# # #

Engravidei do sogro a pedido do marido p3

1613 palavras | 3 |4.26
Por

Decidimos ir a uma balada liberal encontrar meu sogro para convencer ele a me engravidar, nem precisamos fazer muito esforço.

Engravidei do sogro a pedido do marido p3

A semana foi tensa, conforme combinamos Beto não falou nada com o pai, mas confirmou nossa presença com o organizador da festa.

Retoquei a depilação, o corte de cabelo e o bronzeado.

Não tinha certeza do que vestir, pensei que o ideal seria o mais ousada possível.

Comprei um mini vestido curtíssimo, hiper decotado, fechado apenas com tirinhas nas laterais, para usar sem calcinha nem sutiã.

Beto ficou louco, disse que um dia ainda ia me exibir com aquele vestido na rua Augusta em SP, mas que hoje ia ser melhor algo sensual mas não tão ousado.

Pegou a lingerie dourado e preto que Seu Nilson me deu e um tailleur preto, composto por uma saia justinha, no meio da coxa, cintura alta, um zíper sobre a perna, se eu quisesse podia abrir deixando uma fenda enorme que exibia até acima do quadril.
O paletó quase do comprimento da saia, fechado com seis botões deixava um decote discreto, se abrisse alguns botões formava um belo decote exibindo boa parte dos seios.

Adorei, pois estava elegante, confortável e discreto, podia tranquilamente me apresentar numa reunião executiva, e se quisesse me exibir bem sexy e ousada.

O local da festa era uma boate, logo na entrada havia um bar com mesinhas e banquinhos altos a frente de um balcão.

Do outro lado um espaço mais reservado a meia luz com sofás semicirculares embutidos em nichos e mesinhas baixas a frente.

No fundo logo em frente uma porta dupla com visores de vidro, abria para o ambiente de boate com luzes coloridas, laser, globo de espelhos e som alto de tecno.

Demos uma volta em cada ambiente, todos bem cheios, paramos no bar, Beto pegou um whisky para ele e um gim tônica para mim, e ficamos em pé no balcão.

Pude então observar com mais calma as pessoas em volta. A maioria casais, alguns homens sozinhos e algumas garotas em duplas ou trios.

Todas as mulheres com vestidos e saias curtíssimos, muitas transparências, decotes e fendas enormes, me senti como uma feira com o tailleur completamente fechado.

Beto tocou meu braço e indicou um nicho no outro lado.

Seu Nilson estava sentado com uma loira de no máximo 25 anos, devia ter mais de 1,80, vestia uma saia de couro preto curtíssima, exibindo coxas grossas e musculosas, uma blusa tomara que caia totalmente transparente sem sutiã, exibindo ombros largos e braços fortes, mesmo a distância e a meia luz, conseguia ver os seios volumosos com bicos grandes e piercing nos mamilos.

Confesso que senti uma ponta de ciúmes pensei que Seu Nilson não combinava com uma cavala daquelas.

Beto fez um sinal chamando a atenção dele, pude perceber a surpresa ao nos ver.

Seu Nilson se inclinou sobre a mesa falou alguma coisa com a mulher, os dois levantaram, ela deu um abraço apertado e um beijo na boca de Seu Nilson, e saíu para a pista de dança.

Fomos até a mesa, como sempre Seu Nilson deu um beijo no rosto do Beto, um abraço apertado em mim com um beijo na base da orelha, aquilo sempre me provocava arrepios, hoje foi uma verdadeira descarga elétrica.

Virou para o Beto e falou.
– Não esperava ver vocês dois aqui.

Me olhou de cima abaixo, e completou
– Ainda mais elegante desse jeito.

Beto respondeu.
– Achei que ia ser legal te encontrar.

Falei baixinho para Beto que estava me sentindo uma freira com aquela roupa naquele ambiente, ia ao toalete me ajeitar.

Ele riu e falou com expressão safada no rosto.
– Isso, mas não exagera, da só um gostinho, para ele querer te exibir mais.

As conversas no toalete eram só sacanagem.

Abri dois botões de cima do paletó, deixando um decote mais profundo para exibir o sutiã, e dois botões de baixo para deixar o paletó mais soltinho.
Subi um pouco a cintura da saia, deixando quase como uma mini saia, abri o zíper até quase o início das coxas, assim quando sentasse a coxa ficaria de fora, mas não a calcinha.

Uma menina do meu lado usando um vestidinho tão curto e largo que deixava tudo de fora já que não usava nada por baixo, comentou.
– Eu abriria mais e tirava essa calcinha e sutiã.

Eu ri e respondi.
– Faz parte do jogo de sedução. Meu sogro adora esse lingerie.

– Uau, e o maridão sabe?

– Foi ele que escolheu minha roupa para encontrar o pai.

– Meu sonho é curtir baladas liberais em família.

Voltei rindo, pensando no que aquela garota tinha falado e na situação que estávamos prestes a criar.

