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Seduzido pela filhinha e depois pela mamãe – 2

3873 palavras | 9 |4.95
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SEGUNDA PARTE

Dia seguinte, sábado, e Lucia não trabalhava nesse dia.
Fui o primeiro a despertar e depois de me banhar fui olhar no quarto da Lucia e lá estavam deitadas, mas acordadas e Lucia me deu Bom dia!
Retribui e fui para a sala. Liguei a TV para assistir o noticiário e, em seguida, Lucia, vestida com uma camiseta e um shortinho bem agarrado me cumprimentou com um beijo no rosto.
-Tony, vou fazer café para nós. Se quiser venha para a cozinha assim podemos conversar.
Virou-se e pude apreciar o bumbum mais gostoso que já havia visto, num balanço sutil e erótico. Atrás dela eu fui…
-Tony, o pó de café acabou e tem um pacote na prateleira mas eu não alcanço. Ou subo em uma cadeira ou você pega para mim.
-Claro Lucia, eu pego…
Coloquei-me por trás de Lucia e me estiquei para alcançar o pacote, e não pude evitar o contato com seu corpo, sentindo a maciez de sua bunda contra meu pau.
Desculpei-me e ganhei um sorriso.
– Tranquilo, Tony.
Vi, através da camiseta, que seus mamilos enrijeceram e ela não procurou disfarçar.
Passou o café, serviu-nos e veio sentar-se ao meu lado.
– Tony, faz tempo que não saio para me divertir um pouco. Uma choperia, uma danceteria, qualquer lugar assim.
Desculpe a ousadia, mas, caso você não tenha outro compromisso, poderia ser meu par?
– Claro Lucia, será um prazer enorme te fazer companhia. Também estou precisando espairecer um pouco, me dar alguns momentos de alegria e prazer e sua companhia vai ser tudo de bom.
Mas, pergunto: e Evie? Com quem ficará?

