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Novo Lar – Nova Vida Parte 01

4142 palavras | 11 |4.09
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Somos uma família composto por 05 membros meu pai, minha mãe, meu irmão mais velho, com 19 anos, minha irmã 02 anos mais velha que eu.
Na época eu tinha 10 anos, quando meus pais resolveram largar a vida da cidade grande e ir morar em uma comunidade nada convencional.
Papai foi convidado por um amigo dele O Dr. Euclides, a conhecer o lugar, ele já morava nessa comunidade a alguns anos e logo que o papai teve contato com as famílias do lugar logo se identificou, e não demorou muito para irmos morar lá.
Lembro que quando começamos arrumar nossas coisas para irmos para lá, mamãe nos disse que erámos para levar apenas o necessário, pois não iriamos precisar de tanta coisa no nosso novo lar. Quando partimos rumo a nossa nova casa lembro de ter sido uma viagem longa e cansativa, viajamos até uma cidade de avião depois pegamos um barco e viajamos por mais 04 dias a única coisa que víamos durante a viagem era água e matas as margens do rio. No Início foi bastante difícil, pois como eu disse era uma comunidade bastante liberal em certos aspectos e para nós meninas acostumadas a viver na cidade com todo o pudor foi difícil aceitar aquilo.
As meninas eram levadas pelas mães até uma praça central na vila e era exposta aos homens como forma de mercadoria, com a intenção de arrumar casamento, desde que o homem tivesse um bom dote a dispor pela menina escolhida.
Era normal, estarmos ali sendo mostrada para vários homens, enquanto outros em algum canto da praça transava com suas mercadorias já compradas, sem nenhuma preocupação de estarem sendo visto, pelo contrário para eles era , como se fosse um troféu, eles sendo bem mais velhos com suas esposas novinhas e podendo mostrar aos outros que elas estavam ali apenas para reproduzir e dar prazer a eles, apesar da família ser paga para entregar as filhas para o casamento, o sexo não era permitido até o casamento(quando a menina era virgem), somente depois da cerimônia é que eles podiam tomar conta da sua propriedade, assim serem donos absoluto do seu corpo, podendo usar como bem eles entendesse.
O Preço do dote variava conforme a condição e idade das meninas, as virgens tinham mais poder de barganha, afinal qual homem não quer ter o prazer de tirar a virgindade de uma menina.
Outras eram mais baratas, porque muitas das vezes o próprio pai o avô ou alguém da família já usou ela, porque eles como tem o direito sobre suas crias, eles podiam optar por fazerem delas suas mulheres por um tempo com a intenção de engravidar, pois o pilar da comunidade era o nascimento de novos membros. Muitas davam à luz de meninas essas sim, era bajulada pela família, porque demonstrou ser uma ótima parideira. Se alguma por qualquer motivo tivesse 02 gravidez e nas duas deram à luz de meninos essas já não serviam mais, é eram negociadas a preço de banana, pois muitas das vezes elas seriam apenas para o uso do prazer, podendo ser levada no mesmo instante pelo seu comprador que também levaria os filhos com eles, podendo usar os meninos para o prazer, como era normal você ver homens fazendo garotos de mulher em plena praça.
Num domingo, eu estava na praça com a mamãe e se aproximou de nós um senhor. de uns 52 anos aproximadamente, ele se vestia com uma certa elegância, mais faltava beleza no seu rosto, somente eu era levada a praça para arrumar um casamente, porque minha irmã Mayla foi escolhida pelo papai para ser a segunda esposa dele, já que mamãe não podia mais ter filhos, sendo assim ela era propriedade do nosso pai, sendo submissa e ele e as vontade deles, pois ele tinha uma certa tara em dividir Mayla com o próprio filho ou um amigo mais íntimo, que também pudesse proporcionar a ele sua filha ou esposa.
O sr. se aproximou de nós e sem nenhuma preocupação cumprimentou minha mãe.

– Bom dia senhora, me chamo Augusto, e não pude deixar de reparar na beleza da sua filha.

