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Minha irmã é minha Amante

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Ambos estávamos entrando na adolescência, Eu tinha ereções constantemente e com o passar do tempo comecei a olhar minha irmã com outros olhos

Quando eu tinha 12 anos iniciei minha vida sexual com a minha irmã que tinha 10 anos. nossos pais trabalharam todos os dias da semana de segunda a sexta, Graças a isso ficávamos em casa, sozinhos, todos os dias. Tínhamos nos mudado de cidade recentemente e nossa nova casa era um pouco isolada e distante das outras casas da vizinhança, o que atrapalhou a criação de novas amizades.

Ambos estávamos entrando na adolescência. Os corpos mudando e os hormônios mudam tudo. Eu tinha ereções constantemente e com o passar do tempo comecei a olhar para a minha irmã (a única garota com idade semelhante que tinha contato) com outros olhos.

Eu tinha muita luxúria reprimida, mas (de começo) não era dirigida à minha irmã. Posso dizer que a situação estava “tranquila” (nada fora da normalidade), até que minha irmã descobriu revistas pornográficas que nosso pai possuía e guardava escondido e compartilhou essa informação comigo.

Ao ter acesso a essas revistas, nossa rotina mudou. Todos os dias de tarde, depois que voltávamos da escola, minha irmã e eu ficávamos lendo as revistas juntos deitado sobre a cama de nossos pais. Eu tinha ereções constantes durante a leitura, as quais tentava esconder, até que me dei conta de que minha irmã ficava constantemente olhando para a minha ereção.

Passamos vários dias assim, e a cada dia que se passava eu me excitava mais ao ler as revistas e cada vez tentava menos esconder minhas ereções, e a minha irmã observava minhas ereções cada vez com menos discrição.

Depois de algum tempo chegou um momento em que eu não tentava mais esconder minhas ereções. Secretamente comecei a gostar de vê-la olhando para meu pau duro, algumas vezes fazia o meu pau latejar para ver a sua reação. E me dei conta que cada vez que o fazia, minha irmã sorria maliciosamente com discrição.

Como eu havia dito anteriormente, devido a adolescência e os hormônios, nossos corpos estavam em plena mudança e isso aconteceu vertiginosamente com minha irmã. Ela, que até então tinha o corpo da menina, mudou do dia para a noite e agora tinha uma cintura fina, pernas grossas e uma grande bunda durinha e arrebitada. Seus seios ainda em desenvolvimento, eram mais difíceis de notar e apenas eram perceptíveis quando os mamilos pontudos se mostravam contra as roupas que ela usava.

Graças a essas mudanças comecei a prestar mais atenção ao seu corpo, que pela idade devia ser de uma menina, mas que devido à puberdade havia se tornado bastante sexy, principalmente a sua bunda grande. Depois de perceber essas mudanças no corpo dela e as risadas maliciosas, durante as nossas leituras comecei a imaginar como seria foder com a bela minha irmãzinha.

Certo dia, depois de chegarmos em casa vindos da escola, minha irmã me chamou novamente para lermos as revistas. Quando eu ouvi o convite, fiquei muito excitado e senti meu pênis ficando duro de tesão. Fui tirar a farda da escola e ela seguiu sozinha para o quarto. Ao chegar no quarto, tive a visão da minha irmã. Ela estava deitada de barriga para baixo com um vestidinho curto, que na posição em que ela estava mostrava a parte de baixo da sua bela bunda bem como a parte de baixo da calcinha. Ao ver essa cena, meu pau, que já estava um pouco ereto, ficou duro como uma rocha.

Ao me ver na porta, minha irmã me pediu para deitar junto com ela na cama de nossos pais e iniciarmos a leitura das revistas. Vendo aquela bunda grande e linda, e devido a excitação que estava sentindo decidi me arriscar. Ao chegar na cama para me deitar, fui deitando em cima dela lentamente, enquanto contava algumas piadas e fazia algumas brincadeiras bobas me aproveitei e lentamente fui esfregando meu pau duro em sua boceta e bunda.

Quando ela sentiu o meu pau tocar sua boceta, minha irmã soltou um pequeno gemido baixo e empinou a sua bunda. Quando me dei conta disto, repeti o mesmo movimento mais algumas vezes colocando mais força. Depois de alguns movimentos, minha irmã se mexeu embaixo de mim, enquanto ria das minhas piadas. Essa foi a minha deixa para sair de cima dela. Rolei para o lado e começamos a ler as revistas, meu pau ainda estava super duro e me assegurei de ficar em uma posição em que meu pau ficaria bem a sua vista.

Nós lemos algumas revistas e em uma dentre elas tinha uma história em que uma mulher e um homem enquanto estavam praticando jiu-jitsu ficavam excitados durante o treino e acabavam fazendo sexo. Quando eu vi essa história eu dei conta de que poderia usar esta estratégia, da história na revista, para esfregar um pouco mais o meu pau duro na buceta da minha irmã.

Eu e minha irmã sempre gostamos de artes marciais e um pouco antes de termos mudado de casa tínhamos tido algumas aulas de Judô e Jiu-Jitsu. Então com esse plano na cabeça eu lhe perguntei se ela não queria brincar um pouco de jiu-jitsu. Ela pensou por um momento, e me dei conta que ela estava olhando para o meu pau enquanto se decidia. Ao perceber isso, fiz o meu pau latejar algumas vezes (enquanto percebia ela sorrindo maliciosamente) e ela decidiu a aceitar a brincadeira.

Nós ficamos de joelhos (porque o nosso sensei disse que era melhor começar de joelhos para não ter quaisquer ferimentos) e começamos a nos agarrar, com o intento de jogar o outro para o chão (no caso o colchão). Aproveitei este momento para apalpar sem medo as suas coxas grossas e a bunda grande da minha irmã, com a desculpa de que era para jogá-la sobre a cama. Estava com muita vontade de apalpar sua buceta, mas na posição em que estávamos era difícil para mim. Mas em compensação para ela era fácil sentir meu pau, e algumas vezes senti a sua mão alisando e apalpando meu pau.

