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Querida, Comi as crianças!

3572 palavras | 16 |4.65
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Marido tem que passar suas férias em casa cuidando das crianças enquanto sua mulher viaja para aliviar o estresse!

*** Identidade Bourne ***

Minha casa sempre foi uma bagunça, três filhos nossos mais dois sobrinhos que a folgada da minha cunhada deixa pra minha mulher cuidar. Eu como trabalhava dia todo quando eu chegava só ouvia minha mulher estressada, sem janta pronta pra mim, eu tinha que passar minhas camisas. Eu não via muito o que acontecia. Nossa casa estava em construção, e enquanto isso estávamos numa improvisada nos fundos, pequena de dois quartos, era pra ficarmos enquanto nossa casa grande estava sendo construida. O local era fora da cidade, afastado do meio urbano, isolado, e não tínhamos vizinhança, era período de férias escolares então não havia distração pras cinco crianças, dispensei os pedreiros por esse periodo.

Eu finalmente cheguei nas minhas férias. Eu simplesmente disse pra minha mulher “você anda muito estressada”, ela virou o cão, e me disse que eu não era homem, pois eu nem daria conta de cuidar de cinco crianças e uma casa. Eu disse que ela estava enganada. Então ela se declarou de férias e viajou me deixando em casa com as crianças, e ainda me disse: “Vê se não come as crianças, já que nem cozinhar você sabe”. Ela e eu nos conhecemos desde de crianças, eu menino comi ela, menininha. Eu me mudei e segui minha vida, e por a caso nos reencontramos anos depois, acreditamos que era destino, nos apaixonamos e ainda jovens nos casamos e tivemos filhos, e demos conta que não era fácil. Eu sou Álvaro, 34 anos, minha mulher se chama Stella, 33 anos, e nossos filhos: André, 10 anos, e as gêmeas Bruna e Beatriz de recém 9 anos, ainda cuidamos de nosso sobrinhos Rodrigo de 7 anos e Ingrid de 8. Eu pensei que minha cunhada fosse pegar os filhos dela, mas não. Ela era quem estava viajando com Stella e ainda ia decidir se voltaria depois de 15 dias ou um mês. Então não tive saída. 

Um calorão como sempre, eu tinha que manter as crianças se divertindo e ocupadas se eu quisesse ter um pouco de tempo pra mim. Eu lavava aquela renca pro mercado, era um estresse do caralho. Antes eles todos dormiam amontoados no quarto, então botei meus filhos pra dormirem comigo. Realmente estava sendo dificil, cozinhar, lavar, limpar, e  se repetia sem parar. Eu nem tinha chance de bater uma, nem no banho, pois eles batiam na porta pra fazerem xixi. No começo eu me cobria com toalha mas depois fui relaxando, eles não pareciam ficar com medo, pelo contrario, sempre queria fazer xixi quando eu estava no banho, eu na seca acabava gostando de mostrar meu pau pra elas. Logo nas primeiras noites eu percebi que eles ficavam em silêncio no quarto, eu entrei de surpresa e dei de cara com meu filho em atos sexuais com sua priminha Ingrid. Eu expliquei que isso não podia, a menina, apesar de baixinha parecia bem deselvolvida pra idade dela, ficava só de calcinha na minha casa com seus peitinhos já saliente. Por peso na consciência achei melhor por os meninos pra dormirem comigo na cama e as meninas noutro quatro. mas noutro dia, vou deitar depois deles e meu filho estava fazendo troca troca com seu priminho, noutro dia tentava comer a priminha, ela deixava, tanto era que ela ia atras de André, assediavam meu filho querendo isso! Eu fiz muito disso nessa idade, quem não fez vai fazer quando adulto,  Então parei de me estressar. Mas noutra noite, abri meus olhos de noite, com esses meninos se mexendo, acendi o abajur e olhei pro lado e estava meu filho André de ladinho esfregando seu pipi na bundinha do Rodrigo.
– Psiu! André, de novo? – falei cochichando.
– Ele que gosta pai! Ele que pediu! Ele não tá dormindo.
Eles estavam de shorts arraigados a bundinha de Andre se contraia fazendo força com seu pipi na bundinha branca de Rodriguinho, o garoto tinha um jeitinho meio delicado mesmo, devia estar fazendo isso há muito tempo.
– Passa pro outro lado rapaz! – ralhei trocando de lugar com André, assim eu ficaria no meio.

