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Natália e Katy, de férias com perversos

3023 palavras | 2 |4.16
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Minha irmã já estava sendo forçado a dar o cu para o negão, ela chorava, berrava como uma garotinha, que horror ver aquilo e não poder fazer nada…

Era para ser uma viajem de férias e negócios, pois meu homem, arranjou que viajássemos para o interior do Maranhão, sua cidade natal, ele tinha um sitio que venderia, pois seus pais não tinham condições de cuidar. Seria um bom dinheiro para investirmos em nosso negócio.

(Não deixe de ver esse conto com vários vídeos e fotos sobre o conto em julydelicias.blogspot.com )

Fazia tempo que não tirávamos férias e combinamos a viagem juntamente com minha irmã mais nova e seu primeiro namorado.

As férias foram frustrantes e traumáticas, mais passou e hoje consigo escrever à respeito.

Eu sou a Natália, tenho hoje 22 anos e o ocorrido foi em 2018. Tenho 1:65 mt, sou branca, cabelos castanhos claros e cumpridos e nunca tinha saído de São Paulo.

Minha irmã Katy, era três anos mais nova que eu, tinha mesma altura minha, cabelo pretos e temos uma ótima forma física.

Chegamos ao Sitio, que estava bem conservado, os pais de meu marido já estavam morando na cidade e o sitio era cuidado por empregados e iríamos passar uns vinte dias até concretizar o negocio. Passeávamos muito à cavalo e estávamos nós divertindo muito.

Já tinha um comprador para o sítio, que havia dado um sinal e tudo era só alegria.

Foi quando numa sexta feira a tarde, resolvemos passear de cavalo e queríamos ir a um rio para nadarmos, meu marido lembrou-se de um rio que ele ia quando criança e fomos preparados com roupa de banho para nadarmos, disputamos até uma pequena corrida de cavalos e eu e minha irmã perdemos, pois tínhamos medo de correr muito.

O rio era distante e ficava na fazenda de um outro proprietário e após uma hora à cavalo, chegamos; não havia uma alma viva, estava totalmente deserto.

Amarramos os cavalos, tiramos nossas roupas, ficamos de biquíni bem descente, nadávamos e brincávamos, com meu marido tirando uma casquinha de mim e tava de pau duro, mais tudo bem discreto, pois minha maninha ainda era virgem e não queria envergonha-la com o namorado.

Já tinha passado uma hora de diversão, quando ouvimos um trotar de cavalos e aproximaram rapidamente seis homens, quando gritaram:

_Ei !!! isso é invasão de propriedade, saiam já da água….. agora mesmo!

Eles estavam com rifles e revolveres e já foram apontando em nossa direção, meu marido foi saindo do rio e encaminhando em direção a eles e foi falando em voz alta:
_Calma pessoal, somos vizinhos e estamos só de passagem… estamos só se refrescando!

Quando o meu marido já estava fora da água e se encaminhava para o grupo seguido por Ricardo, namoradinho da Katy e como os homens já haviam desmontado e um deles foi de encontro aos dois com aquela espingarda nas mãos, meu marido ainda pode dizer:

_Aí pessoal, não é invasão, meu nome é Paulo!

Foi quando o mais forte deles, desferiu um violento golpe no estomago de Paulo com a parte larga do rifle, ele gritou e inclinou-se para frente se curvando e já levou uma pancada na cabeça com o lado da madeira da espingarda, ficando caído no chão.

Ricardo gritou e já levantando os braços bem alto acima da cabeça:

_Calma, não somos bandidos, não precisa agredir ninguém, estamos desarmados e em paz, não precisa disso!

Foi o mesmo que ele não falar nada e recebeu a mesma violência de um negro chamado de barba e caiu inconsciente.
Outros dois homens, seguindo instrução do homem mais forte, pegaram cordas e amarraram os braços dos dois nas costas.

Tudo foi muito rápido e o susto e o medo tomaram conta de nós duas, que já estávamos fora da água e gritávamos em total desespero e nisso eu e minha irmã fomos agarradas pelo pescoço, o cara forte me deu uma gravata e o outro negro de barba agarrou o pescoço de minha irmã.

Eu gritava:

_Que isso, por favor parem, o que vocês querem, eles estão sagrando, deixem a gente ir, eles precisão de cuidados, vamos embora e não voltaremos mais aqui, por favor nos soltem!

