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Pedrinho (Parte 5)

4844 palavras | 26 |4.25
Por

O resto do dia tudo transcorreu normalmente. Eu fiquei pensando no que tinha acontecido comigo e meu pai e às vezes me perguntava se eu tinha certeza do que aconteceu, se realmente foi o que eu estava imaginando. E me convenci de que sim, que o que provei nos dedos do meu pai foi o seu esperma, fruto da gozada que ele deu enquanto eu chupava os seus dedos.
Mas também me perguntava se iria acontecer novamente, se meu pai iria querer fazer outra vez aquilo comigo. Eu desejava que sim, que ele quisesse fazer outra vez. Foi muito bom, mesmo não tendo sido na sua pica, mesmo não tendo chupado seu pau, eu gostei muito. Porque sabia que meu pai estava batendo uma punheta por dentro do short enquanto eu chupava seus dedos. Foi tão bom quanto chupar o pau de Emerson.
Então chegou a noite. E eu tive uma grande decepção. Meu pai estava indo para o banho e eu logo me animei, pois com certeza aconteceria novamente no banheiro. Mas não. Não foi o que aconteceu. Eu fui rápido atrás dele e, ele disse me barrando:

— Espera. Eu vou tomar logo meu banho. Depois você toma o seu.
— Mas pai – eu disse. — A gente não toma banho juntos?
— Hoje não – ele disse categórico.
— Por que não?
— Quero tomar banho sozinho hoje.
— Mas pai – disse sentido. — Deixa eu tomar banho com o senhor.
— Não, Pedro. Hoje não. – Ele disse sério sem me dar mais chances de argumentar. — Quando eu terminar você toma o seu.

E ele fez algo que nunca fizemos antes. Entrou no banheiro e fechou a porta. Nunca ele fechou a porta do banheiro, em momento algum, para nada. E isso me deixou ainda mais triste do que não poder chupar sua rola no banho, pois era o que eu planejava. Sentei no sofá para esperar e me senti abandonado e só. Pensei em Emerson, e com certeza se fosse ele quem estivesse aqui estaríamos juntos no banho e eu mamaria muito no seu pau até ele gozar na minha boquinha. Depois iríamos dormir abraçados e felizes. Entretanto meu pai me rejeitou, me dispensou, não me quis. Ele deve ter ficado chateado pelo que fizemos. Ele deve ter se arrependido e provavelmente nunca mais iríamos fazer novamente. Fiquei pensando em tudo que estava acontecendo em minha vida, e nas coisas que gostaria que acontecessem. Uma dessas coisas era morar com Emerson. Eu ficaria muito feliz, completamente feliz em morar com ele. Eu queria ser dele pra sempre, todos os dias, todos os momentos.

— Vá tomar seu banho – meu pai falou me tirando dos meus pensamentos.

Ele estava enrolado na toalha e seguiu para o quarto. Eu fiquei olhando ele caminhar. Seu jeito de andar era bonito, era gostoso. Meu pai não era nenhum atleta, mas ele tinha um corpo bonito, forte e viril. Também seu rosto era muito bonito. Meu pai parece com o cantor Alejandro Sanz na capa do CD “No Es Lo Mismo”.
Ainda fiquei um tempo no sofá esperando que ele me chamasse, que quisesse que eu chupasse sua rola, mas isso não aconteceu. Ele já estava de cueca quando apareceu na porta do quarto e ordenou:

— Pedro, vá tomar seu banho e venha dormir.

Eu apenas levantei obediente e sem mais esperanças e segui para o banheiro.
Que vontade de chupar a pica do meu pai. Essa vontade estava me consumindo. Chupar seu pau, beber sua gala direto da rola. Queria sentir a cabeça inchada encostando na minha garganta da mesma forma que Emerson fazia.
Emerson fazia tudo gostoso. Tudo com ele era muito bom, muito prazeroso. Eu queria muito que ele ensinasse meu pai a fazer essas coisas comigo. Seria maravilhoso.

Acabei o banho. Quando cheguei no quarto meu pai estava deitado enrolado no lençol e com o celular na mão. Terminei de me enxugar, vesti uma cueca e me deitei ao seu lado sob o meu lençol. Fiquei um instante olhando pra ele, e então tomei coragem e chamei:

— Pai.
— Oi? O que foi? – ele perguntou sem me olhar.
— O senhor está chateado comigo? – perguntei.
— Não – ele disse depois de pensar um instante.
— E por que o senhor tomou banho sozinho? – insisti.

