bares.

Teodoro come o hambúrguer e bebe o refrigerante.

T: – Que delícia, eu tô com muita fome.

Teodoro está com a boca suja de ketchup do hambúrguer.

T: – Amanhã é segunda eu tenho que voltar pra casa.

A: – Não. Você não vai voltar mais.

Teodoro engole o lanche.

T: – Por que?

A: – Se alimenta primeiro que você vai descobrir.

Teodoro se assusta e vê uma porta que se direciona para o lado de fora da casa.

Teodoro termina de comer e corre.

Ao correr Mauro, o negão o pega com força.

Teodoro grita.

T: – Socorro.

Antônio pega uma corda e o amarra. Antônio amarra os pulsos, amordaça a boca e enrola a corda nos pés.

Mauro coloca Teodoro no ombro como se fosse um saco de cimento se debatendo.

Antônio abre uma porta com uma cama e um colchão velho. Mauro entra com Teodoro no ombro.

A: – Tenta posicionar ele de quatro na cama.

Mauro o coloca de quatro na cama. Antônio amarra mais corda na cama para prender bem Teodoro.

Antônio fala com Mauro. Mauro beija a boca de Téo tirando a sujeira de ketchup na boca. Téo recebe o beijo com nojo.

A: – Você viu Mauro, o garoto é virgem, você já pode me pagar.

M: – Ele é quase virgem….

Mauro retira o consolo que estava alojado no cu de Teodoro.

Mauro vai até uma mesa e pega uma carteira com mil reais entregando em mãos do pai de Teodoro (Antônio).

M: – Vamos começar, quero saber se ele é gostoso.

A: – Fica a vontade..

Antônio pega o pênis de plástico e enfatiza.

A: – O garoto estava com uma piroca de uns 20 centímetros no cu.

M: – Que bom, meu pau tem 22 centímetros. O bom que ele está acostumado com um grande.

A: – O buraco tá fundo.

M: – Vou fuder muito esse cu.

Antônio começa a contar o dinheiro, mexendo cédula por cédula para ver se são autênticas.

A: – Certinho, pode se servir Maurão.

Teodoro olha com cara de choro.

Mauro começa a balançar o pau afim de endurecer.

Mauro tira a cueca samba canção e começa a sarrar no cu de Téo.

M: – Adoro bater saco com saco.

Mauro com pau riste aponta e cospe no cuzinho semi aberto por um item de plástico.

M: – É garoto, plástico não é igual a um rolo de carne. Se você ficou animado com plástico, vai ficar bem mais animado com a carne.

Mauro aponta a cabeça roxa e o cu juvenil pisca, mordendo a cabeça parecendo dar um beijo.

M: – Caralho esse cu já engolir o pau todo.

Teodoro grita abafado pela mordaça.

O pau é engolido centímetro por centímetro. O cu é voraz, as pernas tremem.

M: – Que lindo vai entrar tudo.

A: – Ele nem abre os olhos de tantas lágrimas.

M: – O choro é melhor que um grito. Então chora garoto.

Mauro bate na bunda.

M: – Se acostuma com o pau Téo.

Teodoro morde a mordaça e respira ofegante.

M: – Já se acostumou.

M: – Vou socar só pra você chorar.

Mauro começa a socar.

M: – É tão quentinho, que suculento.

Mauro bate na bunda e chacoalha a bunda feminina com a vibração causada pelo tapa.

O saco bate com saco. As bolas do negro, ovos grandes em contraste com a bunda branca pequena e afeminada.

O negão soca as costas de Téo.

M: – Empina a bunda direito.

Téo empina com os socos dado nas costas.

M: – É tá acostumado… Tom tira a mordaça.

Antônio tira a mordaça do filho.

T: – Tô pronto pra gemer.

Antônio vê a boca do filho machucada, ao morder a mordaça. Cortou o lábio pela pressão do pau na bunda.

Téo geme e Mauro finca como se fosse um gancho no rabo do garoto. Estão colados, grudados para o prazer mútuo.

O prazer de Téo o desconcerta tirando a posição empinada.

Mauro esmurra as costas.

T: – Aí…mete mais.

M: – Empina.

As estocadas aumentam. Antônio abaixa a cueca e começa a se masturbar na frente do filho.

Téo olha para o pai e fala.

T: – Eu quero rola.

Antônio percebe o recado, mas Mauro pensa que é uma mensagem direta para ele aumentar as estocadas .

M: – Você quer rola, tome rola…

Téo com os pulsos amarrados começa a se masturbar com o que sobrou da mão amarrada.

M: – Eita tá empinado, ele quer que eu goze.

Téo geme ao se masturbar e ao sentir as estocadas.

T: – Soca mais…

M: – Se eu socar mais eu vou gozar..

T: – Então vamos gozar juntos.

Mauro escuta e joga o corpo sobre Téo tirando as mãos da cintura da posição cachorrinho e gozando segurando o pescoço de Téo o dificultando de respirar.

Mauro goza. Os olhos de Téo arregala os olhos sentindo o leite quente escaldar o cu virgem.

M: – Ahhhhhh…gozei.

Téo goza também e respira.

T: – Affffiii….o que você fez em mim.

Mauro responde bem cansado.

