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Perdendo a virgindade com o desconhecido do Metrô

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Antes de mais nada, preciso dizer que essa é uma história real e meu primeiro relato, sobre como perdi minha virgindade aos 13 anos com um desconhecid

Eu tinha por volta de 13 anos na época, estudava no período da tarde em um colégio prestigiado na Zona Norte de SP e sempre voltava de metrô. Por ser colégio particular, o uso do uniforme era obrigatório e eu particularmente adorava como a calça deixava minhas coxas e minha bunda mais marcadas. Eu era um garoto relativamente alto para a idade, meio fortinho – não malhado – de coxas e bunda farta. Na época em questão, vôlei, handebol e skate eram atividades esportivas que eu sempre praticava, então tinha pernas bem trabalhadas.

Como comentei, sempre dei preferência de voltar de metrô pra casa e fazia baldeação na Sé para pegar a linha 3, sentido Itaquera e assim que embarquei, deixando a mochila à frente do corpo, senti a presença de alguém atrás de mim mas não dei importância, apenas continuei ouvindo música no celular até o trem começar a andar e foi quando eu senti a leve pressão de algo contra minha bunda. 13 anos, já tendo noção de que eu gostava de homens, batendo punheta e com os hormônios à flor da pele, apenas tentei olhar pelo reflexo da janela quem estava atrás de mim mas não consegui, apenas senti uma mão discretamente segurar minha cintura e instintivamente empinei minha bunda. E em resposta, a pressão novamente, mais forte e pulsante contra ela, o homem atrás de mim estava bem excitado e isso me fez sentir um calor anormal.

Durante o trajeto, ele ficava me encoxando, apertando minha cintura e a mochila ajudava a esconder a mão dele de quem estivesse sentado à minha frente. Eu deveria descer na estação Bresser e quando ia me virar para sair, morrendo de tesão, ele sussurrou, com a voz rouca próximo a meu ouvido. “Pode descer no Tatuapé?” Apenas assenti que sim e continuamos até tal estação, onde ele me guiou para dentro do shopping, indo até a guarita de estacionamento para pagar o mesmo e logo estávamos no carro.

Em nenhum momento senti receio ou medo, mesmo estando dentro do carro de um desconhecido, eu não queria saber de mais nada. Assim que entramos na parte de tráz, começamos a nos beijar e que delícia de beijo o cara tinha. Era gostoso, quente, forte, suas mãos apertavam e deslizavam sobre minhas coxas e minha bunda e ele movia o quadril de cima a baixo enquanto ele me fazia cavalgar seu colo. Mesmo ainda vestidos, era possível sentir o tesão que nos consumia, o carro já estava se tornando abafado e os vidros embaçados.

– Podemos ir para outro lugar?

A pergunta me fez ter certeza que era ali que eu ia dar pela primeira vez. Eu não era santo, eu sabia bem o que aguardar, ou pelo menos em teoria, afinal, já via muito porno e já lia muitos contos para saber o necessário. Respondi que sim e logo nos ajeitamos, ele indo para a frente e eu me mantendo no banco de trás por sabe-se lá quanto tempo e quando paramos, parecia ser a parte da frente de um escritório.

Adentramos o local e ele acendeu a luz, pelo que me lembro, o escritório era simples mas amplo, havia um sofá caramelo num canto e lá voltamos a nos beijar. Eu adorava barbas e ele sempre me fazia gemer quando roçava ela pelo meu pescoço em meio a mordiscos e beijos, suas mãos logo se livrando do meu uniforme enquanto minhas mãos deslizavam pelo peitoral dele. Ele era mais alto que eu, beirava a uns 30 anos e estava de social, outra coisa que me desperta tesão até hoje.
Ele não tirou a roupa, apenas se levantou e abriu o zíper da calça e colocou o pau moreno para fora da abertura. Estava babando, o cheiro de macho era forte, um misto de suor e mijo que me deixou ainda mais excitado, meu pau, mesmo pequeno na época, parecia doer, mas babava descontroladamente.

– Chupa.

A ordem veio direta, eu já havia chupado um ótimo quando éramos mais novos mas nunca um pau adulto, estava ansioso e um pouco nervoso, segurei então ele perto do saco e passei a língua pela cabeça, o gosto era estranho, forte, mas inibriante e tomando cuidado com os dentes, eu passei a engolir a cabeça, tentando cada vez mais engolir tudo mas me era impossível. Mesmo ele forçando um pouco e me fazendo lacrimejar, não conseguia passar mais da metade sem engasgar e sem babar fartamente, cada vez que puxava o ar, sentia mais prazer.

Não sei quanto tempo ficamos assim mas em determinado momento ele me colocou de costas para ele, ajoelhado contra o sofá e me forçou a ficar com o peitoral encostado no mesmo, a bunda bem empinada.