Ele continuava mexendo no celular e sem me olhar. Não respondeu. Perguntei:

— O senhor ficou triste comigo?

Esperei por mais essa resposta. E ele não respondeu, não disse nada. Estava me ignorando. Comecei realmente me sentir triste, pois não sabia o que estava acontecendo. Não sabia o que meu pai estava pensando. Eu tinha apenas nove anos e não conseguia ter ideia do que se passava na mente do meu pai, um homem de trinta e um anos. Talvez ele estivesse com muita raiva de mim. Com ódio pelo o que eu fiz com Emerson e com ele. Por fim arrisquei mais uma pergunta:

— O senhor está com ódio de mim?

Com essa pergunta ele se virou rápido para mim e respondeu:

— Não. Claro que não.

Ficamos nos olhando. Ele me olhava sério, profundo. Mas ainda não sabia o que ele sentia.

— Eu tô triste – falei.

Por uma fração de segundos eu vi seus olhos brilharem e um pequeno sorriso em seus lábios. Sua mão tocou com amor em meu rosto e ele disse:

— Eu te amo, meu filho. Eu te amo muito. Nunca nunca nunca sentirei por você algo que não seja amor.

Eu senti uma felicidade imensa com aquelas palavras. Vi que meu pai também estava feliz. Ele estava acariciando meu rosto e me puxou para perto. Nos abraçamos. Fiquei nos seus braços, sentindo seu carinho, seu afago, seu cuidado, seu amor, seu cheiro, seu calor.

— O senhor ficou triste por causa daquilo que a gente fez? – perguntei.
— Não – ele respondeu. — Não fiquei triste, mas fiquei preocupado.
— Por que o senhor ficou preocupado?

Ele pensou por um instante. Senti ele suspirar e então me disse:

— É complicado, filho. Não sei como lhe explicar. Não sei como ter essa conversa com você. Você tem apenas nove anos. Tem coisas que você não entende, não compreende.

Ele pensou mais um pouco enquanto me mantinha em seus braços e me acariciava. Continuou:

— Eu imagino as coisas que você e esse Emerson fizeram. Talvez você tenha gostado de fazer essas coisas com ele.
— Eu gostei – eu disse.
— Eu sei que você gostou – ele disse. — Eu sinto que você gosta, que é bom pra você. Imagino que ele faz com cuidado, com carinho pra não lhe machucar.
— Hum hum – eu confirmei. — Ele faz com carinho.
— É bom saber disso. Que ele faz com carinho, com amor. E que você gosta.
— O senhor também fez com carinho. E eu gostei também.
— Mas eu sou seu pai.
— E o que é que tem? – indaguei.
— Não podemos.
— Mas a gente não fez naquela hora?
— Sim, fizemos. Mas eu não pensei direito. Eu não devia ter feito aquilo com você. Foi irresponsabilidade minha.
— Não, pai – eu disse tentando convencer. — Eu gostei muito, eu fiquei feliz porque o senhor fez comigo. Foi bom. Eu queria fazer de novo.
— A gente não pode, filho. É errado.
— Por favor, pai – eu pedi.
— Eu não posso fazer isso com você – ele disse triste. — Não posso.
— Só uma vez – insisti. — Só essa vez.

Fiquei esperando sua resposta, mas ele não disse nada. Continuou me abraçando e fazendo carinho. Eu pedi:

— Pai, só mais essa vez.

Eu queria que ele dissesse alguma coisa, mas ele continuou calado. Insisti mais:

— Pai, deixe eu pegar na sua rola.

Ele me olhou então, mas não disse nada. Eu continuei:

— Deixe eu pegar na sua pica. Ver como ela é quando fica dura.

Continuei olhando nos seus olhos. Então pedi:

— Deixe eu chupar sua pica. Deixe, por favor. Eu tô com muita vontade. Só um pouco.

Insisti firme olhando em seus olhos. Estava decidido a convencê-lo. Então vi ele morder os lábios e suspirar. Perguntei:

— O senhor deixa eu chupar?

Ele me olhou profundamente. Mais uma vez mordeu os lábios e suspirou como quem toma uma decisão. E disse:

— Deixo.

Meu coração bateu forte. Eu sorri feliz. Disse:

— Eu te amo, pai.
— Eu também te amo, meu filho. Te amo muito. Muito muito muito!