Depois de alguns momentos de brincadeira, eu consegui derrubar a minha irmã sobre a cama e ficar sobre ela. Ele cruzou as pernas em volta da minha cintura tal qual tinha aprendido na aula de Jiu-Jitsu. Aproveitei a posição, e também porque ela se rendeu, e comecei a esfregar meu pau em sua buceta com força (que devido a situação estava perfeitamente posicionado).

Ao sentir meu pau duro se esfregando em sua boceta, minha irmã começou a gemer baixinho e morder os lábios. Depois de alguns minutos de diversão, a perguntei se queria desistir e ela disse “não”. E cada vez que me esfregava nela repetia a pergunta e a ouvia dizer sonoros “não”.

Após os vários minutos de diversão, minha irmã percebeu que estava ficando tarde e que se aproximava a hora da nossa mãe voltar para casa. E por causa disso me pediu para parar a brincadeira. Eu saí de cima dela e notei que havia uma mancha molhada em suas calcinhas bem no lugar da boceta. Então eu a perguntei se havia gostado da brincadeira e ela me confirmou que sim e disse que poderíamos brincar novamente no dia seguinte, pois ela havia gostado muito.

No dia seguinte, nós fizemos tudo da mesma maneira, lemos as revistas e brincamos de Jiu-Jitsu. A diferença era que minha irmã no lugar do vestidinho usava um shortinho bem curto, o que não me agradou muito, pois eu conseguia apalpar sua bunda diretamente quando ela usava um vestido. Começamos a brincar depois de alguns momentos, durante a brincadeira acabei passando para as costas da minha irmã e deslizei uma das minhas mãos (que estava parte de dentro da sua coxa grossa) para cima e consegui apalpar sua boceta por cima das roupas. Quando ela sentiu que a minha mão a apalpava, minha irmã deixou escapar um gemido um pouco mais forte.

Mesmo percebendo o ocorrido ela não tentou a tirar a minha mão, e continuou agindo como se estivéssemos brincando normalmente. Aproveitei e apalpei com prazer a bocetinha que tanto queria sentir. minha irmã gemia enquanto eu tocava sua boceta e esfregava meu pau duro em sua bunda. Mais uma vez nós ficamos nesta situação por vários minutos até que novamente a minha irmã me pediu para interromper a brincadeira pois perto de chegar a hora em que nossa mãe chegava em casa vinda do trabalho.

No dia seguinte minha cabeça pensava apenas em chegar em casa para novamente poder tocar a boceta da minha irmã. Passei a manhã inteira tendo ereções, me lembrando do dia anterior e tentando as esconder dos meus colegas de classe. Assim que chegamos em casa, minha irmã foi se banhar e mudou de roupa. Eu gostei quando vi que ela tinha colocado uma minissaia (uma das menores que ela tinha) e foi para o quarto.

Mas desta vez ela não pegou as revistas, disse que não estava com vontade de ler hoje e só queria vingança para a derrota sofrida na brincadeira de jiu-jitsu do dia anterior. Ao ouvir estas palavras meu pau ficou duro de imediato, a minha irmã olhou para a minha ereção e sorriu com malícia no olhar. Ela disse queria tentar passar a minha guarda (posição em que a pessoa fica de costas no chão), eu concordei e eu fui para a cama e ela foi ajoelhou-se ao meu lado e em seguida, passou a minha guarda sem dificuldade (algo que facilitei) e ela se sentou em cima de mim, ficando na posição conhecida como CowGirl, com sua boceta bem em cima do meu pau duro.

Assim que ela sentou em cima de mim, minha irmã mordeu o lábio inferior e começou a se esfregar e rebolar em cima do meu pau. A sua minissaia acabou subindo durante a passagem da guarda, deixando a calcinha totalmente exposta na frente e atrás. Ela dizia que ia acabar comigo o tempo todo, mas ela fez pouco para isso.

Ela visivelmente estava mais interessada em rebolar no meu pau duro. Após as várias minutos de brincadeira, a minha irmã parou de falar, e colocou uma das mãos apoiada no meu peito e começou a gemer alto e a rebolar com mais intensidade. Eu percebi que ela estava sentindo um arrepio subindo pelo corpo todo. Vi o arrepio subir das suas coxas e ir até sua barriga e seguir para seus pequenos seios (que ficaram com os mamilos bem rígidos e marcando a roupa), vi ele seguir subindo e chegar ao pescoço e por fim alcançar a sua cabeça e quando isso aconteceu a minha irmã deu um alto gemido e jogou a cabeça para trás por um cara de grande prazer. Em seguida, relaxou o corpo ficando sobre mim e depois se deitou ao meu lado na cama.

Enquanto ela saia de cima de mim, eu notei uma grande mancha molhada em sua calcinha, bem sobre a parte da boceta e a minha bermuda havia ficado um pouco úmida na parte onde o meu pau estava se esfregando contra ela. Minha irmã ficou respirando com dificuldade por alguns minutos, e quando ela se recuperou lhe perguntei se podíamos ter mais um round da brincadeira e ela disse que sim.

Fiquei muito excitado com a situação, porque embora tenha sido muito legal ver a minha irmã ter um orgasmo (o que descobri mais tarde), eu finalmente poderia apalpar sua buceta até me satisfazer. Mais uma vez nós começamos a brincadeira da luta de joelhos, e depois de um pouco de apalpação das nossas partes, me dei conta de que minha irmã estava facilitando que eu passasse para a suas costas e ficasse na mesma posição que havíamos ficado no dia anterior, na qual eu ficava com um braço por baixo do pescoço e o outro na parte interior da coxa .

Quando eu consegui ficar na posição almejada, a minissaia da minha irmã já havia subido completamente, deixando a calcinha e a grande bunda da minha irmã totalmente expostas. Mais uma, como no dia anterior vez eu deslizei a minha mão de dentro da sua coxa e fui capaz de apalpar sua buceta em novamente. A calcinha dela ainda estava bem molhada, comecei a apalpar com gosto e depois de alguns instantes sentindo sua buceta sendo tocada ela parou de fingir que estava brincando de luta e começou a gemer baixo, e esfregar sua bunda contra meu pau duro.