Estávamos ali seminuas e dois negros estavam colados na nossa bunda, dizendo:

_Os viadinhos vão sobreviver, isso é pra ficar esperto, não tamo dê brincadeira, as pessoas da cidade são muito metido e acha que pode tudo, de onde vocês são?

_Não admitimos forasteiro e turistas na nossa fazenda!

Eles falavam meio caipira e eram muito rude, daí respondi:

_Somos do Sudeste e meu marido veio só vender o rancho e estávamos passeando, não fizemos nada de mal.

Responderam:

_Então vocês é puta da cidade grande, ei pessoal, aqui temos duas rampeiras da cidade… sua vadia vamos mostra como tratamos as putinhas que invadem terras por aqui!

_Aqui ninguém invadi nossas terras e fica por isso mesmo!

Ele me empurra pra frente e diz:

_Vocês são duas vagabundas, isso sim, fica se mostrando sem roupa, pensando que aqui não tem macho hem suas putas!

_Se esses viados deixam as cadelas andarem peladas é porque querem ser cornos ….então balancem esses rabos pra nós, pelo menos vocês são umas putas de primeira!

Todos batiam palmas e davam risadas, resmungando:

_São bem gostosa mesmo em patrão, vai deixar nós foder essas vadias também?

Paulo e Ricardo estavam sentados junto aos cavalos e Ricardo começava a retomar a consciência, minha irmã e eu chorávamos e tremíamos muito e eu percebi que iríamos ser estupradas e bem devagar peguei a mão da Katy e puxando forte saímos correndo e gritando por socorro.

Até conseguimos correr bastante e gritávamos muito pedindo ajuda, mais não foi o suficiente, pois fomos pegas e arrastadas pelos cabelos até a beirada do rio novamente. Ficamos todas arranhadas pela mata fechada e pelas quedas.

De frente aos dois caras novamente, ficamos sabendo serem irmãos e filho dos patrões daquelas terras.

Começamos a receber chicotadas na bunda e nos braços e perguntavam:

_E ai suas vadias, vão obedecer ou quer que eu afogue os cornos, vão ser boazinhas ou eu arrebento vocês na porrada, aqui puta só leva ferro!

Eu chorando e implorando que nos deixassem ir, não conseguia obter piedade daqueles selvagens, que falava:

_Pare de chorar, qual o seu nome?

Respondi que era Natália e ele falou:

_Então Natália, é só obedecer que eu vou deixar vocês irem embora.

Sem nenhuma chance de escapar e muito amedrontada, tive que obedecer. Ele me levantou, fiquei de pé, me abraçou e foi me beijando na boca como se fossemos namorados e falava no meu ouvido que eu era linda e muito gostosa, que ele tinha me adorado e voltava a me beijar, enviando sua língua em minha boca e eu sentia seu pau duro e ele disse:

_Quero que fique de joelho, abra minhas calças e dá uma boa mamada bem gostosa, tem que caprichar senão mato teu macho na pancada; dizem que as sulista são famosas no boquete e sei que você deve estar acostumada a mamar!

Ajoelhei e olhei minha irmã, o tal negro chamado barba já havia se aproximado dela e esfregando o pau por cima da calça deu a mesma ordem e ela tremendo, foi fazendo o que mandavam e saiu uma rola negra imensa, ela sendo puxada pelos cabelos, engoliu aquele pau bem duro.

Senti profunda humilhação com nós duas totalmente submissas, eu tinha dó dela e fiquei extática e de repente levei um tapa na orelha e ouvi:

_Sua cadela, mama gostoso meu pau sua lindinha, essa sua cara de santa não me engana não, viu!

Ao abrir o zíper, pulou pra fora um pau de uns 20 cm e muito grosso também, nisso fiquei segurando bem perto de minha boca, sem coragem de me submeter aquela violência e humilhação, seria a primeira vez com um outro homem e ele queria que eu fizesse tudo espontaneamente e aquilo fazia eu sofrer ainda mais, pensava em reagir, não iria aceitar aquilo, mas quando ouvi um ai ai e um gemido forte, olhei pro lado e meu marido tava acordando e passou a me olhar, sua expressão era de revolta e ódio.

Eu olhei nos olhos do meu algoz e disse:

_Por favor, deixa a gente ir embora, vocês devem ter mãe e irmãs!

Ele ficou nervoso, me deu um tapa forte e disse:

_Não fale da minha mãe e irmã, elas não são biscate que nem você, vai apreender a me obedecer, sua vagabunda, Jabá, da um tiro no pé desse corno!