Senti seus lábios tocarem os meus com muito carinho, e mais uma vez ele disse:

— Te amo!

Eu sorri demonstrando toda a minha felicidade. Estava muito feliz porque iria chupar meu pai, chupar seu pau, mamar na sua pica. Iria tomar o leite paterno. O leite quente e grosso que meu pai produzia no seu saco grande e pesado. Iria botar a boca no seu pau e fazer ele derramar esse leite todo na minha boca.
Ele me deu mais um beijo e tirou o lençol de cima de seu corpo revelando um volume já grande, duro e pulsante dentro da sua cueca.
Rapidamente eu botei a mão em cima e alisei. Senti a dureza e o calor da sua pica. Então apertei e ela pulsou forte.

— Sua pica tá durona, pai – eu disse olhando pra ele.
— Tá, filho – ele disse já demonstrando prazer. — Tá muito dura.

Continuei alisando e apertando. E cada vez pulsava mais forte, crescia e inchava mais. Estava completamente dura e já molhava com sua baba a cueca. Eu sentia seu coração batendo mais forte e sua respiração pesada. Estava dando prazer ao meu pai. Levantei a cueca e a pica dele saltou pra fora mostrando uma cabeça grande e bastante melada. Meu coração disparou de felicidade com a visão do pau do meu papai. Minha boca estava salivando sem parar na ânsia de botar logo minha boca naquela vara maravilhosa. Enfim toquei nela, senti sua rigidez direto na minha pele. Senti seu calor e passei os dedos espalhando sua baba.

Meu pai gemeu. Gemeu com prazer porque eu estava com a mão na sua pica. Porque seu garotinho de nove anos estava manuseando deliciosamente o seu pau.

— A de Emerson também fica assim, toda melada – eu disse.

Meu pai só gemeu. E gemeu mais quando eu botei seu pau todo pra fora e o ergui deixando apontado pro teto.

Que pica perfeita! Que pica deliciosa! Que homem gostoso meu pai era!

Iniciei uma punheta lenta pra curtir calmamente o prazer daquele pau na minha mão. E meu pai não poupou nos gemidos. Isso só mostrava que eu estava no caminho certo. Mostrava que eu sabia dar prazer a um homem. E eu adorava ouvir um homem gemendo por minha causa.

Meu pai levantou o corpo e puxou a cueca pra baixo tirando-a. Ficou inteiramente nu, todo pra mim. E o melhor foi ouvir ele mandar:

— Chupa meu pau. Chupa.

Ele se encostou na cabeceira da cama e abriu as pernas para que eu me acomodasse no meio delas. E rapidamente fiz isso. Deitei no meio de suas pernas e fiquei cara a cara com sua vara tesa apontando pra o teto. Eu alisei e apertei o seu saco grande e cheio caido no meio das pernas. Que visão perfeita e linda eu tive ali. Procurei lembrar de tudo que Emerson já havia me ensinado, pois iria fazer meu pai ter a melhor gozada da sua vida. Comecei:

Passei a língua nos seus ovos, senti cada bola na minha boca. Lambi sua virilha, seus pentelhos e cheguei na base do pau.

Que cheiro delicioso aquele homem estava exalando naquele momento. Inspirei profundamente absorvendo todo o seu odor másculo, e foi como uma droga no meu cérebro. Percorrir a minha língua da base até a cabeça do seu pau e meti na boca.

— Que delícia! – ele disse gemendo.

Fiquei mamando na cabeça.

— Chupa gostoso o pau do papai – ele mandou.

Enfiei mais na boca. Engoli até a metade, pois foi até onde consegui.

— Chupa gostoso – papai disse gemendo e alisando meus cabelos. — Chupa gostoso como você chupa a de Emerson. Mostra como você chupa a pica dele.

Tive certeza que meu pai estava sentindo muito prazer. E me empenhei ainda mais. Tentei engolir mais da sua rola, mas infelizmente não consegui e engasguei. Senti sua mão segurando minha cabeça pra impedir que eu parasse de chupar e falou:

— Não para não. Chupa mais.

Eu estava engasgado, mas meu pai não deixou eu parar. Ele segurou minha cabeça e fez eu continuar lhe chupando.

— Chupa toda – ele dizia gemendo. — Você consegue.

