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O professor e sua aluna (parte 2)

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Um novo encontro entre o Professor e Ivy, na semana seguinte após a rápida aventura na floresta.

Após a rápida experiência excitante com a minha nova aluna ( Ivy), terminei minha semana de trabalho retornando para a pousada ao qual estava me alojando temporariamente na pacata cidade do interior.

A imagem daquela linda garota alta e magra, abrindo suas perninhas brancas e me mostrando a bucetinha estava fixada em minha cabeça. O cheiro dela ainda podia sentir no ar. O gosto do mel de sua buceta novinha adocicada, ainda estava na minha barba.

Eu estava com coração acelerado e com meu pau latejando ainda. Não conseguia esquecer o que provei nem por um breve instante. Nem mesmo um banho frio foi capaz apagar o fogo do meu pau. Terminado o banho, dormi exausto e descansei o fim de semana para preparar meu cronograma para a próxima semana.

Na segunda feira seguinte, segui para a escola agrária para retomar as aulas bem cedo.
Quando entrei na turma de Ivy, a sensação era estranha, pois meu coração acelerava só de olhar para aqueles lindos olhos azuis dela me encarando. A cada vez que tentava explicar o conteúdo em sala, percebia que ela me olhava com as mãos sempre ajustando a saia ou a calcinha. Aquilo me provocava, me excitava e eu tinha que conter meu pau de toda a forma e seguir com a compostura de um professor.

Durante o almoço daquela segunda feira, procurei interagir mais com os outros professores no refeitório do colégio. Ivy, passou com sua bandeija na minha frente para entrega-la para lavar. Me levantei rápido, entreguei a minha bandeija ainda com a sobremesa intacta e fui atrás dela a passos rápidos.
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Uma rápida descrição para quem ainda não lembra de Ivy: 13 anos, alta( 1.70m),magra, cabelos longos, loiros e ondulados, olhos azuis, boca pequena, pele rosada, corpo em formação, com pouco seios e uma bundinha perfeita. Bucetinha rosa e carnuda, sem nenhum pêlo além do cheiro perfumado.
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Saindo do refeitório consegui alcanca-la e abordá-la:
– Ei Ivy, queria falar contigo. Posso?
-Claro professor.
Disse ela com sorriso tímido na cara.
– Florzinha, aquilo que voce fez comigo sexta feira na mata… Você já fez com outra pessoa?
Ivy sorriu e disse:
-Com um homem não, mas já brinquei assim antes.
-Com quem já brincou daquele jeito, lindinha?
– Com meu primo. Mas isso era quando agente tinha 10 anos. Respondeu ela.

Fiquei super excitado com aquele comentário dela. Continuei caminhando pelos corredores vazios durante a hora do almoço com ela e fui mais fundo na pergunta:
– Esse seu priminho, lambia você gostoso igual ao seu professor aqui?

Ivy com sorriso tímido e safado respondeu:
-Não, ele só beijava minha pererequinha e eu chupava o piruzinho dele até sair líquido.

Completamente obsecado pelo relato que acabei de ouvir e começando sentir meu pau pulsar na cueca de forma a doer eu propus a ela:
– Você sabe um lugar aqui nessa escola enorme que a gente possa fazer igual você e seu priminho faziam sem ninguém nos ver?
Ela respondeu:
– Claro que sim! Vamos até o vestiário em reforma do ginásio.
Seguimos para o ginásio lado a lado e atento a qualquer pessoa. A sensação de proibição e tesão estavam me deixando fora de si.

