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Histórias de um Professor 1

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O inicio da vida como professor de Rodrigo é marcada por Luis Felipe, um garotinho timido, mas que desperta a sua maior excitação

Trabalhar em escolas é sempre um desafio, tanto na escola pública quanto na privada, mas sempre é possível tirar ótimas experiências dos dois lugares. Me chamo Rodrigo, atuo como professor a pelo menos 15 anos e nesse tempo eu tive alguns bons momentos que eu quero dividir aqui com vocês.
O primeiro deles aconteceu assim que eu havia me formado e conseguido uma vaga no ensino fundamental de uma escola particular de Ensino Fundamental da cidade que eu morava. Na época eu era jovem, 23 anos, loirinho do olho azul, bem alto, academia em dia, uma barba loira e pelos nos cantos certos, eu sempre considerei minha aparência uma das minhas melhores qualidades, e devo dizer que aquele tempo eu estava no meu auge, pegava quem eu quisesse, fosse homem fosse mulher e isso nunca foi um problema pra mim, mas pra mim sempre parecia faltar alguma coisa, eu amava ficar com novinhos, quanto mais eu fui crescendo mais novo eu queria que fosse e isso foi perfeito pra quem queria ser um professor de história.
Assim que eu cheguei no colégio eu fui percebendo onde eu tinha me metido, vários pirralhos todos juntos, alguns valiam super a pena investir, garotos de pouco mais que 10 anos de bundas empinadinhas, garotas que tinham peitos enormes e nenhum tamanho para aquilo, todos do 6° até o 9° ano. Claro que eu já tinha ouvido historias de professores, de como esse tipo de coisa era normal e acontecia o tempo todo, mas só um deles parecia curtir a mesma faixa etária que eu, a maioria queria os alunos de ensino médio, mas pra mim eles já pareciam velhos demais.
Meus primeiros dias foram tranquilos, consegui me apresentar pra todas as turmas que eu daria aula e pra grande maioria dos professores. Nas salas eu já tinha meus preferidos: João, 11 anos no sexto ano, um garotinho moreno, de pele escura e um corpo mais gordinho, mas que valeria totalmente a pena. No sexto ano também tinha a Cristina, uma garotinha que parecia ter dois anos a menos do que realmente tinha, 12 anos, e ruivinha, com uma cara tão fofa e ficaria ainda mais coberta de porra. Nas outras turmas eu sempre encontrava dois ou três outros alunos que me encantavam bastante, mas um deles era meu colírio, Luis Felipe no 6° ano, um garotinho branco e de cabelos pretos, com lindas covinhas e um cicatriz no rosto, magrinho, mas com uma bundinha perfeita, super educado e um pouco tímido, ele era bem adiantado então tinha acabado de fazer apenas 10 aninhos e adorava a minha matéria, é óbvio que eu fiquei completamente apaixonado.
Minha relação com os outros professores era boa, principalmente com alguns dos homens, como o Thiago de ciências e o Júlio de Matemática, os dois já haviam abusado de alguns alunos também e me contado algumas histórias e sobre quem fazia e quem não, onde seria melhor levar um aluno se quisesse fazer na escola, o banheiro dos funcionários do lado de fora era vazio a maior pare do dia, quanto mais caladinho melhor, e se alguém descobrir é só falar com o diretor que ele resolve, viramos amigos na mesma hora.