(Somos família de origem alemã, então eu sou bem loirinha, cabelos longos até a cintura, olhos azuis, com 137cm de altura e pesava não mais que 33kgs, apesar da idade meus peitinhos já começavam a despontar com aqueles pequenos mamilos no centro da aréolas bem rosadas devido eu ser bem branquinha de pele, minha bucetinha ainda sem qualquer aparência de pelos pubianos).

– Bom sr. Augusto, me Chamo Verena, obrigada, pelo elogio a minha menina.

– Qual o nome da menina?

– Há sim, desculpa essa é Rayka.

– Lindo nome você tem.

-Obrigada sr.

– Eu gostaria de poder cortejar a Rayka, me encantei pelo corpo dela apesar da pouco idade que ela aparenta ter, eu imagino que ela me daria filhas lindas se todas puxarem por ela.

Naquele instante, sinto um pouco de vergonha por esta ali, mamãe e um senhor estranho conversando sobre mim, ele não tirara os olhos do meu corpo, quem por uns instantes tive a reação de esconder meu sexo e meus pequenos seios com as mãos.

– Rayka, tira essa mão, deixa o Sr. Augusto olhar para você, vira de costa. Essa menina será uma ótima parideira e posso garantir ao senhor que ainda continua virgem, o pai faz questão que ela se case virgem, mas já sabe perfeitamente como receber o leite sagrado do pai e engolir, pois, esse é o líquido sagrado dos homens e ensinamos cedo isso a elas para quando casar saber agradar o marido.

– Como posso fazer?

-Bom Senhor Augusto, podemos marcar hoje as 19:00hs na minha casa, vou avisar o meu Marido que a Rayka arrumou um pretendente, assim vocês poderão conversar sobres alguns detalhes.

– Perfeito senhora, estarei lá no horário marcado, tenha um bom dia, até mais tarde minha linda.

Ele se retira, mamãe me estende a mão me levando para casa, sem se impostar de eu estar nua pelas ruas do Vilarejo.
Logo que entramos, vejo o Fagner (meu irmão) saindo do quarto da Mayla arrumando os shorts, e não demora muito para ela vir até nós ainda com carinha de dor, com as mãos sobre o sexo, como se quisesse aliviar as dores do coito, já que meu irmão e meu pai são um tanto afoitos no sexo, não se preocupando com a menina, apenas com o prazer deles e a vontade de engravidar logo ela.

– Onde está seu pai?

– Papai foi até a casa do Dr. Euclides, mas já deve estar voltando pelo tempo.

– Hoje a Rayka, conheceu um pretendente, e ele vira aqui para conversar com o seu pai, Mayla vai com sua irmã para o quarto para ela descansar um pouco e já separa uma calcinha nova para que ela possa receber o futuro marido e senhor dela.
Então minha irmã, me conduz até o nosso quarto e me ajeita na cama eu acabo pegando no sono.
No horário marcado a campainha toca e mamãe vai atender.

– Boa noite senhor Augusto, entra por favor se senta, fica à vontade.

– Boa noite senhora Verena.

– O senhor aceita uma água ou um café meu marido já vem, ele está terminando com a nossa filha Mayla, porque ela está no período fértil dela, e estamos torcendo para ela engravidar de uma linda menina, e para nós o coito é sagrado começou tem que ir até o final.

O senhor Augusto, sentado em uma poltrona eu em outra ao lado da mamãe, e dava para ouvir os gritos e gemidos de Mayla, vindo do quarto ao lado, muitas vezes eu presenciei o coito do papai com ela e sabia que aqueles gritos dela não era em vão, pois o papai tem um membro que não é grande mais é exageradamente grosso, imagino que não era fácil para Mayla aquentar, apesar dos 02 anos mais velha que eu, o corpo dela era bem mirrado e com certeza deveria abrir muito para conseguir manter aquele membro entrando e saindo dela, com a fúria que o papai impunha quando estava com ela.
Não demora muito começamos a ouvir papai ficando ofegante e gritando, Humm!!! Receba Mayla minha gala sagrada, no seu útero, me dê a tão sonhada menina.
E logo em seguida ele sai do quarto arrumando as calças e falando, vem Mayla levanta e vem conhecer seu futuro cunhado.

