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Doces lembranças: Marcelinho!

1135 palavras | 5 |4.93
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Oi, sou o César e, aos poucos venho escrevendo sobre minhas “doces” lembranças de como iniciei no sexo. Anos 60/70, bem diferente dos dias atuais! Dei pela primeira vez, brincando de mocinho e bandido…(meu primeiro conto)! Esta história aconteceu, em um breve período em que tivemos que morar em uma cidade maior, em um apartamento.
Eu tinha 11 anos quando conheci Marcelinho! Ele com 13 anos, bem encorpado, moreninho claro, um lindo sorriso, lábios carnudos, cabelos encaracolados, pretos. Morávamos em apartamentos de frente ao outro e, eu o via sempre na sacada, principalmente quando saia do banho e vinha estender sua toalha, sempre de shorts ou cueca. Ele fazia isso todo o final de tarde, antes de seus pais voltarem do trabalho. De minha sacada, eu olhava, fazia algum gesto para chamar sua atenção e poder abanar. Eu precisava ficar nas pontas dos pés, para poder ver da sua cintura para baixo. Nem sempre ele respondia mas, quando o fazia estampava um lindo sorriso e eu ficava todo bobo.
Morando em apartamento, saíamos apenas para irmos à escola pela manhã, por vezes descer no condomínio para brincadeiras nos finais de semana, quando poderia falar rapidamente com ele, sempre supervisionados por adultos. Nossos pais trabalhavam fora e, com exceção do período na escola de manhã, todas as tardes estávamos sozinhos e trancados em nossos apartamentos.
Num final de semana, consegui dizer para ele, quando o encontrei no pátio do condomínio que, duvidava que ele fosse estender a toalha pelado e, ele arregalou os olhos ao ouvir aquilo e, para minha surpresa disse: já fiz isso algumas vezes mas tu não estavas na tua sacada para me olhar!
Ele entendia então minha agonia em tentar olhar todo o dia para a sua sacada e não era apenas seus lindos olhos que eu desejava ver! Para nossa sorte, assim como estávamos no último andar e nosso prédio era o último, havendo apenas um terreno baldio nos fundos, dificilmente alguém veria o que fazíamos e, na segunda-feira, final de tarde como de costume ele chegou na sacada, toalha nas mãos cobrindo o corpo, me viu, abriu um sorriso e deixou a toalha cair: estava nu, ainda molhado, o pau de acordo com sua idade, flácido, fino e um pouco comprido. Com as mãos em concha segurou junto com as bolas (saco rosado) e chacoalhou em minha direção dizendo: é pra ti! Eu, cheio de tesão, sorrindo, respondi: eu quero! Me dá!
No dia seguinte subimos juntos no elevador ao chegarmos da escola, havia duas senhoras com filhos, conversando e nem prestaram atenção em nós. Marcelinho ficou no fundo do elevador, eu fiquei em sua frente, por eu ser mais baixo empinei a bunda e encostei no seu ventre, de imediato, empurrei a bunda mais um pouco para ele ter certeza que eu senti o seu pau e gostei. Ouvi apenas ele balbuciar no meu ouvido: daqui a pouco, na sacada. Almocei rapidamente, corri para sacada e, lá estava ele, ainda de uniforme escolar, sorriu, fez dois gestos rápidos com a mão: vem, vem!!
Não pensei duas vezes, nem me preocupei com os vizinhos dos dois apartamentos laterais, vi que a porta do seu estava entre aberta, entrei correndo, o coração parecia que sairia pela boca, afinal, sabia que o que eu estava fazendo e do outro lado estava o que eu queria! Me abraçou forte, senti através do seu moletom que já estava com o pau duro, eu já estava só de calção e camiseta, meu pauzinho endureceu rapidamente, Marcelinho falou no meu ouvido: César, quero te comer, agora!
Sem me soltar foi me empurrando para seu quarto, caímos em sua cama, rapidamente tirou sua roupa (uniforme), tirei meu calção e camiseta e nossos corpos se encontraram frente a frente, uma ânsia me percorreu o corpo todo, eu, branquinho, miúdo para a idade, desapareci embaixo do corpo fortinho e moreninho do Marcelinho!
Rapidamente me virou de lado, se posicionou de conchinha atrás de mim, passava as mãos nas minhas coxas, apertava minha bundinha, entendi como ele queria, passei a mão no seu pau e, como eu tinha visto, era fino (talvez como uma salsicha), durinho, de uns 11/12 cm, quentinho. Me virou um pouco mais, cuspiu nos seus dedos e passou no meu cuzinho, ele sabia o que fazia! Pegou o pau e pincelou meu rego a partir do meu saco, deu uma travadinha bem no centro do meu cuzinho, foi até acima, voltou e, encaixou a cabecinha bem no meio empurrou um pouco, firme, me olhando para ver minha reação, pisquei rapidamente por sentir um desconforto, nada mais do que isso, ajeitei um pouco a bunda e levantei uma banda para melhorar a entrada e, ele sentindo a facilidade deslizou o pau para dentro de mim! Deslizou mesmo, pois, parecia que era sob medida para o meu cuzinho. Sentia a ponta da cabecinha do seu pau me fincar as entranhas quando ele ia até o fundo, senti suas bolas encostarem no meu saquinho, eu apertava meu cuzinho como para segurar seu pau e não perder qualquer instante do prazer que estava sentindo.
Me comeu devagar, passava a mão direita na frente das minhas coxas, sobre meu pauzinho duro, meu ventre, minhas tetinhas e eu apenas acompanhava seu ritmo de meter e puxar, no entanto sem tirar de dentro do meu cuzinho. Aos poucos, fui ficando de barriga para baixo, ele acompanhou, nessa posição passou suas mãos por baixo de meu corpo me segurando firme pelos ombros e continuou no mesmo ritmo cadenciado, sentia apenas sua respiração mais ofegante, não falávamos nada, não era preciso. Por vezes, eu abria bem minhas pernas para ele juntar as deles ou, eu juntava as minhas e ele separava as dele, sempre na mesma cadência de meter, puxar o pau sem deixar sair de dentro, nunca!
Aumentou o rítmo de suas metidas, assim como sua respiração, comecei a rebolar e gemer baixinho, Marcelinho entendeu e começou a meter mais forte, me apertar os ombros cada vez mais, uma, duas, três fincadas mais fortes e, na quarta vez segurou o pau cravado nas minhas entranhas, também travei meu cuzinho retendo o pau no fundo, sensação de ficar mais grossinho, ficamos tesos e, senti o líquido quente a preencher meu cuzinho! Que sensação! Que prazer!
Ficamos alguns minutos quietos, o pau dele deslizou para fora do meu cuzinho, por mais que eu tentasse segurá-lo dentro… estávamos suados e cansados, mas… felizes!
Marcelinho, passados tantos anos… onde andas?

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5 Comentários

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  • Responder Theozinho ID:xlpkbkv3

    Delícia! Queria encontrar um Marcelinho assim! Vou ler os teus contos, César!

  • Responder Matheo ID:xlpkbkv3

    Caracas… queria um Marcelinho para tirar meu cabacinho!

  • Responder César ID:gsus5shr9

    Obrigado, Md!

  • Responder Felipe ID:fgqramxv4

    Delicioso

    • César ID:gsus5shr9

      Obrigado, Felipe!