Cai no sono de cansaço por alguns minutos, abri meus olhos com algo esfregando na minha coxa, era a bunda do Rodriguinho, o garoto devia estar sonhando, mas estava de cueca arriada. André parecia dormir virado pro outro lado, respirava pesado. Rodriguinho parou então voltei a dormir, acordei de novo sentindo algo gostoso, e eu estava de lado, com Rodriguinho encaixado na minha pelvis e rebolando da minha rôla dura, acho que o moleque havia tirado meu pau pra fora da cueca pois a cabeça estava no seu rêgo, eu sentia pele com pele, então passei a mão nele pra subir sua cueca, mas estava la na canela dele, quis ver se eu havia melado ele, passei meu dedo em seu rêgo, estava melado e seu cuzinho deu uma piscada que quase prendeu meu dedo. Então pensei, deixa eu dar só uma comidinha nele, não dá nada não. Prendi ele pela cintura, forcei e a cabeça passou.
– Ai Ai Ai, tio Ãlvaro!!! – reclamou espremendo suas nádegas.
– Shhhh, vai acordar o André! Deixa eu enfiar só um pouquinho?
– Mas o seu é grande tio! Tá machucando!
– Fica quietinho que passa!
Não consegui enfiar mais que a cabeça, pra ser sincero, nem sabia que entraria, era tão apertado que gozei em minutos, noutro dia tive que lavar os lençois, mais trabalho pra mim. De tarde, depois que a renca almoçou eu montei uma piscina de plástico no gramado pra eles e os deixei brincando la, tirei meu short pra secar e fiquei de cueca, me joguei sozinho no sofá da sala dando uma descansada quando me apareceu Ingrid, só de calcinha molhada e ficou me olhando.
– Que foi garota! Tá procurando pelo Andrê?
– Não tio, é que eu queria pedir um negócio, você não briga comigo? – disse timidamente com seus peitinhos salientes apontando pra mim.
– Depende né!
– É que… eu queria ver como é o seu …. – ela indicou com seus olhos na minha virilha. 

Meu pau estava relaxado, porem expandido e a cueca azul contornava o peso do meu membro. Eu agi normalmente pra não chamar atenção pra isso e não contraída.
– O meu o que? Meu joelho?
– Não tio, o seu pinto!
– Meu pinto? Por que? – eu fui pego de surpresa.
– Porque é diferente do André né?
– Bom, você já tá mocinha mesmo, normal! Encosta a porta e tranca, mas não fale pra ninguém!
Ela trancou a porta de chegou perto ainda meio molhada, eu puxei minha cueca e meu pau saltou pra fora, minhas bolas se espalharam, como eu tenho a cabeça do pau desenvolvido, foi logo chocante pra ela.
– Que peludo né!
Coloquei minhas mãos pra sentir meus pelos pubianos, isso me deixou envergonhado, devia estar feio.
– Tio, se eu te pedir mais uma coisa você não briga comigo?
– Não brigo não! Quer que eu fale com André né? – falei decepcionado.
– Não Tio, Eu queria que Você fizesse em mim igual o Andrê fez? – isso me pegou de surpresa ainda mais, meu pau cresceu com toda sua glória.
– Mas o meu é grande pra sua pepekinha! Não te dá medo?
– Sim, mas me deu vontade, não sei porque. 

Eu agarrei pelo braço e a levei pro quarto e tranquei a porta, pela venezianda fechada eu ouvia as crianças. A botei de joelhos e mandei mamar, depois a botei de quatro na cama, brinquei com a pepeka dela, mas eu queria comer o cuzinho. Como eu tinha gel pra isso, eu melei tudo seu rego e meu pau, comecei a enfiar, ela começou a reclamar, mandei ela aguentar já que ela que pediu, abri bem suas nádegas cor de jambo e vi seu cuzinho piscar. Depois que passasse a cabeça o resto era só ir com cuidado, era muito apertado e gozei segurando o bracinho dela pra trás, ela choramingou muito até arranquei merda do cu da menina. Eu fiquei com uma raiva.
– Eita, sua porca, olha que merda! Vai se limpar e você vai ter que lavar esse lençol!
– Ta tio! Desculpa! – ela pediu toda submissa.
– Aproveita e lava minha cueca também! – eu disse jogando minha cueca nela.
Fui pra varanda pelado pra pegar meu short que secava, e vi só Rodriguinho  e minha filha Beatriz na piscininha, ele por cima dela, se afastou ao me ver.
– Cadê Bruna e André, Beatriz?
– Disseram que iam dormir um pouco , pai! – eu já sabia o que era e nem peguei meu short.
Fui até o quarto delas pé por pé, abri a porta só o suficiente pra ver Bruna na cama de pernas pro ar com sua pepeka arreganhada, suas costas sobre varias almofadas. Como minha filha já estava bucetuda. Ela tentava se equilibrar quase de ponta cabeça, só se via sua cintura pro alto.
– Assim??? É difícil André!  – falou quase sem voz.
André peladinho apareceu por traz dela de pintinho duro e esfregou na bucetinha dela, eu pensei em ralhar como mania, mas eu estava curioso.
– Agora tá igualzinho o circo! Vou encostar e você tem que ter equilibrio tá!

