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Ana Julia: minha primeira pica

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A primeira pica ninguém esquece (ou felicidade é uma buceta atolada)

O sábado demorou para chegar. Minha buceta ficou inchada e dolorida, mas na quarta-feira eu já estava bem boa. Não pude resistir em experimentar uma siririca agora sem cabaço, é bem mais gostoso, dá para enfiar os dedos lá no fundo e ficar mexendo por dentro, fiquei pensando como seria ter um pau dentro de mim. Fiquei muito ansiosa com aquela espera, fui novamente com a Midori na casa da Maitê para contar para ela como eu estava e para experimentar minha amiga e a tia dela sem o estorvo do cabaço. Elas me fizeram gozar prá caramba, e a Maitê disse que já tinha arranjado tudo para o sábado, não me contou mais nada para não estragar a surpresa. No sábado eu estava lá com a Midori, como sempre. Então chegou o comedor. Era um garoto de 13 anos, bem crescido para a idade dele, para mim ele parecia um gigante. “Este é o Pedrinho”. Não pude evitar de olhar para ver se ele estava de pau duro. Não estava. “Pedrinho, a Midori você conhece, esta é a Ana Julia”. Gelei mas não brochei. Apesar da ansiedade e de uma espécie de medo do desconhecido, ver aquele garoto alto e forte me deu um certo conforto. Ele me pareceu muito tranquilo e seguro de si, alguém que não iria me machucar, alguém que talvez gostasse de mim e quisesse me comer outras vezes. “Meninas, eu chamei o Pedrinho para comer vocês duas, divirtam-se que eu quero assistir”. Fomos até o quarto e o Pedrinho me abraçou e me deu um selinho que foi crescendo até me beijar bem gostoso, a língua dele era deliciosa. Ela me abraçou delicadamente mas de uma maneira que eu podia sentir seus músculos me envolvendo e protegendo, eu nunca tinha sentido algo assim. Me derreti toda nos braços dele e, instintivamente comecei a me esfregar no corpo dele, nas pontas dos meus pés (sempre fui baixinha). Sentamos na cama e a Midori sentou junto. Como ele já conhecia a Midori (adivinhei que ela já tinha dado a buceta para ele) achei que ele estava dando mais atenção para mim por curiosidade. Como estávamos sentados na beira da cama, ele deitou me levando junto, eu não queria nunca terminar aquele beijo. Ele passou a acariciar meus mamilos que estavam bem durinhos. Fiquei com vergonha de não ter peitos nem bunda nem quadris, eu não tinha nada para que ele gostasse de mim. Mas ele estava me beijando tão gostoso, não era possível que não estivesse gostando. Ele foi pegando nas minhas coxas até chegar na minha buceta, abri as pernas para facilitar, minha buceta estava toda melada. Ele colocou a mão por dentro da minha calcinha e enfiou um dedo na minha buceta, dei um gemido. “Vamos tirar a roupa”, ele pediu. Quando ele tirou a cueca o pau dele saltou para fora. Fiquei hipnotizada com aquela visão. Que coisa linda, durinho, retinho, gordinho e grande. Me pareceu muito grande mas eu tinha certeza que eu ia dar conta. Ele ficou ali em pé, olhando para nós duas. Como eu estava sem saber o que fazer, a Midori se ajoelhou na frente dele e, segurando a pica, começou a lamber. A Maitê me “acordou” e disse para ir “ajudar” a Midori. Fiquei bem perto e pude ver como a Midori tinha prática, com certeza aquele não era o único garoto que ela tinha comido. Ela ofereceu a pica para que eu chupasse. Timidamente dei uma lambida na cabeça, deu mais uma e resolvi enfiar na boca.
