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Caminhoneiro Quarentão de olho na mala 6

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Quando um macho do seu lado fica se pau duro, você só pode fazer uma coisa: olhar a mala.

Existem detalhes que só a idade traz pra gente. A sexualidade do homem não fica de fora.

Não é regra, ainda mais nos dias de hoje com tanta liberdade e poder de escolha, mas na minha adolescência a sexualidade do homem era um negócio que você tinha que esconder se tratasse como algo natural, porque se tratasse como arma para humilhar outros adolescentes, aí tudo bem, podia exibir com orgulho. Entre a garotada mesmo ereção era quase sempre motivo de alguma piada ou zoação sem limites. Cansei de ver meus amigos da época levando socos na virilha dos outros colegas quando eram flagrados no meio de uma ereção tão comum. Que garoto não endureceu o pau no meio de uma aula de geografia assim do nada?

Mas aí você amadurece, chega nos quarenta, perde o medo de viver a sua sexualidade e se descobre trabalhando com uma categoria que, não só aceita alguns detalhes humanos e masculinos, como torna isso a coisa mais natural do mundo. Eu já falei, por exemplo, da naturalidade de Alceu em me mostrar os vídeos de suas aventuras Brasil adentro. Na estrada, a putaria é uma forma de se aproximar dos outros caras. Putaria, futebol e caminhão.

Pra não dizerem que eu enrolei demais, vou direto ao ponto desse dia. Não faz muito tempo, estava bem perto de entrarmos na pandemia e o fechamento de algumas cidades. Eu já vinha dirigindo há muito tempo sem nenhuma pausa e estava estourando de cansaço, fome e uma vontade doida de parar pra esvaziar a bexiga e o saco. Há dias que eu também não pegava ninguém na estrada. Aviso: um caminhoneiro de saco cheio é sempre um homem perigoso e sabemos de que saco eu estou falando.

Parei em um desses restaurantes bem beira de estrada mesmo, tanto é que o meu caminhão teve que ficar atrás de outros três e por falta de mais espaço para o estacionamento eu quase tive que adentrar um pouco no mato pra não ficar muito próximo da pista. Por ser o da pista o meu lado ficou limpo, mas o lado direito do meu caminhão ficou coberto por uma vegetação cheia que tinha no local.

Desci apressado pra mijar o exagero de mijo que eu guardava por pura preguiça e um pouco de medo de parar o caminhão em alguma estrada deserta e corri pro banheiro do restaurante. Serviço feito, voltei pro salão, examinei por um momento onde estavam os outros três caminhoneiros, encontrei os caras na mesa mais ao canto, mas não reconheci nenhum deles. Me servi, taquei carne, pesei a comida, estranhei o preço, mas não questionei. Brasil, né? Um deles, o mais velho, meio que acenou com a cabeça quando eu olhei já com o prato na mão e isso me serviu como um convite para ocupar a mesa com os chegados.

A conversa foi pouca. Eu tinha mais fome que carência de papo. Os assuntos de sempre: futebol, estrada péssima, estrada boa, posto policial cheio de gente esquisita, política, criminalidade. Segui na minha só concordando vez ou outra com eles. O mais novo levantou, saiu por um minuto e voltou tomando uma coca-cola. Ficou em pé próximo da mesa de forma que eu pudesse vê-lo exatamente de frente e os outros ficaram mais de lado para ele. Então o assunto mudou, como sempre muda, e a sacanagem apareceu: puta barata, sexo selvagem, cabaré, punhetinha pra matar a vontade, vídeo pornô. O mais velho agarrou o celular, teve dificuldade pra achar o que queria no meio de tantas conversas no whatsapp e virou a tela pra gente diminuindo só um pouco o volume. Naquele momento estávamos sozinhos no salão. No vídeo a mulher sugava tudo o que podia de um cara gigante. Eu até tive medo de presenciar algum acidente, dado o tamanho da rola do cara.

Aquele mais jovem em pé deu um sorriso desses que parece constrangido, mas que na verdade denota divertimento e eu flagrei bem a carinha dele para a imagem que assistia. Os outros riam, é claro, ele só assistia atento vez ou outra separando uma gargalhada para as brincadeiras grosseiras dos caras.

