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Mostrando que aguenta

1646 palavras | 2 |5.00
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Este conto é verdadeiro, foi passado por um dos meus leitores que pediu para contar de forma mais apropriada.

Carlos é um cara moreno, 1,83 de altura, porte atlético e um daqueles caras que abençoados com a sorte de ter bons amigos/conhecidos nos meios mais interessantes. Como sempre curtiu a boa e velha putaria, Carlos acabou fazendo parte de um grupo liberal que anunciava em uma das revistas pornô de grande circulação da década passada e que hoje já não mais existe.

Bem, em um dos encontros promovidos pelo grupo, foram Carlos e mais dois amigos a chácara de um casal de conhecidos que também curtiam a libertinagem. O casal em questão era bem interessante, ela morena, gostosa para caralhos, corpo invejável trabalhado no Pilates, advogada, com aproximadamente 31 anos, ele dono de uma pequena rede de supermercados, branco, porte mediano e muito gente boa. Tínham grande afinidade, afinal dos amigos que o acompanhavam, 1 era o professor de Pilates da esposa do cara e o outro era o mais velho no grupo, o que iniciou toda a brincadeira que viveram por todos os anos de grupo e, consequentemente, ganhou muita grana as custas das mulheres que ele comia e faziam questão de bancá-lo.

Este casal tinha uma filha novinha que estava acostumada a ver os pais recebendo visitas periodicamente, ela até se habituou a ver alguns deles encoxando sua mãe com frequência, Carlos era um deles, adorava ficar deitado na cama do casal maltratando aquela cavala sem dó e, por vezes, foi flagrado agarrado a ela pela menina. Por não ser nenhum animal, fazia de tudo para ser o mais sutil possível nestes momentos, de forma que a menina não tivesse a visão explícita da coisa e mantivesse a inocência da situação.

No final da tarde os amigos de Carlos tiveram de voltar, afinal eram casados e não poderiam ficar fora por muito tempo, como ele era solteiro quis aproveitar ao máximo do local o final de semana completo. O casal resolveu dar uma carona aos dois até a cidade e deixaram a menina, a quem chamarei de Viviane, com ele sob o pretexto de que ela não queria sair da piscina.

Carlos cuidava da churrasqueira enquanto Vivi se esbaldava na piscina e teimava em jogar água nele. Como sempre foi brincalhão, ainda mais com ela, resolveu retirar a carne da churrasqueira e pular junto com ela para atormenta-la, mas sem maldade, porém quando estava brincando foi surpreendido por uma pergunta inexplicável que bagunçou a história toda

– Tio, por que o senhor sempre coloca esse negócio – disse apontando pra rola dele – na priquitinha da minha mãe e depois da pra ela por na boca?

Carlos ficou sem reação, não sabia o que falar e ela insistiu.

– Sabe, já vi os outros amigos do papai fazerem isso também, as vezes eles gritam e deixam ela toda suja, pra que aquilo?

Nessa hora, mesmo sem querer o pau subiu, ele olhou a menina por completo, viu que já tinha seios se formando, a cintura estava se afinando, a bunda prometia ficar como a da mãe, além de ter aqueles lábios carnudos de negra, mesmo tendo a pele quase branquinha. Perdendo o controle sobre si Carlos resolveu investir na menina, já que estavam em um ambiente liberal iria liberar seu leite nela.

– Vivi, ninguém nunca brincou com você? Nunca mostraram como é gostoso?

– É uma brincadeira? Por que ninguém nunca me chamou então?

– É que é brincadeira de gente grande, acho que pensam que vc ainda é criança.

– Não sou mais criança, mamãe diz que só mulher tem seio e pelinhos na menininha, olha só como os meus pelinhos estão crescendo.

Nessa hora ela sentou na beira da piscina e afastou a parte debaixo do biquíni, deixando a mostra a penugem que surgia em sua xaninha. Aquilo foi demais para Carlos que sem medo algum se aproximou com pretexto de olhar melhor, abriu mais as perninha dela, que já estavam engrossando, afastou ainda mais a calcinha e chegou com o rosto bem pertinho.

– Nossa tio, sua respiração da um negócio estranho na minha menininha.

– É, estou vendo que já cresceu mesmo, mas será que já aguenta brincar? Não sei não – disse ele sem tirar os olhos da xotinha dela mas sem avançar para não assustá-la – acho que você ainda é muito pequena, não saberá brincar direitinho.

– Sou mulher já, aguento sim. Quero brincar também, não é justo vocês brincarem só com a minha mãe.

– Tá bom, mas você terá de fazer tudo o que eu mandar e sem reclamar.

– Tá bom tio, vou te obedecer direitinho – disse ela cruzando os dedinhos como quem jura.