– Não se preocupe Tony, Ana, minha amiga, poderá cuidar dela enquanto estamos fora. Posso ligar e combinar com ela?
-Sim Lucia, pode confirmar.
Passados uns 10 minutos e Evie vêm ao nosso encontro. Só de calcinha. Como havia dormido. Uma camisetinha cobrindo-lhe os nascentes seios beijou meus lábios e os de sua mãe suavemente e sentou-se em meu colo.
Notando meu embaraço Lucia logo interveio:
– Tony, relaxe, pois esse é o costume da Evie. Sempre atrás de um colo para sentar…rs… Era assim com seu Pai e com um amigo dele que morou conosco. Evie, tome seu café e coma alguma fruta. Não precisa sair do colo do Tio Tony, a menos que ele se sinta incomodado.
– Quer que eu saia, Tio – perguntou Evie.
– Claro que não minha linda, adoro ter você em meu colo.
Nisso percebi um ligeiro e malicioso sorriso nos lábios de Lucia, enquanto, de encontro à bunda de Evie meu pau crescia sem que eu pudesse evitar a ereção. Evie se mexia constantemente o que me levava à loucura pois tentava me conter mas era impossível resistir ao tesão que me proporcionava.
Lucia, experiente, percebeu o que acontecia e procurou se mostrar indiferente, tergiversando, e me perguntando se queria mais café. Sempre com um maroto sorriso. Claro…
Evie, como se buscasse melhor posição para continuar sentada em meu colo, ergueu levemente a bundinha e a com a mão ajeitou sua calcinha, puxando-a para o lado e encaixando sua bucetinha e reguinho da bunda em meu caralho. Isso me levou à loucura pois não sabia que atitude tomar…seria Lucia conivente com as diabruras de sua filha? Que segredos ocultavam?
Nisso Lucia levantou-se e pediu licença dizendo que ia à toalete. Mal virou as costas e aproveitei para baixar minha bermuda e minha cueca e libertar meu pau que encaixei entre as pernas de Evie, roçando sua bucetinha que ao toque de minha mão senti estar molhadinha. Segurei-a pela cintura e levei minha mão ao seu diminuto seio que manipulei, suavemente, a palma da mão friccionando seu mamilo.
Evie iniciou movimento de sobe e desce friccionando meu pau contra sua bucetinha e seu clitóris. Com receio que Lucia voltasse logo da toalete puxei o pano de mesa cobrindo, ainda que parcialmente, nossa nudez e intimidade.
Evie, sem qualquer tipo de preocupação virou seu rosto e buscou meus lábios com os seus entreabertos e a língua se enfiando em minha boca, e molhada por sua saliva que suguei avidamente.
Falei em seu ouvido que já não aguentava mais e que iria gozar e ela me pediu que gozasse sim e que ela também já iria gozar…
Ouvindo seus gemidos tive um orgasmo que pensei nunca mais ter outro igual…Enchi a frente de sua bucetinha e suas coxas de porra e ela levantou a calcinha e eu pude subir minha bermuda e minha cueca.
Evie levantou-se me disse que iria ao banheiro para limpar-se. Nisso me ocorreu que Lucia não havia retornado do banheiro e isso disse à Evie que apenas sorriu e lá se foi. Aproveitei e fui ao outro banheiro me repassar e em seguida fui ao meu quarto para apanhar outra cueca e me dirigi ao banho.
Lucia não estava em seu quarto. Fui para a sala e em seguida Evie adentrou a sala já de banho tomado, camisetinha e short bem curtinho que deixava aparecer a polpa de sua bunda quando ela caminhava. Uma delicia de se ver e, claro, tocar e acariciar, assim que fosse possível.
Veio até mim e me beijou nos lábios e marotamente perguntou:
– Gostou Tio? Fiz direitinho? Adorei sentir seu pau entre minhas coxas roçando minha xoxotinha. Gozei bem gostoso no seu pau, Tio.
Aproveitei durante o banho e lavei a calcinha que estava com todo seu gozo nela
– Evie, foi delicioso o sexo com você. Você fode muito gostoso, deixa qualquer homem louco de tesão. Quero ter você sempre. E, pergunto: você não ficou com receio de sua Mãe aparecer e nos ver fazendo sexo? Ela saiu e não voltou. Será que viu alguma coisa?
– Talvez tenha visto mas, Tio, fique sossegado… Vocês vão sair hoje à noite e Mamãe deve ter ido até a casa da Ana combinar para que ela fique conosco enquanto vocês estão fora.
– Está bem Evie, vou dar uma caminhada. Você quer vir comigo?
– Sim, Tio, quero sim. Vamos lá.
Assim que saímos encontramos com Lucia que vinha voltando e acabou juntando-se a nós em nossa caminhada. Lucia estava deslumbrante vestindo calça legging que marcava e realçava todas as formas de seu corpo. Suas nádegas. sua buceta, suas coxas…
A blusa Top deixava seu maravilhoso ventre desnudado.
Eu estava me sentindo desconfortável pois as duas, Mãe e Filha, chamavam a atenção e não havia homem algum que não as olhasse com gulodice.
Fui salvo por Evie, disse que queria voltar para casa. E assim o fizemos sem livrar-nos dos olhares cobiçosos dos machos anônimos.
Evie ia de mãos dadas comigo e Lucia fez o mesmo. Quem nos via acreditava que éramos marido e mulher e Evie nossa filha.
Chegamos em casa e fomos para a cozinha e com o calor decidi beber uma cerveja no que fui acompanhado por Lucia.
Evie se serviu de um refrigerante.
Acomodamos-nos, Evie ao meu lado, Lucia no outro lado da mesa. Evie levou a mão para meu colo e pegou no meu pau por cima da bermuda, manipulando, apertando, fazendo ele crescer em sua mão e penso que Lucia sabia o que ela estava fazendo, pois era visível o movimento de sua mão e me era difícil disfarçar minha excitação. Para disfarçar comentei:
– Lucia, você está muito bonita e atraente com essa roupa, essa calça jegging que modela teu corpo todo. Deixou babando todos os homens que por nós passaram…rs… se me permite dizer, simplesmente deliciosa. Sem falar da sensualidade da Evie com esse shortinho. Irresistíveis, as duas.
– Obrigada Tony, fico lisonjeada e feliz por saber que você gostou. Percebi seus olhares famintos…rs…e adorei. Claro que a Evie também é muito sensual e provocante, apesar da pouca idade.
– Tio, você não tirava os olhos da minha bunda e da bunda da mamãe…rs…Gostou tanto assim?…rs…