Cheguei na mesa, e os dois se levantaram rapidamente, passei pela frente do Seu Nilson, me esfregando nele e sentei deixando as coxas a vista.

Ele olhou e comentou.
– Bem melhor assim.

Ficamos sentados ali cerca de uma hora, só conversando e bebendo, eu já estava bem alegrinha, me debruçava exibindo o sutiã, tentando provocar uma reação do seu Nilson.

Em determinado momento Beto abre mais um botão do paletó comentando que Seu Nilson tinha acertado em cheio na escolha daquela lingerie, pois ficava perfeita em mim.

Me inclino no encosto do sofá estufando o peito.

Seu Nilson sorri abrindo o último botão para exibir completamente o sutiã, olhando sem disfarçar, passa a mão na minha coxa, subindo o zíper até a cintura, Beto puxa a saia exibindo minha calcinha para o pai.

Nessa hora começa a tocar música lenta, empurro Seu Nilson para fora do sofá intimando.
– Vamos dançar.

Ele nem questionou, me deu a mão, levantou e falou.
– Vai estar quente lá.

Tirou meu paletó, entregou para o Beto e me levou para a pista só de sutiã e mini saia aberta na lateral até acima do quadril, a cada passo a saia abria deixando a calcinha toda a mostra.

Me pendurei no seu pescoço, ele me abraçou passando as mãos pelas minhas costas, fui baixando meus braços direcionando os dele para baixo, puxei de encontro a mim colando meu corpo todo ao dele, suas mãos pousaram sobre meus quadris.

Peguei sua mão, puxei para dentro da saia, sobre a lateral da calcinha encostei a boca no seu ouvido sussurrando.
– Gostou da roupa que o Beto escolheu para eu vir te encontrar aqui?

– Meu filho não sabe o que está fazendo, até parece que não me conhece.

– Conhece muito bem, e sabe perfeitamente o que está fazendo.

E beijei sua boca.
Dançamos umas quatro músicas nos pegando no meio da pista, ele me beijou muito, alisou e apertou meu corpo todo.

Eu não estava mais aguentando de tesão, pedi para voltarmos para mesa.

Assim que sentamos, fui logo falando.
– Beto, está na hora de por as cartas na mesa.

– Tudo bem.
Pai, preciso que me ouça com muita calma e mente aberta, sem me interromper, ok?

Seu Nilson pareceu assustado e balançou a cabeça.

Beto contou tudo, do acidente, dos exames, das tentativas frustradas de fertilização in vitro, do desejo de gerarmos um filho.
Disse que sabia que apesar das farras fora de casa ele sentia falta do sexo com a D. Iviane.
Tinha percebido que o tesão enorme que ele sentia por mim, agindo e me tratando como costumava fazer com a mãe, e era correspondido.
Por fim falou da nossa decisão de que ele gerasse um filho em mim, sem que mais ninguém soubesse.

Seu Nilson parecia em choque.

Depois de longos segundos tentou argumentar.
– Você está certo, olho para Suzi e vejo a sua mãe novinha, me imagino fazendo todo tipo de sacanagem com ela como fiz com sua mãe, Mas nunca quis que sua mãe engravidasse de outro, e ela é sua esposa, como você fica nisso?

– Pai, eu nunca vou poder fazer filhos. Desde criança eu te acompanho em tudo, Já fizemos muita sacanagem juntos, até me deixava comer a mamãe quando ela estava chapada.

Olhei assustada de um para o outro, aquela revelação me surpreendeu.

Beto continuou.
– Agora vai ser diferente, a decisão foi tomada em momento de lucidez e de comum acordo.
Eu sei que você mexe com as entranhas dela, que vai fazer ela subir pelas paredes, gozar até desmaiar, e que não vai ser só uma vez.
Vocês tem total liberdade e meu aval para fazer o que quiserem quando quiserem e quantas vezes quiserem, comigo junto ou não.

Pronto, Beto tinha exposto uma coisa que vinha me incomodando, a possibilidade de meu sogro virar meu amante, e concordava e incentivava isso.

Meu coração estava quase saindo pela boca.

Então Beto encerrou o assunto.
– Suzi me pediu que eu não estivesse junto, pelo menos por enquanto.
Então vou para casa, e vocês se divirtam, cuida bem dela heim pai.

Me deu um beijo de tirar o fôlego, enfiou a mão na minha calcinha, enterrou dois dedos em mim quase me fazendo gozar ali mesmo, enfiou os dedos na boca e falou.
– Ela já está prontinha, meladinha, você vai adorar o gostinho dela.

Deu um beijo no pai e saiu.

Continua…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,26 de 23 votos)

Por # # #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Amon

    Hum tomara que todos eles iniciem o filihinho depois

  • Responder Anônimo

    Continua, por favor. A ansiedade pra ler a história está me deixando de bucetinha melada e grelinho latejando.

  • Responder Vantuil OB

    PQP, o suspense está me matando. Meu pau então já está melando. Continua logo, não demora. Que conto sensacional. Estou sendo repetitivo. Parabéns Beto!!!