– Boa noite, senhor Augusto, me chamo Hebert, sou o pai da Rayka.

– Boa noite, senhor, creio que a senhora Verena, já disse ao senhor qual o motivo da minha visita.

– Sim ela me disse que o senhor pretende cortejar a Rayka? Mas o que o senhor tem a nos oferecer de dote pelo casamente com a nossa menina.

Eles conversam entre eles mamãe, abre um pouco minhas pernas, deixado visível minha bucetinha inchada sob a calcinha.
Eles acertam os detalhes e o casamento é marcado para 30 dias.

– Bom senhor Augusto até o casamento Rayka não terá nenhum contato físico mais íntimo com o senhor, mas como homem sei das suas necessidades, sendo assim minha filha Mayla, ficará a sua disposição para que o senhor possa se aliviar nela, a única exigência que faço é que na frente somente eu ou o irmão podemos penetrar, o senhor poderá usar ela atrás, estamos intendidos?

– Sim senhor, é claro e nada mais justo, já que o senhor pretendo engravidá-la.

Nisso papai chama Mayla para apresentar ao senhor Augusto, quando ela entra na sala, ela estava nua como papai mandou e o meu futuro marido pode comtemplar o corpo da minha irmã, Mayla também loira de olhos azuis, com os seus 148cm de altura e 41kgs totalmente distribuídos pelo aquele corpo branco como a cor do leite, seu clitóris bem visível pelo excesso de uso, totalmente lisinha.
Papai manda Mayla virar de costa para o senhor augusto e toca na bundinha dela falando: ela tem uma bundinha magrinha, mas aguenta bem, tenho certeza de que o senhor vai aproveitar bastante.
Augusto olhando aquela cena, e não demora muito para se excitar e ficar visível a todos na sala o volume que fazia por dentro da calça, naquele momento mamãe chega e fala: Mayla beba o líquido sagrado do seu cunhado, ele precisa se aliviar, nesse momento minha irmã se ajoelha diante dele soltando o botão da calça e abrindo o zíper e colocando para fora aquele membro duro que parecia um pedaço de madeira, que na hora me fez assustar com o tamanho e fiquei com medo de saber que eu teria que suportar tudo aquilo dentro de mim daqui um mês.
Mayla chupou o meu futuro marido até que não demorou muito ele jorrou uma quantidade de gala dentro da boca dela que chegou a escorrer um pouco pelo canto, pois era muito líquido para engolir e ela acabou engasgando-se, ela pega um paninho que mamãe havia deixado em cima da mesinha de centro e depois do ato e numa forma de submissão que nós mulheres temos diante dos nossos homens ela começa a limpar aquele membro já encolhido e coloca para dentro da calça.
Até o casamente eu não teria contato físico com o senhor Augusto, mas ouvia os gritos abafados de dor da Mayla, todos as noites que ele vinha se aliviar na bundinha dela, não temos que ter prazer com os homens de outras, só podemos sentir prazer com o nosso marido e senhor e então a necessidade de Mayla muitas vezes abafar os seus gritos.