– Sim Evie, gostei. Vocês são tentadoras. Gostosas de mais;
Almoçamos, já por volta de 14:00 hs. e assim que terminamos Lucia se aproximou, tocou meu ombro e deu-me um selinho na boca e Evie sorriu maliciosamente. Lucia falou:
– Tony, vou comprar algumas coisas na drogaria e não devo demorar. A Evie te faz companhia até o meu retorno.
– Tudo bem Lucia. Não se esqueça de nosso compromisso para esta noite. Ela me jogou um beijo e saiu.
Sentei Evie no meu colo e busquei seus lábios, enfiei a língua, chupei a sua, e tirei sua blusinha deixando seus pequenos seios desnudados. Tomei um seio em minha mão e passei a chupar, sugar o outro, aquele mamilo pequenino arrepiado com minhas caricias e a voz de Evie que me enlouquecia ainda mais me pedindo:
– Assim Tio, chupa, mordisca, me deixa peladinha e me fode gostoso…aiii Tio que gostoso…vai Tio…tira meu shortinho e minha calcinha…assim…
De pé, ambos, Evie já nuazinha, com sua bucetinha, suas coxas, seus seios, sua mãozinha segurando meu pau e em seguida tirando minha bermuda.
Peguei no colo e a coloquei sentada na beirada da mesa, as perninhas abertas, sua bucetinha com seus lindos lábios, totalmente disponível.
Abaixei-me e meti a boca na sua bucetinha, suguei, tomei seu clitóris entre os lábios, meti a língua, ela gemia, choramingava, e me pedia: Tio chupa, chupa tio, que delicia, enfia o dedo na minha bucetinha, mas não para de chupar… Aiii Tio vou gozar na tua boca, agora… aiii…você fode gostoso Tio…
E senti seu orgasmo em minha boca, cheiroso, saboroso. Enfiei o dedo em sua bucetinha, devagarzinho, e não encontrei obstáculo e então me dei conta de que ela não era mais virgem. Bem apertadinha, sim, mas não tinha mais o cabacinho.
Como havia cobiçado sua bundinha quando estávamos na rua, virei de costas, debruçada sobre a mesa, e me ajoelhei, apalpei suas nádegas e abri o reguinho de sua bunda, deixando seu cuzinho exposto. Lambi todo seu reguinho, enfiei a língua em seu cuzinho, ela gemia, suas pernas para que ele fosse se alargando, tremiam, lambuzei seu cuzinho todinho enfiei um dedo e massageie, até senti-lo relaxado e encostei meu pau naquele botãozinho. Cutuquei mas senti que teria que lubrificar se quisesse enfiar pelo menos um pouco.
Virei-a de frente para mim e ela se ajoelhou e tomou meu pau em sua boca, agora enfiando ele todinho, babando nele, passando a língua, mostrando que já havia chupado muitos paus e que sabia como fazer.
– Evie, minha putinha, quem te ensinou a chupar assim?
– Primeiro o Tio Pedro, depois o Papai.
Seus lábios tocavam a cabeça do meu pau, sua língua cutucava o buraquinho dele, suas mãos, uma no pau e a outra afagando minhas bolas e vez em quando, seu dedinho friccionando meu rego e passando de leve pelo meu cu.
– Evie, você fode melhor do que qualquer mulher profissional e vai ter que ser minha para sempre. Isso, continua chupando assim, mas depois quero meter na sua bucetinha. Você não é mais virgem e acho que você sabe. Quem tirou seu cabacinho? O Papai ou o Tio Pedro?
– No começo eu sozinha com um pau artificial, de borracha, que achei no armário da Mamãe. Todo dia eu enfiava um pouquinho, até que acabou entrando todinho e nem dor senti. Então avisei Papai e Tio Pedro, mas só uma vez eles me penetraram, sem enfiar tudo e gozaram fora, nas minhas coxas. às vezes um de cada vez e às vezes os dois juntos.
