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Caminhoneiro Quarentão e o coroa exibido. 2

1014 palavras | 2 |4.57
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Além da famosa putaria, na estrada tem outra coisa muito comum: gente que se gaba justamente dessa putaria que faz. Desde que me liberei pra curtir meus desejos do jeito que queria, parei pra escutar com mais atenção as presepadas dos chegados de profissão em beira de estrada só pra ficar por dentro das abordagens e dos perigos de topar com gente errada e mal intencionada.

Alceu é um colega que sempre encontro numa parada importante na divisa entre Minas e São Paulo. Bicho solto no mundo. Nunca ouvi falar se Alceu era casado ou não, mas aquele ali nasceu pra putaria com certeza. É um coroa parrudão cheio de fama e charme. O bicho joga uma lábia pra qualquer um e sai ganhando, seja na safadeza ou nas apostas que fazemos na sinuca. Nunca perguntei, mas imagino pela cara dele que já deve ter uns cinquenta ou mais. Gosta de manter o bigodão grisalho, mas raspa a cabeça. Usa regata toda hora e calça apertada pra mostrar que tem pau grande. Sempre brinco que velho tem disso de apertar a calça nas bolas pra criar volume, mas a verdade é que ele tem mesmo uma pica dessas fartas. Sei disso porque ele não me cansa de mostrar vídeo seu comendo alguma mulher na estrada. Quase sempre mete de quatro e filma pelas costas dizendo que tem permissão delas pra filmar e eu não duvido disso. Aquele ali consegue o que quer sorrindo. Fode com força e é barulhento, do tipo que mete a mãozada na bunda chamando a vítima de cachorra. Enquanto soca a respiração dele fica muito perto do telefone e nessa hora a gente entende a força que Alceu tem pra foder. O pau grosso dele entra no limite e sai arrastando as paredes da bunda de quem é filmado. É sempre um negócio bem doido de assistir.

Insisti tanto em saber se ele tinha algum vídeo pegando um cara que dia desses ele assumiu dar de mamar pra um chegado bem conhecido da gente da estrada. O amigo em questão é Manoel, um loirinho de trinta e pouco que chegou agora nos postos. Já falaram mesmo que ele tinha uma fama de cair de boca na rola dos caras e só de olhar a bundinha empinada dele quando passa indo pro banheiro a gente percebe que ele faz bem mais que ceder uma mamada boa. Noite dessas no posto paguei uma cerveja ao Alceu só pra arrancar dele alguma história boa sobre Manoel. Homem bêbado é fácil de convencer.

O cara já nem gosta de se exibir… Disse que eles sempre marcam de passar juntos em alguma cidade e que Manoel foi a única pessoa que conseguiu chegar perto do rabo dele. Nem precisei imaginar muito a cena pra deixar Alceu flagarar meu pau animado. Ele disse que a cabine fica pequena para os dois. Alceu deita, abre o zíper, arreia a calça e força a cara do amigo na virilha suada dele. O safado do Manoel gosta mesmo é de cheiro de macho, Alceu disse. Fiquei sabendo que ele lambe tudo, engole o saco, morde a cabeça do pau e consegue engolir os vinte centímetros numa boa. Alceu é do tipo cinquentão que ainda fica duro feito pedra. Nos vídeos dá pra ver. Imaginei a boca clarinha do Manoel engolindo o coroa e lutando pra respirar com aquele pau atolado lá no fundo. A descrição dele foi exata e ele falava até meio ofegante por causa da excitação de lembrar da mamada.

– A língua dele é grandona e macia pra caramba. O bixo gosta de segurar pela base, bem no tronco mesmo só pau e aperta que é pra crescer mais. Coloca a língua pra fora e dá uma roçada caprichada na pele todinha até a cabeça. Tá ligado que o pau do pau aqui é cheio de veia, né? Dá pra sentir a boca dele apertando elas. Fica tudo saltada parecendo que vai explodir.

Nisso era o meu pau que estava explodindo.

– Moço, tô te falando que ele é guloso. Coloca a linguona dele e deita a rola em cima e vai enfiando na boca babando tudo. E a língua não sai debaixo do pau não, ele nem engasga enquanto chupa e é tão macio que chega a fechar os olhinhos. Um bezerro de primeira! Consegue manter direitinho a tora na boca até eu tremer todo e jorrar na carinha dele.

Alceu falou que já virou costume a ida do amigo lá embaixo. Que quando vê já está abrindo as pernas e deixando o cabra ir passando o dedo só pra frescar e depois meter a língua. Babei nos dedos dele quando o vi apertar o volumão na calça dizendo que jamais teria coragem de deixar o Manoel meter nele, mas que às vezes precisa se segurar pra não ficar de quatro e pedir rola dentro. Perguntei se ele não conseguia comer o loirinho e ele disse que o cara gosta só de mamar porque é ativo e essas coisas. Cada um com o seu problema.

Falamos mais um monte de putaria ainda naquela noite e a gente sempre reservava um tempo pra deixar o outro ver o volumão na calça sendo apertado. Alceu até me provocava um pouco talvez imaginando que eu gostava do que exibia embaixo. Eu não falei muito sobre estar excitado com a ideia de conversar com ele aquelas coisas, mas disse que ia bater uma com força na cabine pensando em Manoel e que a gente deveria marcar um dia pra pegar juntos a boca macia dele. Alceu concordou na hora e disse que já colocaria o plano em prática naquela mesma noite. Quase perguntei se ele também iria bater uma e me ofereci para ajudar, mas fiquei na minha com o meu pau duro. Posso garantir que oportunidade não faltou.

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2 Comentários

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  • Responder luiz

    adoor conto de caminhoneiro sei que vai rolar muita sacanagem entre vcs dois, continua

    • Rogério M.

      Continuei. Tem muita coisa pra contar ainda, viu.