Ele estava metendo forte na minha boca, ele tentava enfiar toda, mas eu não conseguia engolir. Estava engasgando cada vez mais e babava melando todo o seu pau, saco e virilha. Meu pai não ia me soltar até conseguir enfiar toda a sua pica na minha boca, mas eu não estava mais aguentando, então me debati e me livrei de suas mãos.

— O que foi? – ele perguntou.
— Tô engasgado – eu disse. — Não consigo engolir toda não.
— Chupa meus ovos – ele disse me puxando e enfiando minha cara novamente no meio de suas pernas.

Botei seu saco na boca e chupei as bolas, enquanto ele batia punheta e gemia. Segurava minha cabeça com força impedindo que eu saísse dali. Ele estava decidido a tirar o maior proveito daquele momento.

Percebi que meu pai era diferente de Emerson. Muito diferente. Emerson era completamente diferente comigo. Emerson era carinhoso e cuidadoso, jamais me forçaria chupar seu pau se eu estivesse engasgado. Mas meu pai era um tanto grosseiro, bruto, e não se importava se eu estava me sentindo bem ou gostando. Ele queria sentir prazer e gozar. Gozar na minha boca. E foi isso que ele fez quando puxou meu rosto e enfiou novamente na minha boca dizendo:

— Chupa. Chupa toda que eu vou gozar.

Eu fiquei parado com a boca aberta recebendo seu pau que ele metia o mais fundo possível.

— Que delícia, meu filho. Que delícia! Você chupa muito gostoso.

Eu não dizia nada, apenas recebia sua vara, que entrava com rapidez e força.

— Chupa. Chupa que vou gozar – ele disse gemendo e empurrando ainda mais fundo na tentativa de invadir a minha garganta.

Eu senti que realmente ele ia gozar. Senti nele as mesmas contrações que sentia em Emerson quando estava gozando. Os gemidos mais fortes, o tremor no corpo, o pau pulsando descontrolado.

— Vou gozar – ele anunciou gemendo. — Tô gozando…

E meu pai gozou na minha boca pela primeira vez. Ele encheu minha boca de porra. Por instinto tentei engolir, mas não consegui, pois estava com a boca dolorida. Então vazou quase toda a porra em seu colo que escorreu pela sua virilha.

Fiquei com seu pau dentro de minha boca até ele soltar a minha cabeça. Ele estava completamente encostado na cabeceira, com os olhos fechados e a aparência de que tinha sido muito gostoso. Havia um pequeno sorriso nos seus lábios. Eu sentei entre suas pernas e fiquei admirando ele. Era muito lindo, lindo demais. Senti vontade de beijar sua boca, mas senti vergonha e receio. Ele abriu os olhos, sorriu pra mim e perguntou:

— Tá tudo bem?
— Hum hum – eu disse. — Está.
— Você gostou?
— Gostei.

Ele alisou meus cabelos e disse:

— Eu também gostei.

Ele me puxou pra cima do seu colo. Sentei sobre seu pau de frente pra ele. Me abraçou e disse:

— Eu te amo!
— Também te amo – disse sorrindo e feliz.

Eu alisei seu rosto e perguntei decidido:

— Posso lhe beijar?
— Pode – ele respondeu sorrindo e me beijou.

Começamos com alguns selinhos, mas logo estávamos nos beijando de verdade, como dois amantes. Por fim ele me abraçou com muito amor e disse:

— Vamos tomar banho. Estamos cheios de gala.

Depois de mais um beijo fomos para o banho.

Como não podia ser diferente eu me apaixonei perdidamente por meu pai naquele mesmo instante. Apesar dele não ser carinhoso e cuidadoso como Emerson era na hora que estávamos transando foi muito bom chupar seu pau, provar seu leite fazendo ele gozar gostoso. Meu pai era agora também meu homem. E eu tinha dois homens. Um garoto de nove anos se deliciando nas picas maravilhosas de dois machos adultos. Um de 29 e outro de 32.

Toda criança deveria ter o prazer de mamar no pau de um adulto. É uma experiência que levamos com satisfação e saudades pro resto da vida.

No banho eu pedi ao meu pai pra lavar seu pau e ele deixou. Lavei e ensaboei com carinho e cuidado, e logo já estava duro apontando pra minha boca.

— Quer chupar mais? – meu pai perguntou com uma voz muito safada.
— Quero.
— Então Chupa, filho. Essa pica agora é toda sua. Você não queria ela?
— Hum hum. Queria.
— Bota na boca e mama – meu pai mandou.

