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O professor e sua aluna ( parte 1)

1205 palavras | 17 |4.38
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O relato é de um professor que se muda para o interior para lecionar. Nesse novo mundo, uma jovem aluna resolve ter sua primeira aventura sexual.

O ano de 2019 foi um ano duro para mim. Perdi meu estável emprego num grande colégio da capital e meu noivado foi desmanchado de forma dramática.

Entre os meses de dor, solidão e envio de currículo, uma oportunidade surgiu para lecionar no interior do estado, à centenas do acelerado centro urbano. Uma chance de retomar meu posto de trabalho.

De forma mais específica, o novo trabalho seria numa escola agrária de tempo integral, onde os alunos possuem aulas regulares pela manhã e aulas de música, cultivo orgânico e culinária pela tarde.

Como professor de Ciências, sempre trabalhei com alunos de 10 a 14 anos e o ambiente pacato da cidade montanhês, composta por imigrantes europeus e com contato direto com a natureza, parecia o cenário perfeito para um recomeço profissional.

Ao me mudar para a cidade interiorana, me encantava o cheiro da floresta, a serração das montanhas, os veios dos rios e um povoado diferente; todos de pele rosada, cabelos loiros e olhos claros.

Minhas turmas assumidas como professor de Ciências eram de alunos de nono ano do ensino fundamental. Em que todos tinham idade entre 13 e 14 anos. Me surpreendeu a disciplina entre eles, a timidez, o silêncio e a hegemonia caucasiana, tudo muito diferente das turmas em escolas da capital.

As primeiras semanas as aulas teóricas fluíram bem. Todos muito dedicados à explanação no quadro e as atividades no livro.Entretanto, para minha curiosidade, nenhum deles me olhava nos olhos quando eu os buscava durante as explicações, pois eram tímidos;e eu; um cara de porte, barba longa, corpo tatuado e voz imponente, talvez fosse um tanto quanto exóticos para eles.

Me chamava a atenção uma aluna que sentava na primeira fila. Ela era a única exceção de quem me encarava de frente e nos olhos. Me observa com segurança com seus grandes olhos azuis e madeixas longas e loiras. Ela me olhava com admiração e até de forma mais provocante, com tesão.
Cabelos longos como fio de ouro. Porte alto, cerca de 1.70m, esguia com a pele branca rósea e seios ainda em formação. Ela tinha 13 anos e usava uma fragrância maravilhosa que sentia por toda manhã enquanto estava em sala de aula.

Certo dia, durante o almoço na própria instituição, eu estava ainda me ambientando com outros colegas professores e alunos. Enquanto bebia meu suco, eu era observado a distância por ela, a mesma aluna das aulas matinais de ciências. Terminei minha refeição, respirei fundo e fui entregar meu prato passando por ela.
Resolvi então fazer uma rápida abordagem dizendo:
– Olá tudo bem? Gostou da aula hoje?
Ela me observado com seus olhos azuis celestes com voracidade, abriu um tímido sorriso e concordou com a cabeça positivamente.
Fui um pouco mais solicito e perguntei o nome dela:
– Qual seu nome, flor?
E ela respondeu:
– Ivy, professor.
Eu encerrei de forma breve:
-Prazer Ivy. Nos vemos hoje na aula de campo para reconhecer bromélias na floresta?
Ela respondeu entusiasmada e tímida:
Sim, professor! Claro!
Eu concluí:
-Entao às 15:00 estaremos lá na mata. Até breve!
Assim me despedi e fui descansar até minha aula de campo.

Há um costume meu durante aulas de campo, sempre reconhecer a área dias antes. Como tudo era novo pra mim, me encaminhei para a encosta dos fundos do colégio que havia uma porteira para a floresta fechada às 14:00. Assim poderia reconhecer um pouco do terreno e facilitaria minha aula sobre bromélias epífitas. Caminhei por cerca de 1 km, entre trilhas e terreno ingrime. Fiquei exausto e muito suado, afinal era um dia quente de final de verão. Procurei uma clareira, me sentei e descansei para beber água.

