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Desafios de um pai – 10

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Nosso pai ingênuo experimenta novas sensações naquela tarde de sábado, mas acaba recebendo uma visita inesperada.

Não sei se foi a intensidade do vapor, o calor da sauna, as cervejas que já havia tomado ou a exaustão que senti após gozar dentro de Bentinho. Talvez tenha sido uma combinação desses fatores que me deixaram atordoado, propenso a pensar bobagens, mas a verdade é que eu intimamente começava a acreditar que havia algo sobrenatural na atração que Rodrigo despertava em mim.
Eu nunca fui o tipo de cara insaciável, que goza litros ou que continua duro depois gozar, ao contrário, as poucas parceiras que tive ao longo da vida falavam que eu tinha pouca pegada, era meio desajeitado e não tinha muito pique no sexo. Todavia, quando estava com Rodrigo meu corpo parecia reagir sozinho, tinha vida própria, como se eu entrasse num furor sexual.
Ainda agora dentro da sauna, em meio ao intenso cheiro de eucalipto, eu conseguia sentir o cheiro de Rodrigo na minha pele, fazendo meu corpo reagir, meu pau pulsar involuntariamente, mesmo após ter ejaculado dentro do cuzinho de Bentinho. O garoto, ao sentir minha rola pulsando, respondia mordendo meu pau com o cuzinho, de um jeito tão gostoso que simplesmente não me deixava amolecer.
Não sei quanto tempo permaneci assim, o que sei é que ficar duro e pulsando dentro do garoto era mais uma das novidades em meio àquele turbilhão de sensações que havia experimentado nos últimos dias, e a verdade é que eu estava com medo do que poderia acontecer.
Mais uma vez eu tinha a sensação de estar fora de controle, como se eu estivesse sob o efeito de um encantamento, como se meu corpo não obedecesse aos meus comandos, mas sim à vontade de Rodrigo, que mesmo à distância conseguia exercer seu domínio.
O só fato de eu sentir seu cheiro me mantinha à sua mercê, sedento e duro.
Respirei fundo e tentei me concentrar para sair daquele estado.
Embora tenha ficado imóvel e pensado outras coisas, demorei bastante até finalmente amolecer dentro de Bentinho, que continuava quietinho no meu colo, balançando os pezinhos.
À medida que meu tesão arrefecia, passei a experimentar um certo arrependimento por haver cedido ao pedido de Rodrigo e permitido que o menino fizesse sexo comigo.
Eu estava confuso, não sabia se deveria contar o que ocorreu para Bentão e Rita. Eu sabia que os dois eram liberais e tinham como filosofia de vida dar total liberdade ao filho, ensinando-o a se orgulhar do corpo e de seus desejos, porém eu ainda os via pelo meu filtro moral, que achava aquele contato inapropriado para uma criança tão novinha.
Eu precisava fazer algo e, por um momento, tive o ímpeto de sair da sauna e procurar por Bentão, a fim de contar logo o que aconteceu, cheguei a me mover para tirar Bentinho do colo e me levantar, porém, tão logo fiz esse movimento, ouvi ele resmungando: “fica mais um pouco, por favor, tá tão bom”.
Ao ouvir a vozinha rouca de Bentinho pedindo para que eu ficasse, recobrei a razão.
A verdade é que ele sentia afeto por mim e gostou muito do que havíamos feito, queria continuar ali comigo, eu não tinha o direito de agir como um covarde e simplesmente fugir.
Do mesmo modo, ouvi-lo pedindo para que eu ficasse inflou um pouco meu ego, eu me sentia um tanto quanto orgulhoso por ter cativado Bentinho, o menino gostava da minha companhia, se sentia bem comigo e, mesmo sendo uma criança de apenas sete anos, pareceu estar completamente à vontade ao ter meu pau duro cravado no seu cuzinho, fez sexo comigo com a naturalidade que eu jamais tive com qualquer parceira.
Embora tivesse medo daquele desejo repentino que senti com o garoto momentos antes, daquele gozo proibido, sabia que não poderia censurá-lo, dizendo a ele que o que fizemos era errado, pois isso serviria apenas para deixá-lo confuso.
Por mais prática e tentadora que fosse a possibilidade de simplesmente rejeitar o garotinho, eu sabia que não havia nada de heróico nessa atitude, ao contrário, seria mais uma demonstração de egoísmo da minha parte, uma tentativa de me sentir menos culpado, às custas da felicidade daquela criança.
Além disso, fugir dali poderia acabar magoando meu amigo Rodrigo, que tinha promovido aquele contato íntimo não apenas para agradar ao irmão caçula, mas também para me dar prazer. Ele havia se arriscado por minha causa e eu não poderia desapontá-lo.
Relembrei do compromisso que fiz a mim mesmo dias antes: ser grato a Rodrigo, não incomodá-lo com muitos questionamentos, não duvidar de suas intenções e a atender quando ele me pedisse algo.