Eu não demorei pra lhe obedecer. Imediatamente abocanhei seu pau, fazendo-o gemer. Ele disse:

— Quero gozar gostoso de novo.

Ele encostou na parede e deixou a pica inteira a minha disposição. Era toda minha. E eu aproveitei. Chupei tudo, pau, ovos, pentelhos.

Delícia de pica! Delícia de homem! Delícia de macho! Delícia de pai! Que criança sortuda eu fui. Provei rola cedo.

— Você aprendeu chupar pica muito bem – ele disse alisando minha cabeça.
— Tá bom? – perguntei.
— Tá ótimo – ele disse gemendo.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e forçou a pica bem fundo fazendo entrar mais da metade. Eu abri a boca o máximo possível pra agradar meu paizinho. Ele gemeu dizendo:

— Delícia!

E encostou novamente na parede deixando eu fazer meu trabalho no pau dele.

— Você já chupou outros homens além de Emerson? – perguntou.
— Não – respondi tirando o pau da boca e olhando pra ele.
— Só chupei a de Emerson e agora a do senhor – eu expliquei.
— Então Emerson foi o primeiro – ele disse.
— Hum hum.
— Deveria ter sido eu o primeiro – ele disse alisando meu rosto e esfregando a cabeça da pica nos meus lábios.

Ele enfiou bem devagar na minha boca e ficou fudendo. Tirando e botando com carinho, me fazendo delirar de prazer. Perguntou:

— Emerson já comeu seu cuzinho?
— Não – disse novamente olhando em seus olhos, mas sem tirar o pau da minha boca.
— Então eu vou ser o primeiro – disse enfiando fundo na minha garganta.
— Você quer? – ele perguntou me fazendo olhar pra ele.
— Quero – respondi.
— Quer mesmo? – perguntou novamente.
No– Hum hum – disse balançando a cabeça. — Eu quero.

Não tinha muita certeza do que iria acontecer. Emerson nunca tinha tentado me comer. Algumas vezes sentei em seu pau e a sensação era muito boa. O contato da pica dele no meu cuzinho era gostoso, mas nunca passou disso. Não sei por que ele nunca tentou meter em mim. Talvez pensasse que eu não aguentaria. Mas muitas vezes fantasiei esse momento que ele tiraria minha virgindade. Me fizesse completamente e inteiramente dele. Entretanto era o meu pai que estava me oferecendo esse momento, essa descoberta do prazer anal.

Meu pai me carregou me fazendo passar minhas pernas pela sua cintura. Senti a cabeça do seu pau no meu cuzinho. Ele estava esfregando ela em mim. A sensação foi sensacional e instintivamente eu sentia meu buraquinho se abrindo pra receber pica pela primeira vez. Meu corpo já estava pronto pra ser penetrado, deflorado e usado por um homem. Eu senti muito prazer e me agarrei em seu corpo. Disse gemendo:

— Isso é muito gostoso, pai.
— Tá gostando, tá? – ele perguntou com safadeza.
— Hum hum – respondi dengoso.
— Quer que eu meta no seu cuzinho?
— Quero.
— Você aguenta a pica do papai?
— Aguento.
— Papai vai meter toda no seu rabinho. Tá certo?
— Tá certo.
— Só vou tirar de dentro de você depois que eu gozar.
— Tá – eu disse desejando ser logo fodido pelo meu papai.
— Vamos pra cama – ele disse me beijando.

Ele me levou pro quarto, me colocou sentado na cama e em pé na minha frente ofereceu o pau pra eu mamar mais um pouco. Não demorei muito mamando porque ele me fez ficar de quatro na beira da cama.

— Ai pai, que gostoso – foi o que eu disse tomado de prazer quando senti sua língua lambendo meu cuzinho.

Foi uma sensação maravilhosa que percorreu todo o meu corpo. Eu empurrava minha bunda contra a sua boca pra que sua língua entrasse mais em mim. Eu queria sentir sua língua toda dentro do meu cu. Mas ele parou de me lamber e pegou algo na sua mochila. E encheu meu cu de lubrificante. E também seu pau. Senti ele arreganhar minha bunda e encostar a cabeça do pau no meu buraquinho.

— Vou meter em você, filho – ele disse.
— Tá, pai. Pode meter – eu permiti. Mas com certeza ele meteria mesmo sem a minha permissão.