Depois de alguns minutos de prazer enquanto apalpava a boceta da minha irmã, me dei conta que, devido a sua saia ter subido, a cada vez que nos esfregávamos sua calcinha ia ficando mais enterrada em sua bela bunda, e que isso a deixava mais exposta a cada segundo. Eu estava muito excitado ao ver esta situação e como pude perceber que ela também estava desfrutando bastante do que estava acontecendo, aproveitei e subi um pouco mais a minha mão e deslizei ela pra dentro de sua calcinha, tocando sua boceta diretamente pela primeira vez.

Minha irmã arregalou olhos e olhou para trás com surpresa enquanto deixava escapar um gemido suave. Ela fez um sinal de negativo com a cabeça, mas eu simplesmente ignorei pois eu estava muito ansioso para sentir aquela bocetinha diretamente e intensifiquei meus toques na boceta dela. Mais uma vez ela fechou os olhos com uma expressão de prazer. Eu estava me divertindo muito sentindo aquela boceta molhada, e depois de alguns minutos de diversão e gemidos eu senti a mão dela deslizando para dentro da minha bermuda e agarrando meu pau com prazer.

A safada segurou meu pau com força enquanto eu o esfregava na sua bunda e dedilhava com entusiasmo sua buceta, depois de alguns minutos de prazer com a nossa diversão incestuosa, eu decidi que eu poderia ter um pouco mais de risco. Rapidamente eu tirei a mão da sua buceta e abaixei a minha bermuda de modo que meu pau saísse e ficasse tocando diretamente a bunda da minha irmã. Fiz isso rapidamente e direcionei minha atenção mais uma vez para a boceta molhada da minha irmã, tocando-a diretamente novamente.

Com meu pau tocando diretamente a bunda da minha irmã, notei que ela se esfregava mais vigorosamente contra meu pau, especialmente quando ela sentia meu pau entrar entre suas nádegas. Meu pau latejava de tanto tesão, e sua calcinha estava completamente enterrada em sua bunda, parecendo muito com um fio dental de tanto que tínhamos nos esfregado. A nossa brincadeira estava muito divertida nós tínhamos tido bastante prazer. Eu estava enfiando meu pau com toda força e entre as nádegas de minha irmã e apalpando sua boceta com prazer quando eu senti que eu estava prestes a gozar.

Quando senti que ia gozar, coloquei mais intensidade ao masturbar a boceta da minha irmã e empurrei com força meu pau duro em sua bunda, e ela começou a rebolar e gemer alto descontroladamente quando sentiu que meu pau estava latejando. Quando eu senti que cabeça do meu pau estava forçando a entrada do ânus dela e coloquei mais força e a cada estocada ela gemia alto rebolava no meu pau como uma vadia. A situação estava muito estimulante, então dei mais algumas estocadas e gozei com força e prazer no grande rabo da minha irmã, despejando uma grande quantidade de esperma bem na entrada do seu ânus e sujando toda a sua bunda. Ao mesmo tempo que alcancei o meu orgasmo em sua bunda, a minha irmã atingiu o seu segundo orgasmo com estímulos que eu dava em sua boceta e bunda.

Depois de gozar bastante, enquanto ainda recuperávamos o fôlego. A minha irmã começou a reclamar, pois eu havia sujado bastante a sua bunda e calcinha com meu esperma. Dito isso ela se levantou da cama, abaixou a saia e tirou a calcinha. Ela disse que por minha culpa ia ter que as lavar antes que nossa mãe voltasse do trabalho. Ela começava a se preparar para sair do quarto, mas vendo-me deitado na cama dos nossos pais com meu pau fora ainda meio duro, ela me olhou e perguntou com uma cara dissimulada, se eu aguentaria outra rodada da brincadeira de luta. Tendo recebido esta pergunta respondi, quase automaticamente, que sim.

Ao ouvir minha resposta, ela soltou a calcinha ensopada de esperma no chão e subiu novamente na cama. Ao vê-la subindo, meu pau recuperou a ereção imediatamente, dessa vez ela olhou sem discrição nenhuma e deu um sorriso safado ao ver meu pau. E foi se aproximando de mim de joelhos, fiz o mesmo e começamos mais uma rodada de brincadeira de luta.

Começamos a nos agarrar, eu agarrei logo a sua bunda e a sua boceta, sem nenhuma cerimônia e ela agarrou meu pau com prazer no rosto, poucos segundo após o começo da brincadeira ela já estava deitada esfregando a cabeça do meu pau em seu clitóris. Em pouco tempo ela já estava rebolando enquanto eu tentava fazer a penetração dela, passamos mais alguns minutos assim, e pouco a pouco meu pau estava abrindo caminho na boceta dela, que era apertada, molhada e quente, enquanto minha irmã gemia e rebolava muito. Já estávamos sentindo muito prazer, quando notei que minha glande havia conseguido entrar completamente nela, e eu estava me preparando para dar estocadas com mais força (e assim romper seu hímen) quando um barulho alto nos tirou do nosso transe sexual.

Minha irmã olhou para o relógio e percebeu a hora e disse que para terminarmos a essa rodada em uma próxima oportunidade, pois estava muito perto da hora em que nossa mãe voltava do trabalho. Então ela pulou pra fora da cama agarrou sua calcinha suja e correu para o banheiro para tomar banho e lavar sua calcinha.

O próximo dia era um sábado, então minha mãe não iria para o trabalho. Isso me frustrou porque eu sabia que não poderia ter nenhuma ação com minha irmã, com a nossa mãe por perto. Passei o dia chateado enquanto devorava minha irmã com os olhos, às vezes eu ficava com tesão ao vê-la passar por mim dentro de casa, mas eu me contive e escondi minhas ereções por causa da nossa mãe.

O dia parecia perdido para mim, mas tudo isso mudou uma certa hora da manhã. Nossa mãe veio até nós deu a ordem para irmos ao mercado que ficava próximo de nossa casa para comprar algumas que estavam faltando para terminar o nosso almoço. Recebemos o dinheiro e a lista de compras de nossa mãe e fomos ao mercado, pouco após termos saído de casa, eu comecei a observar a bela bunda da minha irmã (que usava shortinhos do tipo é o Tchan), e senti que o meu pau enrijecia lentamente enquanto nós caminhávamos.