Já havia se passado alguns meses que eu tava dando aulas no colégio, e até aquele momento eu tinha conseguido ganhar alguma confiança da maioria dos alunos. Mesmo novo eu sempre fui bem sério, então maioria deles era sempre bem respeitoso, mas quem me interessava era o Luisinho, fazia questão de sempre que possível chegar perto dele, ou fazê-lo levantar, por algumas vezes até um carinho em seus cabelos eu fazia, obviamente discreto, por mais que fossem crianças novas, eles não eram bestas e alguns já percebiam meu favoritismo pelo garoto, mas eu precisava aliviar esse meu tesão, então fui conversar com Thiago e Júlio pra saber como me aproximar:
– Cara, depende muito do jeito dele – Thiago fala pegando algumas cervejas na geladeira da minha casa da época
– Vocês dois conhecem ele, ele é timido e calado, ainda que fosse mais assanhadinho, não sei nem se gosta de um macho
– Todo garotinho pequeno gosta de um macho, nem que seja por curiosidade, pode confiar
– Também não é assim Julio, alguns vão resistir, mas a maioria é curiosa o suficiente pra você traçar – Thiago sai da geladeira e joga uma cerveja pra mim e uma pro Julio no sofá
– E como eu descubro isso? É a minha primeira vez numa situação assim, vocês tem que ajudar
– A gente sabe muito bem que não é a primeira vez com um garotinho novo, você sabe melhor que a gente que dar aquelas sarradas funcionam muito bem
– Pegar no colo e fazer agrados, adoro ver eles felizinhos enquanto rebolam na minha pica hahaha
– Júlio você é um pervertido – Nós nos sentamos junto dele um de cada lado
– Como se vocês dois não fossem né? – Ele abre um sorriso sacana – Só de eu falar de fuder um menininho e olha essas rolas apontando pra cima – Ele agarra meu cacete com a mão e vejo que faz o mesmo do outro lado
– Se provocar mais vai ter que lidar com nós dois aqui, né Rodrigo?
– Eu nunca recuso uma foda bem feita…
– Depois o pervertido sou eu né? entendi.. – Ele se põe de joelho no chão e Thiago cola do meu lado, rolas do lado de fora – Dois monstros – Ele fala comparando meu caralho com o outro, 19 e 20 cm babando
– Menos falatório, mais mamada – Thiago empurra a cabeça dele pra baixo e vejo aquele cacete enorme desaparecer, a outra mão vai direto na minha rola, começando uma punheta – Mas o Junior tá certo, fazer agrados e trocas…ai caralho boquinha gostosa.. é o melhor caminho – Julio subia e descia naquela piroca com muita habilidade, a baba escorrendo e o barulho de sucção era simplesmente excitante, logo eu já babava na mão de Thiago também – Uma estratégia que funciona bem é a do banheiro
– Banheiro?
– Você sabe, mictório, ele e você sozinhos, pau pra fora – Julio larga o cacete pra explicar, mas logo cai de boca na minha rola e que boquinha, o calor e umidade me fazem gemer forte e forçar a cabeça dele até o final
– Caralho, você sabe como mamar um caralho hein, puta, engole tudo – ele me deixa agarrar seus cabelos e fodo sua garganta como se fosse um cuzinho, e ele aguenta como uma vagabunda, pedindo pirocada na cara e engolindo tudo
– Não me deixem de fora não, empina Julio – o rapaz só levanta a bunda sem protesto e logo Thiago está encaixado e pronto pra arregaçar aquela piranha – Quer piroca é safada? Quer? Vai ter que pedir, larga ele um pouco Rodrigo quero ouvir ele pedir
– Me fode, Thiagão, quero essa piroca aqui dentro, vai – Nunca tinha visto ele fazer aquela voz de puta, mas ver ele implorar pra ser fodido e abrir a bunda por isso na minha frente me deixou fora de mim, e só lembro do prazer depois disso, revezando com Thiago pra arrombar ele até o talo.