Que delícia!!! Era quentinho, macio e duro ao mesmo tempo. Chupei como pude, ele enfiou mais fundo e quase me afoguei. A Midori me mostrou como fazer: “Prenda um pouco a respiração enquanto a cabeça estiver na tua garganta”. Logo ele estava fodendo a minha boca sem que eu me afogasse. Minha buceta estava escorrendo, enfiei um dedo pois eu estava explodindo de tesão. A Midori deitou na cama de pernas abertas arregaçando a buceta com as mãos: “Mete em mim”, ela pediu. Ele tirou o pau da minha boca e eu fiquei ali com cara que haviam tirado doce da minha boca. Subi na cama para observar. A pica entrava e saía da buceta dela com facilidade, ela estava se retorcendo toda e a cada estocada que ele dava ela gemia. Ele aumentou o ritmo e logo ela gozou. “Agora é a minha vez”, pensei comigo. Deitei ao lado da Midori abrindo as pernas como ela tinha feito. “Come a bunda dela”. Nós três olhamos para a Maitê, que havia dito isso: “Vai ser melhor para ela”. Vi nos olhos do garoto que ele havia gostado da ideia. “Fique de quatro”, ele pediu. Como ele era maior e mais forte que eu não reclamei. Fiquei de quatro, mas a Midori me pediu: “Vamos fazer um 69, você fica por cima enquanto ele te come, vai ser bom”. Deitei sobre ela e ela atacou o meu grelinho sem piedade. Senti que ele estava lambendo meu cuzinho. Ter uma língua na bunda e outra na buceta é algo maravilhoso. Senti que ele encostou o pau no meu cuzinho e forçou um pouco: “Relaxa, não faça força” me pediu, eu sabia que ele tinha razão. A Maitê chegou para assistir, afinal eu estava perdendo a virgindade tendo o meu cuzinho arrombado por uma pica que, para mim, era gigantesca. A língua da Midori era relaxante e ajudou muito. Senti meu cuzinho alargar, prendi a respiração, eu não conseguia lamber a buceta da Midori que estava na minha frente. Entrou a cabeça do pau. Estava doendo, não posso mentir. Algumas lágrimas começaram a sair dos meu olhos e a Maitê veio me beijar. Ele empurrou mais, bem aos poucos, parando a cada centímetro para eu me acostumar. A cada empurrão eu dava um gritinho. Ele foi muito delicado e amoroso, enfiando aos poucos. Aos poucos ele começou a foder minha bunda. Eu sentia perfeitamente o entra e sai do pau. Começou a ficar gostoso. A Maitê cuspiu no meu rego de modo que melou o pau dele, lubrificando mais um pouco. De repente senti o saco dele batendo em mim! UAU!!! Eu tinha engolido aquela pica enorme! Ele estava gemendo gostoso me fodendo, isso aumentou o meu tesão. Comecei a sentir minha buceta esquentar com as lambidas da Midori e com aquela pica me fodendo. Ele foi aumentando o ritmo, meu coração estava super acelerado, aquele calor da minha buceta se espalhou instantaneamente por todo o meu corpo, gozei como uma porca. Minhas pernas amoleceram e caí mijando na cara da Midori, foi uma loucura aquilo! Eu estava tendo espasmos como se tivesse levando choques. Mas eu queria dar a minha buceta para ele. Deitei e abri as pernas, segurando as coxas, me arreganhando todinha para ele e, sem pensar, eu disse naturalmente: “Me come”. Ele veio e encostou o pau na minha buceta, que coisa deliciosa. Deu umas pinceladas e empurrou, minha buceta se abriu como uma flor. A Maitê tinha razão em pedir para ele comer a minha bunda antes, agora eu estava totalmente à vontade com ele e foi uma sensação maravilhosa quando senti a cabeça do pau dele bater no fundo da minha buceta. Ele começou a me foder e eu perdi totalmente a noção de onde estava e comecei a berrar e gemer e pedir que ele enfiasse mais e mais. De repente ele disse: “Vou gozar”. Aquilo foi como um gatilho na minha buceta, aquela porra quente e gostosa me inundando toda me fez gozar, gemendo e virando os olhos e me babando toda, eu queria que aquilo nunca terminasse. Ainda com o pau dentro de mim ele me beijou e cochichou no meu ouvido: “Gostosa!” Agora eu sabia o que era ser mulher.

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4 Comentários

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  • Responder Rafaella

    MUITO bem contado… Beijos Sandura

  • Responder Luiz

    Que tesão 😏😏

  • Responder Bia

    Ainda prefiro os relatos lésbicos… mas ótimo conto

    • Sandura

      Eu também querida mas a Ana Julia ainda é muito jovem para decidir isso, ela quer experimentar de tudo bastante … A proxima aventura dela você vai gostar