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Madrugada da Perdição

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Tudo isto aconteceu em uma madrugada do início dos anos oitenta. Foi a minha primeira experiência com duas mulheres.

Eu trabalhava no centro de São Paulo num horário um pouco atípico: das 16:00 às 04:00, no regime de 12 por 24, ou seja, trabalhava um dia e descansava outro. Meu cargo era coordenador de digitação. Isso é muito estranho nos dias de hoje, porém, naquela época, não haviam muitos computadores e a digitação das informações eram concentradas em alguns locais.

Como morava na Zona Leste, pegava a Marginal Tietê para voltar para casa e tinha o hábito de, pelo menos duas vezes por semana, passar numa lanchonete que funcionava vinte e quatro horas e ficava ao lado do Auto Cine Chaparral.

Foi em uma dessas madrugadas que aconteceu algo inusitado. Estava com vinte e cinco anos e quando cheguei por volta das quatro e meia, a lanchonete estava praticamente vazia, exceto duas mulheres que estavam sentadas, num dos cantos.

Fiz meu pedido com o atendente que já me conhecia e comentei algo sobre as duas mulheres porque não era muito comum, principalmente naquele horário, a presença de mulheres. Ele me disse que eu iria ficar muito surpreso.

Sentei-me de frente para a marginal e próximo a elas, assim poderia observá-las sem qualquer suspeita. Do jeito que o atendente me falou, pensei que se tratava de travestis, mas vi que era engano meu. Elas estavam de lado para mim e pareciam mãe e filha. Uma delas aparentava mais de trinta anos e a outra uns quinze.

Ambas loiras, bem vestidas e sorriam muito uma para a outra. Meu pedido chegou e quando eu mordi meu sanduíche, quase me engasguei. A mulher tascou um puta beijo de língua na boca da menor. Estamos falando dos anos oitenta onde isso não era encarado como normal. Eu sempre fui mente aberta para estas coisas, mas me surpreendi.

Elas continuavam a se beijar e vi a mão da maior repousar nas coxas da menor alisando-a. O vestido subia um pouquinho e dava quase para a ver a calcinha da menor. Meu pau já estava duro somente por ver aquela cena. Queria eu estar passando a mão naquela menina.

Elas desfizeram o beijo e a maior viu que eu estava olhando e me disse:

– Estamos te incomodando?

– De forma alguma. – Respondi. – Fiquem à vontade.

– É a primeira vez que vejo alguém responder assim. – Continuou ela com a voz meio alterada, como se estivesse meio bêbada. – Normalmente as pessoas nos repreendem e até nos expulsam dos lugares.

Mais ou menos foi isso o início do papo que se estendeu quando elas pediram para sentar na mesa em que eu estava. Sei que não é comum o convite partir do lado feminino o que me fez acender uma luz na minha cabeça.

Quando se levantaram e vieram, pude observar que as duas eram muito gostosas e bonitas. Pedi uma rodada de bebidas e a mais velha disse que se chamava Clarice e a mais nova Mônica. Não me lembro muito sobre o conteúdo da conversa, porém fluía agradavelmente, principalmente para o lado da putaria.

O dia começava a amanhecer e uma chuva começava a cair. Foi quando decidi ir embora e elas me pediram uma carona. Queriam ir para o centro e tinham vindo com mais duas amigas assistir ao filme no Chaparral, só que ficaram bêbadas e não quiseram voltar com as amigas.

Disse que daria carona se houvesse um pequeno pagamento e elas, imediatamente, me disseram que estavam quase que sem dinheiro. Acertamos que Mônica, a mais nova, bateria uma punheta para mim no carro antes de irmos para o centro.

Entramos no carro, Mônica sentou-se no banco de passageiro enquanto Clarice ficou no banco de trás. Tirei o pau para fora e Mônica começou a manipulá-lo enquanto beijava Clarice. Estiquei a mão e fui brincar nos peitinhos da Mônica que não disse nada. Dos peitinhos, minha mão desceu para as coxas e toquei a sua bucetinha.

– Em vez de irmos para o centro, vamos para a minha casa e lá continuaremos a beber mais um pouco. – Disse às duas.

Mônica olhou para Clarice quase que implorando e ambas concordaram em ir. Eu morava sozinho aqui em São Paulo já que meus pais moravam em Minas Gerais. No caminho fui pensando em deixa-las mais bêbadas e eu não beber muito. Até mesmo a ideia de ser assaltado por elas me ocorreu, porém, não tinha muita coisa e resolvi arriscar.