Depois daquele dia nós três viramos inseparáveis, cada um deles já tinham suas próprias fodas dentro da escola, Thiago pegava uma garotinha do oitavo ano que de santa não tinha nem a cara e Julio era apegado a dois gêmeos do sétimo ano, foderia os dois em sala de aula na frente de todo mundo se pudesse. Apenas eu ainda não tinha conquistado o meu meninho, mas pretendia mudar isso. Durante a semana observei melhor sua rotina, pelo menos o que eu consegui dela. Sempre que possível eu passava pela sala e tentava encontrá-lo e percebi uma certa mania de ir ao banheiro sempre durante o fim da terceira aula de quarta-feira, felizmente um horário vago meu. Assim que percebi isso eu fiz minha jogada. Esperei ele sair do banheiro e coincidentemente fui atrás, como se nada estivesse acontecendo, torcendo para que ele não entrasse em nenhum reservado e felizmente ele não entrou. O banheiro era um pouco pequeno, mas separava as pias dos reservados e os mictórios ficavam escondidos ao fundo, fora de qualquer visão, e era tudo que eu queria, ele passou reto em direção a eles, provavelmente muito apertado pois nem se deu ao trabalho de olhar pra trás e ver que eu o seguia, me deixando excitado com essa perseguição, quando estou entrando na área de mijar ouço o barulho de um jato forte batendo no metal e apresso o passo e lá está ele, apenas de uniforme, mas com cueca e short arriados e a parte da frente da blusa levantada, me dando a visão completa daquele belo pintinho em desenvolvimento, parecia considerável pra idade dele, mesmo mole, totalmente liso e com uma bunda simplesmente exemplar que me deixou ainda mais duro nas calças, sem qualquer condições, mas comecei a fingir costume, ele se assusta ao me ver e tenta juntar a calça do chão sem sucesso
– Bom dia, Luis Felipe
– Bo-bom dia, professor… – Ele tenta se virar pra esconder as intimidades, o que apenas me dá uma melhor visão daquele rabo maravilhoso. Faço questão de parar exatamente do lado dele. Eu desabotoo a calça e como ele abaixo cueca e calça e levanto a camisa, com minha caceta reta apontando pra frente e os pentelhos loiros expostos, mas sem conseguir mijar, rapidamente eu percebo ele me encarar, digo, encarar minha rola de canto de olho, com medo e curiosidade
– Matando aula é?
– Não não, só fiquei muito apertado na aula de inglês – Vejo que conversar o deixou mais tranquilo e sigo por ai, ainda duro e sem mijar
– Ah bom, bons meninos não são de fazer isso mesmo não, e você é um bom menino não é?
– Eu.. Eu acho que sim?
– Com certeza você é – Ele parece feliz em ser elogiado, até arruma a postura, e percebo que seu xixi estava parando revelando seu pintinho excitado como o meu. Éramos apenas dois homens de pau duro no mictório – Um menino muito educado e muito bonito por sinal
– Obrig…
– Desculpa eu não escutei
– Obrigado! O senhor é bastante bonito também
– Você acha? Às vezes me sinto tão feio
– Não não, eu acho o senhor lindo – Ele se vira e tenta me olhar nos olhos, só tenta mesmo
– Muito obrigado, príncipe – tomo coragem o suficiente pra tentar um carinho em seus cabelos, e ele parece gostar – E o que você mais acha bonito em mim? – Nesse momento ele parece travar, meu coração batia tão alto que mal conseguia ouvir outra coisa, a qualquer momento alguém poderia entrar ali e me ver de pau duro na frente de um aluno de 10 anos, mas só isso deixava tudo ainda mais excitante – Luis?
– Han.. Eu… Os seus olhos, isso! Seus olhos e seu cabelo, deixam o senhor muito bonito – Por mais que ele dificilmente conseguisse olhar pra cima naquele momento
– Só eles? Nada mais?
– Han… o seu…o seu.. corpo é bem bonito também – Ele me analisa de cima a baixo e parecia que podia ter um treco a qualquer momento
– Eu também acho seu corpo muito lindo, sabia? Você parece um pequeno modelo – ele enrubesce com o elogio e fica completamente rosa, fofo demais
– Obrigado.. eu também acho o seu …. – E nesse momento o sino toca e o feitiço se quebra, ele começa a levantar o short pra sair e eu me viro na sua direção, despretensiosamente deixando minha rola no caminho dele, que ao levantar esbarra a cara com ela, ficando frente a frente com meu cacete, sem conseguir falar, apenas encarando e vendo escorrer uma gota de pré-gozo bem na sua bochecha
– Eu também acho o seu muito bonito, obrigado – e abraço aquele garotinho, espremendo minha piroca no seu corpo e fazendo questão de deixá-lo me sentir pulsando, depois o solto e me visto bem na hora que o primeiro menino chega no mictório pra mijar, sem prestar atenção em nós dois – Bem, ótima conversa Luis, te vejo em sala mais tarde – E saio dali o mais rápido possível, indo direto ao banheiro dos professores e batendo a melhor punheta da minha vida, imaginando tudo que queria fazer com aquele anjinho

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7 Comentários

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  • Responder Jucao

    Situação excitante..pau babando
    Pirulito59

  • Responder india

    sua imaginação é bastante fertil hein, q conto lixo

  • Responder Ale

    Um garotinho assim já é acostumado a levar rola, bom que aprende cedo

  • Responder JhonPedoro

    CONTINUA PELO AMOR DE DEEEUS

  • Responder Pedro18

    Muito gostoso, continua

  • Responder gui

    meu deus, quero a continuação!! tbm tive o privilégio de ter um professor pedo

  • Responder Jao

    Amei! Continua porfavorrrrrrrrrrrrr