Senti a primeira investida. E logo percebi que não seria algo tão maravilhoso como pensava. Uma fisgada forte que iniciou nas minhas preguinhas e percorreu por toda a minha coluna me fez apertar o buraquinho na tentativa de não deixar a pica de meu pai entrar.

— Relaxe – ele disse alisando minha bunda e abrindo-a.

Ele passou mais lubrificante na gente e forçou novamente, me pedindo pra relaxar. Senti meu cuzinho abrir pra aceitar a entrada da rola. Uma dor aguda se fez presente enquanto sentia meu cuzinho se lascando.

— Tá doendo – disse choroso.
— Tenha calma – ele ordenou. — A dor já vai passar. Fique quietinho.

A dor estava me consumindo. Eu não sentia prazer algum. Mas precisava agradar o meu paizinho. Procurei não pensar no desconforto que sua rola estava me causando e então empinei bastante a bunda pra que sua rola entrasse logo.

— Isso, empina pra mim – disse com prazer.

Ele meteu com mais força e decisão, e então senti meu cu ser realmente lascado. Não contive o grito e tentei escapulir, mas suas mãos me prenderam pela cintura.

— Calma, calma – ele disse com carinho. — Já entrou a cabeça. Vou ficar parado pra você acostumar.
— Tá doendo muito – eu disse tristonho.
— A dor já vai passar. Relaxe. Fique quietinho que vai ficar bom. Não era isso que você queria?
— Era – eu disse.
— Então, agora aproveite. Empine pra papai meter mais.

Eu realmente queria muito aquilo, mas estava com medo da dor. Se só a cabeça já tinha me causado uma dor insuportável, imaginava quando entrasse toda. Entretanto procurei relaxar e aos poucos fui cedendo meu cuzinho para que papai enfiasse mais em mim. Ele percebeu que eu estava liberando espaço e voltou a movimentar levemente para dentro de mim. E como ele havia dito, aos poucos e quanto mais sentia seu pau deslizando dentro do meu cu, eu ia relaxando de verdade e sentia uma sensação boa e prazerosa. Sentia um formigamento na portinha do meu cu e uma vontade de sentir seu pau entrar todo. Empurrei minha bunda ao encontro de sua pica pra fazer entrar mais.

— Tá gostando? – papai perguntou.
— Hum hum – respondi quase gemendo.
— Quer que enfie mais?
— Quero.
— Já entrou a metade. Vou meter toda. Você quer?
— Quero – disse mexendo a bundinha no seu pau.
— Peça pra eu meter mais em você.
— Mete mais em mim, papai.
— Isso. Assim. Pede pica.
— Mete pica em mim, papai – pedi bem dengoso fazendo papai gemer de prazer enquanto enfiava devagar seu pau inteiro no meu rabinho infantil.
— Ai, filho. Você é uma putinha – ele disse gemendo e puxando meu corpo pra receber toda a vara dele.

Senti seus pentelhos na minha bunda, e isso me deu um prazer imenso. Eu queria gemer, mas estava um pouco envergonhado. Queria gemer e pedir pra papai meter toda e gozar muito dentro de mim.

— Vai querer dar esse cuzinho a Emerson também? – ele perguntou enquanto me fodia.
— Vou. Quero – respondi.
— A pica dele é muito grande?
— É muito grande.
— É maior que a minha?
— É.
— E você vai aguentar?
— Vou.
— Ele vai arrombar seu cuzinho todo.
— Vai – respondi gemendo.

Estava muito gostoso sentir a pica de papai dentro de mim. Ele se mexia devagar me fazendo sentir todo seu pau deslizando no meu cuzinho. Ele puxava, deixando só a cabeça dentro pulsando e depois enfiava toda. Ele gemia e me puxava pela cintura pra entrar inteira. Eu sentia minha bunda ser esmagada no seu corpo e a cabeça da sua pica tocar bem fundo.

— Que cuzinho delicioso – disse aumentando a velocidade das metidas.
— Toma pica, meu bebê – dizia enquanto me fodia.

E eu de quatro recebendo sua vara e satisfazendo os desejos de meu papai. Que bom ser sua putinha. Era isso que eu sempre quis e iria querer pra sempre.

— Me dá pica, papai – disse gemendo feito uma putinha safada.
— Toma pica. Toma toda – disse metendo com força.