No caminho entre a nossa casa e o mercado tinha um velho posto de saúde que estava abandonado. Quando nos aproximamos dele, senti que meu pau estava totalmente duro, de maneira que não tinha como andar na rua sem atrair a atenção de estranhos. Minha irmã dava pequenos sorrisos maliciosos ao perceber que eu estava totalmente ereto, e por causa disso dei a desculpa que precisava ir para o antigo posto abandonado para urinar (obviamente que era uma desculpa para sair da rua com a minha ereção). Ao ouvir isso minha irmã disse que também precisava urinar e que por isso iria me acompanhar na ida ao posto de saúde.

Tendo dito isso, entramos no terreno do posto de saúde, saindo das vistas da rua, onde poderiam ter outras pessoas observando, o acesso ao prédio era feito por um pequeno buraco em uma das paredes. Continuamos andando até o acesso e quando paramos de ver outras pessoas, minha irmã disse que estava triste porque não podia brincar de luta comigo, pois nossa mãe estava em casa. Ao ouvir isso eu fui até ela por trás e encostei minha ereção contra sua bunda, e o coloquei força separando suas nádegas.

Ao fazer isso, minha irmã olhou para trás por cima do ombro com uma cara safada e eu lhe disse que também estava triste com isso. E dito isso entramos no prédio, pelo buraco na parede, e enquanto caminhávamos e eu ia me esfregando na bunda da minha irmã.

O local estava sujo, mal iluminado (entrava pouca luz solar) e tinha muita poeira acumulada. Caminhamos um pouco e verificamos cada cômodo do velho prédio abandonado se não havia outra pessoa lá dentro. Confirmamos isso quando chegamos na parte mais isolada do lugar, e então eu disse a minha irmã que poderíamos urinar lá.

Eu me afastei do seu corpo e ela começou a se acocorar e abaixar o shortinho. A olhei enquanto eu mesmo abaixava minha bermuda e puxava meu pau (que estava bem duro) para fora, e fique bem na frente dela para que ela pudesse ver meu pau totalmente duro. Ela olhou para meu rosto e meu pau, e eu lhe disse que a minha vontade de urinar havia desaparecido. Ela, que estava agachada com a shortinho ainda abaixado quando me ouviu dizer isso, disse que a vontade de urinar dela também havia passado e se levantou sem subir o shortinho. E quando ela ficou de pé, virou de costas para mim e se inclinou como se fosse subir a roupa, vendo isso agi rapidamente e a agarrei por trás.

Ao fazer isso, meu pau tocou sua bunda diretamente por cima da calcinha, uma das minhas mãos segurou sua cintura e a outra foi enfiada por dentro da calcinha e agarrando sua boceta.

Sua vagina estava molhada e quando ela sentiu minha mão lhe acariciando, minha irmã deixou escapar um alto e saboroso gemido. Nós estávamos sarrando com prazer naquele lugar sujo, a minha irmã empinava e rebolava a cada vez que sentia o meu pau se forçando contra sua bunda. Depois de mais alguns momentos de prazer minha irmã gemia alto e estávamos muito excitados com a situação, mandei minha irmã para colocar as duas mãos sobre a parede e empinar bem a sua bunda, ela obedeceu sem hesitação. Ela tinha uma expressão muito erótica em seu rosto, semelhante as expressões que as mulheres faziam nas nossas revistas pornôs. Com ela nesta posição, segurei firmemente seus quadris com as duas mãos e comecei a esfregar meu pau em sua buceta e bunda com força. Ela gemia bastante e estava muito excitada com a situação, após alguns minutos, e com o tesão no nível mais alto possível, resolvi que ia foder a bocetinha da minha irmã.

Com as duas mãos abaixei sua calcinha e coloquei meu pau na entrada da sua boceta, que estava extremamente molhada, ao ponto de escorrer entre as pernas. Ao sentir a cabeça do meu pau na entrada da sua buceta minha irmã tentou se afastar de mim, mas eu era mais forte que ela e a segurei com força, impedindo sua fuga e forcei a entrada da sua buceta com cabeça do meu pau. No início ela reclamou que estava doendo e me pediu para parar, mas eu ignorei as reclamações e os pedidos para parar e coloquei mais força enquanto repetia o movimento de penetração mais vezes. No começo, a cabeça do meu pau teve dificuldade em abrir sua boceta, que era muito apertada. Mas então, depois de algumas repetições, meu pau começou a abrir caminho lentamente.

Me movimentei mais algumas vezes dando estocadas fortes na boceta da minha irmã. Pouco depois da cabeça do meu pau ter penetrado completamente, minha irmã parou de reclamar de dor e começou a gemer baixo de prazer. Quando percebi isso coloquei mais força e dei estocadas mais longas e poucos instantes depois percebi que meu pau estava completamente dentro, e que a cada estocada eu a penetrava com mais facilidade. Nós ficamos assim por um tempo, Eu penetrando sua buceta por trás, com ela apoiada inclinando-se contra a parede e gemendo em voz alta a cada estocada que recebia. Continuamos assim por mais alguns minutos bons e deliciosos, mas eu senti que estava chegando perto de gozar e intensifiquei a penetração.

Quando sentiu meu pau latejando dentro dela, minha irmã começou a gemer ainda mais forte e depois de alguns momentos eu a penetrei com toda a minha força para fazer meu pau entrar o mais fundo possível dentro dela. Ao ejacular e senti o prazer sentir meu esperma fluir pra dentro da boceta da minha irmã, dei mais algumas estocadas longas até sentir que todo o meu esperma tinha sido depositado dentro dela.

Quando tirei de dentro dela, eu a vi arriando devagar contra a parede, quase de joelhos, e notei meu esperma e sangue pingando de sua boceta.