Nisso eu gritei:

_Não faça isso, desculpe eu faço o que você quer!

E fui engolindo aquele rola cheirando suor, com ele dizendo:

_É isso aí, engole tudo e molha bem minha pica, quero gozar dentro dessa sua boquinha, assim ta uma delicia, boca quente, enfia tudo dentro, vai sem frescura!

Ele pegou minha cabeça e atolava até a garganta e eu sabia que ele ia gozar dentro de minha boca e meu marido nunca fez isso. Certa hora fiquei estática e deixei ele ficar no comando do vai vem e percebi o pênis aumentar dentro de minha boca queria tirar mais estava segura e fiquei pensando no meu marido vendo aquilo e recebi jatos de esperma dentro de minha garganta, enquanto ele urrava e dizia alto que tava gozando.

Após gozar fartamente e parte da porra eu tive que engolir, ele me soltou e pude respirar, ficando de quatro cuspindo o que restou.

Minha irmã já estava sendo forçado a dar o cu para aquele negão, ela chorava e berrava como uma garotinha, que horror ver aquilo e não poder fazer nada! Seu namorado estava estático, cheio de ódio, sem movimentos, nem piscava, apenas vendo sua recém namorada sendo desvirginada e destruída por aquele animal.

Nisso, um horroroso chegou e pediu:

Patrãozinho posso foder essa loirinha um pouco, não me aguento mais de tesão.

Eu voltei a chorar e ouvi:

_Só um pouco então, depois vocês podem se divertir bastante, mais por agora só um pouco para aliviar você.

Aquele cara feio, asqueroso, se aproximou de meu rosto e tirou apressadamente a rola pra fora, senti um cheiro horrível, devia ser falta de banho, urina, suor, até masturbação e senti náusea, só que o pau tava muito duro, tinha um 20 cm e grosso, fiquei assustada e não me mexi, ele pegou meu cabelos e puxou forte e ao abrir minha boca pra gritar ele enfiou tudo, mau cabia em minha boca e começou a socar.

O gosto era horrível e eu me senti como uma privada, mas fiquei quieta e como estava muito assustada me deixei conduzir pelos vai vem e fiquei ouvindo os urros daqueles monstros que me obrigaram a chupa-los também, quando senti minha boceta sendo invadida por um, depois por outro e socada com força, onde quase desmaiei, comecei a sufocar com a porra e ao sentir meu cuzinho sendo arrombado por um dos monstros, bati em suas pernas e fui salva pelo patrão deles, que briga com o troglodita, dizendo:

_Seu jumento, que matar nossa putinha, tá louco, já ta bom, chega!

Eu me recuperei, tive que fazer mais uma chupeta para ele e quando olhos para ver como minha irmã Katy estava, fiquei arrepiada, poi o negão estava destruindo ela, enfiando na boceta, no cuzinho, tadinha dela, minha inocente irmã passando por tudo aquilo e saber que era culpa minha, maldita viajem!

Resolveram levar todos nós para o rancho deles, nisso senti que não havia terminado nosso sofrimento.

Fui colocada de bruços sobre o cavalo do rapaz forte e ele pode ficar alisando minha bunda. enquanto cavalgava, minha cabeça tava encostada em sua bota, foi quando senti que ele afastou meu biquíni para expor meu cu eu instintivamente ainda fui com a mão para tentar impedir, mas ele bateu com a bota na minha cabeça e fiquei quieta, assim afastou minha nádegas e comentou:

_Que cuzinho lindo, cheio de preguinhas, lisinha e sem pelos, nunca vi um bunda tão perfeita assim, vou adorar arrombar esse rabinho, quantos anos você tem?

Fiquei quieta ele deu um forte tapa na minha bunda, dizendo:

_Eu fiz uma pergunta, sua vadia, quantos anos tem esse cuzinho de uso?

Falei chorando:

_Tenho vinte e um anos, deixa a gente ir embora.

Ele exclamou:

_Já disse, se for boazinha poderá ir embora, agora é só curtir princesa!

Eu ali com o rabo empinado e ele coloca o dedo na minha boca, dizendo:

_Chupa nem meu dedo que voi enfiar ele no seu cu!

Ele torce meu braço e eu chupo o dedo dele e quando está bem molhado, sinto uma dedada no cu que me faz pular e antes que eu pudesse me recuperar, sinto dois dedos na minha boceta e força ainda mais no meu rabo um outro dedo e eu grito:

AHHHHHHH NAOOOOOOOOOO!