Os dias foram passando, e o senhor. Augusto todas as noites ia para minha casa, nós não podíamos ter contato físico, mas ele tinha o direito de me cortejar perante os meus pais e até mesmo pedir para que eu permanecesse na sala com eles peladinha, ele se sentava para conversar com meu pai, eles ficavam um tempo acertando os detalhes do nosso casamento, falando sobre a festa os convidados e jogavam conversa fora, depois de um determinado tempo, papai chamava a minha irmã e falava: Vai Mayla alivia o seu cunhado.
Na maioria das vezes, o coito acontecia na sala diante de nós, eu via no rosto da minha irmã a expressão de dor por ter seu cuzinho penetrado de forma bruta enquanto papai sorria a vendo ser fodida por outro homem, ela não podia demonstrar prazer então só restava abafar os gemidos de dor mordendo o paninho que a mamãe sempre entregava quando ia fazer isso.
Como eu era virgem e estava prometida eu só podia receber o liquido sagrado do meu progenitor e isso acontecia com frequência, isso é uma pratica normal entre pais e filhas na comunidade então, enquanto Mayla era sodomizada pelo meu futuro marido, eu tinha que chupar o meu pai até ele encher minha boca com líquido para eu engolir como forma de respeito e submissão provando assim que eu sabia o devido lugar da fêmea em nossa sociedade e diante dos nossos homens, eu ficava ali chupando o meu pai e mamães tinha que tomar o liquido do meu irmão.
Todas as vezes que o homem soltava sua gala na boca ou dentro das mulheres, tínhamos que olhar nos olhos deles e agradecer a oportunidade de termos recebido o sacramento do líquido sagrado.
No dia seguinte, saio cim minha mãe e minha irmã, para comprar meu enxoval, como eu já estava de casamento marcado, eu não poderia mais andar pelas ruas do vilarejo nua como antes, quando era levada a praça.
Era normal passarmos por alguma rua e ver um casal transando, outros homens feminilizando garotos, ou passar próximas a alguma residência e ouvir gemidos de meninas sendo usadas na tentativa de procriar.
Mamãe teve todo cuidado de providenciar o meu enxoval, vestidos novos, calcinhas novas, na comunidade não era permitido o uso de calcinhas que normalmente estávamos a costumada a usar no mundo lá fora, tudo tinha um tom de menina moça pura, então minhas calcinhas eram todas de algodão sempre com estampas mais levada para o lado infantil.
Chega o grande dia, mamãe me acorda, o casamento estava marcado para 11hrs e a festa seria o dia todo, antes de eu entrar para o banho, papai vem até o meu quarto me olha eu ainda com carinha de sono e me fala: Hoje minha bebê vai virar mulher e como toda mulher você será obediente ao seu marido e dono, a partir de hoje, seu corpo será dele e de quem ele achar que deva usar, aquilo me deixou um tanto assustada, apesar de saber e ver qual é o papel da mulher na nossa comunidade para mim tudo era novidade, eu nunca tinha feito nada, presenciei várias vezes meu futuro marido com minha irmã e mesmo ela já não sendo virgem era expressivo a cara de dor que ela fazia cada vez que era penetrada por ele, mais por outro lado eu ouvia os gemidos de prazer quando ela estava com o papai, será que eu ia sentir muita dor, será que eu ia gostar enfim isso só saberia na hora.
Então papai se despiu ficou em pé na beira da cama, me mandou ficar de 4 e tomar o último líquido sagrado da minha vida de menina virgem, ele gozou com grande satisfação na minha boquinha mandando eu engolir tudo sem desperdiçar nem uma só gota, eu olhei para ele.

– Obrigada papai, por me dar a oportunidade de receber seu líquido sagrado.

– Rayka, hoje você vai se casar, sua virgindade pertence ao seu marido por direito já que ele nos deu um excelente dote por você, mais amanhã depois do seu primeiro coito, seu corpo também será de quem seu senhor assim desejar.