Chegando em casa, disse a elas para ficarem à vontade. Peguei duas toalhas e falei para tirarem aqueles vestidos molhados. Estava muito calor, um temporal desabava lá fora e fui até a cozinha abrir duas garrafas de cerveja bem gelada. Voltei e ambas estavam em pé, peladinhas se enxugando. Que bela visão.

Clarice tinha cerca de 1,70m, seios grandes, coxas bem grossas, uma buceta que parecia uma pequena borboleta com pentelhos morenos e uma bunda muito bem formada, com um pouco de celulite, mas eu nunca senti problemas em relação a isso.

Mônica era menor, seios pequenos com auréolas também pequenas, um rasguinho de buceta, fechadinha, com poucos pentelhos todos loirinhos e com uma bundinha linda e branquinha.

Tirei minha roupa e fizemos um brinde. Após o gole, Clarice e Mônica começaram a se beijar. Resolvi sentar para observar melhor. A mão de Clarice tocava carinhosamente a Mônica. Logo o beijo passou a ser uma chupada no pescoço de Mônica que gemia e se requebrava com o dedo da Clarice enfiado na sua buceta.

Meu tesão subiu ainda mais e quis participar. Em pé, comecei a beijar Mônica. Minhas mãos apalparam novamente seus seios e a vi arrepiar-se toda. Olhei para Clarice e mudando de posição, comecei a beijá-la.

Mônica ajoelhou-se e iniciou uma chupeta. Deu para perceber que ela era inexperiente. Não que sua chupeta fosse ruim, mas sei lá, faltava algo. Não demorou para Clarice também se ajoelhar, cochichar alguma coisa no ouvido da Mônica, puxar a pele para expor a cabecinha e começar a chupar meu pau.

Agora era uma chupada, digamos mais profissional, babada, com sucção, com barulho, com manipulação do meu pinto. Mônica viu e repetiu o que Clarice havia feito, talvez fosse a primeira vez que ela fizesse isso.

Não me importei e ambas se revezavam com meu pinto na boca. Clarice percebeu que eu estava quase no ponto, e começou a beijar Mônica sendo que o meu pau ficou entre a boca das duas. Seus lábios esfregavam e suas línguas tocavam na minha glande e ficou difícil segurar. Gozei gostoso e longe. Talvez uns quatro ou cinco jatos.

Disse para elas irem ao quarto, assim ficaríamos mais confortáveis e fui buscar mais cerveja. Quando entrei, Clarice estava deitada na minha cama de casal, de pernas abertas e Mônica chupava sua buceta.

Clarice, a mais velha, delirava com o trabalho que Mônica estava fazendo. Só que festa é festa e eu quero participar. Deitei ao lado e fui chupar Clarice também, alternando com Mônica. Dava para ver que quando eu passava a chupar, a reação da Clarice era diferente, até que ela me disse:

– Espera aí… Assim você vai me machucar… Tem que chupar suavemente… Sua língua e seus lábios tem que ser bem leves… Vou te ensinar o que uma mulher gosta.

Dito isto, Mônica deitou em seu lugar e Clarice pediu para que eu acompanhasse de pertinho o que ela iria fazer na bucetinha da Mônica. Foi aí que aprendi a chupar uma buceta como se deve e, principalmente, proporcionando muito prazer à mulher.

Ela foi me ensinando os movimentos, o momento de penetrar a língua, como tocar, como explorar, como colocar o dedo, tudo com sutileza. Agora eu já chupava a bucetinha lisa de Mônica. Aquele rasguinho no meio das pernas se abria para receber a minha língua.

Mônica gemia e se contorcia. Meus lábios brincavam na barriga, meus dentes mordiscavam a virilha e a vulva e minha língua a penetrava carinhosamente. Podia sentir o cheiro de fêmea que ela exalava, até que pediu para parar porque iria gozar.

Clarice tomava cerveja sentada em uma cadeira ali perto só observando. Disse para a Mônica:

– Pode gozar… Se não está aguentando pode gozar….

Antes de responder, Mônica olhou para Clarice, como se pedisse uma autorização e disse:

– Quero que você me coma. Quero sentir seu pinto dentro de mim.

