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Dividi minha esposa com meu irmão gêmeo sem ela saber – assumindo a armação

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Continuando a contar como dividi minha esposa com meu irmão gêmeo sem ela saber, quando assumimos a armação, ela passou a ter dois maridos

Dividi minha esposa com meu irmão gêmeo sem ela saber – assumindo a armação.

Três meses depois Márcio voltou ao Brasil para resolver negócios, ia ficar só dois dias.

Se hospedou num hotel próximo ao cliente.
Ele tinha deixado a barba crescer, como Milena o conhecia desde que começamos a namorar, mas deixou o cabelo como o meu.

Combinamos um jantar para apresentar ele oficialmente e podermos conversar.

Rimos muito durante o jantar, Milena se encantou com Márcio e nossas histórias de infância.

Márcio chamou um Uber para o hotel e nós outro para casa.

Enquanto esperávamos, Milena comentou que não éramos tão parecidos, mesmo com o corte de cabelo igual.

Caímos na gargalhada, e ela ficou sem entender nada.

Acordamos cedo para ir trabalhar.
Era sexta feira, durante a tarde combinei com Milena de pegar uma balada a noite, liguei para o Márcio convidei ele e falei para ele tirar a barba e nos vestirmos igual de novo.

Ele se se animou e perguntou se eu ia liberar a gostosa outra vez.

Respondi que a ideia era zuar um pouco com ela, e deixar ver o que ia acontecer.

Márcio chega na hora combinada, Milena ainda está se aprontando, ficamos esperando tomando uma cerveja.

Milena entra na sala com um vestido rosa soltinho de amarrar na frente, cavas enormes na lateral, sem sutiã e scarpin preto.

Estaca na porta olhando surpresa para nós dois e fala.
– Vocês combinaram isso de sacanagem, estão iguais.

Eu respondo.
– Não amor, foi coincidência, aliás costumava acontecer sempre. Quer que eu troque de roupa?

– Acho melhor, vai que eu pego seu irmão sem querer, já pensou?

Caímos os três na gargalhada.

Troquei só a camisa e saímos de Uber para poder beber a vontade.

Comemos uma pizza, depois fomos para uma boate, era noite de rock anos 70 e 80.

Nos acabamos de dançar regado a caipivodka, Milena já estava de pilequinho, sempre que estávamos perto Márcio dava uma passada de mão ou uma encoxada nela no meio da muvuca.
Ela se virava sem saber se tinha sido eu ou ele.

Começou a tocar música lenta, enquanto ela foi no banheiro, Márcio virou e falou.
– Mano, deixa eu dar uns amassos nessa gostosa de novo.

Corremos no banheiro e trocamos de camisa, deixei Márcio sair na frente e fiquei esperando ela no caminho no corredor de acesso.

Vi ela saindo e fingi que estava entrando no banheiro.

Ela sorriu e com a voz pastosa de tanta caipivodka falou no meu ouvido, por causa do barulho da boate.
– Márcio, é um desperdício você ficar sozinho, tem muita menina interessante sozinha na boate.

Olhei em volta pensando na possibilidade, e respondi.
– Nenhuma se comparava a você. Fico satisfeito vendo sua felicidade com meu irmão.

Milena disse
– Amo demais o Marcelo, morro de tesão por ele.
E completou com expressão sapeca.
– Vocês são tão parecidos, que é capaz de eu sentir o mesmo por você.

Me abraçou apertado, senti seu corpo todo tocando o meu, seus seios soltinhos espremidos no meu peito, se afastou um pouco, beijou meu rosto no cantinho da boca, sorriu, se virou e foi andando, rebolado a mais que o costumeiro, então ela olhou pra mim por cima do ombro e vi claramente um sorrisinho safado.

Quando voltei eles estavam dançando, se é que se pode chamar aquilo de dança, a perna direita dele entre as pernas dela esfregando coxa com coxa, rebolando em sincronia, a mão direita dele deslizando pelas costas e bunda, a esquerda apalpando o seio pela cava do vestido, as línguas entrelaçadas num beijo de tirar o fôlego.
Por uns quinze minutos esse show se desenrolou como se só existissem eles dois na boate.

Então ele me fez um sinal por trás dela, apontando para uma área externa isolada, como pedindo permissão.

Concordei com um sinal de positivo, esperei uns minutos e fui atrás.