Meu filho subiu na cama e enfiou seu pinto na pepeca da irmã! Eu fiquei de pau duro, que menino criativo! Ele ouviu meu ruído e quieto se afastou assustado. Eu fiz sinal de silêncio e concordei com a cabeça, entrei subi na cama e me posicionei por trás dela, na minha frente estava sua bucetinha escancarada com uma perna pra cada lado. Eu caí de lingua e quando me dei conta eu estava com minha boca em volta da buceta dela, grudado pela pressão.
– Auuuu faz cosquinhas!!! Pai é você???? – disse surpresa.
Que menina bucetuda essa minha filha, cheirando mulher, acho que entra uma pica de adulto sim, eu me ergui, dobrei meus joelhos me baixando pondo a cabeça na bucetinha dela, vi seus olhinhos se arregalando em meio seus cabelos claros em sua cara, mas eu olhava mesmo era pra sua buceta aberta pra mim. Vi ela tentando se equilibrar com suas mãos no chão e fazendo esforço.
– Pai, pai vou cair!!!
Então eu segurei suas canelas pro alto. Meu filho via tudo em silêncio meio coagido.
– Bruna! Não se mexe! Deixa o pai agora!
– Pai??? Aiiiiii, ta doendo!!
– Toma filha, toma o pintão do seu pai! Danadinha!
– Ai pai.. vou cairrrrrrr…. – disse com sua voz trêmula  devido as minhas sovadas.
Tirei o cabaço dela sem querer, o pinto do André não preenchia aquela chavasca desenvolvida. Ela gemeu, deu um gritinho, eu gozei tudo na porta da buceta dela, meu pau saiu com um liquido meio rosa em volta da cabeça cogumelo.
– Ai pai, pingou no meu olho, ta ardendo !!!
– André, agora é a vez da Beatriz brincar de Circo de Soleuil. Chama ela pro pai vai!
Expliquei pra Bruna que ela nunca podia contar isso pra ninguém senão tem castigo. André vestiu sua cueca e a levou ela pra fora, ele voltou trazendo Beatriz pela mão. Eu estava sentado noutra cama peladão, nem me importava mais.
– Filha, eu e seu irmão queremos brincar de circo com você! Tranca a porta!
– Sério pai!!! Mas assim pelado pai, não é estranho?
– Sim! Tira a cueca do seu irmão e fica pelada também!
– Mas se a mãe…
– Ela não vai saber, senão vai saber que você tava se esfregando no Rodriguinho! – falei firme como um pai. 