Eu me levantei passei pela sala em direção ao banheiro e não pude deixar de reparar na beleza da Mayla naquele vestido azul de alcinha com estampa na cor rosa, acima do joelho davam um destaque o quanto suas pernas eram longas para a idade dela, o tecido marcava seus seios pequenos e ainda durinhos e sua bundinha apesar de magrinha, a calcinha que ela usava era justa e cobria todo o contorno do bumbum, fazendo com que ela ficasse empinada sob o vestido, seus cabelos loiros todo cacheados segurados apenas por laço deixando seus cabelos levemente para trás, sobressaindo o azul dos seus olhos, deixando ela com um ar angelical.
Entro para o banho, término e vou para meu quarto me vestir, na cama uma calcinha em algodão branca com estampa de rosas vermelhas, meu vestido todo bordado a mão e uma tiara toda com pedraria segurando um pequeno véu que chegava até o chão, me vesti e fiquei esperando pelo papai me pegar e me conduzir até o altar montado na parte dos fundos de nossa propriedade.
Conforme papai me levava até o meu marido, passando por aquele tapete vermelho, pude perceber os convidados, os homens todos de ternos com suas esposas e filhas, outros com suas duas esposas, outros com seus garotos vestidos em trajes femininos (já que era uma prática normal a feminilização).
Senhor Augusto diante do altar me espera em um termo branco muito elegante me olha e dá um sorriso.
A cerimônia termina, vamos para festa que durou a tarde toda e uma boa parte da noite, os convidados começaram a se retirar ficando apenas alguns mais chegados, foi quando o senhor Augusto me olha e fala:

– Rayka agora também precisamos ir.

– Sim senhor. Augusto podemos ir.

– Agora não sou mais o senhor Augusto para você, quero que me chame de paizinho Augusto e não é um pedido e sim uma ordem.

Naquele instante meu coração começou a tremer, ele nunca havia falado comigo naquele tom, então papai me olha:

– Filha ele é seu marido e seu dono e você tem que obedecer, não importa o que ele mandar, você só tem que fazer, estamos entendidos?

– Sim papai eu entendi.

Saímos e fomos para casa dele, logo que entramos ele se senta numa poltrona, não demora muito entra um Senhor de cor escura aparentando ter seus 40 anos, pelas vestes se via que era um serviçal da casa.

– Boa noite senhor Augusto, como foi a cerimônia?

– Correu tudo como eu esperava Jonas, essa é Rayka minha nova esposa.

– Boa noite menina Rayka.

– Boa noite senhor Jonas.

– Nosso quarto já está arrumado Jonas?

– Sim senhor, já preparei tudo.

– Ótimo, agora leva a Rayka e tira essa roupa dela, quando ela estiver sem nada você me chama.

Naquele momento, olhei para ele sem entender o que estava acontecendo, pelo que a mamãe disse na noite de núpcias o marido vai com a esposa para o quarto, agora ele estava mandando um homem me levar e tirar a minha roupa, aquilo me deixou sem ação, apenas abaixei a cabeça e acompanhei o senhor Jonas até o quarto.

– Vamos menina tira a roupa.

– O senhor pode me dar licença?

– Licença? Para que?

– Para eu tirar a minha roupa.

– Para de frescura tira logo essa roupa ou então eu mesmo vou tirar.

Baixei minha cabeça, meus olhos lagrimejaram eu começo a me despir diante daquele homem ficando apenas de calcinha, tentando proteger os meus seios com os braços.

– É para tirar tudo você entendeu?

Sem falar nada eu começo a tirar minha calcinha, ficando nua diante dele, ele segura meu queixo fazendo eu erguer a cabeça e olhar para ele.

– Agora sim, viu? Não foi tão difícil assim, agora espera aí que vou avisar o senhor Augusto que a cadelinha dele já está pronta, e sai do quarto rindo.

Eu chorava baixinho, sem entender o que estava acontecendo, mamãe falava que tínhamos que ser submissa aos maridos, mas não imaginava aquela situação na minha primeira vez, minha vontade era sair correndo e voltar para casa dos meus pais, mas sabia que era impossível, pois estava casada e agora eu tinha um dono que mandava em mim.
Não demora muito para os dois voltarem, eu ali parada em pé nua, sem saber o que ia acontecer, as lágrimas rolavam no meu rosto, mas eu abafava o choro.
Então o senhor augusto se senta na cama manda eu me aproximar dele e começa a percorrer com as mãos o meu corpo, eu tremia e olhava para ele como se pedisse para ele parar mais tinha medo da reação dele e eu não teria o papai por perto para me proteger.

– É Jonas até que ela tem um corpinho gostoso não acha?

– Sim senhor eu também achei logo que eu a vi.

– Sobe na cama, e fica de 4 olhando para o Jonas.

