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Duas Novinhas

2561 palavras | 10 |4.55
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É interessante como o mundo nos apresenta situações absurdas e maravilhosas de forma inesperada. Veja o meu curioso caso. Sempre fui uma pessoa sem nada demais. Essa intro não vai demorar, mas preciso falar um pouco de mim, talvez por eu estar sozinho hoje, ou, para que você entenda, ao menos um pouco, do que entendi com aquelas duas.
Vou sincretizar a minha vida nesse parágrafo, nasci numa família de classe média, mãe dona de casa, pai trabalhador, ele era um mecânico em uma fábrica da Volkswagen. Meu velho sempre defendeu que eu fizesse faculdade, o que ele tinha feito, e eu, um garoto de interior sem muitas preocupações, o obedeci. Fiz faculdade de engenharia, e lá conheci a mãe dos meus filhos, Sofia. Eu até poderia descrever a Sofia, e as nossas transas, mas, eu vou ser sincero, vocês parariam de ler bem aqui. Tudo era a melancólica rotina da classe média brasileira. Com o passar dos anos e meus dois filhos crescendo e saindo de casa eu me aposentei. Meu primeiro filho morreu primeiro, e conheci a depressão, depois foi a vez da minha esposa, e lá estava eu, quase sem contato com o segundo filho, que hoje é legalmente um cidadão estadunidense, e por lá vive. Também deixei de morar em casa, e passei a morar no oitavo andar de um prédio qualquer, em Vinhedo, uma cidadezinha do interior de São Paulo. Pensei que esse seria o meu fim, velho, gordo, depressivo, e sem um sonho ou algo equivalente, no entretanto, a vida não é o que esperamos, felizmente.
Dentre os poucos amigos que fiz ao me mudar para esse prédio estava um velho, ainda mais velhos que eu, o André, chamado de Santo pelos conhecidos, e o porteiro Zé. André e eu jogávamos xadrez com alguns outros velhos na praça em frente ao prédio. Por sua vez, Zé, ao contrário dos outros porteiros, era alguém que me ajudava com as compras, e não só ficava dormindo enquanto eu arrastava o carrinho do supermercado. Não que o Zé não dormisse no trabalho também, mas, isso não importa…
O que importa era algo interessante que envolvia o velho Santo, toda segunda-feira ele era chamado por duas adolescentes, isso na praça, na frente dos outros.
A menina mais velha era a Lívia, rosto de criança, corpo de adulta, peituda, sempre de shortinho apertando suas coxas grossas, a bunda grande, nem gorda, nem magra, era ela a que parecia mais incomodada com a situação de chamar o Santo e ir com o mesmo, e a amiga, para o apartamento do velho. A outra, Muniz, parecia menina de tudo, baixinha, peitos pequenos, pernas finas e bem separadas, mais queimada de sol, enquanto a alta era bem branquinha. As duas tinham cabelo bem longo, e preto, mas só a menor usava solto, a gostosa prendia o cabelo com elástico. As duas de All Star, preto e branco, e camisa de escola, daquelas cinza. A menor sempre usava calça jeans. As duas falavam baixo, então nunca entendi o que conversavam com o Santo, só entendia que chegavam por volta do meio dia, depois da escola, e saíam lá pelas sete, quando começava a escurecer. Os outros dos que jogavam xadrez falavam que eram as netas do Santo, ou as sobrinhas, mas, eu tinha outra percepção.
Talvez nada tivesse mudado não fossem duas situações bem distintas. Primeiro, a morte do Santo, algo não tão incomum no nosso ciclo de amizades, vocês já devem ter percebido o óbvio, eu sou velho. Segundo, uma conversa no elevador…
As duas meninas estavam no corredor do meu apartamento quando eu saí naquele dia, elas estavam batendo na porta do apartamento do Santo, e eu havia explicado toda aquela situação para as duas.