Agora já sentia a força e a potência de sua pica. Ele me fodia com vontade de gozar. Naquele momento eu já era verdadeiramente sua puta, sua cachorrinha, seu viadinho que estaria sempre pronto pra atender sua vontade de fuder. E meu cuzinho, meu corpinho infantil de nove anos seria o seu brinquedinho pra ele usar do jeito que quisesse e a hora que tivesse vontade.

Senti as pancadas fortes dentro do meu cu. E ele gemeu intensamente dizendo:

— Vou gozar. Vou gozar.

Logo empinei o máximo que pude pra receber pela primeira vez nas minhas entranhas o leite grosso e quente de meu homem, de meu papai.

— Goza, papai, goza – pedi gemendo.

Mais duas metidas fortes e profundas e ele disse:

— Tô gozando… tô gozando… delícia… minha pica…

Seu pau pulsou, inchou, estremeceu e eu senti seu leite se derramando dentro de mim. Cada pulsada de sua pica eu sentia mais uma quantidade de porra sendo expelida e se alojando fundo.

Eu estava feliz. Profundamente feliz e realizado. Meu pai estava engatado em mim. Ainda sentia seu pau dar algumas pulsadas. Por fim ele tirou lentamente de dentro. Senti cada pedacinho de sua rola me deixando. Então não havia mais nada de sua pica no meu cu. Apenas uma sensação de vazio, de estar muito aberto, de sentir o vento tocar meu buraco. E seu leite escorrer pra fora. Se derramando pelas minhas pernas.

Papai se deitou ao meu lado e me puxou pra cima de seu corpo. Eu me acomodei contente e feliz sobre ele, e recebi seu beijo nos meus lábios.

— Você gostou? – ele perguntou.
— Gostei.
— Mesmo?
— Hum hum. Mesmo. Muito.

Ele sorriu feliz, me beijou de novo, me apertou e disse:

— Eu também gostei muito.

Ficamos ali um sobre o outro nos curtindo. Saboreando o momento, vivenciando aquela descoberta prazerosa. Depois de tantas carícias e afetos acabamos dormindo. Dormimos felizes, contentes e apaixonados.

Obrigado a todos que leram. É um imenso prazer escrever para vocês. Espero poder contribuir para o prazer de todos. Um grande abraço a todos os PEDÓFILOS.

ATT: Daniel Coimbra.

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26 Comentários

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  • Responder Fan do Daniel Coimbra

    Gente, a perfeição né? O cara escreve bem demais. Eu consegui sentir cada palavra, cada gesto que os personagens fazem consigo sentir. É um tesao inimaginável. A forma como ele nos leva a uma extrema excitação, ao orgasmo através da leitura, é deslumbrante! Parabéns Daniel Coimbra por todos seus contos. Você como sempre arraza! Sou um admirador da sua escrita! Meu sonho conversar com você no telegram.

    • Gigio

      Cara seus contos são os melhores, vc mostra a pedofilia como deve ser, uma coisa natural, principalmente se praticada pelo pai, tem horas q penso em ter um filho só pra fazer essas coisas que vc relata nos contos, continue escrevendo assim, pra incentivar cada vez mais a pedofilia 😍😍😍

  • Responder Anônimo

    Conto muito bom como sempre, quem tiver algum grupo no telegram nesse tipo adoraria entrar.

  • Responder Anonimo

    Que delicia Daniel. Gosto de como vocêusa as palavras, reforçando que é uma criança que mama dois adultos. É bom imaginar isso. Melhor autor desse site

  • Responder Ginho Moreno Corrêa

    CONTA MAS SOBRE VC DA PRO EMERSON E SE VC DEU PROS DOIS JUNTOS EU ADOREI

  • Responder Grilex2

    Delicia,o pai foi esperto e comeu antes do outro cara kkkk tesão de conto tlg @grilex2

  • Responder Vantuil OB

    Daniel, não demora. Me acabei na punheta

  • Responder Luz Feitosa

    Gostei de estória é espero a continuação.

    • Daniel Coimbra

      Oi Luz.
      Estou trabalhando no próximo capítulo. Em breve postarei.
      Agradeço pela atenção!
      Abraços!