Ela fez como mandei. Segurei ela de cabeça pra baixo e pernas abertas pro ar, quase um 69 em pé, ela era idêntica a sua irmã, sua buceta também já pediu rola. A rodei e a segurei de pernas abertas pro André, mas o moleque brochou, devia estar nervoso por eu estar junto, vestiu sua cueca e ficou quieto. Fiquei em pé com ela presa na minha nuca, meus braços segurava suas pernas abertas, eu jogava ela pra cima e fazia “Upaaaa”, “upaaaaa”, e cada vez mais baixando sua buceta no meu pau melado. Ela ria quando eu rodopiava com ela. Fui brincando e forçando até que a segurei enfiando meu pau aos poucos, quando ela ia reclamar eu ria pra distraí-la, até que senti meu pau romper a pepeka dela, “oops!”, pra disfarçar a dor eu brinquei de mordiscar seus pescoço.
– Uiiiii pai, aiiii pai… – ela retorceu seu quadril, eu aproveitei e meti rapidinho. A larguei no chão nem dei tempo pra ela falar nada.
– Pai já cansou! André, você que vai lavar o lençol! Vai brincar Beatriz! – eu a despachei com uma tapinha na bunda.
– Por que eu pai???
– Porque eu to dizendo! Vamo! Acabou a mamata!
André arrancou o lençol e saiu arrastando vestindo sua cueca laceada de sempre. Agora todos vão trabalhar também! E eu não ia conseguir mais segurar meu tesão com a casa cheia de crianças taradas. Depois da janta fui tomar meu banho, botei todos sentadinhos frente a Tv. Meu saco ainda tava dolorido da gozada, de tanto tempo que eu estava sem ejacular, e ainda pareciam pesadas, enchiam minha mão. Fiz minha barba, aparei um pouco os pelos do saco e das axilas, me olhava no espelho como um homem, um macho, e o fato de ser pai não deveria me tornar um assexuado e frustrado, antes de ser um pai eu era um homem com testosterona correndo em minha veias, que ainda mantinha minha aparência fisica atrativa, capaz de atrair até minha sobrinha e me fazer comer minhas meninas! De tando ficar me olhando no espelho, a pilha da maquininha acabou então fui no quarto pegar umas e vi esses moleques de novo de sacanagem. Rodriguinho se assustou e ergueu seu short, a frente dele estava meu filho de quatro, quando ele me viu ele se cobriu. Eu não falei nada, peguei o queria e voltei pro banho, tava todo mundo sem saber o que fazer de tanto tesao reprimido.

Fui me deitar depois que as crianças tinham ido dormir, já era tarde. Os meninos estavam deitados na minha cama, cada um pra um lado, deviam estar com medo de eu brigar com eles. Eu me deitei no meio deles de samba canção e apaguei a luz. Eu não conseguia dormir pensando em besteira, eu queria comer o cuzinho do meu sobrinho.
– Rodriguinho! – Cochichei cutucando ele, eu queria comer ele um pouco.
– Que tio? – respondeu em voz baixa. – Foi ele que quis tio! Juro!
– Tá  falando do André?
Nisso meu filho ouviu e acordou.
– Então você gosta de dar o … verdade meu filho? – eu perguntei quase que sussurrando.
– ‘EEEEmmm, por que pai?
– Não vou brigar, só quero saber se gosta ou não!
– tio, ele me disse que o pedreiro já enfiou dois dedo no furebiz dele! – disse Rodriguinho.
Senti no escuro a tensão de André ao ser entregue pelo primo. Eu pedi pra ele me contar mais.
– Tio ele disse que espiava você tomar banho e que tinha vontade de pegar no seu pinto! – contou seu primo.
– Filho, não fica nervoso! Sou seu pai, e me sinto lisonjeado! Agora entendi o que aconteceu no quarto, você sentiu ciúmes de sua irmã! – eu me virei pra ele e com carinho o abracei, seu corpo era macio, magro, era gostoso de abraçá-lo, cheiro de pele fresca, ele se mantinha tenso.
– Rodrigo, vai dormir lá com as meninas hoje, vai! – o garoto entendeu e deixou o quarto.

A porta se fechou ficando escuro de novo, eu tirei meu samba canção, meu pau bateu na perna do meu menino, e devagar tirei a cueca dele, ele parecia mais a vontade. Fui jogando meu corpo sobre o dele, eu era pesado, uns 98kg, ele ainda tinha seu corpo de garoto de 10 anos, estava longe de parecer homem. Lembro que aos meus 17 anos eu comi um menino de 10, filho da vizinha, porque eu soube que ele dava pros mais velhos, era só o fato de comer um cu novinho, depois fiquei sabendo que esse cara havia engravidado sua namorada e ia se casar com ela, e seguia carreira militar. Mas com meu filho eu misturava isso com afeição de pai. Eu queria saber como era comer meu garoto, eu estava com a libido muito alta que eu agia mais como um cão no cio.
– Filho, não se preocupe, quero fazer isso com você! Sou seu pai! – eu me fazia sentir homem, sem minha esposa em volta eu retomava meu poder.
– Não tá brabo comigo?
– Não filho, eu não te dei atenção, então o pedreiro teve a chance!
Pus a mão dele na minha rola, fiz ele sentir ele pulsar, acendi o abajur.
– Aperta mais filho, ta sentindo? O seu vai ficar assim um dia! Deixa o pai pegar no seu.
– Pai.o seu pinto é tão bonito! O meu não é! – me disse com suas bochechas rosadas de  envergonhado.
– Filho, não tenha vergonha de mim, veja como estou a vontade com você! Faz o que você sentir vontade!
Ele abriu suas pernas, com meu dedos eu senti seu pintinho durinho seu saquinho, puxei a pele pra baixo e ele reclamou. Eu fazia a inspeção de pai. Aos poucos cheguei em sua rosquinha, eu queria enfiar dois ou três dedos, dentro do meu menino, igual o pedreiro fez.
– Filho, deixa o pai por os dedos também! 

