# #

De Volta Para Casa – Sétima Parte

932 palavras | 11 |5.00
Por

Nilton riu, diminuindo o ritmo para que Ney nos alcançasse.

Agora os burros galopava lado a lado.

Ney me pegou pela cintura e me puxou para ele, me sentado em sua frente.

O cenário era delirante. Se naquela época eu tivesse o tesão que tenho hoje, teria gozado só por sentir aquele volume roçando minha bundinha.

Desde que tinha sentido o cheiro e o volume grosso em seu short que me imaginava debaixo do meu irmão mais velho. E ali estava eu, sem ter noção nenhuma do que me esperava.

– Preciso mijar. – Falou Ney.
– Mija ue. – respondeu Nilton.
– Aqui não. – disse.

Ney passou a frente de Nilton.

Ao chegar uma certa altura aquele caminho de terra, Ney virou para o lado esquerdo, entrando numa passagem, que dava para um mato mais fechado.

Ouvi Nilton vindo logo atrás.

Ney não esperou parar. Tirou o pau para fora, pegou minha mão e torceu meu braço para trás para alcançar aquela vara.

Minha mão era pequena para aquela grossura de pau. Ouvi o barulho de cuspe e logo em seguida, minha mão estava molhada com saliva grossa. O sol começava dar sinais de aparecer.

Ney se abaixou por cima de mim, para desviar de um galho.

– Para onde você vai? – Nilton perguntou.
Notei que sua voz estava se afastado.
– Estamos quase chegando. – Respondeu Ney.

Paramos num emaranhado de mato fechado. Ney desceu primeiro, com parte do short baixado, com o pau para fora. Só agora eu consegui ver. Era grosso, pouco menor que do Nilton, mas igualmente grosso.

Ele me pegou pela cintura.
– Aqui pode gritar. – ele disse.
– Vai com calma. – Nilton parecia preocupado, agora que tinha nos alcançado.

Ney não me colocou no chão, me segurou sobre seu pau e me levou para dentro daquele mato, entregando as rédeas para Nilton.

Ainda me segurando, ele desceu todo meu short, me colocou no chão e tirou minha camiseta. Estava frio. Cruzei os braços.
– Tá com vergonha? – disse Ney.
– F.. frio. – falei.
– Deita que te esquento.

Sentei no chão de frente para ele.
– De costas. – disse.
Me virei de costas sentado. Ele pegou minha cabeça e baixou até o chão.
Cuspiu na mão e passou na minha bundinha, que ainda doía. Meu cuzinho piscou. Ele cuspiu novamente na mão passou no pau e punhetou, para ficar mais duro, se é que era possível.

Encostou aquela cabeçona e, diferente do Nilton, não segurou minha boca.

Suas mãos grandes segurança toda minha cintura. Era tão grandes, que as pontas dos dedos tocavam no outro, de um extremo ao outro. Eu era magrinho na época.

Ele pressionou a cabeça do pau no meu cuzinho e começou a forçar. Eu já estava com lágrimas nos olhos. Não tinha me recuperado de Nilton, o que facilitou a cabeça passar da entradinha. Foi o bastante para ele.

Com as duas mãos ele me puxou para aquele pau grosso, rasgando tudo dentro de mim. Eu gritei.

Ele tirou. Senti meu cu quente.

– Para Ney, tá sangrando aí. – Disse Nilton.

Ney ignorou.
– Se te aguentou, me aguenta.

Ney cuspiu mais no pau. Com lágrimas descendo do meu rosto, que estava na terra, olhei para Nilton. Ignorei a dor quando vi meu irmão favorito masturbando o pau olhando para mim sendo arrombado. Como eu queria ele.

Ney sentou no chão, com as duas pernas para frete, me ergueu, abriu minhas pernas e me colocou sobre ele. Mesmo com àquele cuspe não entrava fácil.
– Relaxa o cuzinho que melhora. – Dizia.
Não conseguia relaxar.
Ele me virou de costas para ele, de frente para o Nilton.
Ele me abraçou por baixo das minhas pernas, me segurando totalmente.
Estava esperando ele começar a forçar de novo aquele pau e nada. Demorei para entender.
Ele estava esperando o Nilton, que se aproximou.

Nilton se abaixou, com as pernas abertas sobre Ney, e, sem colocar mais cuspe nem nada começou a empurrar. Ney segurava minhas pernas suspensas. Nilton empurrava.
– Mete porra. – falava Ney.
– Ele não aguenta. – dizia Nilton olhando para mim.
– Agueeenta sim. – respondeu. – ele quer isso.
Meus bracinhos passavam por cima dos braços do Ney, enquanto ele me envolvia por debaixo das minhas pernas.
Nilton cuspiu no pau. Com as duas mãos, segurou minha cintura e empurrou de uma vez. Aquela barreira que eu achava que existia não estava lá. Senti o saco do Nilton batendo na portinha. Aquele pau de 22 cm, estava todo dentro do meu cuzinho.
Ney, que até aquele momento só me segurava, me puxou do Nilton e me deitou no chão e veio sobre mim… seu pau entrou mais fácil agora.

Ele colocou as pernas uma de cada lado, com seu corpo bem em cima da minha bundinha, colocou seu pau grosso e socou de uma vez.

Devo ter desmaiado naquele momento, porque lembro apenas de Nilton me carregando no colo.

Tudo doía em mim. Pedi a Nilton, com vergonha, para fazer cocô.

Ele me colocou no chão.

Procurei um local mais afastado.

O sol estava quentinho já.

Me agachei tentando fazer cocô, mas não era isso. Era porra, muita porra… E sangue.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 15 votos)

Por # #

11 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder papakus

    continue, valeu um tesão. bom conto, adoro cu de menino, choram mas depois amam dar a bunda.

  • Responder Marcio

    Essa série dá uns 40 contos no minimo so basta saber levar a historia. Otimo enredo

  • Responder Renato

    Você precisam ler a oitava parte.

  • Responder Lucas

    Eles vão querer todo dia agora, continue

    • Renato

      Acha cu, 22 cm e 21 cm (Ney), é demais, até para o putinho do Renato.

  • Responder A1e5g7

    Um romance regionalista, Euclides da Cunha do pornô.

    • Renato

      Renato é pervertido, mas tem cultura. Um putinho instruído.

  • Responder luiz

    isso é a realização para qualquer viadinho que esta começando a vida mas ter dois irmaos machos para comer ja é sorte demais. nao interrompa pode continuar

  • Responder Airté

    Continuaaaaaaa!

    • Renato

      Em breve

  • Responder .

    Delicia