– Meu tesãosinho, me fale a verdade tua Mãe sabe?
– Sabe Tio, ela sabe e é sobre isso que disse que te falaria depois. Agora que você sabe promete que não vai embora, que não vai nos deixar?
– Prometo Evie, mas agora, quero entrar só um pouquinho na tua bucetinha, Vou me sentar e você senta no meu pau e controla o quanto quer que ele entre. Está bem assim?
– Sim Tio, mas não goza dentro dela pois não tomo nada.
– Está bem meu tesão, vem, desce a bucetinha, abre bem as perninhas, assim, encaixa a cabeça do pau na tua racha, isso, ela está bem lubrificada do teu gozo, assim, vai sentindo a cabeça entrando, devagarzinho…Está doendo? Se estiver me avisa.
– Não Tio, não está doendo, está gostoso demais mas não quero que você enfie tudo, só assim, a cabecinha pra eu gozar nele; Eu já vou tio, tira, goza nas minhas coxas, isso, agora, aiiiii…aiiii…
Tirei o pau fora e gozei entre suas coxas e ficamos os dois, extenuados.
Passados alguns minutos fomos ao banheiro e nos limpamos.
Fomos para a sala e então pedi que ela me contasse tudo a respeito do que ocorreu e do que ocorria e como, com somente 13 anos ela tinha esse comportamento de quase mulher feita. Então ela me revelou que na verdade já havia completado 13 anos mas que isso pouca diferença fazia para a forma como ela adquiriu essa experiência e conhecimento sexual.
– Titio, prometo que vou contar tudo mas só depois de você ter voltado do programa da noite com a Mamãe. Tio, você não comentou e eu pergunto: Você não encontrou uma calcinha usada deixada na sua cama?
– Sim Evie, encontrei e a guardei no meio das minhas roupas. Deliciei-me com ela, cheirinho da buceta, sumo do orgasmo que lambi. Por que a pergunta? Sei que era sua pelo tamanho da calcinha.
– Rsss…Tio, vai ser uma surpresa…rs…
Penso que Mamãe está de volta e já deve ter vindo com a Ana que vai ficar me fazendo companhia. Vou esperar acordada até vocês voltarem.
Realmente era Lucia que havia voltado na companhia de sua amiga Ana.
Após as apresentações Lucia foi banhar-se e se preparar para sairmos e eu fiz o mesmo.
Ela estava linda, com um vestido preto, leve que chegava até um pouco acima dos joelhos, decotado, e, permitia e denunciava que estava sem soutien. Era lindo o reguinho dos seus seios morenos e os mamilos que feriam o leve tecido de seu vestido. Seus lábios carnudos, rubros de batom, e a suave maquiagem deixavam-na ainda mais atraente e sensual.
Não me contive e elogiei sua beleza sob aprovação de Evie e Ana, que nos desejaram bom divertimento, acompanhado de um selinho na boca que ganhei de Evie.
Lucia preferiu ir em seu carro que estava mais à mão para sairmos da garagem e, de comum acordo decidimos ir a um Bar dançante romântico, em Moema, e, para finalizar a noite, se nos apetecesse ir uma sessão da meia-noite em um cinema no Shopping e que exibia um filme que há algum tempo Lucia queria ver.
Ficamos nossos pedidos de bebidas e, fiquei todo o tempo de mãos dadas com Lucia e decidimos dançar. Que delicia ter seu corpo contra o meu, minha mão em sua cintura e meus lábios roçando sua face, sua coxas de encontro às minhas, seus seios em meu peito, minha mão em sua cintura e descendo até sua bunda. Fiquei logo de pau duro de encontro às suas coxas e ela buscou meus lábios e trocamos um demorado beijo.
– Lucia, quero você, quero te ter, você vai ser minha.
Ela sorriu e disse:
