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Dando cú por uma pipa

1009 palavras | 11 |4.24
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Tudo começou quando eu tinha aproximadamente 11 pra 12 anos, tinha um amigo inseparável o Duda, eu adorava empinar pipa mais como não tinha e não sabia fazer direito sempre ficava na vontade, pegar um pipa então nem pensar eu era muito delicado pra essas coisas e mesmo quando conseguia os outros moleques tomavam de mim.

Foi quando meu amigo Duda teve uma ideia, disse tem o Carioca que era um menino mas velho lá pelos 17 anos, ele sempre vende pipa pra molecada, vamos ver com ele? prontamente disse sim…

Então num belo sábado fomos até a praça perto de casa pra falar com o Carioca e quando chegamos ele estava empinado pipa de boa, perguntei pra ele quando custava a pipa e logo vi que não ia ter o dinheiro pra comprar, foi quando arrisquei e perguntei se ele não me dava uma pipa, ele disse então dar eu não dou mas, você pode dar que ai eu te dou a pipa. Não entendi no começo o que ele quis dizer com “que eu é que podia dar”, mas ele logo disse que ele queria meu cuzinho a troco da pipa.

Sabe a principio fiquei meio assustado se as pessoas ficassem sabendo e contestei que era perigoso, ele disse pra eu ficar calmo que esse seria nosso segredinho e do Duda é claro, como eu já gostava da coisa e vivia enfiando coisas no meu rabo pra bater uma punheta , acabei aceitando.

Fomos pra casa dele , logo perguntei se não tinha ninguém, ele disse que os pais dele tinham saído e demorariam a voltar, eu nunca tinha dado o cú para um pau de verdade mais como disse antes, já tinha enfiado algumas coisas no meu rabo que foram aumentando de tamanho com o tempo, por último estava usando um frasco de shampoo que era bem grosso e grande, digamos que já estava acostumado a levar no rabo.

Entramos no banheiro dele eu, ele e meu amigo, ele foi logo me encoxando e esfregando o pau dele que já estava duro na minha bunda, eu gostei daquilo, de sentir aquele volume junto do meu corpo.

Logo ele estava de pau de fora e foi tirando minha roupa, senti um tesão enorme ao ser despido por ele minha respiração estava acelerada, ele percebeu me disse pra ficar calmo, pedi pra ele ir devagar e ao mesmo tempo não via a hora de levar aquela rola no rabo.

Ele tirou minha calça e depois baixou minha cuequinha, ele estava com as calças arreadas até o joelho e tinha uma deliciosa e grande pica, daquelas que a cabeça fica todinha pra fora e bem rosadinha, logo deu água na boca mas ele me virou de costas e tentou me penetrar mas estava muito seco e não deu certo logo de cara, então disse pra ele precisa molhar pra escorregar, era como eu fazia com o frasco de shampoo, ele disse então molha aqui pra mim, eu não me fiz de rogado e cai de boca naquela pica, mamei feito um bezerro, tanto que achei que ele fosse gozar na minha boca, ele disse tu é um viadinho safado mesmo heim……

Vira pra mim, disse ele…. e eu virei sem pensar duas vezes e fiquei em pé com as mãos apoiadas no vaso sanitário abri bem as pernas e deixei meu cuzinho a mostra, ele disse logo, tô falando que tu é um viadinho mesmo, tá querendo né, então toma e veio com aquela vara, primeiro a cabeça depois foi tudo até sentir o saco dele batendo na minha bunda, a sensação foi indescritível senti um tremor pelo corpo todo, um frio na espinha e um tesão sem igual, quanto mais ele socava mais eu me abria, olhei para o lado e meu amigo estava batendo uma punheta, disse pra ele, Duda quer que chupe seu pau, ele veio de mansinho e colocou o pau dele na minha boca, o Carioca disse logo isso mesmo viadinho chupa a rola dele sua vadiazinha, essas palavras foram como musica nos meus ouvidos achei que ia gozar, meu pau nesse momento estava mais para pintinho de granja pequeno e mole o que significa que todo meu tesão estava no meu cú.