Além de mais novo ele também era o mais bonito. Uma espécie de galego não tão galego. Cabelo meio castanho claro, rosto fino coberto por uma barba também fininha e muito mais clara que o cabelo. Os ombros eram curtos, os braços finos, o peitoral magro e pelo tecido fino dava pra ver que era peludo na região, porque os fios marcavam a camiseta velha que ele usava. Olhei um monte pro aglomerado de cabelo do peitoral. Também reparei nas coxas e na bunda quando saiu. Nada exagerado, tipo homem magro. Com certeza não passava dos trinta e cinco. Homem comum, desses que a gente encontra na fila da padaria de manhã de cara amassada. Não nego que adoro esse tipo.

O velho mudou o vídeo, outra mulher e outro homem, mesma safadeza, oral, punheta, gemido fino, gemido grosso. Estava tudo bem até o chegado em pé correr os dedos bem devagarinho pelo zíper da calça só pra apalpar o que tinha ali embaixo. Os outros dois não estavam preocupados com isso, até porque de lado para ele não o tinha muito como campo de visão, mas eu estava de frente e vi perfeitamente quando ele repetiu o gesto, apalpando com mais força numa tentativa de afundar o pau na virilha deixando claro pra mim que ele estava ficando duro com a exibição do velhote. Eu ri por dentro e sozinho. Homens são sempre homens e eles são sempre safados.

Terminei o último gole do meu suco, me ajeitei na cadeira, abri bem as pernas, encostei minhas costas no assento e me preparei para o cinemão adulto que eu sabia que ia rolar na altura dos meus olhos.
Foi só na terceira apalpada que o cara me olhou flagrando o crescente volume. Não tinha nada exagerado ainda, era só um anúncio, o que particularmente deixava a coisa ainda mais curiosa e excitante pra mim. Nada mais gostoso que um pau endurecendo à clareza dos seus olhos. Pois eu não contive a minha vontade em flagrar a ereção dele e nem ele me negou isso. Sem que os outros vissem, meteu os dedos por baixo do cinto, forçou um pouco, tocou o pau e ajeitou para a direita, terminando o serviço com os dedos pelo lado de fora da calça. Seria um movimento comum de homens mais grosseiros, não fosse o fato dele estar duro lá embaixo. Tive vontade de arrastar aquele macho para o banheiro e enfiar os dedos dele na minha cara pra sentir direitinho que cheiro tinha o pau dele.

Não dava para ele saber se eu estava gostando, porque cuidei de não entregar nenhum olhar diferente, era só um homem olhando outro mexer na rola dura, situação comum entre caminhoneiros. Mas ele deveria estar com a mesma saudade que eu estava de tacar o pau pra fora e meter uma punheta braba de melar a mesa e os companheiros. De novo ele mexeu no volume mais desenhado roçando os dedos no corpo do pau e a cabeça tomou forma no tecido. Saltada, inchada, redondinha. Ele apertou a região, roçou de novo os dedos, desceu mais e roçou o pulso, deu uma pegada no saco juntando ele pra cima, voltou a mão ao cós, segurou o cinto e ajeitou a calça, subindo ela e desenhando mais o pau. O saco grande dele chegou a ficar dividido pelo tecido. Cena deliciosa de assistir.
A essa altura eu já estava duro, meu pau já tinha babado o suficiente pra melar a cueca, os caras já tinham notado o pau duro do amigo, também estavam duros e nenhum de nós se importava com isso. Só o outro que falou apontando pro volume do mais novo que era melhor ele segurar a porra pra alguma garota mais na frente. O velhote riu da brincadeira e entendeu que já tínhamos passado do ponto. Os outros dois levantaram, exigiram um volume muito suave saltado na calça, deram uma ajeitada costumeira e foram os três em direção ao caixa. Aquele que exibia o pau de forma mais ousada na calça virou duas vezes lá no caixa pra me olhar e numa delas olhou o próprio volume como se estivesse conferindo e fazendo uma oferta sigilosa do tipo que se faz impossível recusar.

A minha calça mais folgada e o meu pau muito duro dificultaram minha saída, por isso tive que esperar e só saí alguns bons minutos depois. Lá fora os três estavam encostados no caminhão estacionado mais perto da porta do restaurante e todos eles fumavam seus cigarros já pela metade. Me aproximei calado não me meti no assunto deles, me juntei ao mais novo que estava na ponta, mas não encostei no caminhão, só fiquei do lado dele. Olhar uma volume de frente é bom, mas olhar de cima ou de baixo não existe nada parecido. Aproveitei nossa proximidade para fazer isso. Ele vendo o que eu fazia, jogou o quadril mais pra frente e o pau dele ficou ainda mais desenhado na calça. A cabeça inchada inda estava lá como eu queria que estivesse. Eu quis tanto pegar nele que a palma da minha mão coçou.