Ao chegar no vestiário em reforma, vimos muitas lajotas, sacos de cimento, latas de tinta e pisos. O chão estava empoeirado, dando a entender que ninguém trabalhava ali à semanas.
Sem muita cerimônia, coloquei Ivy sentada numa pilha de lajotas revestidas por plástico. Abri suas pernas com delicadeza e retirei a calcinha dela lentamente. Fiquei cheirando a calcinha perfumada dela enquanto meu pau latejava e soltava um pouco de porra sem mesmo tocar nele.
Olhei para ela e disse:
– O professor pode lamber sua bucetinha denovo?
– Pode sim. Chupa do jeito que fez na Mata professor. Me deu um choquinho na perereca tão bom aquele dia.
Sem pensar duas vezes comecei a lamber seu grelinho escondido. Lambi seus lábios carnudos e também a entrada da buceta. Aquele gosto adocicado foi a melhor sensação que já tinha provado na vida.
Ivy gemia, se contorcia e suas pernas tremiam. Ela ficava cada vez mais molhada a medida que eu lambia seu cuzinho rosa e chupava sua buceta com mais vontade e desejo.
– Isso professor. Me chupa mais! Assim! Eu gosto disso!
Dizia Ivy, ofegante e com os olhinhos azuis revirando.
Eu não aguentava mais de tesão. Precisava por para fora todo meu desejo por aquela ninfetinha. Tirei meu pau pra fora da cueca todo lambuzado e falei pra ela fazer igual ela fazia no priminho dela.
Com muita dificuldade a boquinha pequena dela tentava chupar a cabeça do meu pau. Era muito grosso para caber toda a boca dela. Mas ela chupava com carinho e já engolia toda aquele pré-gozo que saia.
Sentindo que iria gozar rápido, apoiei uma das pernas na pilha de lajotas, segurei os cabelos de Ivy com as mãos e ordenei:
– Lambe todo meu saco até chegar perto do meu cu!
Ivy começou a lamber minhas bolas enquanto eu batia uma punheta frenética.
Ela desceu mais um pouco e foi com a língua na porta do meu cu. Não aguentei de prazer. Eu iria gozar!
Anunciei com um urro alto e puxei ela pelos cabelos pedindo com a voz ofegante:
– Abre a boquinha amor. Abre ela para o professor deixar leitinho de macho aí dentro.
Gozei muito!
Gozei forte!
Gozei grosso!
Na boca, na testa e no cabelo loiro dela.

A minha supresa foi ela ter engolido tudo. E ainda pegava o resto do cabelo e da testa e levava pra boquinha.
Eu estava trêmulo e suado. Ela também. Nos beijamos e senti um pouco da minha própria porra na sua língua.
-Ivy, a porra do seu priminho era assim também? Perguntei ainda ofegante.
– Não! A dele era ralinha igual água. A sua é muito mais gostosa e doce.
Satisfeito, dei outro beijo nela, apertando sua bundinha perfeita com tesão.
Nos vestimos, saímos com cautela do vestiário em reforma e seguimos em caminhos opostos para diferentes aulas do turno vespertino.
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Essa história pode continuar sendo contada. Só depende de vocês! Curtam, comentem! Posso entregar boas lembranças do interior e da pequena Ivy.

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12 Comentários

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  • Responder Quel

    Uns dos melhores contos q já li aqui.

  • Responder Sabrina

    Não gostei do final. Estavam ótimo até lamber meu saco é meu cú. Eu com 13 anos e um homem me pedisse isso o clima acabava na hora. Hoje eu faço tudo isso mas com 13 anos qualquer menina recuar.

  • Responder Novinha11anos

    Alguen tem algum site pra conversar putaria com homens mais velhos?

    • Fred

      Deixa seu e-mail aqui que eu entro em contato.
      Falar altas putarias pra vc gozar bastante.

  • Responder Novinha11anos

    Me passa o seu strange

    • Novinha11anos

      Francis não achei vc. Me add lá Gabzinha11#5196 discord

    • Strangef

      Tai pfvr vamos ser amigos hehe :w:

  • Responder 11anosbaby

    Queria um professor assim

    • Strange

      Me passa seu
      E-mail pfvr! Vamos ser amigos -w-

  • Responder Tarado pelas novinhas

    Mto bom continua

  • Responder TIO

    Continua, está muito

  • Responder Anônimo

    Muito bom continua