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Tirando o Atraso com a Senhora da Faxina – Parte 5 (Final)

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Dia 20 de janeiro de 2018… O fim das férias estava próximo e a minha rotina voltaria ao normal. O pessoal do vôlei estava reiniciando neste sábado e eu estava super animado para curtir uma praia e ver se desenrolava o lance com a Aline, já que ela estava para voltar das férias na Bahia. Lá na república, o Lucas e o Pedro já haviam voltado, e estavam organizando as coisas do semestre. Embora imaginasse que iria encontrar Dona Matilde, estava quietinho, pois já havia dado uma boa gozada nela, e estava meio receoso de ser pego pelos meninos.
Acordei super animado, me organizei e sai cedinho para a praia. Fiz uma bateria de exercícios para ir me aquecendo enquanto a galera foi chegando. 07:30 e toda a galera já enchia a área das redes. Estava muito animado, ouvindo as histórias de férias do pessoal e curtindo um bom vôlei. Quando me perguntavam o que havia feito, apenas respondia que tinha curtido minha solidão enfiado nos estudos… hehehe… mal sabiam eles que eu estava era fodendo uma sexagenária.
O dia passou, almoçamos um peixe muito gostoso pela orla, estava tudo maravilhoso. Menos o fato de Aline não ter aparecido. Seu irmão me disse que ela tinha aproveitado para ficar mais 15 dias, já que suas aulas só retornariam em março. Aquela puta deveria estar fodendo com muitos baianos, isso sim, mas não vem ao caso. Fiquei meio encabulado, por não desenrolar aquela vadia, e as meninas que estavam por lá já eram muito chegadas. Ficar com elas iria complicar muito o vôlei. Por volta das 16h, visto minha roupa e sigo meu rumo para casa. Como imaginava que Dona Matilde havia passado por lá, já entrei por trás, tomei um banho na área de serviço, tirei minha roupa e já coloquei para secar. De toalha, entro na casa e sigo para meu quarto.
Até que me deparo com Dona Matilde limpando meu quarto, ou pelo menos fingindo que limpava. Tomei um susto na hora, pois ela geralmente começa pela sala e depois segue para os quartos. Questionei o que ela fazia por ali àquela hora, e ela me respondeu toda cínica que quando estava limpando a sala o Lucas e o Pedro pediram para ela ajeitar logo os quartos deles, pois iriam dar uma volta no shopping para comprar uns livros e pegar umas encomendas, e iriam fechar seus quartos depois. Daí, ela pensou melhor em ajeitar toda a casa e aproveitar que os meninos estavam fora para ajeitar meu quarto por último, já que eu iria chegar tarde.
Na hora, entendi o que aquela safada queria e meu pau já foi crescendo na toalha. Comecei a apertá-lo enquanto a questionava: “aaah, então quer dizer que a senhora ainda não arrumou meu quarto? Ela um pouco assustada com minha pergunta, disse que havia limpado todinho e com muito mais carinho do que os outros quartos. Que, na verdade, estava ali me aguardando, para saber se o serviço estava bom. Entrando na brincadeira, fui me aproximando dela e jogando minha toalha no chão. Disse que não havia gostado do serviço e que ela iria ser castigada por isso. Fui jogando ela sentada na minha cama e pus uma perna ao seu lado, deixando meu pau na sua cara. A mesma já foi o massageando e o beijando. Comecei a empurrar meu pau contra sua cara, que já tinha se entregue a engoli-lo completamente até a entradinha da garganta (essa puta estava cada vez mais safada). Corri rápido na porta e a tranquei. Já retornei tirando sua roupa e apertando e beijando suas tetas moles.
Dona Matilde retirava sua calcinha e já ia abrindo as pernas. Comecei a bater com meu pau em seus grandes lábios, olhei em sua cara e perguntei: Passou o dia todo esperando por isso, né cachorra? Ela sorriu e me respondeu: Estou esperando por isso desde a última vez que fui embora. Foi o que faltava para eu devorar aquela puta velha. Comecei a esfregar meu pau em sua buceta, enviando cada vez mais fundo. Sentia que Dona Matilde estava toda molhada, e sua buceta contraía forte, quase arrancando meu pau. Que velha apertada! Abri mais suas pernas e comecei a martelar sua bucetinha grisalha. Dona Matilde gemia alto, entregue ao tesão. Aquela velha estava toda aberta ali, para mim, um garotão sedento por buceta. E eu não me rogava, comia com toda a maestria que eu possuía. E fazia questão de enfiar mais fundo, só para ouvi-la gemer mais e mais alto.
Senti que Dona Matilde havia gozado e resolvi mudar de posição, virei ela de quatro, e cai de boca lambendo sua buceta. Era um tecido macio, um pouco crespo, por causa dos pelos, mas uma delicia. Fiquei lambendo ela e alisando seu clítoris até que ela gozou novamente na minha língua. Já estava doido para gozar também. Então, resolvi abrir suas pernas ainda de quatro para ter a visão daquela buça antes de encher de porra, e me deparei com seu cuzinho piscando. Não pensei duas vezes e já fui alertando: não disse que iria castigá-la? pois pronto, chegou a hora!
A velha não tinha entendido, mas assim que encostei a cabeça do meu pau em seu cuzinho, ela sabia o que estava prestes a acontecer. Ao contrário de sua buceta, seu cu era lisinho, sem pelos, e muito fechado. Tentei enviar meu pau algumas vezes, e sem sucesso. Acho que ela nunca havia dado e estava muito tensa. Resolvi cuspir em um dedo e ir abrindo aos poucos, afinal, meu pau era grosso e eu só iria sair de cima dela depois que fodesse aquele rabo. Fiquei alisando um de seus peitos enquanto socava o primeiro dedo. Ela estava apreensiva, podia sentir a resistência que fazia no meu indicador. Cuspi e reintroduzi o indicador com o meu dedo do meio, para ajudar, desci a outra mão até sua buceta, e estimulava seu clítoris na tentativa de deixá-la mais excitada e relaxada. Após uns 10 minutos de muito alisado, consegui enfiar meu terceiro dedo, e com quase nenhuma paciência, já enchi a mão de cuspe e enfiei o quarto. Quando senti que ela estava bem abertinha, retirei meus dedos e encaixei a cabeça do meu pau. Desta vez, ele conseguiu entrar, e assim que chegou dentro, seu anel anal começou a piscar.
Cuspi em cima do pau e fui forçando a entrada, enquanto isso Dona Matilde revezava entre gemidos de dor e prazer. Tirei meu pau e pedi para ela deixá-lo bem lambido. Ela encheu meu pau de cuspe, afinal, sabia que quanto mais seco seria pior. Retornei ao seu rabo e já fodia com mais profundidade. Comecei a penetrar mais e mais, até que cheguei a uma velocidade deliciosa. Segurei em sua cintura e seguia num vai e vem dos deuses. Dona Matilde já não parecia estar com tanta dor, e a penetração fluía mais, embora o cuzinho estivesse bem apertadinho. Comecei a aumentar mais e mais a velocidade, até ouvir o barulho de minhas pernas batendo em suas coxas. À esta altura, Dona Matilde já gritava de prazer, desci uma mão até sua buceta e comecei a dedilhá-la, enquanto tirava todo o meu pau e colocava todo de volta.
Isto durou por volta de uns 15 minutos, quando meu pau já estava inchado de tanta pressão e sentia que seu cuzinho estava mais e mais quente. Ergui um pouco seu corpo, a segurando pelos peitos, e continuei fodendo fundo o seu cuzinho. Dona Matilde já havia gozado mais uma vez na minha mão e agora estava entregue, só aguardando a porra de seu novinho. Não demorou muito e eu tive um baita orgasmo. Não sei bem quanto gozei, mas depois que tirei meu pau, muita porra saiu do cu de Dona Matilde. Segurei sua cabeça pelos cabelos e levei até meu pau, fazendo com que ela lambesse o resto de porra que havia ficado nele. Ela lambia cheia de vontade, como uma cadela.
Após tudo, Dona Matilde se levantou, meia cambaleando, vestiu sua roupa e saiu dizendo que voltaria em breve para mais trabalho. Sorri e disse que estaria por lá para checar se estava tudo certo. Depois disso, tive mais algumas fodas com Dona Matilde, até que depois de uns 8 meses ela precisou ir para Alagoas, cuidar de uma neta menor de idade que havia engravidado. Posso contar mais algumas das histórias com Dona Matilde se vocês quiserem, mas minha meta agora é dividir com vocês histórias com outras maduras que aconteceram depois que Dona Matilde despertou meu tesão por senhoras.