Encontrei eles sentados num banco meio escondido atrás de um arbusto.
Ele reclinado no encosto, ela no colo dele, beijando a boca, as coxas e parte da bunda de fora as mãos dele por baixo do vestido acariciando a bunda dela.

Ele me viu, e parou uns segundos me olhando, fiz sinal para continuar, ele sorriu, começou a puxar a calcinha dela, ela protestou, ele falou alguma coisa no seu ouvido, ela riu remexeu o corpo facilitando, a bunda toda de fora.

Assisti meu irmão tirar a calcinha da minha esposa, enfiar dois dedos nela e olhando para mim lamber os dedos.

Milena se abriu toda, e meu irmão começou a masturbá-la, de vez quando botava os dedos na boca e lambia.

Depois de um tempo ela se agarrou no pescoço dele mexendo os quadris, eu sabia que ela estava gozando.

Quando se acalmou, ajeitou o vestido, deu um longo beijo nele, falando algo e levantou puxando ele.

Me apressei para voltar para onde estávamos, ela foi ao banheiro e ele veio na minha direção.

Disse que ela pediu para ir embora, pois não aguentava mais de tesão e queria trepar logo.

Ele pedindo desculpas, disse que tinha se empolgado, me puxou para o banheiro dizendo que era melhor eu continuar dali em diante porque as coisas estavam ficando mais sereias que ele imaginou.

Fiquei sem saber o que responder.

Trocamos de camisa novamente e saímos do banheiro.

Ela voltou cambaleando, se pendurou no meu braço e falou para irmos logo embora.

Márcio falou que ia ficar mais um pouco e depois pegar um Uber para hotel.

Olhei para Márcio, depois para Milena, lembrei dela gozando nos dedos dele e falei.
– Amanhã ninguém vai trabalhar, podemos fazer um churrasco.

Virei para Milena e perguntei.
– Você se importa se ele dormir em casa hoje?

Ela assanhada e sem limites por conta da bebida respondeu rindo.
– Se ele não se importar com nosso barulho, porque você me deixou acesa, e agora vai ter que apagar meu fogo.

No Uber ela se jogou em cima de mim, me beijando e se esfregando em mim.

Chegamos em casa, abri a porta e pedi para ela arrumar o quarto de hóspedes para meu irmão.

Assim que ela saiu, tirei minha camisa, entreguei para ele e falei.
– Foi você que acendeu ela, agora vai lá apagar esse fogo. Se diverte e faz ela gozar muito.

Ele ficou atônito, entrei no quarto de hóspedes ele entrou logo atrás, ela estava debruçada terminando de arrumar a cama.

Ele abraçou ela por trás as duas mãos mas coxas subindo o vestido.

Ela deu um gritinho, segurou o vestido e falou.
– Olha o seu irmão aí, esqueceu que você tirou minha calcinha lá na boate.

Virando para mim falou.
– Ele está impossível hoje.

Me deu dois beijinhos no rosto, desejou boa noite e saiu.

Ele me deu um abraço, agradeceu e foi atrás.

Em segundos eu estava ouvindo os risinhos deles, logo depois ela começou a gemer falando.
– Ai amor, isso, me chupa.

Durante boa parte da noite ouvi o barulho dos corpos se batendo, ela gemendo e gritando, gozando, ele urrando que ia gozar dentro dela.

Já estava clareando ele me acordou, estava pelado com as roupas na mão.

Eu sorri, disse que pelo que ouvi ele tinha acabado com ela.

Ele respondeu que eu era um homem de sorte, casado com uma mulher linda e surpreendente na cama.

Fui para o quarto deitei de conchinha com ela e adormeci.

Quando acordamos meu irmão estava com o café pronto.
Milena foi direto para o banho, vestiu uma calçola de malha um short e t shirt largos e veio para cozinha.

Meu irmão cumprimentou com beijinhos no rosto, entregou uma xícara de café para ela e disse.

– Você deve estar precisando, pelo que ouvi a noite foi boa.

Ela sorriu envergonhada e respondeu.
– Não sei o que deu no seu irmão ontem.

O dia transcorreu tranquilo, no final da tarde, levamos ele até o hotel para pegar a mala e deixamos no aeroporto.

A partir desse dia, as videochamadas do Márcio se tornaram mais constantes, Milena sempre vinha participar e foram criando mais intimidade.