M: – Eu te arrombei…simples assim.

T: – Não, eu quero saber o que tem dentro de mim.

M: – Tem meu leite, tem minha semente, tem liquido que te engravida garoto…e muito, não é pouco, não.

Mauro se levanta e admira o estrago.

Antônio olha.

A: – Que porra é essa cara, olha o tanto de porra no moleque, parece aqueles touros reprodutor.

M: – Eu gozo bastante, cara…minha mulher pariu 5 crianças. Sorte que viado não engravida.

A: – Também se não engravidar com essa quantidade de porra, não engravida mais.

A: – Parabéns Téo. Gostou.

Téo olha desconfiado e fala.

T: – Gostei, mas me tira daqui, estou cansado de estar amarrado.

A: – Não. Hoje você vai dormir amarrado. Você vai dar esse cu amanhã de manhã pra mais alguns homens.

T: – Por favor me solta.

A: – Não se não você foge.

M: – É verdade se te soltar você foge. Deixa ele assim….ele gostou, mas só vai gostar mesmo depois de muitos homens leitarem esse cuzinho.

Amanhã vou te acordar pro café da manhã.

No dia seguinte.

As amarrações estão bem forte no corpo de Téo.

Mauro dormiu ao lado da cama nu pegando na bunda gozada.

O sêmen escorreu deixando a região da bunda com o líquido um pouco endurecido, seco .

Antônio acorda Mauro e Téo.

Mauro ainda sonolento ouve as ordens de Antônio.

A: – Mauro segura a cabeça dele, ele tem que aprender a mamar homem, ele só mamou piroca de borracha.

Mauro segura e posiciona a cabeça de Téo.

A: – Vai beijar uma piroca de verdade pela primeira vez.

Antônio esfrega a rola na boca de Téo. Téo com sono abre a boca com calma e deliciosamente.

Os lábios beijam. Téo acorda com uma piroca na boca.

A: – Não morde, suga o pau…

Téo mesmo com todo o treinamento não tinha aprendido a fazer sucção apenas chupar pra saborear.

A: – Vamos, faz sucção.

Téo aprende rápido e entope a boca de rola grossa do pai. 19 centímetros, grosso, as veias pulsam nós lábios carnudos. A sucção é bem suculenta.

Téo suga, chupa, lambe e acorda feliz. A boca esboça um sorriso preenchido por uma rola calibrada.

Antônio goza na boca de Téo. Uma parte espirra no olho. Antônio passa o dedo no olho de Téo tirando a porra e a remela do olho sonolento do guloso aprendiz de prostituta.

T: – Essa porra é gostosa.

A: – Gostoso é ser bem chupado.

T: – Tô chupando, bem…

A: – Melhor que qualquer mulher. Até mesmo a sua mãe.

M: – Tom tem alguém na porta…

A: – É o cara que ofereceu mais dinheiro pra comer o Téo.

M: – Vou ver como ficou a filmagem da noite anterior.

T: – Você filmou?

A: – Nós filmamos e vamos vender na internet.

M: – Vou editar pra camuflar o rosto da gente.

T: – O que vocês querem de mim.

A: – Queremos uma prostituta, um ator porno, queremos dinheiro fácil que você vai fazer pra nós.

T: – Eu preciso sair daqui.

A: – É melhor você colaborar…vai ser melhor…

M: – Escuta ele, agora você não tem mais família, agora são só negócios.

Téo começa a chorar.

M: – Para de chorar, pensa no prazer e quanto famoso você vai ficar.

A: – Você sempre quis ser ator, tô realizando seu sonho.

T: – Queria ser famoso pela tv.

A: – Mas você vai ser, você vai passar em alguma smart tv dentro de algum site da deep web. Seus fãs já estão começando a aparecer novinho.

T: – Não quero ser uma puta..

A: – São as putas que são felizes e cafetão sabe quando uma puta é feliz.

Antônio dá um tapa na cara de Téo.

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8 Comentários

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  • Responder Los pepes

    Ola John porque nunca me responde aqui no inferno esta solitário sem vc sem esse seu cuzinho guloso que gosta de Pica até sangrar essa hiv que vc tem foi eu quem te passou uma vez minha putinha sempre minha putinha

  • Responder Deposito de leite

    Continua

  • Responder Lineu

    Podre.

  • Responder Felipe

    Oi? Tentar chupar um camisinha de chocolate num consolo??? Mas que porra é essa kkkkkkkk

  • Responder Lity

    Nao entendi

  • Responder Lan

    Oi pessoal aqui é autor do conto.
    Vamos relembrar que esse conto é uma obra ficcional.
    Nenhum dos seus elementos refletem a realidade.
    Tudo e qualquer coisa ditas não tem compromisso e não podem ser praticadas na realidade.
    Não cometa crimes ou qualquer atrocidades.
    O conto é apenas um exercício para acentuar a imaginação através das palavras.
    Tudo que você leu se tornou parte do seu imaginário.
    Façam críticas construtivas e pontos de melhoria.

    • Rick Campinas

      Gostei muito do conto, parabens! No próximo, deixe o macho arrombar o menino, sem dar tempo de acostumar com consolos.

  • Responder Anônimo2019

    Horrível… péssimo… lamentável..