# #

O Doutor (cont. VI)

652 palavras | 3 |3.67
Por

O meu pau estava inteiro na boca dela, inteiro mesmo. O rosto dela estava apertado contra o meu corpo e a sua boca e a garganta estavam cheias, ela tentou sair mas eu segurei firme a cabeça dela. Não me mexi, não fiz movimentos, apenas fiquei ali, forçando a cabeça dela contra mim. Apertei bem a nuca com um mão e com a outra fazia carinho na cabeça dela.
Fiquei assim por uns minutos, enquanto ela engasgava.
Tirei com calma e bem devagar da boca dela e ela respirou bem forte e ofegante. “Você é boazinha, meu anjo” eu disse e ela fez um esforço para responder e quando abriu a boca eu coloquei ele inteiro nela de novo. Os olhos dela estavam cheios e já caiam algumas lágrimas, então eu apertei o cabelo dela, ao invés da cabeça, puxei bem forte contra mim, ela fechou os olhos com força e chorava um pouco mais.
“Ah, você é tão gostosa, bebê..” eu disse. Soltei ela e me deitei na cama. “Sobe” eu disse.
Ela subiu de joelhos na cama. “”Sobe em mim”, ela esperou um pouco mas subiu, eu ainda não tinha metido na buceta dela. Ela subiu, deitou e eu abracei ela. Tirei a capa do travesseiro que estava usando, “morde” eu disse enquanto enfiei o que coube na boca dela e então encaixei meu pau na entrada daquela bucetinha tão pequena.
Segurei na cabeça dela e peguei bem no cabelo, segurei firme e puxei ela pra baixo, não rápido mas com bastante força e enfiei o meu pau (que estava bem molhado) de uma vez só na minha putinha, ela deu um grito abafado e ficou com o corpo inteiro tenso, mas naquela posição, não tinha como resistir, ela tentou levantar o rosto para mim, eu olhei para o rostinho angelical dela e então afundei ele em mim comecei a meter com muita força, ela gemeu em desespero como quem me pede para parar mas eu segui fudendo ela e comecei a rosnar no ouvido dela, aquele gemido de homem mais agressivo e fui ficando ainda mais agressivo porque estava quase gozando e finalmente enchi aquela bucetinha, respirei bem fundo e relaxei um pouco.
Soltei a cabeça dela e tirei o pano da boca dela, “ah, ai, ai..” ela gemia e chorava baixinho. “ah..” Ela gemeu quando eu comecei a alisar a bunda dela. “Para um pouco, ai” ela disse e eu peguei as mãos dela e soltei o nó. “Ah, ah..” Ela gemia e respirava, com dor e esforço. Ela colocou as mãozinhas na cama e estava fazendo um esforço para levantar mas eu a abracei “me abraça” eu disse, ela foi em movimentos lentos, como de quem acabou de apanhar, “me beija” eu disse. Ela obedeceu e começou a me beijar bem lentamente e ainda gemendo suas dores, quando eu voltei a ficar duro e comecei a procurar a buceta dela de novo, ela disse “não, por favor” e então eu mordi o lábio inferior dela com bastante força e encaixei meu pau nela, “cala a boca, putinha” isso ela não obedeceu, ficou gemendo e chorando enquanto eu experimentava de novo aquela bucetinha que era só minha.
Depois nós tomamos banho e fomos dormir, de madrugada eu comi a bunda dela, foi mais fácil pra ela e então nós dormimos de novo.
De manhã, ela tomou café da manhã comigo no quarto, estava mole mas não reclamou, ela foi embora cedo para ir para a escola e quando eu já estava me arrumando chegou uma mensagem do Dr. Henrique dizendo para eu tirar a semana de folga e passar lá na sexta para pegar o dinheiro da semana.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,67 de 3 votos)

Por # #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Melisandre

    Ótimo conto, escreva mais coisaa sado que você manda bem

  • Responder Puto

    Continua cara, tá ficando massa

    • Rafael

      tem uns dias bem legais, você vai curtir…