Eu berro….e ele soca bastante, me fazendo ficar molhada e como caminhamos mais de vinte minutos, com o balanço do trote e com ele me bolinando, gozei involuntariamente, as pernas ficaram bambas, meu corpo doía pela posição, os seios colados no cavalo e ele ficava socando os dedos sem dó no meu cu e na boceta ao mesmo tempo, dizendo:

Delícia de bunda, vou gozar muito dentro desse cuzinho.

Após eu gozar tive um arrependimento e fiquei pensando que jamais imaginei passar por aquilo, estava com vergonha, humilhada e ter que encarar meu marido novamente e ainda tinha muito que passar nas mãos deles, vou revelar uma situação, eu não aceitava sexo anal e ali não tive escolha.

Chegamos numa casa fazenda e nos colocaram num alojamento de peões distante da casa grande, percebi que os dois patrões queriam esconder nossa presença, soube que eles eram casados e queriam se divertir sem chamar a atenção.

Os dois deram ordens para não nos tocarem até eles voltarem, eles seriam os primeiros a nos comerem, os peões chiaram e proporão fazermos chupetas até que os dois voltassem.

Os dois aceitaram e liberaram nossas bocas, só que já tinha mais dois homens negros no alojamento e brigavam por nossas bocas, sentadas na cama fomos obrigadas a chupar o pau dos dois que não estavam no lago, eles eram violentos e aquele que eu mamava machucava minha orelha puxando no vai vem, só o pau dos patrões não era fedidos, daí começou uma discussão para andar logo, pois todos estavam com tesão.

Passados duas horas, chegaram os patrões e eu fui pega, tava lambuzada de porra no rosto seios e pescoço, só ai tirei meu biquíni fui levada pro chuveiro e tomei um longo banho junto com o patrão, que me beijava na boca, queria beijo de língua e me senti até que bem valorizada por ele, eu fiquei espantada que ele chupou até minha boceta no chuveiro, brincou bastante e comeu minha xoxota sem gozar, era carinhoso ficava alisando minha bunda e falava no ouvido que ia comer meu cu, eu pedia para não fazer aquilo que eu não fazia aquilo nem com meu marido.

Saímos do chuveiro me enxuguei e só foi chegar no alojamento, ele voltou a ser grosso e violento, tomei logo um tapa dele, fui empurrada pra cima da cama e falou

_Vai logo sua piranha, fica de quatro e empina esse rabo que agora vou comer seu cu!

Fui falar e tomei outro tapa e então obedeci, ele veio no meu rosto e falou:

_Chupa e saliva bem que é o seu cuzinho que ta na reta!

Obedeci e ele se posicionou forçou gritei e recuei falando que não aguentaria, que tava doendo e ele mandou dois me segurarem e atolou no meu rabo com tudo, sem dó, gritei e tamparam minha boca e os outros se juntaram com ele e foderam minha boceta e cu juntos, me davam tapas e eu gritava e berrava, mas nada adiantava, me fizeram de escrava sexual.

Ouvia os gritos abafados de minha irmã, que também tomava no cu e chorava de dor, me deu muita pena dela, pois os negros se juntaram e fizeram de tudo com ela.

Ficaram bombando um bom tempo no meu rabo, ardia, queimava e gozaram por tudo em mim.

Os dois patrões se arrumaram e falaram:

_Aí rapazes, agora essas piranhas são só de vocês, a noite toda, vamos agora ficar com nossas esposas que são mulheres decentes, sejam boazinhas que amanhã soltaremos vocês de volta pro riacho e cuidado pessoal não façam muito barulho, pode chamar à atenção de meu pai.

Eu e Katy não descansamos um só minuto, os oito comeram a gente de todas as formas e nos obrigavam a chupar os seus pintos sempre que tiravam o pau de nosso cu, toda vez que um comia meu cu, dava pra minha irmã chupar e quando era o cu da minha irmã eu tinha que chupar.

Estávamos super ardida nos três orifícios, porque três comiam a gente de uma só vez, um na buceta , outro no cu e outro na boca.

…esse dia e essa noite jamais será esquecida por nós…

Esse conto chega ao fim, agradecemos à todos!

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2 Comentários

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  • Responder Ze

    Conto padrão de curra!

  • Responder Ingrid

    Estes monstros tinham que ser torturados bem devagar e depois assassinados! É um absurdo que em nenhum destes contos, você escreva uma punição para os estupradores!