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Pauzudos me arregaçaram na lua de mel

956 palavras | 8 |4.07
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Meu nome é Carla, casei com o Carlos, 20 anos mais velho que eu, num domingo, vestido branco, véu e grinalda, na época meus pais tiveram que concordar com o casamento, completei 17 anos dias depois do casório, em plena lua de mel, o Carlos foi meu primeiro e único homem com quem eu perdi a virgindade, aprendi a chupar seu pau e dar a xaninha e o cusinho com vontade, depois do casório e festa, viajamos para um hotel fazenda, muito bonito, com cachoeira, piscina, passeios de quadriciclo, trilhas lindas. Logo no primeiro dia, meu maridinho presenteou-me com biquinis micro fio dental, exageradamente pequenos, na hora briguei com ele, pois me sentia nua, mas ele foi irredutível, e me desafiou a sair com o menor deles, mesmo eu tendo seios pequenos, praticamente apenas os bicos estavam tapados, meu bumbum todinho exposto, tive que depilar a virilha para vestir a calcinha. Morrendo de vergonha pegamos os quadriciclos e saímos para passear pela propriedade, sendo acompanhados por um funcionário do hotel, o Zeca um moreno bom de papo, de vez em quando parávamos para apreciar a paisagem exuberante e meu Carlos, aproveitava para me beijar, apertando-me contra ele, eu sentia seu pau duríssimo e suas mãos não paravam quietas, apertando meu bumbum, acariciando minha xaninha e meus peitinhos, com isso tudo sentia minha xana ensopada e doidinha para ter o pau do meu marido me comendo gostoso, já nem me importava com a presença do sujeito vendo tudo, quando chegamos na cachoeira, o Carlos abusava mais ainda, chegando a deixar meus peitinhos expostos e chupando gostoso, e enfiando um depois dois dedos na minha xaninha, que nessa hora estava doidinha para ser bem fudida por seu pau. Não transamos, o que me deixou muito braba e enlouquecida por um pau duro socado na minha xana faminta. O Zeca chegou perto de nós e avisou que deveríamos voltar para almoçar, percebi um volume absurdo em sua bermuda, aquela visão me hipnotizou não conseguia desviar o olhar daquela maravilha e me imaginava sendo empalada por aquela jeba monstruosa, meu marido me deu um toque, despertei do transe e na volta para a fazenda, o Zeca falou que passaríamos no celeiro para consertar o quadriciclo dele que estava dando defeito. Ao chegar no tal celeiro, com o pretexto de tomarmos água, entramos num ambiente enorme com homens seminus que me devoravam com os olhos, nesse momento o Zeca veio por trás de mim, e segurou-me pelo cabelo, e colocou uma faca no meu pescoço, e gritou para meu Carlos ficar quieto, senão ele me esquartejava, enquanto os outros homens, se chegaram a mim, tirando meu biquini com tanta violência, que rasgou todo ele, enquanto me faziam beijar na boca um a um, e ter meu corpo todo chupado, apertado, beliscado, minha xana e cusinho eram chupados com violência, meu corpo todo ficou babado, depois de cansarem de me beijar, me puseram de joelhos e passaram a dar seus paus para eu mamar, eles socavam com força seus paus como se estivessem comendo minha xaninha, mal conseguia respirar com aquelas jebas socadas na minha garganta, um deles gritou que seria o primeiro a me comer, e enfiou seu pau duríssimo na minha xana, gritei em desespero, pois era muito maior e mais grossa que a do meu marido, mas ele nem se importou, socando até o fundo de mim, com força e sem dó, ele me segurava abrindo meu bumbum ao máximo, eu reclamava pois doía, quando senti outro pau entrando no meu pobre rabinho, gritei de dor, chorei, mas eles nem ligavam, todo meu desespero deixava eles mais doidos, mais violentos, enchendo minhas entranhas com sua porra quente, no meio de toda a selvageria, não sei explicar o porquê, consegui relaxar e aproveitar da situação e passei a ter orgasmos violentos, contraindo tanto a xana e o rabinho arregaçados que os homens não aguentavam e gozavam furiosamente, alguns estavam tão famintos que conseguiam gozar e continuavam a me devorar, meu corpo estava todo roxo devido a suas mãos fortes e mordidas que eu recebia, deixei vários com as costas todas marcadas, quando eu gozava fincava minhas unhas neles, berrando a plenos pulmões, passei a gritar e suplicar, para que continuassem, não parassem de me fuder, nem quando eu gozava fortíssimo, eles paravam de me comer, eu parecia uma bonequinha, sendo passada entre eles para continuar a ser comida, sem parar, todos eles me comeram várias vezes, e até meu agora corno, também me comeu, estava totalmente esgotada, meu corpo todinho doía, mas eles continuavam a me comer, mantendo a mesma brutalidade e selvageria, meus buraquinhos perderam todas as preguinhas, não parava de sair esperma de dentro de mim, com meu corpo todo mole, sem forças, era sustentada pelos marmanjos enquanto me comiam. Quando finalmente de deixaram descansar, passei um tempo enorme apenas deitada de pernas abertas, recuperando-me da surra de paus, depois dois deles me pegaram e me lavaram, com tanto cuidado que fiquei espantada, a primeira noite eu dormi com meu corninho no nosso quarto, mas as noites seguintes eu dormia no meio deles, acordava pelada e toda melada de porra, davam um banho em mim, tomava café da manhã, piscina, cachoeira, passeios, todo o tempo completamente pelada e arregaçada, meu corpo viciado naqueles paus, recebia com muito prazer, totalmente arregaçados e sempre vertendo muito esperma, de dentro de mim. Eu estava tão mal acostumada, que só fui colocar roupa quando estávamos chegando em casa.

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8 Comentários

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  • Responder @ciborman40

    Delicioso conto!

  • Responder Marcos

    Queria ver minha esposa sendo fodida assim, por vários machos, levando uma surra de rolas na minha frente e no fim todos gozando no corpo dela deixando ela coberta de porra.

  • Responder Supertech

    Que delícia! @TecnoMan78

  • Responder Passivo discreto mamador

    Quero o endereço desse hotel fazenda

  • Responder vavanaturista

    parabens muito bom o conto adorei

  • Responder Adelio

    Huuum, que Carla deliciosa…
    Me escreva, …
    [email protected]

  • Responder Jhon

    Que delícia essa safadinha
    Me manda email esposas safadinhas
    [email protected]

  • Responder Netto

    cintinua