Nós tínhamos a respiração pesada devido à situação. Depois de recuperarmos o fôlego, minha irmã se limpou com os dedos, enquanto reclamava comigo por ter tirado a sua virgindade, e que se a nossa mãe descobrisse eu estaria fodido. Enquanto ela reclamava eu disse que queria transar com ela de novo e enquanto falava meu pênis estava ficando ereto mais uma vez. Ela reclamou comigo e disse que não podíamos, porque já havíamos demorado muito tempo e tínhamos de fazer a compra para o almoço

Saímos discretamente do posto de saúde, vimos que ninguém nos via e corremos para o mercado. Ao chegar no mercado, a minha irmã foi ao banheiro e aproveitou para voltar a se limpar e lavar a parte das calcinhas que tinha manchas de esperma e sangue na pia do banheiro e em seguida, nós fomos para casa com a compra.

Nossa mãe reclamou sobre o nosso atraso e lhe demos a desculpa de que havia uma enorme fila no mercado. Depois do ocorrido, passei o dia inteiro com tesão e tentando manter escondido da minha mãe as minhas ereções (que aconteciam toda vez que me lembrava que havia feito sexo com a minha irmã). Passaram se várias horas e cada vez que via minha irmã, me lembrava do ocorrido e sentia que meu pau estava endurecendo de forma incontrolável.

Em alguns momentos da tarde e da noite, quando minha mãe estava longe de nós, minha irmã se aproximava de mim e sentava-se no meu colo, para que pudesse sentir o meu pau duro tocando sua buceta e sua bunda. Sempre que ela fazia isso, minhas mãos trabalharam vorazmente sobre seu corpo, apalpando rapidamente.

Às vezes ela passava do meu lado e alisava meu pau por cima da minha bermuda. Quando fazia isso, ela sempre me olhava com uma cara de safada o que me deixava com ainda mais vontade de gozar dentro dela novamente. A noite chegou, junto com o nosso pai e ele trouxe junto consigo com alguns pacotes. De modo que nós jantamos e nós fomos dormir, mas nesse dia eu fui dormir com muita vontade de transar com ela novamente.

O próximo dia, que era domingo, o nosso pai levou-nos para a praia. Começamos a tomar banho no mar e todas as vezes nossos pais se afastavam de nós, a minha irmã e eu, começávamos a nos apalpar dentro da água. Passamos várias horas nessa brincadeira, por várias vezes, a minha irmã disse que era uma pena que nossos pais estavam em casa, porque ela queria ” ele ” (sempre dizia isso enquanto olhava e segurava meu pau duro em sua mão). Naquele dia não consegui ejacular, pois cada vez que sentia que estava chegando ao clímax, meus pais se aproximavam e atrapalhavam a situação.

Era hora de ir para casa dormir, pois tínhamos atividades para fazer na segunda-feira. Dormi muito chateado porque tive que me aliviar por minha conta no cinco contra um. No dia seguinte eu passei toda a manhã pensando apenas em voltar logo para casa e foder gostoso a buceta da minha irmã, o que me rendeu muitas ereções que tive muito trabalho para ocultar.

Nesse dia eu tinha uma aula a mais do que minha irmã, por isso ela chegou em casa uma hora antes de mim. Quando saí da escola, corri para casa cheio de tesão, cheguei em casa e fui direto procurar a minha irmã e a encontrei na cozinha acabando de lavar uns pratos.

Ao ver-lhe dei um abraço por trás e dei uma boa esfregada em seu no rabo com o meu pau duro. Sentindo meu pau se esfregando, ela me pediu que parasse e que fosse tomar um bom banho, por que tinha uma surpresa que queria me mostrar, mas tinha que ser no quarto de nossos pais.

Eu estava tentado a ignorar o seu pedido, mas como ela disse que era uma surpresa, acabei ficando curioso e atendendo ao seu pedido e fui tomar banho. Tomei bom banho, mas não muito demorado, sai do banheiro ainda envolto na toalha e fui para o quarto de nossos pais.

Quando abri a porta, vi minha irmã ligar o VCR (somente tinha um no quarto de nossos pais) e tinha uma fita de VHR na mão e um sorriso travesso no rosto. Quando eu entrei e vi a cena que eu fiquei um pouco confuso, e ela disse-me que, antes de tudo o que ela queria ver que a fita VHR comigo. Eu estava cego de tesão, mas acabei ficando curioso sobre esse pedido e pensei que seria algo interessante e resolvi mais uma vez ceder ao que ela pediu.

Eu estava sentado ao seu lado na cama e ela colocou a fita e iniciou o filme. O conteúdo da fita de início parecia ser apenas mais um filme chato de ação, como tantos outros que meu pai gostava, mas minha irmã foi acelerando o filme e em um ponto o conteúdo mudou.

Passou de um filme de ação chato para uma dança erótica de carnaval, com mulheres exibindo seus seios e bucetas. Ao ver esse tipo de conteúdo voltei a ter uma violenta ereção e quis foder a minha irmã novamente. Quando comecei a agarrá-la e tocá-la, ela me pediu que esperasse um pouco mais, pois “ainda tinha muito filme” e poderíamos começar a nos agarrar depois de termos visto toda a fita.

Ao ouvir isso eu sabia que havia algo muito sujo dentro da cabeça da minha irmã por isso valia a pena esperar. Depois de alguns minutos de filme, o conteúdo mudou novamente. O que era para ser uma dança com as mulheres mostrando seios e bocetas, havia se tornado em um filme de sexo explícito.

A ver que o conteúdo do filme era super excitante, meu pau começou a latejar e enquanto nós ainda assistíamos o filme, a mão da minha irmã deslizou pela minha perna por baixo da minha toalha, agarrou meu pau duro e começou a masturbá-lo da mesma maneira como as mulheres faziam no filme.

Nós já tínhamos assistido uma boa parte do filme quando a minha irmã se virou para mim e me disse que a brincadeira que ela queria para hoje seria diferente. A brincadeira de hoje, não seria luta, mas sim imitar os personagens desse filme que estávamos assistindo. E ao falar isso abriu as pernas deixando que o vestido mostrasse que ela não usava calcinha e que sua boceta estava extremamente molhada.

Eu não me fiz de rogado e começamos a imitar os atores no filme. Nós começamos com a masturbação e logo depois fomos ao sexo oral, a sua buceta estava deliciosa. Ela tinha pequenos fios de cabelos loiros e era bem rosadinha. Chupei com prazer e lambi aquela boceta rosadinha por um bom tempo. Ela também veio e chupou meu pau, imitando a técnica das atrizes pornô, o que foi muito prazeroso para mim.