Acabamos pegando o elevador juntos, descendo à portaria.
Foi quando a mais alta ficou irritada, e falou para a menor:
— Acabei de comprar um celular novo, e agora? Eu tirei no nome da minha mãe…
— Calma Lívia… — a pequena também estava assustada, só parecia mais controlada.
— Calma? Muniz, como eu vou arrumar o dinheiro?
— Eu vou pensar em alguma coisa, só, vamos arrumar outro…
Era um momento crítico, eu tinha entendido a situação, ou melhor, eu achava que tinha entendido a situação. E ali estava uma chance única, ou eu cometeria um erro terrível, se tivesse entendido algo errado. Resolvi falar de uma forma menos direta:
— Eu e o Santo éramos amigos… — as duas viraram para mim, o elevador estava quase chegando na portaria, se o elevador não fosse tão velho, e lento, eu não teria a chance de pensar, ou falar, o que se seguiu… — ele me contou tudo sobre vocês duas, se quiserem continuar, eu moro no apartamento na frente do dele…
As duas se assustaram, e eu concluí que aquelas biscates não eram parentes em nada do safado do Santo. A mais velha falou primeiro:
— Você quer fazer algo hoje?
— Lívia, é melhor não ir confiando assim… — a pequena era arisca, me olhava com o medo estampado no rosto de menininha… — vamos conversar só nós duas primeiro.
— Mu, vai pro inferno, você me colocou nessa, e agora eu tenho que fazer um dinheiro ou o que eu vou falar para minha mãe? Se quiser ir embora vai… — foi o tempo da porta do elevador abrir, e da menor sair. Eu e a gostosa ficamos no elevador, a porta fechou, e eu apertei o botão do oitavo andar. Subimos comigo a devorando com o olhar.
Os peitos da Lívia pareciam ainda maiores. Ela estava desconfortável, mas me deu um sorriso quando reparou que eu estava encarando os peitos, e depois o rosto dela.
De volta ao corredor, de volta ao meu apartamento…
Tranquei a porta e falei sendo mais direto:
— Quer ir para o meu quarto?
— Você que sabe… — Lívia falou mais baixo e me seguiu.
Os passos até o quarto pareceram infinitos, como se eu estivesse prestes a morrer, ou, como se algo ruim fosse acontecer para interromper os momentos que se seguiriam, mas nada aconteceu se não nossa chegada ao quarto.
— Posso falar uma coisa? — ela disse assim que fechei e tranquei a outra porta.
— Claro.
— É que nos encontrávamos uma vez por semana, toda segunda-feira, e ele pagava em dinheiro, duzentos para mim, duzentos para Mu. Muniz, a minha amiga, aquela que saiu agora a pouco. E eu comprei umas coisas no cartão da minha mãe, ela não sabe o que eu faço, ela acha que eu trabalho de cuidadora. E a prestação da conta está para vencer, você não pode me adiantar um pouco de dinheiro? Eu volto amanhã, a semana inteira se você quiser, o mês inteiro. Eu estou mesmo precisando… — pensei que ela fosse chorar, mas só ficou vermelha, ela estava se humilhando, e era algo bonito de se ver. Por outro lado eu tinha uma chance de ouro nas mãos…
— Tudo bem, quanto você precisa?
— Oitocentos é o bastante, na verdade, mil e seiscentos, é que no mês passado eu não consegui guardar o suficiente e perdi uma das prestações, me desculpa…
— Tudo bem.
— Mesmo? — ela até assustou comigo sendo tão direto.
— Claro, mas quero uma prova de que vai voltar, você tem que me deixar te filmar, e sem eu mostrar o meu rosto é claro. Se você não voltar passo para todo mundo do bairro…
— Safado. Eu não ligo. Pode confiar em mim, eu vou voltar todo dia.
— Por dois meses? — era uma negociação, não custava tentar.
— Tá, dois meses, depois a gente volta para duzentos por semana, combinado?