Ele segurou duas pernas dobradas pra cima, expondo seu anus totalmente pra mim. Ah eu vou é comer ele também, por que não? Fui por cima deixando ele de frango assado. De tanto falar no ouvido do moleque, meu pau acabou entrando quase a metade, o que me deixou impressionado.
– Que quentinho filho! Melhor seu primo ou seu pai? – eu disse abraçadinho com ele debaixo de mim.
– Com você pai, doi mas você me faz carinho! – ele continuou gemendo embaixo do meu corpo.
Era tão apertado e quentinho que gozei sem nem mesmo me mexer, seu o pintinho duro cutucava minha barriga. Tirei meu pau melado, limpei com meu short, cheirava um pouquinho.
– Pai, isso que é esperma! Cheira candida! – me mostrou seus dedos melados.
– Sim filho, esperma que te criou, agora também dentro de você!
Eu me deitei ao seu lado com sua cabeça no meu peito.
– Filho, amanha você lava esse lençol pro pai? – eu disse fazendo cafuné nele, ele não pode recusar. Eu precisava ser mais próximo das minhas crias, fazê-las sentirem especial.

Então noutra noite foi somente eu e Beatriz na minha cama, eu sentado de pernas cruzadas, com meu pau pingando em sua frente, vendo ela de pernas abertas pra mim, olhando pra rola que a criou.
– Filha, como você tem uma pepekona! – eu falei hipnotizado.
– Ela fica assim pai! Tá feia???
– Não, não! Ta perfeita! Papai quer por o pinto todinho nela hoje! Vem! – puxei ela pra vir e sentar de frente na minha rola. Assim foi a noite, fui com jeito.
Repeti isso com Bruna, mas deu trabalho, ela estava com medo do meu pau, disse que era feio, mas deixou eu chupar ela, então lhe subiu um fogo, que até no cuzinho eu consegui enfiar, e depois me pediu pra não contar isso pra irmã.

Assim, meu estresse acabou. Comendo as crianças, fazendo todos felizes e pondo elas pra trabalharem nos afazeres, senão não me viriam mais pelado e nem dava mais rola pra elas. Tive mais tempo com minhas filhas. Elas me traziam meus chinelos, lavavam minhas cuecas, lavavam a louça. Meu filho quis tomar banho comigo, pedia pra lavar meu saco, não largava meu pau um minuto. Eu deitava no sofá as crianças viam em cima, montavam nas minhas coxas, pareciam estar com fogo no rabo, eu gozava dentro da cueca mesmo. Peguei meu celular e havia uma mensagem da minha mulher e respondi: “Estão vivos ainda? Como você ta se virando?” – dizia sua mensagem de duas horas atrás. Eu mandei outra mensagem:
”Querida, eu comi as crianças”.
”Ah para, ‘Álvaro!” 

®️Identidade Bourne

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16 Comentários

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  • Responder Rafaella

    Eita… que desespero… kkkkk.
    Seria tesão ? ou seria outra coisa ??

  • Responder Jairo

    Muito bom como sempre. Só faltou a surubinha de todos ou um tio pra te ajudar a comer os 5. Parabénsssssss.

  • Responder Anônimo que adora ninfeta

    Muito gostoso, continua…

  • Responder Eri

    Brinca de esconde esconde

  • Responder Paizão

    É um conto de comédia? Só besteira.

  • Responder sophia

    eu tenho uma pequena e procuro alguem pra brincar com ela
    se alguém quiser me chama no telegran sophiagata

    • BabyCE

      Você é de onde?

  • Responder Ely Lilly

    Quanta mentira vai tomar no cu

  • Responder Peniwise

    Mais gostoso ainda e fazer isso na frente da mamãe dela

  • Responder Lovekid

    Que delícia, nada melhor que comer criança 😍

    • Pedro

      sim!!

  • Responder Messin

    Coloca os meninos pra fuder as meninas também

  • Responder Messin

    Continua

  • Responder gui

    amo seus contos!!! que perfeito

  • Responder Bgr

    Quanta baboseira

    • Mateus

      Nossa que encesto gostoso