Disposto a não me esquecer disso novamente, eu acabei permanecendo ali, o pau amolecido saindo lentamente de dentro do cuzinho de Bentinho, enquanto uma grande quantidade de porra vazava sobre minha virilha e escorria pelo meu saco.
Como se soubesse exatamente a confusão pela qual eu passava, Bentinho começou a afagar minhas mãos, tentando encaixar os dedinhos gordinhos nos meus, “seus dedos são fininhos, os do papai são grandões e grossos, a pele é dura, a sua é muito mais macia”. Aquele contato foi me acalmando, percebi que o menino estava bem e seguro comigo, eu podia relaxar.
Ficamos assim durante um bom tempo, vez por outra era trazido à realidade por um movimento de Bentinho ao se ajeitar no meu colo ou ao pedir para eu apertá-lo com mais força nos meus braços. “Gosto de ficar juntinho, é tão bom, faz carinho em mim”, dizia ele com uma vozinha rouca e sonolenta.
Às vezes ele escorava a cabecinha no meu ombro, parecendo prestes a dormir, quando eu então aproveitava para perguntar se já estava bom, se ele queria sair da sauna para se refrescar na ducha, ao que ele respondia que não, “aqui nem é quente, só tem fumaça, vocês pensam que me enganam mas nem deve tá ligada. Eu aguento ficar mais um tempão, quero ficar mais, deixa, por favor”, ao que eu acabava cedendo.
Permanecemos assim por mais uns vinte ou trinta minutos, eu já estava prestes a cochilar, quando ouvi Rodrigo cantarolando um samba do lado de fora, ao mesmo tempo em que a ducha era ligada.
Aproveitei essa deixa para dizer a Bentinho que iria me refrescar na ducha rapidamente, mas que voltaria a seu lado, ao que ele falou: “tá bom, mas volta logo”, fazendo um biquinho com seus lábios grossos.
Ao sair da sauna, fui até uma das duchas e me deparei com Rodrigo, que lavava a piroca meia bomba com afinco enquanto cantava. Ao ver que eu me aproximava, ele abriu um sorriso largo e fez um sinal para que eu me aproximasse, “vem logo amorzinho, toma banho comigo”.
Eu obedeci, e entrei na ducha fria junto com ele, que logo me abraçou:
– Desculpa se te fiz sair da sua zona de conforto, mas quis unir o útil ao agradável, percebi que Bentinho queria muito e que você poderia aproveitar também. Achei que seria um jeito bom de te compensar por não ter te dado atenção esses dias, quero cuidar de você – disse ele ao meu ouvido, provocando um arrepio nas minhas costas e fazendo meu pau acordar instantaneamente.
– Está tudo bem, Rodrigo, confio em você – respondi enquanto ele me apertava com mais força e puxava minha cabeça em direção ao seu peito.
Aproveitei e perguntei para ele se ele achava prudente conversar com Bentão, ao que Rodrigo me encarou, dizendo:
– Eu já comentei com o velho, não se preocupe. Encontrei com ele no banheiro da suíte dando banho na Alice, quando eles terminaram eu aproveitei para contar para ele o que aconteceu aqui. Ele reagiu numa boa, agradeceu por você não ter afastado Bentinho – comentou ele sorrindo de um jeito malicioso.
– Sério, mesmo? Ele não ficou preocupado de eu ter machucado o menino? – indaguei, com um misto de alívio e perplexidade.
– Ele sabia que eu estava por perto, não ficou nem um pouco preocupado, sabe que eu protegeria Bentinho caso você tentasse machucá-lo. Ele só pediu para não mencionar nada para Rita, porque embora ela seja liberal e acredite que deve ser respeitada a vontade da criança, ela não iria gostar de saber que o pau de um homem adulto invadiu o cuzinho do filho dela, sem preservativo, e ainda gozou dentro. Ela é muito preocupada com segurança e cuidado, jamais pode sonhar que um pau do tamanho do seu foi enfiado até o talo no cuzinho de Bentinho.
Nesse momento, contei a Rodrigo o que Alice tinha feito com Bentão, perguntando se ele tinha percebido.
– Cara, não vi nada não, eu estava tão entretido dançando com a Rita, nem percebi. Mas estou de boa quanto a isso, eu confio plenamente no meu velho – comentou ele e pude sentir seu pau subir e pressionar o meu abdômen.
– Eu vi que ele aguentou durante muito tempo, Alice ficou várias músicas em cima dele rebolando com a rola atochada na bucetinha, mas teve uma hora que ele não aguentou, foi dominado pelo tesão, segurou ela pelas bandas da bunda e meteu tão forte que eu fiquei até preocupado – comentei, sentindo que a cabeça da rola de Rodrigo inchar à medida em que eu falava, a baba escorrendo e se misturando na água fria.