Quando completamos um ano de casados Márcio veio ao Brasil comemorar conosco, combinamos um jantar em casa.

Nós dois usávamos calça jeans e camisa de botões.

Milena usava um vestido curto, coladinho marcando a pequena calcinha, fechado na frente por zíper de cima abaixo, que ela deixou aberto até abaixo dos seios, formando um belo decote, deixando evidente que estava sem sutiã.

Durante o jantar bebemos duas garrafas de vinho, no final, Milena já bem soltinha, começou a lembrar da balada na boate e da noite depois.

Me enchi de coragem, levantei e chamei eles para tomar um licor.

Falei para o Márcio que ela tinha gostado mesmo, sempre comentava cheia de tesão daquela noite.

Com um sorriso sacana perguntei se ela lembrava o que tinha falado para o Márcio no corredor dos banheiros pouco antes do show que ela deu na pista de dança.

Ela olhou assustada para ele.

Então eu falei que ele não tinha me contado nada, que na verdade era eu no lugar dele, contei nossa armação daquela noite e da outra também.

Márcio me olhou sem entender nada.

Ela achou um absurdo, perguntou como tivemos coragem de fazer aquilo.

Respondi que eu e Márcio sempre compartilhamos nossas namoradas daquele jeito, eu sabia que ele era melhor de cama do que eu, que eu amava ela demais, queria que ela sentisse o prazer que ele conseguia proporcionar, e também que ele soubesse como ela é fogosa e gostosa na cama.

Ele olhava incrédula de um para o outro, aos poucos sua expressão foi mudando, com um sorrisinho safado se encostou em mim pressionando a bunda no meu pau, e olhando para o Márcio disse.

– Nossa, lembro bem o quanto gozei naquelas duas noites, e como me convenceu a dar o cuzinho pela primeira vez, agora percebo a diferença.

Fiquei surpreso, esperava uma reação pior.

Abracei ela por trás, beijando sua nuca, deslizando a mão pelo seu quadril até a virilha e sussurrei no seu ouvido.

– Gostou de trepar com meu irmão né safada?

Ela manhosa respondeu.
– Pensei que fosse você, amor! Mas não tenho como negar que adorei.

Márcio se aproximou, passou os dedos pelo rosto dela, pela boca, foi descendo pelo pescoço, acompanhando o decote, abriu o zíper bem lentamente, admirando cada milímetro que surgia, deixou só de calcinha.

Espalmei seus peitos por trás, enquanto Márcio tirava a roupa.

Ele enfiou a mão por dentro da calcinha dela pressionando os dedos na bucetinha, enquadro beijava sua boca e a outra mão apertava os peitos.

Era minha vez de tirar a roupa.

Encostei nela por trás lambendo sua nuca, desci deslizando a língua pelas suas costas, ajoelhado tirei sua calcinha.

Márcio levantou uma pena dela, segurando por trás do joelho, lambi a boceta dela estava completamente enxarcada.

Ela gemeu e empinou bem a bunda.

Levantei já encaixando meu pau na buceta dela e enfiei bem devagar.
Quando estava tudo dentro virei seu rosto beijei a boca e falei.
– Agora vai me ter em dose dupla.

Sai de dentro dela, peguei ela no colo pelas pernas, deixando completamente arreganhada.

Na mesma hora Márcio enfiou até o fundo de uma vez.

Ela deu um urro e gozou em segundos.

Nos revezamos comendo ela a noite toda, fizemos a primeira DP dela, e ela dizia que era sonho e queria aquilo para sempre.

No dia seguinte Márcio disse que a empresa de TI dele nos EUA tinha crescido, e precisava de alguém de confiança na vice presidência, e eu era a pessoa ideal.

Nos mudamos para a casa dele e passamos a viver com ela literalmente casada com nós dois, sem distinção, dormíamos os três na mesma cama.

Mandamos fazer três alianças, sendo a dela dupla e entrelaçada.

Ela adora quando eu e Marco nós vestimos igual e saímos os três juntos, as pessoas nos olham curiosas, e ela faz questão de demonstrar que pertence aos dois, beijando na boca, abraçando e se esfregando ora em um e ora no outro.

Montamos outro quarto de casal, porque as vez ela quer para trepar com só um de nós, mas normalmente, preferia ficar com os dois.

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1 comentário

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  • Responder iron hot

    muito bom , gostei, esta cada vez melhor os contos do beto,