Pouco depois ela foi para posição Doggystyle, ficando de quatro com sua grande e bela bunda e a bocetinha bem na minha frente. Eu achei a posição muito estimulante e com muito prazer e intensidade, a penetrei por trás imitando os atores do filme, ela gemia alto e rebolava com vontade a cada estocada que eu dava, me dando a bela visão que era ver meu pau completamente enfiado em sua boceta.

Esta posição era boa e muito prazerosa por isso nós ficamos nela por um bom tempo, durante todo esse tempo eu lhe aplicava ferozes estocadas na buceta, penetrando a o mais fundo que conseguia e dando tapas com força na sua bunda grande imitando como os atores pornô faziam. Minha irmã não se queixava das tapas e notei que ela gemia mais forte cada vez que minha mão golpeava uma de suas nádegas com força.

Após algum tempo fodendo nessa posição eu senti que eu estava prestes a gozar e intensifiquei a velocidade das estocadas e alguns minutos depois gozei enchendo a bocetinha rosada da minha irmã com meu esperma mais uma vez. Após o clímax caímos sobre a cama tentando recuperar o fôlego, e assim que nós estávamos prontos continuamos imitando a atores pornô em várias posições.

Nessa tarde eu gozei mais duas vezes mais na boceta da minha irmã. E ainda nessa tarde eu também tentei fazer a penetração anal com minha irmã, mas não consegui ter sucesso nessa primeira tentativa (só consegui ter sucesso em uma outra tentativa algum tempo depois em uma outra situação). Depois de termos nos divertido muito, tomamos banho e limpamos toda a bagunça que havíamos feito e ficamos esperando a nossa mãe chegar do trabalho.

Essa foi a primeira (mas não única ou última) vez que me senti exausto de ter feito tanto sexo na minha vida e minha irmã parecia estar na mesma situação que eu. No dia seguinte, quando cheguei em casa da escola, encontrei minha irmã na sala de estar e eu a convidei para irmos ao quarto dos nossos pais para imitar mais uma vez para a atores pornô. Minha irmã aceitou e aproveitamos muito gozando enquanto muito imitávamos os atores e experimentávamos novas posições sexuais.

Passou um mês inteiro enquanto nós dois nos entregávamos ao nosso desejo crescente todas as tardes depois de termos retornado da escola. Fazíamos sexo como dois animais no cio e depois de algumas semanas não precisávamos mais da desculpa da brincadeira de imitar os atores do VHR. Nós apenas chegávamos da escola e um dos dois convidava o outro para transar, nenhum de nós jamais se negava e vivíamos entregues a nossa deliciosa luxúria incestuosa.

Como eu disse anteriormente um mês havia se passado desde que estávamos nos entregando insanamente a nossa luxúria incestuosa e juvenil, quando uma menina da escola onde estudávamos me pediu em namoro, eu fiquei muito confuso, pois nem conhecia a menina em questão, mas pedi um para tempo para pensar sobre a situação.

Ao chegarmos em casa e ela ouvir do ocorrido, minha irmã ficou furiosa e me disse que ela era a minha única namorada. Porque era ela a mulher que transava comigo todos os dias e não essa menina. E que se caso eu aceitasse o tal pedido de namoro, eu nunca mais transaria ela novamente. Eu entendi a fúria da minha irmã, e percebi que também que ficaria furioso se algum outro garoto tentasse roubar de mim a exclusividade que eu tinha com ela.

Eu com isso em mente decidi rejeitar o pedido de namoro da menina, e disse a minha irmã que rejeitaria o pedido de namoro da menina sem hesitação na manhã seguinte. Naquela tarde, em especial, minha irmã se entregou voluptuosamente ao sexo pedindo que eu gozasse dentro da sua boceta todo o tempo, algo que fiz várias vezes naquela tarde e em várias partes do da casa, incluindo a cozinha e a sala de estar.

Nesta única tarde gozei dentro dela cinco vezes, pois estávamos com muito tesão. E eu só não gozei a sexta vez por que estava perto da hora da minha mãe voltar para casa vinda do trabalho.

Após esta situação, começamos a namorar oficialmente, porém era escondido de nossos pais, parentes e amigos da escola. E estávamos completamente apaixonados e entregues a nossa paixão, evitávamos datas como dia dos namorados e fazer coisas de casal em público para não chamar a atenção. Mas cada vez que não tinha a ninguém por perto, nós nos entregávamos ao tesão e a paixão sem limites.

Nós dois fazíamos sexo sempre que estávamos sozinhos e graças ao fato de ninguém saber, ou desconfiar que q éramos um casal tivemos oportunidades de fazer sexo em situações onde casais normais jamais conseguiriam ter sucesso, como em festas da escola, casa de parentes e casa de praia com amigos da família.

Como por exemplo ninguém suspeita quando em uma festa da escola, eu seguia para um lugar mais escuro ou reservado com minha irmã, que fingia de estar doente. Em algumas vezes tinham alguns professores mais bonzinhos que deixavam que eu cuidasse da minha irmã que estava passando mal, em uma sala fechada para evitar o barulho alto da festa. E assim que a porta fechada nas nossas costas, nós dois transávamos loucamente e após fodermos como animais no cio saiamos da sala com minha irmã milagrosamente melhor.

Quando íamos para casas da Praia e de nossos familiares, eu e minha irmã, normalmente, éramos colocados para dividir o mesmo quarto e em algumas vezes éramos colocados para compartilhar a mesma cama. Se o quarto tinha uma porta e estivéssemos sozinhos nele, assim que tivéssemos vontade, diríamos que tínhamos sono e que estávamos indo dormir e assim que trancássemos a porta faríamos sexo como loucos.

Se não tivesse portas no quarto, esperaríamos que todos caíssem sono para começar as nossas atividades sexuais, e se tivessem outras pessoas dividindo o mesmo quarto que nós, e eu e minha irmã estivéssemos compartilhando a mesma cama, faríamos sexo discretamente após todos terem dormido.