Ele deu um trago, soltou a fumaça no meu rosto, deu um sorrisinho terrível e perguntou se eu queria um cigarro. Não neguei. Não se nega coisas de um homem com o pau estralando na calça. Aprendam, jovens. Ele tirou a carteira do bolso de trás, abriu, tirou só a pontinha de um cigarro pra facilitar e deixou a mão bem perto da virilha dele. Fazia isso me olhando com os olhos apertados, me desafiando a bancar o safado na frente dos outros dois caras. Eu não neguei a oferta e fui, talvez, mais ousado do que ele esperava. Arrastei meus dedos no tecido esticado cobrindo a rola antes de pegar o cigarro. Ele não só sentiu meu toque como fez a pica pulsar nas costas dos meus dedos.

Fumei o cigarro dele soltando fumaça na direção do seu rosto, como ele estava fazendo comigo. Sair dali para o meu caminhão ou o dele era só uma questão de tempo.
Enquanto nós quatro conversávamos, a minha cabeça inventava cenários que não poderiam ser descritos em voz alta para nenhum deles naquele momento. Em um deles o velhote forçava meu rosto na lataria do caminhão dele e me fazia empinar a bunda para ser mexido pelos outros dois, principalmente pelo magrelo do volumão. Noutro o coroa mais chegado do velhote apertava o meu queixo e cuspia meu lábio me chamando de vagabundo e afirmando que era disso que eu gostava. No mais real dos cenários eu estava encostado no caminhão enquanto o magrelo mais novo estava de costas pra mim usando o meu volumão pra sentar e roçar a bunda ainda de calça jeans apertada. Não tinha penetração, não tinha pele com pele, só o meu cacete durão sendo machucado pelo jeans da minha calça quando ele forçava a bunda, rebolava feito um puto, se empinava todinho e me olhava sobre o ombro com uma carinha de quem gostava de apanhar.
Os cenários eram bons e eu sou ótimo em fantasiar coisas na minha cabeça, mas nenhum deles foi melhor que a realidade.

– Você chupa?

Eu acordei do transe, os três me olhavam curiosos e calados e aquele com quem eu estava flertando esperava por uma resposta.

– Chupa o quê? – Perguntei perdido no assunto.

– A gente falou que você tinha cara de que come novinho na estrada e ele disse que você tem é cara de quem chupa – o velho falou apontando pro magrelo.

Eu quis dizer que chupava e que iria cair de boca nos três mamando ali na rua até minha boca espumar de porra, mas eu só ri e desviei o assunto de mim.

– Chupo pra caralho, viu! Um bezerrão. – Brinquei.

Dois deles só riram, falaram qualquer merda e não se importaram mais com o assunto, mas o terceiro deles continuou me analisando, o volume ainda indiscreto, saltado, a calça jeans esticada, a cabeça do pau pulsando, o olhar me confessando coisas. Fiz o mesmo olhando de volta com o corpo mole, alisando meu peito com os dedos firmes, varrendo o corpo dele com os olhos famintos. Não há nada mais viril que dois homens se comendo na frente dos amigos, escondendo dentro do corpo a vontade crua por indecência.

Ficamos minutos assim na certeza de que em pouco tempo eu gozaria com a provocação dele. Meu coração bateu forte quando o coroa anúncio partida e o outro amigo dele também se despediu aproveitando a “carona”. Observamos os dois indo em direção aos seus caminhões e eu descobri que estávamos encostados no caminhão do mais novo, o que me comia em pensamento. Ele ficou um tempão em silêncio só me olhando e quando segurou meu olhar em suas mãos escorregou os dedos até o zíper e abriu lentamente, mostrando a cueca cinza por baixo do jeans.

– Você chupa sim – ele disse. Não era uma pergunta, ele estava me intimando. – Tu tá morrendo de vontade de pegar na minha pica.

