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Meu Primo Capoeirista – Parte 1/3

1061 palavras | 5 |4.85
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Minha história 100% real de como perdi minha virgindade.

Sou um leitor assíduo desse site mas confesso que tenho muita preguiça de escrever. Hoje resolvi vir aqui para dividir com vocês minhas (poucas) histórias com homens, se gostarem eu continuo.

Meu nome é Henrique, tenho 27 anos e namoro com mulher desde sempre. Essa historia aqui nao é o meu primeiro contato gay mas é quando eu perdi a virgindade, eu tinha 12 anos.

Venho de uma família muito grande, na casa dos meus
avós mora muita gente. Passei parte da minha vida morando lá e eu dormia com um primo chamado Antônio, dormíamos numa cama de casal mas quando tinha mais gente lá éramos colocados em qualquer outro lugar (sempre juntos), afinal de contas éramos as “crianças” ahahahahahah. Antônio tinha 18 anos, 1,90m, uns 85kg, levemente musculoso, cara de safado, pegador geral. Ele não gostava de estudar mas ia forçado, também trabalhava como mecânico. Ele era um cara muito bonito, por isso pegava todas as mulheres da rua que queria e também da escola. Eu era muito mais novo, então ele não gostava de conversar comigo mas sempre que nos reuníamos com mais primos ele me tratava bem, geralmente essas conversas eram sobre sexo e só ele tinha histórias pra contar. Algumas vezes eu puxava assuntos de sexo com ele quando íamos dormir, ficava com pau duro ouvindo ele falar.

Ele é o típico macho falador sabe?! Ele fala o que fez e o que deixou de fazer com as mulheres que comia, repudiada sexo com gay de todo jeito. Eu já era um menino “diferente”, mas inocente. Ele me atraia mas eu jamais tentaria qualquer coisa, Antônio era um heterosexual raiz e acima de qualquer suspeita.

Como falei, ele já me despertava sentimentos estranhos. Eu me arrepiava quando ele vinha brincar de me agarrar, várias vezes tomávamos banho juntos no quintal ou na oficina que ele trabalhava (geralmente era porque estava faltando água) e eu tinha o maior medo de ter uma ereção. Não era fácil me segurar tomando banho do lado daquele homem que tinha um corpo perfeito. E o pau? Foi o maior que já tive contato até hoje. 20cm, grosso, pesado. Sabe aqueles paus que parece de mentira? Eu achava mais bonito quando tava mole, olhava de relance nos banhos e eu queria que o meu ficasse daquele jeitinho.

Antônio era bem rebelde. Entrou numa academia de capoeira escondido da minha avó, ela com certeza não ia gostar de saber disso e ia brigar com ele. Minha família era bem conservadora e tradicional, achavam que capoeira era coisa de bandido. Certo dia eu estava na esquina da rua de uma tia, que mora perto da casa dos meus avós e ele passou de bicicleta com a roupa da capoeira, ele deixava as roupas na casa dessa minha tia (era cúmplice dele), só que nesse dia eu vi. E como boa criança fofoqueira que eu era, falei pra minha avó quando cheguei em casa. Antônio viu que eu o vi com a roupa e ficou muito assustado na hora, mas passou direto na bicicleta. Ou seja, ele sabia que eu que tinha entregado ele.

No outro dia foi uma confusão muito grande em casa por causa disso, eu fingi que estava dormindo mas escutava tudo. Quando ele entrou no quarto começou a brigar comigo, me chamando de fofoqueiro. Ele tava muito puto, muito puto!! Eu fiquei tão mal com as coisas que ele me disse, eu era um verdadeiro fã dele. Ficamos bem distantes um do outro, mal nos falávamos. Eu tava muito triste. Sentia falta das brincadeiras e conversas com ele.

Depois de algumas semanas assim eu resolvi que tinha que me reaproximar dele de alguma forma, o que eu pensei: vou colar nele quando tiver dormindo, meio que sem querer. Comecei a dormir de barriga pra baixo, com o braço estendido pra trás de forma que ficasse perto do pau dele. Sem encostar, claro. Durmo nessa posição até hoje!! A ideia era deixar minha mão aberta lá, e que talvez quando ele se virasse dormindo minha mão ficasse embaixo do pau dele. Fiz Isso várias noites, às vezes quando eu via que ele estava dormindo de lado eu ficava do mesmo jeito de conchinha e ia me aproximando dele até encaixar o máximo que eu conseguisse. Várias vezes ele se mexia e se virava ao contrário, eu ficava puto de ódio e ai voltava a colocar a barriga pra baixo e a mão perto dele. Eu insisti muito nisso, vocês não tem noção. Eu queria que ele tomasse iniciativa, várias vezes estávamos de conchinha bem encaixados mesmo, eu sentia o pau dele (mole ou meia bomba), mas ele não tomava à frente. Eu não ia lá tirar a roupa dele, jamais teria coragem.

Certo dia, depois de uns 3 meses fazendo isso, acho que ele percebeu e finalmente fez algo. Ele deitou sobre a minha mão e eu sentia o pau dele, só que dessa vez estava DURO e pulsando. Meu coração foi a 200km/h, eu fiquei gelado. Não sabia o que fazer. Ele FINALMENTE tinha feito alguma coisa. Depois ele se virou, colocou o pau pra fora, pegou minha mão e apertou no pau dele. Nessa hora deixei minha mão mole, como se tivesse dormindo (que idiota). Aí ele ficou com a mão por cima da minha e começou os movimentos de punheta, eu não consigo descrever a sensação de sentir aquela rola grossa, macia, quente e dura na minha mão. Eu tava tão feliz…. Ele continuou os movimentos até gozar. Melou minha mão e a dele, provavelmente a barriga também. Eu estava de olhos fechados do começo ao fim, não tinha coragem de abrir. Soltou minha mão lá toda suja, virou pro outro lado e dormiu rápido.

Eu mal conseguia dormir, queria bater punheta mas ele tava do meu lado, não dava. Dormi com o pau duro e certo que aquilo aconteceria mais vezes. Meu primo-herói estava voltando pra mim, eu precisava agradar ele mais ainda.

Continua….

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5 Comentários

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  • Responder Moa

    Boa narrativa parabéns.

  • Responder Moa

    Parabéns pelo seu conto . muito top.

  • Responder André Luis

    Parabéns pela narrativa. Isto sim é um conto… (e não as porcarias que tem aparecido por ai). Sua narrativa incita a imaginação!!! Continue por favor!

    • Henrique Moreno

      Fiquei meio retraído de contar minha história e não ser tão “interessante”, mas resolvi relatar exatamente como aconteceu. É bom saber que gostou…

  • Responder Saulo

    Muito bom, esperando a continuação