No entanto, em várias ocasiões os nossos parentes e amigos da família nos deixaram sozinhos em um ambiente extremamente favorável. Eu me recordo facilmente de uma casa de praia que tinha três andares e nesse terceiro piso não tinha nada e nem ia ninguém, só tinha uma rede pendurada. Todos os dias da semana em que estávamos nessa casa de praia, durante a tarde quando todos os adultos estavam bêbados ou muito ocupados cuidando dos que estavam bêbados, nós dois subíamos discretamente sem chamar atenção de ninguém e fodíamos a tarde inteira. Nessas ocasiões minha irmã passava o dia inteiro de biquíni pois ela sabia que me excitava e passava a tarde inteira enchendo a boceta dela com meu esperma naquela rede, no terceiro andar de uma casa cheia de gente.

Muitas vezes quando estávamos na casa de amigos ou parentes, de tios ou tias, eles iam tomar banho e deixavam a mim e a minha irmã na sala de estar da casa, muitas vezes fizemos sexo na casa desses parentes prestando atenção ao barulho do chuveiro ligado para não sermos descobertos. E assim várias vezes minha irmã ficava com a buceta cheia do meu esperma na casa de parentes e amigos. Sabíamos do risco e isso nos deixava ainda mais excitados.

Porém o lugar onde a gente fazia mais sexo além da nossa própria casa era a casa da nossa avó materna. Nossa avó era velha senhora, não via maldade em nada e acreditava que éramos quase anjos. Na sua casa dormíamos no mesmo quarto, partilhando de uma velha cama de casal que estava no quarto onde dormíamos. Ela dormia muito cedo, de modo que assim que as luzes eram desligadas por ela, nós dois trancávamos a porta do nosso quarto e começávamos nossos jogos sexuais, fazíamos sexo nessa cama em todas as posições possíveis e imagináveis para nós dois.

Várias vezes fizemos sexo até a exaustão e dormimos nus de tão cansados. E assim que nós dois despertávamos (normalmente eu acordava com uma ereção) transávamos novamente antes de sair do quarto. Às vezes a nossa avó dizia ter ouvido um som parecido com um choro (que era minha irmã gemendo enquanto eu a fodia sem misericórdia) e nós dizíamos que esse choro era minha irmã tendo pesadelos e ela acreditava.

Às vezes, durante os dias que estávamos na casa de nossa avó, minha irmã fingia a chorar e ia para o quarto, ao ver isso eu iria dizer que, conversaria com ela no quarto para entender por que ela estava chorando, e minha avó sempre me incentivava a ir me trancar no quarto com ela, com a desculpa de estava ali para ouvir seus problemas, fodíamos em plena luz do dia com a nossa avó na casa. Durante esses dias na casa da nossa avó nós normalmente fodíamos com intensidade (geralmente na posição de quatro) e após o sexo, minha irmã iria dar beijos e abraços na nossa avozinha com a buceta cheia (e escorrendo) do meu esperma.

O tempo passou, nós continuamos nos desenvolvendo e continuamos com a nossa relação secreta e incestuosa. Mesmo o tempo passando, o nosso sentimento só se tornava mais forte, bem como a nossa paixão um pelo outro, tal qual nosso tesão e juntamente com a nossa falta de cuidados. Continuamos com a nossa rotina sexual diária bem como a nossa rotina sexual quando estávamos viajando (casa de praia, parentes etc), ver outros homens olhando com desejo para minha irmã me incomodava, mas eu fingia ciúmes de irmão e as pessoas entendiam.

Após 3 anos, de relação eu tinha chegado aos 15 anos e minha irmã tinha aos 13 anos e era uma adolescente muito bonita, uma verdadeira ninfeta. Possuía um lindo rosto, cabelos loiros e cacheados seus seios estavam completamente formados e eles eram pequenos seios em formato de Pera com mamilos cor de rosa, que eu adorava chupar enquanto nós transávamos na a posição de Cowgirl e mamãe papai. Ela tinha ficado com a cintura bastante fina e um quadril largo e bonito, que era perfeitamente proporcional ao seu corpo e rosto, acompanhados de uma grande e bela bunda arrebitada que eu não cansava de espancar e penetrar.

Fizemos sexo incontáveis vezes e inumeráveis ocasiões, conseguimos manter nosso namoro em segredo por 3 anos e durante esse tempo tivemos relações sexuais loucamente e sempre nos entregávamos a paixão sem medo, por incontáveis vezes gozei dentro da buceta e do cu da minha irmã sem o menor cuidado, foi um período muito prazeroso para nós. Mas não tínhamos educação sexual e não tomamos quaisquer tipos de prevenção e seis meses após minha irmã ter feito 13 anos, nosso relacionamento secreto acabou. Pois aconteceu algo que não deveria ter acontecido naquele momento, fomos descobertos por que eu engravidei a minha irmã.

Minha irmã, que tinha uma saúde quase de ferro, começou a passar mal e vomitar constantemente, meus pais ficaram preocupados e a levaram ao médico que, ao ver a situação da minha irmã ordenou testes para várias coisas, e entre esses testes estava incluído um teste de gravidez, que foi o único que deu positivo.

Ao chegar em casa com a notícia, meu pai estava furioso e em sua fúria queria expulsar a minha irmã de casa, porque agora ela não era mais virgem. Ela era apenas uma menina e o único erro tinha sido se entregar a mim na nossa paixão juvenil, e quando eu percebi o que estava prestes a acontecer com a minha irmã. Eu reuni toda a minha coragem e disse para o meu pai que o que tinha acontecido era minha culpa e que eu era o culpado, que tinha a seduzido, e eu era o homem que a tinha deixado grávida.

Quando ele ouviu o que tinha acontecido, Seu coração se abrandou e ele sentiu pena da minha irmã e disse que a culpa era toda minha (o que eu aceitei, sem reclamar). Ele me deu uma grande surra e disse que minha irmã tinha sido minha vítima e que iria fazer um aborto e iria recomeçar do zero e que e não queria nunca mais olhar para a minha cara e me expulsou de casa.