— Perfeito… — e inteirei lembrando de algo importante… — e tenta convencer a sua amiga a vir com você nas segundas, fala que eu não sou tão ruim assim, e que pago em dia…
— Não posso prometer que ela vem, mas vou tentar.
— Tá… — falei, e o que se seguiu foi um silêncio, com a menina mordendo os lábios, me instigando à ordem, e à questão… — tira a roupa e deita. Eu posso fazer tudo?
— Comigo sim, a Mu não come porra nem transa de trás.
— De trás?
— Ela não dá o cu. — explicou a menina tirando a camisa da escola.
O sutiã dela era preto com rendas. Lívia sentou na cama e tirou o All Star, as meias dela eram baixas, e logo fizeram companhia à camisa no chão. O shortinho também não tardou em ser tirado. A calcinha dela era bem pequena, também preta, sendo uma linha no meio da bunda enorme da menina.
— Quer me filmar chupando sua rola? — não tinha nada de inocente naquela pirralha.
Peguei o celular, ela se ajoelhou e veio para perto, tirando meu cinto, abaixando minha calça e pegando na minha rola. Quando comecei a filmar a boca dela já tinha molhado da base até a cabecinha. Lívia babava demais, ainda era uma criancinha, e, ainda assim, já sabia o que fazer, quatorze anos e uma profissional no boquete. Meu caralho, que não é o melhor representante da espécie no quesito ânimo, não demorou para endurecer.
Ela olhava com certa admiração, modéstia à parte eu tinha uma boa rola, era bem larga, e não era pequena quando dura. A boca de Lívia abria quase inteira para caber a grossura do meu caralho, e ela não parava de se mexer, movendo a cabeça para frente e para trás.
Filmei por alguns minutos e parei, sentia desperdiçar o momento. E eu não seria tolo a ponto de passar tal vídeo, seria a palavra dela contra a minha, um velho contra uma mina chorando e fingindo inocência na delegacia, quem acreditaria em mim? Só tinha ido nessa linha de raciocínio por perceber que a garota era meio burra, mas eu sabia que o vídeo me era inútil. Logo, só aproveitei a benção divina.
A boca da menina ia até engolir minha rola inteira, ela colava os lábios molhados na pele na base da pica. Tirava inteira lambendo a cabecinha, voltando a chupar me olhando nos olhos. Rosto sério, sabendo o que fazia. Quando ela abriu o sutiã, ainda de joelhos na minha frente, os peitos caíram grandes e volumosos. Era a coisa mais linda que eu já tinha visto, um misto de pureza e podridão, na medida certa para deixar meu cacete ainda mais duro.
— Deita na cama… — eu não sabia como as coisas iam funcionar dali em diante, não era o comum, transar, ou estar preparado, logo, eu não tinha camisinha, a biscate não disse nada, então fingi não lembrar, no mais testei os limites daquela situação… — quando você vier eu vou gozar e meter várias vezes, vai ser impossível gozar só uma…
— Vamos até onde você aguentar… — Lívia falava provocando, engatinhando até os lençóis, empinando bem a enorme bunda ao ficar de quatro na cama.
Lívia virou, abrindo as pernas, deitando de barriga para cima, só fechou as pernas para tirar a calcinha, revelando a boceta depilada, rosada, com voltinhas para fora denunciando o uso constante.
Meu corpo nu não era atraente, o que me deixou apreensivo. Existia a possibilidade dela ir embora, afinal sou velho e acima do peso, tenho rugas, e nada em mim é minimamente atraente, mas, ela ficou, e lembrei do Santo, que era uma versão magra e doente de mim, se ela dava para ele, não tinha motivo para não dar para mim.
Sem as roupas, me aproximei da cama, ela segurou na minha rola, eu segurei nas pernas dela, que estavam para cima. O encaixe na boceta teve ajuda do cuspe dela, algo sútil…