Ele mesmo tomou o caminho e foi para o lado direito do meu caminhão onde o mato era maior e nos dava liberdade para fazer o que queria. Ele encostou do lado da porta, afastou o quadril pra frente e abriu o botão da calça, como o zíper já estava aberto a cueca se estufou pra fora. Eu olhei querendo meter a cara logo, mas ele não deixou. Se alisou pra mim, ficou se exibindo como um safado em praça pública, como um hétero em banheiros sujos, como macho sedento de putaria. Tinha uma mancha molhada onde a cabeça da rola estava acomodada e ele disse “olha como é babão”.
Eu concordei e no minuto seguinte estava de joelhos no chão alisando a cueca dele com força, fazendo o pau dele mexer para cima e para baixo na medida que eu forçava esse movimento. Ele gemeu grosso quando eu arranquei da cueca e ele bateu em meu rosto por causa da minha proximidade com a virilha dele.

Não lembro exatamente quais palavras ele usou para me incentivar a meter logo na boca, mas lembro claramente das ordens.

“Abre a boca, me chupa logo. Morte a cabecinha, me lambe, molha ele todo, vai.”

Eu fazia tudo o que ele mandava: metia na boca, apertava a base enquanto sugava, engasgava quando ia fundo demais, não cuspia nada de saliva que produzia, engolia tudo ou usava para molhar a virilha dele. O saco ganhou umas chupadas, apertões e mordidas. Usei a língua para fazer o magrelo gemer grosso quando eu lambi a pontinha da rola e depois esfreguei no meu lábio, na minha barba, no meu nariz.

“ Se me fizer gozar numa mamada eu acabo com você. Sabe que isso é covardia. Quero te comer, safado.”

Eu também quis ser comido. É por isso que eu levantei, virei de costas, abaixei a calça dele até às coxas da mesma forma que fiz com a minha, mas continuei de cueca. Ele soltou outros gemidos quando eu roçei meu quadril no dele acomodando a rola dura no meio da minha bunda. Mesmo de costas, eu mandava nesse momento. Segurava o pau com uma mão e a outra eu deixava apoiada na coxa dele, apertando e massageando ao mesmo tempo. A rola do macho era como se mostrava no volumão: corpo fino, veiúdo, cabeçudo, babão, mas não era grande. Com uma mão eu conseguia segurar ele confortavelmente e masturbar enquanto forçava no meio das minhas nádegas ainda protegidas pela cueca. Ele quis abaixar o tecido umas vezes, mas foi impedido por mim.

Lembro de dizer claramente: “se esfrega em mim como se a gente tivesse no meio de uma multidão e ninguém pudesse ver.”

O infeliz agarrou minha cintura, apertou com muita força chegando ao ponto de fazer doer e forçou a rola no tecido melando minha cueca com a saliva que eu deixei nele e com a baba que produzia. Ele gemia enquanto fingia me comer e eu gemia de tesão só para instigar o macho e colocar mais força nos movimentos. Cada vez que ele trazia minha bunda para o seu colo, nossa pele fazia um barulho que era tesudo por si só. Barulho de sexo, de machos se comendo, de putaria boa. Ele chegou a morder minha nuca enquanto fazia isso me fazendo sentir o bafo quente nos meus cabelos. Não só mordeu, mas ficou lá respirando em mim, pedindo com sua voz grossa e engasgada no meio do gemido para rebolar nele, curvar mais os joelhos, sentar com firmeza e machucar seu pau guloso. Eu obedecia. Não era menos macho por isso, inclusive a forma grosseira como fazíamos, os gemidos grossos, os palavrões, tudo só tornava a cena mais viril e masculina.

Eles quis meter. Várias vezes ele quis abaixar a cueca e meter. Fazia assim: abaixava a cueca com força, me afastava só para conseguir ver o pau dele abrir minha bunda, batia nela com a rola e me melava todo ao fazer isso. Enquanto brincava com a cabeça no meu cu, pedia para me comer todo manhoso. Podia um homem super grosseiro ser manhoso só pra me comer na porta do meu caminhão com o mato na altura das coxas? Podia e pode. Toda vez que eu negava, voltava a subir a cueca e mandava ele bater uma pra gente, mas ele sempre voltava a enfiar a mão na minha cueca e vascular meu cu com o dedo.