  • Responder @Lk7xw

    Que delícia, os seus contos são os melhores! Muito bom poder ler esses relatos gostosos.
    Meu telegram: @Lk7xw

  • Responder Filhinho do papai

    Daniel, acho você muito atraente em seus contos. Queria ter contato com você.
    Meu telegram @Lua0469

  • Responder Filhinho do papai

    Pirata Josias, conta mais. Gostei ^^

  • Responder pirata Josias

    Muito obrigado Daniel Coimbra, graças a você passei a me aceitar como pedófilo, antes me achava um monstro ,era gozar pensando em crianças que vinha o arrependimento, seus contos me libertsrsm desse sentimento, percebi que um homem pode amar e trocar prazer sexual com uma criança de forma natural. Hoje sou pedófilo com muito orgulho, e já tive uma das melhores gozadas da minha vida com uma criança de 6 aninhos. Pedófilia é amor

  • Responder Los John

    Né veado(continua…)
    Ass:J.D.
    Veadagem é um gene que surge em algumas mariconas,você incluso mas estou aqui pra combater!

    • Daniel Coimbra

      Oi John. Obrigado por comentar. Espero que esse conto tenha lhe dado muito prazer. Vejo que você é o maior fã de contos gays e PEDÓFILOS.
      Beijos e abraços.

    • Los Deere

      Me respeita veado,ou vai postar veadagem com a ajuda dum médium!

    • Ivinho

      Como de costume…
      Vai caçar uma rola pequeno John.

  • Responder Papai Ped

    Delícia de conto rico em detalhes, não é longo casativo, bom para ler e imaginar todo ocorrido.

    • Daniel Coimbra

      Obrigado Papai. Espero que você tenha uma criança linda na sua cama e que façam amor e sexo com muito prazer.

  • Responder Ivinho

    Cacete!!!
    Que conto tesudo da Porra, Daniel Coimbra, você me fez viver uma das melhores gozadas da minha vida, Porra nunca senti tanto tesão assim na minha vida, me faltam palavras para descrever, o tanto de prazer que esse conto me proporcionou, simplesmente incrível.

    Você é um escritor incrível, sem dúvidas o meu favorito, você merece todos os creditos de mundo, por, essa obra de arte, eu sem dúvidas adoraria ouvir muitas de suas histórias, seria um privilégio aprender com você sobre essa paixão. Em outras palavras continue e siga, como o escritor fantástico que você é.

    Até a próxima👋👋

    • Daniel Coimbra

      Ivinho, lhe agradeço pelo feedback. É um imenso prazer ler as suas palavras. Adoro saber que meus contos lhe faz gozar tão gostoso. Com certeza adoraria conversar contigo para trocar experiências e fantasiar sem regras e sem censuras.
      Um abraço e um beijo.

  • Responder Lovekid

    Dono dos melhores contos de criançs aq , que delícia…
    Queria conversar com um pedfloo igual eu , sobre crriaaançcas , compratilhar nosso desejos e fantasias , experiências

    • Daniel Coimbra

      Oi LoveKid. Obrigado pelo retorno. Amo crianças nessa faixa etária que você mencionou. São elas que me dão o maior prazer. São elas que fazem meu pau explodir de tanto tesão.
      Não tenho usado telegram, mas estou procurando uma maneira de manter contato com amigos PEDÓFILOS iguais a gente.
      Beijos e abraços.

    • Daniel Coimbra

      Oi LoveKid. Obrigado por comentar. Eu amo essa faixa etária que você citou. Crianças nessa idade fazem meu pau estourar de tanto tesão.

  • Responder João Ricardo

    Daniel, você sempre faz a felicidade da gente. É incrível como eu fico louco de tesão com cada palavra sua. Você sabe usar com experiência cada trecho que escreve. Tenho certeza absoluta que você já comeu muita criança. Caso contrário não teria tanta verdade nos seus contos. Eu sempre leio eles e gozo muito. Mas quero pedir, na verdade implorar que você continue o conto Paixão E Amor Em Família. Pra mim é o melhor e mais tesudo de todos. Obrigado pela sua existência nesse site. Ah, gozei lendo essa parte. Gozei muito como um pedófilo deve gozar.

    • Daniel Coimbra

      João Ricardo, muito obrigado pela palavras. É muito bom saber que estou levando prazer e felicidade a algum PEDÓFILO. Amo cada um de vocês, pois sei e conheço os sentimentos e desejos que nutrimos escondidos. Mas espero e rezo para que um dia esse preconceito tenha fim e possamos amar sem sermos taxados de doentes ou criminosos. Engraçado você citar o conto AMOR E PAIXÃO EM FAMÍLIA, pois eu também o amo muito, e esses dias estava pensando em dar continuidade a ele.
      Beijos e abraços.