– Sim, eu esperava por isso…quero ser tua. Já te desejava há muito tempo, mas a distância não nos favorecia. Depois que me separei do Aldo não tive relação com nenhum homem. Fiquei muito feliz quando a Tia Isaura me perguntou se você poderia ficar em minha casa até se acomodar em Sampa. E eu lhe disse: Claro Tia, vai ser um prazer receber o Tony.
Mas Tony, eu te pergunto: você está gostando de viver conosco? Em minha casa? Sei que temos muito a conversar…
– Lucia, estou adorando viver com vocês, e…
– Tony, depois falamos. Ok?. Podemos ir ao cinema? A ultima sessão não tarda a começar.
E lá fomos nós e, pelo adiantado da hora, o cinema estava quase vazio e a sessão já havia começado. A fileira em que nos sentamos estava vazia, e nos sentamos bem no meio dela.
Acabamos de sentar e busquei os lábios de Lucia, agora num beijo de língua, afaguei seus seios e ela levou a mão ao meu pau. Apertou, burilou, punhetou, assim como fazia sua filhinha, levantei seu vestido e acariciei suas coxas, enfiei os dedos por debaixo de sua calcinha, e. oh que delicia, tive sua buceta em minhas mãos, passei os dedos entre os lábios daquela delícia, acariciei seu clitóris enquanto ela tirava meu pau para fora e o punhetava com vigor. Desnudei seus seios e os chupei, mordisquei seus mamilos, lambi, suguei, acariciei ouvindo seus gemidos de prazer. E, ela buscou meu pau com sua boca, e começou uma deliciosa e torturante chupada, primeiro com os lábios só na cabecinha, as mãos punhetando, e depois, enfiando meu pau em sua boca e chupando, lambendo, salivando e cuspindo nele e com a mão apertando até que não consegui mais resistir e gozei em sua boca. Ela continuou sugando sem desperdiçar uma gota sequer de minha porra. Foi a melhor chupeta que já tive em minha vida. Pegou um lenço, limpou os lábios e me sorriu:
– Gostou Tony?
– Oh! meu tesão, adorei! Você é uma delicia e agora quero que você goze também.
– Tony, não quero assim, aqui, desajeitados. Vamos para casa. Mas, não quero que você me julgue vulgar por causa disso e de outras coisas que depois falaremos. Venha vamos sair daqui.
Fomos conversando no carro, e eu falei sobre a Evie, e se ela sabia o que estava acontecendo. Ela só me olhou e aquiesceu.
– Sim, eu sei, mas depois falaremos sobre isso, Já deveríamos ter falado. Vamos primeiro chegar em casa.
– Mas, Lucia, você sabe tudo?
– Sim Tony, tudo.
– E por que não me conta tudo agora?
– Quer que eu pare o carro e leve algum tempo contando? Penso que a Evie já deve estar dormindo e preciso liberar a Ana. Pode ser? Não queremos te perder e espero que isso não venha a ocorrer.
Já estamos chegando em casa.
– Claro Lucia, minha querida. Assim será.
De fato, Evie já havia dormido e Ana assistia TV. Abrimos uma garrafa de vinho e brindamos os três por esses momentos tão felizes.
Ana se mostrou muito receptiva e feliz por estar vivenciando esses momentos conosco.
– Tony! Posso chamá-lo assim? Lucia tem me falado muito a seu respeito.
– Claro Ana, fique à vontade. Mas o que ela fala mal de mim? …rs…
– Rs… Nada de mal, só da alegria de você estar fazendo parte da vida dela e da Evie. Seja bem vindo, meu amigo e conte com meu apoio!
– Obrigado Ana, um prazer te conhecer. Além de gentil você é uma mulher muito bonita.
– Obrigada Tony! Bem já vou indo. Tenham uma ótima noite, Beijos…