Mas apesar de me expulsar de casa ele não me jogou na rua da amargura. Ele disse que eu era um imbecil e cretino, mas que eu não era um monstro e isso foi por causado por meus hormônios e como uma maneira de remediar o que eu havia feito fui enviado para a casa de um tio que era seu irmão, e que só tinha filhos homens e que morava em uma cidade que ficava a aproximadamente uns 100 quilômetros de distância.

Porém meu pai não lhe contou o que realmente aconteceu. Ele simplesmente disse que eu precisava me mudar e ficar distante dessa cidade em que vivíamos porque tinha me envolvido com amizades envolvidas com crime e outras coisas erradas e que eu tinha que ficar lá até que ele me chamasse de volta para casa (o que jamais aconteceu).

Tive que aceitar as condições e fui morar com meu tio. Pensei que nunca mais veria a minha irmã novamente, mas devido a graça divina alguns meses após o ocorrido meu pai e minha avozinha (a mãe de minha mãe) cortaram relações por ele ter me expulsado de casa (ele não contou o motivo real, por isso ela ficou bem zangada com meu pai).

De maneira que algumas poucas vezes eu, durante os finais de semana, podia visitar a minha avó e (escondido do meu pai) me reunir com minha querida irmã de vez em quando. E quando essas doces reuniões aconteciam a cama do nosso quarto quase se incendiava de tanto tesão. No entanto, para nós que estávamos acostumados a nos encontrarmos todos os dias essas reuniões eram muito poucas, porque eu só podia ir a casa da minha avó algumas poucas vezes no mês.

Continuamos dessa maneira por mais 3 anos, isso durou até que eu fazer 18 anos, que foi quando eu comecei a trabalhar e enfim poderia sair da casa de meu tio. E foi o que fiz quando arrumei meu primeiro emprego e fui morar com minha avó (escondido do meu pai, é claro) onde podia receber visitas quase que diárias da minha irmã (agora com 16 anos). Nessa idade nós já tomávamos cuidado e minha irmã usava DIU para não engravidar novamente.

Passamos mais alguns anos vivendo assim e quando minha irmã fez 20 anos, decidimos que precisávamos nos envolver em relações com outras pessoas para não para chamar a atenção da sociedade e nem do nosso pai. Em pouco tempo arrumamos namorados e namoradas de fachada que serviam também como escudo para nossa relação mesmo sem saber do que tínhamos.

Minha irmã menos de um ano depois noivou com um rapaz com quem ela estava namorando e logo marcaram noivado e casamento. E eu foi convidado para ser o padrinho do casal junto com a minha namorada na época, que era uma amiga da minha irmã. Meu pai me perdoou pelo ocorrido, mas não fala comigo até hoje, por magoa pelo “mal” que fiz a minha irmã.

Mal sabe ele que na noite antes do casamento, eu e minha deliciosa irmã tivemos uma festinha particular de despedida de solteira, onde eu passei a noite inteira fodendo e gozando até ela transbordar na boceta, nas tetas e na sua grande e gostosa bunda com meu esperma na casa de nossa avó.

Passaram os anos, eu tive muitas namoradas, mas nunca me casei. Minha irmã ainda é casada com seu primeiro marido e eles estão tendo um casamento magnífico. Eles têm três filhos, duas meninas e um menino. Dos quais os dois últimos são, sem sombra de dúvida, meus filhos, pois a minha irmã fez a análise do sangue e do tipo de sangue não é compatível com o de seu marido. Hoje eu tenho 35 anos e minha irmã 33.

Atualmente vivemos bem, temos bons empregos e atualmente minha irmã visita meu apartamento várias vezes por semana para transar comigo, e em algumas semanas ela vem todos os dias me visitar quando ela está com muito tesão. Continuamos fazendo sexo de todas as formas, da mesma maneira que fodíamos quando éramos crianças. Seu marido, apesar de ser um bom homem e bom pai, não consegue satisfazê-la na cama. Nenhum dos namoradinhos que ela teve jamais conseguiu, o único que consegue isso sou eu e ela é a única que consegue me satisfazer por completo, o sexo incestuoso com ela é o máximo.

Somos muito discretos em nossa relação, de maneira que nem o marido corno dela e nenhum de nossos amigos e/ou familiares suspeita que a minha irmã é a minha amante e que eu vou continuar fodendo a sua boceta sempre que tivermos vontade e nos dão oportunidade.

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9 Comentários

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  • Responder Leitor_cnn

    Tem um conto na casa dos contos muito bom chama irmã rabudinha e muito semelhante.ao.seu

  • Responder TAA

    Desntre todos os contos que já li, até agora este é sem sombra de dúvidas quase um livro eróticos, não me masturbo lendo os cintos apenas leio e imagino, sou leitor assíduo de livros e agora de contos. Parabéns pelas palavras.

    • Renata

      Leia a serie Garotinha da praça publicdo aqui muito bom mesmo.

  • Responder Anon

    E a 1 gravidez? Fez aborto? Não explicou

  • Responder Signore Romano

    Perfeito conto, parabéns.

  • Responder Jean

    O melhor conto que ja li gozei duas vezes antes de chegar na metade mais tarde volto pra gozar mais.

  • Responder Dani

    Conto perfeito

  • Responder @semsensura

    Conto super excitante, e ficaria melhor se vc deixasse ela tarada por sexo anal, até pq vc destacou que a bunda dela é linda e praticamente esqueceu o Bundão dela.

  • Responder Papai Safado

    Também comecei minha vida sexual com minha irmã. Eu tinha 9 anos e ela tinha 6, eu a seduzi e a gente brincava de fazer carícias, se lamber e chupar, beijar na boca, tudo sempre de madrugada, escondido dos nossos pais. Que tempo bom, sinto saudades. O melhor sexo é o sexo em família. Alguma mulher aí concorda?

    Recado para mulheres leitoras de contos pedo: venha conversar comigo, estou à procura de uma mulher com desejo igual ao meu para ser minha companheira. É muito chato curtir incesto e pedo e não ter com quem conversar. A pior coisa é gostar disso e ter amante careta, gente medrosa e que não gosta das mesmas coisa que nós. Venha desabafar comigo, talvez a gente possa ser felizes juntos. Tele papaisafado e-mail [email protected]