Durante o descanso e a espera da aula que começaria em 20 minutos ouvi um pequeno murmúrio, um pequeno gemido de dor e logo me aprontei atento a seguir aquele som. Ao seguir na trilha, encontrei sobre um tronco caído de árvore a pequena Ivy. Cabelos soltos, uniformizada com blusa de botões brancos e saia azul, além dos meiões e sapatilhas pretas.
Ela parecia chorar com dor no joelho, como se tivesse se machucado.
Me aproximei correndo, pronto para saber se estava tudo bem com ela, e perguntando afoito:
– Ivy, vc tá bem, pequena?
Ela olhou sorrindo, sem nenhum machucado aparente respondendo positivamente:
-Hurum, professor.
Nesse momento ela abriu levemente as pernas, revelando o interior de sua saia. Estava sem calcinha!
Evitei o olhar totalmente constragido, mas ela me tranquilizou.
-Fica calmo professor, eu vim mais cedo porque queria te mostrar isso.
Foi quando ela abrir as perninhas brancas e lisas e revelou sua pequena bucetinha rosa, fechadinha e sem nenhum pelo.
Fiquei atônito com a imagem, e fiquei num misto de medo e tesão.
Senti meu pau endurecer. Senti meu coração pulsar forte. Meus olhos não conseguiam parar de olhar para aquela bucetinha tão novinha e perfeita.
Ivy então me disse:
– Vem aqui. Sente o cheirinho dela. Eu sempre quis que um homem pudesse chegar perto dela.
Me aproximei com cuidado e medo, me agachei diante de seus joelhos e abri um pouco mais suas pernas.
Senti o cheiro de sua virilha. Senti a fragrância leve daquela buceta linda, apertada, rosa e lisa. Cheirei o mais perto possível ao ponto de sentir o calor em minhas bochechas.
Ivy então pediu:
-Lambe professor! Lambe ela e sente o gostinho. Lambe e sente se ela fica melada.
Envolvido por puro tesão daquela maravilha, coloquei minha língua suavemente sobre seu grelinho. Lambi com carinho e volúpia toda seus lábios apertados. Tinha gosto levemente doce. Era muito macio e já escorria um melado de prazer de dentro dela.
Quando ouvi o primeiro gemido agudo, nao resisti e também lambi seu cuzinho. Um cuzinho rosa, igualmente cheiroso e pronto para receber minha língua cheia tesão.
Ivy se contorcia e virava seus olhinhos azuis dizendo:
-Lambe professor, lambe tudo. Aí que delícia!
Escorria tanto mel daquela buceta novinha. As pernas dela tremiam tanto de desejo e prazer que eu não pensei duas vezes, abri minha calça jeans e tirei meu pau todo melado pra fora. Duro, latejando todo lambuzado de tesão.
O cheiro da sua bucetinha de novinha na barba era excitante. O gosto doce.
Quando me preparava para colocar a boca dela pra chupar a cabeça melada do meu pau, ouvi outros alunos chegando. Eram 15:00 e a aula tinha que começar.
Recolhi meu pau ainda duro pra dentro da calça. Ivy se recompôs e vestiu sua calcinha com as pernas trêmulas e me disse uma última palavra:
-Eu quero sentir o gosto do seu pau na boca também professor. E quero que vc seja o primeiro homem a entrar dentro de mim também.
Ela me deu um beijo e sentiu o gosto da sua própria bucetinha.
Os alunos chegaram e era hora de trabalhar novamente.

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17 Comentários

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  • Responder Quel

    Gostei da narração.

  • Responder Letícia Souza

    Tu era professor dela e não sabia o nome dela? Não tinha lista de chamada não?

  • Responder Tarado pelas novinhas

    Eu gostei do seu conto. Quem acha que essas meninas de 12 a 16 anos são inocentes, vcs são mais inocentes kk .

    • 11anosbaby

      Tenho 11 anos e sou louca pelos mais velhos

    • Strange

      Hoje em dia não são mais kkk

  • Responder Lara

    Professor é tudo de bom…
    Minha primeira vez, foi com meu professor de música, e eu tinha recém completado 12 anos. Foi demais, e foi além das minhas expectativas, afinal de contas, eu o escolhi. Eu quis que fosse com ele, e fui a luta.
    Porque foi além das minhas expectativas ?
    Simples…
    Eu era super apaixonada por ele, e acreditem, eu me masturbava até três, quatro vezes por dia, imaginando estar com ele na cama, isto é, na minha cama.
    Enfim, foi ótimo, e ele não me decepcionou, mesmo tendo se casado meses depois, porque mesmo casado, ele sempre tinha um tempinho pra mim.
    Resumindo, caro professor…quero o desfecho deste conto postado amanhã sem falta. Caso contrário, vou pensar qual será sua média final, ok…
    Rsrsrsrs…

  • Responder Rafaella

    Bem contado…. Beijos !!

    • Aquiles

      Obrigado pelo feedback!

    • Amanda Gomes

      Amei , adorei seu conto, convido você para ler meus contos também. Bjsss em seu ❤️.

    • tio beto da van

      tito e uma verdade mesmo, trabalho com van escolar sei o que isso.Essas putinhas de escola .

  • Responder Nando

    Treze anos com essa desenvoltura. Ficção tudo bem, mas, mentiras não!

    • Tito

      Sabe de nada inocente…
      Eu era condutor de van escolar, e você não imagina a quantidade de meninas e meninos que gostam de uma safadeza, e com certeza, não faz idéia também, do quão desenvolvidos e articulados eles, e tampouco do que são capazes.
      Se te contar, que certa vez, duas gurias pra lá de safadinhas, cabularam aula, e foram pra casa comigo, você acreditaria ?
      Com certeza não…
      E se falar que uma tinha onze anos, e a outra doze, não ia acreditar também, né…
      Mas é verdade, isso aconteceu realmente.
      Em tempo, ambas não eram virgens.

  • Responder Edesio

    Continua

    • Aquiles

      Com toda certeza, aguarde!

    • Bucetuda

      Fala mais fiquei molhadinha

  • Responder Ihrapaz

    Putz… que conto gostoso de ler.

    • Aquiles

      Que bom. Darei sequência em breve!