Foi aquela voz infantil que me colocou na realidade. Olhei para Clarice e perguntei:

– Ela tem mais de dezoito anos mesmo?

Clarice fez um sim com a cabeça. Até hoje eu acredito que não tinha, mas aceitei a sua resposta. Também se a resposta fosse que não, eu acho que a comeria do mesmo jeito. Estava com muito, mas muito um tesão. Era quase incontrolável.

Já que estava deitada, subi num papai-mamãe. Ela ajeitou meu pau na sua bucetinha e fui invadindo aquela grutinha molhada. Achei que ela seria virgem, mas do jeito que foi entrando, sem muita reclamação, vi que não era.

Gemidinhos gostosos eram dados a cada estocada. Meu pau estava apertado naquele lugar quentinho. Era como se ela o abraçasse. Fui penetrando-a cada vez mais forte, beijando-a no pescoço. Ela gemia cada vez mais alto e pedia:

– Vai…. Me come…. Me come…. Mais forte…. Vai…. Me come…. Aiiii…. Que delícia….

Aumentei a velocidade e subitamente, ela se contraiu toda. Senti que sua bucetinha parecia latejar, quase impedindo meu pau de sair. Um gemido forte e o pescoço foi jogado para trás como se quisesse entrar no colchão. Suas mãos apertavam minhas costas. Fiquei parado para que ela aproveitasse cada segundo.

Quando senti sua respiração voltar ao normal, continuei a socar naquela bucetinha. Ela limitou-se a abrir as pernas. Estava mole e dizia que estava vendo estrelinhas. Não demorou muito e pressenti que iria gozar, tirando imediatamente de dentro dela. Os jatos de esperma atingiram sua barriguinha. Caí exausto a seu lado e vi Clarice deitar-se ao lado dela. A chuva continuava forte. É o que eu lembro, pois adormeci.

Acordei assustado. As duas ainda estavam ali, peladinhas e dormindo. Respirei aliviado. Levantei, fui tomar um banho e preparar algo para comer já que eram duas horas da tarde. Assim que saí do chuveiro, Clarice entrou no banheiro e foi tomar banho.

Logo elas, enroladas em toalhas, estavam almoçando comigo. Liguei a televisão e São Paulo estava com vários pontos de alagamento intransitáveis. Perguntei se queriam ficar em casa até a inundação passar, já que seria quase que impossível atravessar a cidade. Mônica pediu para usar o telefone e deu para ouvir falar que continuava na casa de uma amiga e que iria embora no dia seguinte. Clarice não ligou para ninguém, portanto acho que morava sozinha.

Ficamos ali, conversando, tomando cervejas e ainda bem que eu tinha comprado duas caixas no início da semana. Era só gelar. Fiquei sabendo que elas moravam em bairros da zona sul e que se conheceram havia um ano. Depois de muito papo furado e eu louco para enfiar a rola, disse a Clarice:

– Bom…. Você foi a única que não gozou ontem. Acho que está na hora.

Clarice, olhando para mim falou:

– Tudo bem…. Mas acho que não é você que vai me fazer gozar. Do que você gosta eu também gosto.

Por incrível que pareça, o rosto da Mônica ficou vermelho. Entendi e disse que então seria bom subirmos para o quarto.

Na cama, as duas começaram a se esfregar. Eu, sentado na cadeira fiquei maravilhado com aquela cena. As duas estavam se entregando ao prazer, gemendo e falando bobagens uma para a outra. Meu pau estava muito duro e muitos minutos se passaram até que Clarice fez um sinal para que eu me aproximasse.

Fui direto para os peitos dela e percebi que ela gostava quando eu chupava e mordiscava seus mamilos. Passei a dar uma atenção maior ali enquanto Mônica se dedicava a buceta. Clarice se mexia e enfiava um dedo na buceta de Mônica que de vez em quando beijava e chupava meu pau também.

Não sei precisar quanto tempo ficamos nesta brincadeira, porém eu estava louco para gozar. Fiquei implorando a Clarice que me deixasse comê-la, mas ela estava irredutível. Arrumei vários motivos e até disse que deixaria ela se esfregar na minha bunda o que fez Mônica sorrir.

De tanto insistir, Clarice cedeu dizendo:

– Tá…. Você sabe que não gosto e já fiz com muitos homens. Então vai, mas goza logo.