Senti a aceleração do Carioca no meu rabo e percebi que ele logo iria gozar, respiração ofegante, aumento das estocadas e gemendo cada vez mais auto, ele estava perto de me encher o rabo de porra e eu então estava em êxtase levando no cú e chupando uma rola ao mesmo tempo, era tudo que tinha sonhado e melhor estava acontecendo de verdade.

Em poucos segundos ele gozou no meu rabo senti pela primeira vez aquele leite quente jorrando dentro de mim, ele me puxou com força pra entrar o mais fundo que desse e eu fui a loucura, aquele estava sendo um sábado e tanto meu amigo também gozou mas como ele era novo como eu ainda não tinha porra só os espasmos de tesão quando acaba, o rola dele estava parecendo uma pedra, eu não consegui gozar, fiquei no quase, mas o tesão foi imenso.

Ele começou a se limpar e acabou fazendo eu lavar o pau dela na pia do banheiro, coisa que eu fiz com muito carinho e prazer, eu já tinha colocado minha roupa e estava cheio de porra no rabo bem guardadinha, saímos e eu agradeci a ele, fomos embora eu e meu amigo, quando estávamos no meio do caminho me dei conta que nem peguei a pipa rssss…..

Disse ao meu amigo então, não pegamos a pipa, ele disse é mesmo, já sei disse eu amanhã voltamos pra pedir pra ele me dar a pipa dele de novo.

Voltamos no domingo, mas ai é já outra história que vou contar em breve.

Tony Manso

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11 Comentários

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  • Responder xBiel13

    Teleeeeegramm gostei
    xbiel13

  • Responder Paulo de Souza

    Porra que delícia

    • Tony Manso

      obrigado

  • Responder boneco

    Adorei seu conto, fiz muito isso quando novinho, não ganhava pipa mas era o mesmo tipo de enrolação, Fazíamos troca -troca , mas meus primos, um pouco mais velhos, acabavam só me comendo e eu me “esquecia” de comer eles. Adorava ser enganado por eles. Hoje também sou casado com mulher a 30 anos, mas não esqueço aqueles momentos.
    Voce mora aonde?
    Meu email : [email protected]

    • Tony Manso

      Sou de São Paulo Capital

  • Responder Tony Manso

    Hummm você não sabe o que é bom!

    • Nic

      Deixa eu comer sua mulher rsrs

  • Responder Misael

    O Duda que conheci não comia ninguém, mas chupava e dava muito. E fazia porque gostava, chupava melhor e mais gostoso que as meninas “dadeiras” da quebrada. Não sei se é verdade, mas o que se falava na época, é que em casa, a mãe dele o tratava como uma menina, e até vestia ele como uma. Ele tinha os cabelos compridos, na altura dos ombros, e usava franjas. Enfim, o “nosso” Duda fazia à alegria da molecada. Teve um dia, domingo pra ser exato, fazia muito calor, eu e mais dois amigos, estávamos indo numa escolinha da prefeitura, conhecida no bairro como “parquinho”, pq tinha piscina lá, mas íamos pular o muro, pq domingo era fechado. Encontramos o Duda no caminho, e ele quis ir com a gente. Enfim, entramos no parquinho, zoamos muito…mas o melhor foi a suruba que fizemos com o Duda. No outro dia, qdo nos encontramos, o moleque falou que passou a tarde com cusinho ardendo e escorrendo porra. Disse que gostou e queria repetir a farra. É lógico que demos um jeito de agrada-lo.

    • Tony Manso

      Muito bem, queria ser o seu Duda também

  • Responder Bob

    Parabéns por ter aguentado a rola grossa do seu macho viadinho guloso. Tomara que ele te coma mais até vc ficar bem larguinho.

    • Tony Manso

      Isso foi a muito tempo, hoje sou casado e me tornei um corno manso mamador de primeira