Subo na cama, fazendo o que ele mandou, ele levanta e começa a tirar a roupa me olhando, vejo o seu membro ficando duro então ele vai para trás passa a mão pela minha bundinha, abre e começa a me lamber do cuzinho até a minha bucetinha virgem, eu tremia de medo, assustada com que estava acontecendo, queria sair daquela posição mas ele me segurava forte apertando minha bundinha com as mãos, sinto ele cuspir na entradinha do meu cuzinho e sem falar nada começa a pincelar seu pau até que sinto ele para bem no buraquinho.

– Rayka, você sabe para que serve as mulheres?

Antes mesmo de eu responder ele dá uma estocada forte me segurando pelo quadril, eu começo a gritar de dor e a chorar. Aiiii!!! Aii!!!!.
– Pode gritar à vontade, ninguém vem te socorrer, você é minha e vou fazer o que eu quiser.
Nisso ele dá uma segunda estocada sinto a cabeça entrar no meu cuzinho virgem, eu gritando pedindo para parar, mas! quanto mais eu pedia, mais ele forçava, parecia que eu estava sendo penetrada por uma barra de ferro quente, sentia queimar, ele vai forçando, forçando sinto entrar cada vez mais, agora eu sentia no meu copo o que Mayla sentia quando era sodomizada por ele, senti ele no fundo, foi quando ele começa um vai e vem frenético e bruto usando minha bundinha, ele parecia não ligar que era minha primeira vez ele só queria usar e gozar.

– Vai Rayka, pede para paizinho foder mais forte pede.

Eu não conseguia fazer o que ele me mandava a dor era tanta que eu só chorava e gritava, até que ele começou a urrar e eu senti que ele estava jogando o líquido sagrado dentro do meu cuzinho.

– Vai me agradeça pelo líquido sagrado.

– Obrigada paizinho Augusto por me dar o líquido sagrado.

Foi quando ele tirou e me jogou de lado na cama, eu fiquei ali chorando, sentindo minha bundinha toda arregaçada.

– Por que o senhor fez isso paizinho Augusto?

– Por que você é minha propriedade esqueceu? Eu comprei você, posso fazer o que eu quiser.

Eu chorava e levava a mão até minha bundinha, como seu eu quisesse tirar a dor que sentia.

– Jonas amanhã tenho que levar a Rayka para iniciação familiar dela, só que não posso chegar lá com ela virgem ainda, você sabe que gosto de cuzinho de meninas que meu prazer é ver elas chorando sendo enrabadas, então meu amigo você terá de tirar o cabaço dela.

Quando ele falar isso eu me jogo ao corpo dele abraçando e pedindo para ele não deixar o senhor Jonas me tocar, ele simplesmente tira minhas mãos e fala:
“vem Jonas a bucetinha dela é toda sua”

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11 Comentários

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  • Responder Pede atra

    Uma pena quando colocam violência e dor na relação com meninas e isso tira toda a graça não curti nao

  • Responder SouSafadenho

    Isso ai é uma cópia de um conto que tem aqui no site

  • Responder Lyah

    Achei fraco, se é pra fantasuar crie algo excitante pelo menos, ninguem quer ler um drama

  • Responder Pachecao

    Ativista aonde leio seu conto?

    • Ativista

      Todos os meus contos está aqui com o meu pseudônimo O Ativista

  • Responder Pachecao

    Adorei fiquei muito excitado e com vontade de fuder com você também. Continue não demore a publicação

  • Responder Carlos

    Curti o conto. Perfeito para mim. @CARPZD. Qual e a versão original queria ler

    • Ativista

      Pode ir em O Ativista lá tem a minha Saga esse é plagio

  • Responder Ativista

    Estragou o meu conto, além de plagia -lo, colocou violência , onde eu prego tesão…

    • Signore Romano

      Plágio é foda , a versão original é perfeita.

    • SouSafadenho

      comentei isso, não tinha visto seu comentário.
      Seu conto é ótimo, deveriam apagar plágios.