Na posição de frango assado comecei a penetrá-la. Ela abriu bem as pernas e no seu rosto era claro que ela não estava gostando muito, porém eu só queria fuder.

Com toda aquela indiferença, passei a socar com raiva e logo acabei gozando em cima de sua barriga. Mônica a limpou e deitou de bruços. Clarice foi sobre ela como se estivesse comendo um cú. Ficaram ali por alguns minutos até que Clarice saiu e tocou uma siririca, gozando. Deitamos, os três, na cama e fiquei alisando a bucetinha da Mônica enquanto me restabelecia, afinal, ela ainda não tinha gozado.

Naquela noite, bem depois do jantar e já meio altos, Clarice foi para o quarto e peguei Mônica no sofá. Sentei e a fiz cavalgar. Aquela menina sabia fazer com maestria. Acho que ela relaxava quando sentava e se contraía quando levantava, apertando meu pau.

Devido a ela ser do tipo mignon, era fácil fazê-la subir e descer com gosto. A filha da puta ainda dava uma reboladinha quando estava tudo atolado. Safada. Só que numa destas, pressenti que ela estava quase gozando e a segurei firme. Minha boca foi ao encontro daquele peitinho pequeno e o abocanhei inteiramente. Esse foi o gatilho para que ela gozasse e fizesse aquela carinha de prazer.

Confesso que ainda bem que ela ficou sentada e quietinha após ter gozado. Se ela se mexesse provavelmente eu gozaria dentro dela, o que poderia ser um problema. Quando resolveu sair foi um alívio e logo se abaixou e começou a chupar o meu pau. Não demorou nem vinte segundos e lá estava eu gozando no rosto inocente e assustado dela, que correu para se limpar.

Fomos dormir e peguei no sono logo. Na manhã seguinte, quando acordei, Clarice não estava na cama. Ouvi barulho na cozinha e ela devia estar cozinhando. Olhei no relógio e era uma hora da tarde. Fui para o chuveiro e não demorou para Mônica entrar. Ali, debaixo da água, começamos a brincar e a lavar um ao outro. Meu pau parecia uma rocha.

Mal nos enxugamos e fomos para o quarto onde a coloquei de quatro. Abri o guarda-roupa que tem um espelho para ver a minha própria foda. Afastei as perninhas dela e fui vendo meu pau entrar, centímetro por centímetro, naquela bucetinha juvenil.

Puxando seu cabelo a fiz empinar o pescoço. Comecei a socar com força e ela pedia mais. A imagem refletida no espelho me deixava com mais tesão. Era uma menina indefesa, uma fêmea que estava sendo possuída e não tinha escolha. O macho era mais forte.

Sentia meu pau todo melado dentro dela até que anunciou que ia gozar. Aumentei a velocidade e a força, socando com raiva. Ela estava delirando de tesão e suspirou forte. Percebi que estava sem forças e continuei a socar. O meu tesão foi as alturas e confesso, foi difícil, mas muito difícil tirar de dentro dela, mas consegui. Os jatos de esperma agora atingiram aquela bundinha branquinha.

Clarice já estava no quarto vendo, enquanto Mônica deitava e eu praticamente, caia de bruços na cama, curtindo toda aquela maravilhosa metida.

Foi então que senti algo em cima de mim. Era Clarice, dizendo que ia me comer. Fiquei preocupado e logo pus a minha mão na bunda, mas senti a bucetinha raspar ali. Meu medo é que ela tivesse algum consolo, mas não… Era só a bucetinha mesmo.

Mônica riu da minha atitude e da minha preocupação dizendo que não tinha problema, que não tinha pinto nenhum. Deixei Clarice se divertir, embora fosse uma sensação estranha, principalmente quando ela dizia no meu ouvido que iria me comer, enquanto passava uma das mãos na bucetinha da Mônica.

Isto durou pouco tempo porque logo Mônica se ofereceu e ela saiu de cima de mim. Esfregaram-se, chuparam-se e ambas gozaram.

Naquela tarde as levei para o centro de São Paulo e as deixei. Não quiseram me dar o telefone e disseram que voltariam qualquer madrugada dessas. O fato é que nunca mais voltaram. Não sei o que aconteceu com elas porque nunca mais tivemos contato, o que é uma pena. Quem sabe elas não são leitoras de contos, pois adoraria meter novamente a três.

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