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Infância 6

768 palavras | 2 |4.40
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Sendo apresentado às texturas, sabores, odores e viscosidade do sêmen.

Continuei então minha sina, era uma ajoelhada aqui outra ali.
Até que algo chamou minha atenção, o sêmen, aquela gosma que eu ingeria ou que era depositada em mim, no meu burro infantil.
Seu Luiz certa vez conversava com outro coroa, idades parecidas, feio, jeito de homem rude, pedreiro soube depois.
Pensei em ir embora ae seu Luiz, falou:
Sr. L – Tiaguinho, esse é um amigo, João, pedreiro de mão cheia, caso seus pais precisem ok.
Eu – Oi, tudo bem.
João apertou minha mão com aquela mão enorme, grossa e firme.
Me retirei, não sem antes perceber que eles falavam baixo, me olhando e rindo discretamente, pude até ter a impressão que João “coçou” o saco.
Acertei, eu estava caindo na boca da homarada, sendo conhecido.
Dias depois coincidentemente descendo as escadas da portaria me deparo com João, descendo com um monte de material elétrico nas mãos.
J – e ae Tiaguinho, tudo bem? Pode me ajudar?
Ajudei, peguei parte do material e o acompanhei.
Tinham uns outros quartinhos, menores, depósitos, entramos ali, antes de sair.
J -Não fica bravo mas o Luiz me falou de vc ( risinho com maldade).
Eu -falou o que?
J – do que vc gosta, mas ó relaxa, segredo. (Fazendo x com os dedos e beijando).
Fiquei em silêncio, ele chegou perto, e disse.
J – posso brincar contigo tb?
Na pouca luz, segurou minha mão infantil e levou na direção do piru dele, e que piru, me assustei.
Era um piruzao gigantesco, hj avalio em uns 21 cm, e grosso, como ainda não tinha sentido ou visto, só nas revistas.
Logo eu estava ajoelhado entre as pernas dele, mesmo ritual, mãos na minha nuca, rolona esgarçando meus lábios, eu babava e me esforçava, sentia cada veia na ponta da língua.
Quase não falava, só sussurros.
J – mama viadinho.
E eu obedecia, queria obedecer, o cheiro me enebriava, mijo com suor, que mistura.
João era experiente, pela primeira vez um macho metia um dedo na minha boca, tirava a rolona e me fazia chupar um, dois ou até 4 dedos, dedos grossos, rudes, sempre me mandando olhar pra ele, adorei esse ritual, me humilhava legal, me colocava no meu lugar, lugar de onde eu nunca mais irei sair, de submissão a machos, homens.
Certo momento, começou a dar pancadinhas com aquela jebona na minha cara, dava pra ouvir o som, sentir o peso, nova ordem.
J – vai no saco viado, com carinho hein.
Fui, enfiei aquele saco enorme até onde consegui, se espalhava na minha cara infantil.
Pentelhos, muitos, sem exagero, criava ali uma papa de saliva e secreção espessa e gosmenta que saía do cabeção.
Meu olho “fechou”, ora o sacao ora a jebona, fechavam uns ou ambos os olhos kkkkk.
Uns quarenta minutos depois …
J – vou ter dar leite viado.
Dei atenção ao saco, já achando que ia engolir sêmen, ledo engano, João tinha os próprios planos, macho ruim, malvado, sádico, sacana.
J – bota a cara viado!
Gozou então, uma quantidade absurda de um sêmen espesso, grudento, nem escorreu, era como uma pasta ou um mingau, até “pedra” de sêmen tinha, tomou todo o meu focinho de viado infantil, me assustei, fiquei meio sem saber o que fazer, mas como eu falei, era macho sacana, espalhou aquele grude na minha fuça, rindo de leve, já com descaso e sadismo, criando ali uma máscara branca.
J – toma viado, o que tu merece.
Adorei aquilo, o conjunto da obra.
Daí ele começou a recolher o que não foi absorvido pela minha cara, e com a mão, enfiava na minha boca.
J – engole essa nojeira boqueteiro.
Meu olho ficou vermelho, minha cara esticou, eu engoli aquela papa, lambia a mãozona rude com vontade, gamei.
Ao final, me deu um pano pra limpar o resquício, vi depois que era uma cueca de pote (vinham 3 quando minha mãe comprava), a dele, que ele estava usando e tinha tirado com o short.
Nova esfregada na minha cara com aquele cheirao de rola e mijo, chegou até a “vestir” minha cabeça com ela, adorei ouvindo o risinho debochado kkkkkk
Nascia ali um admirador de outra iguaria, sêmen de homem, espesso, ralo, grudento o que fosse, amava ser leitado na fuça ou como ele falou, engolir a nojeira dos caras ou coleguinhas kkkkk.

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2 Comentários

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  • Responder FERREIRA

    SEU BOQUETEIRO, VEM CHUPAR O MEU PAU, AQUI E LEITE PURO. MAMADEIRA BOA A MINHA, VEM MAMAR CHUPADOR DE PAU. VEADO.

  • Responder Bob

    Muito bom viadinho, continue assim. Bem safadinho e submisso.