– Bem, Lucia, agora só nós dois. Eu quero você, mas o que tem para me contar? É sobre a Evie? Me parece que você já sabe o que acontece entre nós dois, pelo menos é o que você me deu a entender.
– Sim Tony, sei que ela transa com você, assisti a transa de vocês na cozinha, fingindo que havia saído, e me enchi de tesão. Ela me conta tudo o que acontece entre vocês e isso me enche de tesão.
Sabe aquela calcinha que ela deixou em sua cama? Tinha sumo do orgasmo dela e do meu. Ela tirou a calcinha e esfreguei na minha buceta e pedi para ela por na sua cama enquanto você dormia. Ela me contou que você cheirou, lambeu e se masturbou com a calcinha dela em seu rosto.
Tony, a Evie despertou para o sexo com apenas 12 anos, provocando seu pai e depois o amigo dele – Pedro.
Buscamos ajuda e então soubemos que ela tinha excesso de apetite sexual ou desejo compulsivo por sexo. Não tivemos como evitar que ela andasse seminua pela casa e se sentasse no colo de um ou de outro. Melhor que satisfizesse seus desejos em casa do que com qualquer pessoa de fora.
Tive que aceitar, mesmo contra meus princípios éticos e morais e passei, ainda que constrangida, a instruí-la e ao seu Pai e ao Pedro quanto a manter sua virgindade e procurando, sempre que possível estar presente durante esses jogos sensuais, o que, por consequência, passou a me excitar fortemente, e me encher de tesão, o que nos levou a praticarmos o sexo a três, eu sendo fodida pelo meu marido e tendo relação lésbica com a Evie. Enquanto eu era fodida por ele, chupava a bucetinha da Evie, sugava seus seios e ela gemia de tesão até gozar em minha boca. Ela aprendeu também a deliciar-se com meu corpo, meus lábios, meus seios, minha buceta.
E assim, essa situação perdurou por basicamente um ano até que descobri que meu marido tinha uma amante a quem sustentava e que era Mãe de um filho seu. Ela é irmã do Pedro, seu amigo. Expulsei os dois de minha casa e me divorciei.
Quando você veio morar conosco não sabíamos como deveríamos comportar-nos, mas vislumbramos a possibilidade de seduzi-lo e tê-lo para nós duas, porém, tínhamos receio de que você não aceitasse essa situação.
Então combinamos de primeiro a Evie te seduzir e ver qual seria sua atitude e, se você aceitasse como de fato aceitou, eu treparia com você e daríamos inicio a essa deliciosa relação sexual a três… Eu, Você e a Evie. Aceita Tony? Fique morando conosco de vez e seja nosso homem, nosso macho. Queremos que passe a dormir conosco em nossa cama.
– Claro que aceito Lucia! Morro de tesão por vocês duas e quero ter as duas juntas. Vem, agora quero fazer amor com você. Quero você nuazinha, quero sugar teus seios, apalpar tua bunda, te chupar todinha, te foder bem gostoso.

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9 Comentários

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  • Responder Beletrista

    Caros leitores, este e os demais contos que publico são pura ficção tratando-se de simples fantasia.

  • Responder Tarado pelas novinhas

    Seu conto é sensacional continue

    • Nando

      Cadê as continuações

  • Responder Nando

    Continua
    Esse conto e muito bom

  • Responder Rafaella

    Bem contado… Beijos !!

  • Responder Anonimo

    Continua logo

    • Beletrista

      Beijos também para você Rafaella.

  • Responder Predador

    Adorei o conto , diga como foi com as duas ao mesmo tempo
    Conte a 3 parte

    • Beletrista

      Vou contar