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4 Comentários

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  • Responder Dourado G

    Melhor ainds se os outros vissem d participassem

  • Responder Patrão Safado.

    Muito excitante seus contos, e espero que sejam relatos verdadeiros pra sua sorte. Eu tenho uma ” freguesa” de pica !!! Uma Senhora de sessenta e poucos anos, que pra minha sorte, rsrsrs tem uns peitões firmes ainda, uma bucetona carnuda e peluda, do jeito que eu gosto. Só que no meu caso a primeira vez que a peguei foi meio a força mesmo. Chequei na firma e ela estava fazendo a faxina . Como não tinha ninguém, me aproximei e a agarrai por trás, ela tentou se soltar mas não deixei, fui enfiando a mão por dentro da sua calça e comecei a tocar uma siririca e senti sua bucetona melar na minha mão e ela ficou mais mole, já permitindo a minha invasão. Sem perda de tempo abaixei sua legue a coloquei debruçada em uma mesa e soquei o cacete no seu bucetão sem dó , ela começou a gemer e logo explodiu em um gozo forte e tremulo, continuei bombando até encher sua buceta de porra . Nos vestimos rápido e ela me disse que aquilo foi errado, que era casada e que nunca traiu seu marido, que estava morrendo de vergonha e coisa e tal !!! Dias depois tornei a foder com ela. Moral da história, hoje ela faz faxina na minha casa também, e agora fodo com ela quando eu quero. Até o cuzinho já é meu !!!

  • Responder Viper

    Conta aí cara. Muito picante seu relato, adorei

  • Responder Negroeamor

    Conta tudo aí, delícia de conto. Melhor só se ela ainda engravidasse