No meio de um gemido meu ele entrou. Abriu a bunda, acomodou a mão e meteu o dedo. Eu gemi para ele, pedindo que fique, que entre mais, que rode lá dentro, que me cutuque. Ele fazia como eu queria. Entrava, rodava o dedo, tirava e colocava de novo. Eu rebolava em sua mão, gemia com a boca dele na minha nuca me chamando de vagabundo, safado, viadinho. Engraçado, um quarentão grosseiro sendo chamado de viadão no colo de outro cara igualmente grosso.

Eu estava me masturbando com dois dedos dele enfiado na minha bunda quando um caminhão buzinou próximo e por infelicidade parou atrás do meu. Paramos, ele gemeu metendo silenciosamente o dedo em mim, eu segurei a respiração e um gemido, ele também estava se masturbando e gozou na minha bunda ouvindo o caminheiro descer do seu caminhão balançando as chaves muito perto da gente, a ponto de nos pegar no flagra.

A minha bunda foi banhada em porra grossa e quente. Escorria para as bolas lá embaixo e eu podia sentir que chegaria a escorrer para as coxas. Ele ficou suspirando bem baixinho no meu pescoço depois que tirou a mão e deixou o seu pau no lugar dela, exatamente preso entre as duas bandas, se sujando e ficando grudado ao meu corpo. Ouvimos com clareza o outro caminhoneiro dar a volta no meu caminhão balançando as chaves, cantarolando um sertanejo das antigas e seguiu para o restaurante nos dando tempo de subir as roupas.
Nos minutos seguintes àquele eu só fiquei rindo das tentativas dele de fazer o pau abaixar dentro da calça e de ver que toda a região do zíper estava melada de porra.

– Porra cara, eu te como na cabine. A gente vai no mato. Tu tem uma bunda mó gostosona.

Eu seguia rindo e dizendo que tínhamos que ir. Ele não desistiu. Insistiu várias vezes que era injusto deixar um macho com vontade de socar forte uma bunda e eu disse que aquela era uma desculpa para ele me seguir e me comer em outro ponto da estrada, mas com a condição de que eu também poderia meter nele. Aí a conversa foi outra. Ele ria, gaguejava e enrolava. Quer meter, mas não quer ser metido?

Trocamos whatsapp e marcamos de nos encontrar no ponto final do nosso frete que era na mesma cidade. Ele seguiu caminho, sempre olhando pra trás com uma vontade absurda de me tacar no caminhão dele e me comer a força até gozar dentro de mim, eu imagino. E eu segui sujo de porra com a bunda ardendo de vontade de ser abusada. Eu só digo que tem mais dele por aqui. Ele ainda vai aparecer, eu prometo.

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10 Comentários

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  • Responder Daniel Coimbra

    Amando os seus contos. Muito tesão e muito prazer em cada cena. Porra, como eu queria viver um pouco disso.

    • Rogério M.

      Prazer é receber um elogio seu. haha Confesso que esses relatos escritos aqui me deixam zonzinho das ideias também.

  • Responder luiz

    o maior prazer do sexo é a metida, tem que te penetração, deixa logo o colega meter toda e vai procurar outro. uma vez pareei no Posto Paraguaçu para dormir so para da o cu a caminhoneiros, tei 3 vezes foi uma noite maravilhosa

    • Rogério M.

      Também gostou do relato? Obrigado por ler, comentar e fazê-lo chegar mais longe dentro do site. ✌🏽

  • Responder Passivo discreto mamador

    Meu sonho é viajar na cabine de um caminhão, conhecer o banheirao de carreteiros, mamar muitas picas e ter meu cuzinho fudido por todos eles zap 81 nove 86vinte quatro 85cinquenta e cinco

  • Responder Murilo

    Pqp esse eu tive que comentar, que conto gostoso veyyy, ficou muito bom

  • Responder Moleque magrelo

    Cheguei na hora, 5 min após a publicação. Estava esperando por um dos seus contos. Que sorte. Vou ler, e tenho já a certeza que será ótimo.

    • Moleque magrinho

      Como eu sabia. Maravilhoso o conto. Cada vez mais extensos, mas sempre prazerosos e nada cansativos. Eu amo ler contos eróticos antes de dormir e tive a sorte de ter sido contemplado com os seus nas últimas semanas.

    • Rogério M.

      Tomara que tenha sido bom o suficiente.

    • Rogério M.

      Esse ficou muito grande, né? Quando vi estava aí. Me empolguei. rs Bom saber que ocupo um pouquinho desse momento bom que é ler antes de dormir.