– Você já deu?
– Não, é minha primeira vez. – Respondi quase num sussurro com medo dele parar mas não, ele apenas sorriu e se abaixou atrás de mim e foi quando eu senti que estava no paraíso.
Se a barba dele contra meu pescoço era excitante e o beijo era gostoso, sentir ele chupando e linguando meu cuzinho era ainda mais incrível e ele fazia com gosto. As mãos afastavam minha bunda e ele fazia questão de esfregar a barba antes de deslizar a língua e pressionar sobre meu cuzinho, eu mordia os lábios, gemendo e automaticamente passei a mexer a bunda, sem jeito, e quanto mais eu mexia, mais ele parecia me foder com aquela língua enquanto sugava gulosamente a mim. Eu sentia meu pau pulsar e meu cuzinho piscar. Eu queria sentir ele todo dentro de mim, não me preocupava nem mesmo com o horário para voltar pra casa e muito menos com a dor que lia quando se dava a primeira vez. Eu apenas queria sentir ele todo dentro de mim.

Ele se levantou, não me deixou olhar para trás quando eu tentei, apenas segurou mais forte minha cintura e deslizou a cabeça do pau entre minhas bandas, pressionando o cuzinho até começar a forçar, me fazendo gemer e apertar os dedos contra o estofado, a única coisa que eu fiz para abafar os gemidos foi pressionar o rosto ali também enquanto sentia forçando até ouvir um estalo.
Sem dor. Sem ardência. Meu tesão era tão grande que eu não senti nada, apenas quando ele parou, já todo dentro de mim, que senti sua calça e o saco contra minha bunda. Eu havia aguentado todo ele de uma vez, não sei até hoje quantos cm tinha, mas para mim era grande, com uma grossura considerável, e eu estava me sentindo completamente preenchido por ele.

Após poucos segundos parados, ele passou a se mover, primeiro lentamente, até a cabeça quase sair de dentro do meu cu e depois voltava a colocar até a base. Era gostoso, meio desconfortável a princípio pela sensação de que eu poderia cagar a qualquer momento mas era apenas impressão e logo ele estava socando mais forte, mais rápido e os estalos abafados pelo tecido eram excitantes. Podia sentir cada centímetro dele entrando e saindo, a cabeça empurrando meu interior que em resposta, parecia se contrair e apertar aquele pau que me fazia contorcer de prazer enquanto ele me fodia.

Senti em determinado momento seu corpo se debruçar sobre o meu, um dos braços abraçando meu corpo enquanto ele voltava a me beijar, os urros eram altos e eu podia sentir seu pau pulsando dentro de mim, eu tentava rebolar para dar mais prazer mas com a outra mão ele apertou minha cintura, como quem pedindo para ficar parado e em estocadas rápidas e curtas, senti a porra dele me invadindo ao mesmo tempo em que ele me beijava e apertava mais fortemente e em resposta, sem nem ao menos me punhetar, eu também gozei, melando o sofá e sentindo minhas pernas e corpo tremerem até eu deitar um pouco, respirando em busca de ar antes dele ajeitar as coisas e eu me arrumar.

Após nós ajeitarmos, entramos novamente no carro e a caminho de volta da estação, o único problema veio em mente: eu não tinha dinheiro para a passagem de volta e após comentar com ele, ele abriu a carteira e me deu vinte reais, e foi assim, ainda com o cu leitado que eu voltei pra casa, com o cuzinho levemente ardido mas ainda cheio de tesão. A única coisa que eu me arrependo é de não ter perguntado o nome dele, se tornando até hoje o desconhecido do metrô.

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11 Comentários

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  • Responder Julio

    Gente, adoro contos. Mas fiz a seguinte observação: os caras falam de cu como se fosse buceta. Está sempre prontinha para ser fudida, não precisa de chuca, não suja nem um pouquinho o pau do cara. Não falam do lubrificante, como se cu tivesse lubrificação natural…
    É exitante o fato de acontecer ao acaso, mas esses detalhes deduram a farsa, ao menos para mim.

  • Responder Fernando

    depois vc deu mais vezes nessa epoca de estudante se sim conta mais

  • Responder Fernando

    Oi mlk foi quando isso se passo eu pego essa linha todos os dias como faco pra te conhecer blz

    • @nastyboybr

      Eu tinha 13 anos na época, hoje tenho 26 haha mas se quiser a gente pode trocar uma ideia

  • Responder mial

    emocionante dar o cú para desconhecido.
    o pau entrou sem resistência alguma.
    e era a primeira vez do moleque.

    queria eu dar sem sentir dor. …5 estrelas.

  • Responder Flash

    Muito bom

  • Responder JhonPedoro

    Me lembra a minha primeira vez, tbm com um desconhecido, mas eu tinha 14 anos e foi num terminal, só q eu literalmente n senti nada, pq o fdp usou anestésico em gel no meu cu, pelo menos usou camisinha, mas queria ter sentido o arrombo 😔

  • Responder Meninão

    Gostei do conto, mas usa camisinha pra dar esse seu cuzinho gostoso moleque.

    • JhonPedoro

      Camisinha é importante, mas uma gozada no cuzinho, na cara ou na boca é uma delicia, n tem como negar

    • @nastyboybr

      Foi tão inesperado e tava tão empolgado que vacilei em não pensar nela

  • Responder André

    Nossa… que tesão de contos…. muito gostoso… @Oliveira9910.meu telegran.