Não apertava na entrada, porém depois, lá no fundo da boceta da adolescente, era macio, e quente o suficiente para aquecer a minha alma. Fodi de cima para baixo, com a criança com as solas dos pés apontando para cima. Os gemidos da menina de quatorze anos eram quase gritinhos, agudos, seguidos de respirações aceleradas, no ritmo da foda. Eu beijava a boca dela, fazendo as pernas dela se esticarem. A boceta apertava a rola entrando com a força e o peso do meu corpo. Com as mãos eu segurava nos peitões, tendo os pés dela nos meus ombros. Aquela pirralha tinha sido criado para foder. E fodia como uma puta de filme pornô. Eu parava de beijar os lábios dela para descer ao pescoço, e aos peitos, cessando a foda na intensidade, evitando gozar logo nos primeiros minutos,
Passei minutos beijando, chupando, mamando em cada mamilo, deixando as marcas da minha boca e dos meus dentes pelos peitos deliciosos sendo apertado e até mordidos. Ela era paciente, sabia que era gostosa, e sentia minha pica latejando dentro dela, não mandou eu parar, ou chupar sem forçar tanto, só aguentou, e quando voltei a foder ela se inclinou de forma a ajudar, movendo o quadril contra minha pica. A menina era uma puta adestrada para fazer gozar, todo o corpo dela era como uma punheta, física e mental, até o rosto me excitava, olhos pequenos, bochechas rosadas, a pele bem branca, maquiada, com sombra nos olhos castanhos, claros como uísque. Ela me encarava sem vergonha, sem se importar de ter um velho bombando na boceta dela sem camisinha, quando estava prestes a gozar ela falou:
— Dentro não, goza na minha barriga, ou dá para mim comer… — era o pedido de uma criança no cio, como recusar?
Tirei o pinto, e ela foi com as duas mãos, a direita na punheta, a esquerda massageado minhas bolas, a porra de anos sem gozar saiu em jatos enchendo a boca da menina, que sem perder a expressão séria engolia jato por jato até limpar os lábios lambendo, e me lambendo também, na pica e até não sobrar uma gota no meu saco e nos meus pelos.
— Você é perfeita… — falei sem fôlego, deitando do lado dela.
— Quer mais? — ela sempre me provocava…
Eu queria, mas a verdade é que minha rola não aguentava mais nada, estava sem sinal de vida.
— Acho que é o suficiente para o primeiro encontro.
— Então é melhor eu ir. — ela falou, e resolvi não inventar nada, eu estava sem forças e prestes a dormir.
Só não peguei no sono por lembrar do dinheiro. Dei para ela o que ela tinha pedido, e ganhei um abraço de agradecimento de uma adolescente pelada. Antes de ir ela só lavou a boca. Disse que queria pagar logo as contas, e prometeu voltar no dia seguinte depois da escola…
Eu não sabia se ela voltaria ou não, só tinha a certeza de que ela nunca mais sairia dos meus pensamentos…

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10 Comentários

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  • Responder Ebannus ID:1dai7ki8rd

    Parabéns Izzaque, pela sorte e oportunidade.

  • Responder Vantuil OB ID:8ef2spjd9j

    Muito bem contado Izzaque. Espero a continuação sem demorar muito

    • Izzaque ID:40vokiktoib

      Já continuei ontem, obrigado pelo comentário

  • Responder marcus ID:81rnr0tm9a

    Vc e um homem de MT sorte parabéns

    • Izzaque ID:40vokiktoib

      Sim sim, acho que o Criador me abençoou

  • Responder Soares ID:g3iuekfic

    Continua,está muito bom

    • [email protected] ID:14s628gvoib

      Excelente conto!

    • Izzaque ID:40vokiktoib

      Está continuado amigo, agradeço o comentário

  • Responder Rafaella ID:gsuffsb0d

    Belo conto…. Beijos !!

    • Gnomo ID:19p1j2tm3

      Rafaella, vc le quanyos contos por dia?
      Vc ta em todos kkkk