– Então vou testar para ver se o sabor já é de mulher.

Sem esperar mergulhou a cabeça entre as pernas dela e chupou com vontade. Carlos nunca havia chupado uma virgem, ainda mais tão nova, foi a melhor coisa de sua vida, ainda mais que a menina ficou maluca, gemia feito gente grande e tremia as pernas a ponto de quase cair para dentro da piscina.

– Aí tio, tá gostoso…aí tio, um negócio estranho está acontecendo… para… para… AHHHHHHHHH!!!!!!

Vivi gozou pela primeira vez fazendo um escândalo tão grande que se tivesse vizinho próximo viria ver o que acontecia. Carlos então saiu da piscina e a levou no colo até onde existiam as esteiras onde o casal costumava tomar Sol, então a deitou e retirou o biquíne deixando-a nua. Sem perda de tempo retirou a sunga e deixou o mastro pular para fora, era um grande e grosso pedaço de músculo que agora estava duro na altura do rosto da menina.

– Já cansou? Eu disse que você era criança e não aguentaria.

Nessa hora a menina sentou em um pulo, ele sabia que ela não gostava de ser chamada de criança e isso a faria responder rapidamente a provocação.

– Não sou criança não, eu aguento, pode continuar sim.

Então Carlos a colocou de lado e se acomodou atrás dela, sabia que ela não aguentaria a rola, então resolveu apenas brincar com aquela bucetinha. Ele cuspiu no pau e colocou entre as pernas dela, roçando sua buceta e seu cu, e então começou a simular os movimentos do sexo fazendo ela ir para frente e para trás.

Vivi ficou maluca, adorou a brincadeira e contribuiu até ter o segundo orgasmo, esse foi mais forte, melou a rola toda e ainda escorreu para a esteira. Carlos a essa hora já estava com uma dificuldade tremenda de não penetrar a menina, ela era muito quente e gostosa, não sabia até onde iria aguentar ficar com o pau la sem fazer merda.

Para evitar machucar a menina, Carlos a fez sentar e começou a mamar seus peitos, Vivi adorou, ainda mais porque ele metia o dedo em sua buceta, algo que a deixou mais excitada ainda e fez gozar novamente. Não aguentando mais ele resolveu avançar um pouco mais, afinal também queria gozar.

– Gatinha, hora de por na sua boca, como fazemos com sua mamãe. Vai aguentar tudo e fazer direitinho?

– Claro que sim, vc vou te provar que sei brincar.

– Então está bem, quero que chupe meu pau direitinho, não pode morder e nem ficar passando os dentes nele. Detalhe, quando eu ficar bem feliz com a brincadeira te darei o leitinho que sai dele. Você gosta de leitinho quentinho?

– Adoro!!!!

– Que bom, mas esse é diferente do que sua mãe compra no mercado, mas tem que tomar tudinho, essa é a parte mais importante da brincadeira.

– Pode deixar, não vou deixar uma gotinha.

Aquilo fez com que quase gozasse sem por as mãos no pau, mas Carlos se conteve, ensinou primeiro a menina a bater uma punheta, depois foi ensinando como chupava, como deveria puxar a pele enquanto mamava, a babar boa ovos, TEC. Claro que ela errou algumas vezes e ele a repreendeu para fazer direitinho e qua do ela cansou ele a fez parar, deitou sobre a esteira e fez com que viesse por cima

Experiente Carlos a ensinou o 69, e nessa posição ela se empenhou mais ainda na chupada, Carlos por sua vez já não aguentava mais e após a terceira gozada da menina ele avisou que iria gozar, que ela deveria beber tudo. Vivi até que tentou, mas foram muitos jatos e ela engasgou, quando tirou o pau da boca para tossir levou mais três jatos de porra na cara e ficou toda melecada.

O casal de amigos entrava na chácara bem na hora em que Carlos estava gozando e viram a cara da filha toda melecada. Vivi limpou os olhos e viu a cara de espanto dos pais, então abriu um sorriso todo sujo de porra para a mãe.

– Olha mamãe, provei para o tio que não sou mais criança, agora sei brincar como você.

Os amigos acabaram por rir da situação, afinal o que aconteceu foi quase que consentido por eles, não tinham como reclamar. Carlos então não pode reclamar de nada, afinal ganhou um presentão e sabia que o final de semana estava apenas começando, sinal de que muita coisa mais gostosa ainda estava por rolar

Se quiserem continuo

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2 Comentários

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  • Responder dominador de casal

    Muito bom a maneira como escreveu deixando claro que e real ,ja vivi experiencias parecidas .Continue

  • Responder Suzi

    Brincadeira gostosa! Quem não aguenta,? Continua por favor!