Nesse momento Rodrigo me disse que Bentão também já havia falado sobre isso, que tentou resistir e ficar quieto mas acabou metendo sem dó porque a bucetinha da Alice era gostosa demais, e que quanto mais ele metia fundo, mais ela ria e rebolava. “Ele ficou muito admirado de você não ter brigado com ele, agradeceu por sua compreensão, disse que gosta demais da Alice, lembra muito a minha filhinha Jojo, e queria ter mais tempo para brincar com ela” completou Rodrigo, cuja rola continuava a pulsar no meu abdômen.
– Não tenho motivo algum para brigar com ele, ao contrário, ele é que tem motivos para ter raiva de mim, no desespero eu não consegui pensar em nada para tirar Alice de cima dele. Tive medo de transmitir a ela a mensagem de que aquilo era errado, tentei pensar numa desculpa para mandar ela sair de lá, mas não me ocorreu nada no momento. Eu fiquei em choque e preocupado, mas vi que não tinha malícia, ele se segurou por bastante tempo até, ficou imóvel por várias músicas seguidas, demorou a perder o controle.
– Sim e acho completamente normal ele ter perdido o controle, eu já perdi algumas vezes com a Alice. Não vejo nada de mal nisso, só demonstra que ele também tem vontades e que as respeita, agindo conforme seu corpo pede. Porém não acho que a Rita vá gostar de saber disso. Ela ficaria de boa se Alice apenas se esfregasse em Bentão, mas não ia concordar de deixar a menina enfiar a rola do velho na xaninha, principalmente porque Bentão é muito grande e bruto, além de ter a rola enorme e grossa quase gêmea da minha, podia arrebentar a menina por dentro.
Enquanto falava, Rodrigo esfregava seu pau no meu abdômen, deslizando a cabeça babada, por um momento até pensei que ele estava sentindo tesão ao imaginar o velho Bentão metendo na minha pequena, mas logo tirei esse pensamento da cabeça, sabia que Rodrigo jamais reagiria dessa forma ao ouvir um assunto tão sério.
– Será que isso vai prejudicar o tratamento da Alice? – indaguei.
– Acho que não, na verdade é o contrário, lembra do que a doutora Márcia falou sobre o efeito dos feromônios? Então, acho que Bentão é bem parecido comigo, apesar de já ter 60 anos, continua um homem bem forte e vigoroso, se bobear deve ter mais testosterona do que eu, cresceu trabalhando na roça, serviço pesado, e até hoje é muito ativo. Então foi até bom ele ter metido na Alice e gozado dentro dela, com certeza vai ajudá-la a melhorar. Além disso, meu velho gosta demais de crianças, jamais abusaria da Alice, confio nele de olhos fechados, inclusive deixei ele dormindo com a Alice lá na suite mesmo, tá calor e lá tem ar condicionado, a cama é maior e mais confortável.
Fiquei mais tranquilo ao ouvir aquilo, no final das contas tudo estava correndo bem, eu estava me preocupando à toa.
– Que bom que deixou ela lá com ele, ela parecia bem cansadinha depois de dançar tanto e rebolar no pau do Bentão.
Senti mais uma vez o pau de Rodrigo latejar no meu abdômen, quando ele então completou:
– Ela parecia sonolenta, mas tava importunando o Bentão, não queria dormir e tava fazendo birra, querendo subir em cima dele, coitado. Eu até me ofereci para ficar lá com ela, mas ele é um paizão, muito paciente, disse que já tinha criado muitos filhos e sabia ninar uma criança, fechou a cortina para diminuir a luz e ficou lá tentando brincar com ela de cavalinho para ver se ela sossegava um pouco e dormia – disse Rodrigo com o pauzão ainda mais duro.
– Nossa, que sorte de Bentão ter ficado lá com ela, ele parece ótimo com crianças – falei, sentindo-me aliviado por não estar lá em cima tendo que cuidar da Alice, pois sabia o quanto ela irritava quando fazia birra para não dormir.
Em dado momento, senti Rodrigo apertar meus ombros com mais força, quando então ele me virou e se encaixou atrás de mim, apoiando a rola ao longo da minha coluna.
O contato com sua pele me deixou ainda mais excitado, meu pau duro começando a babar, enquanto sentia Rodrigo deslizar lentamente a rola por minhas costas, “você é o homem mais puro que eu já conheci, Sérgio, será que esse brutão aqui tem alguma chance com você?”.
A pergunta foi tão inesperada que eu não consegui pensar numa resposta, apenas me deixei ser segurado por ele. “Vai, cara, responde. Eu nunca fui muito chegado em homem não, já fiz algumas putarias na minha vida, mas nada sério, mas você é diferente. Quero cuidar de você e da Alice”, emendou ele baixinho no meu ouvido.
Eu continuava sem saber o que dizer, não sabia se ele estava brincando ou se queria mesmo propor um namoro. Intimamente eu não via muito sentido na proposta, Rodrigo já me tratava como namorado, dormia na mesma cama que eu todos os dias e, numa dessas ocasiões, acabou desvirginando meu rabinho enquanto dormia.
Permaneci sem saber o que responder, esperando que ele mudasse de assunto, mas Rodrigo não se deu por vencido: “Vou entender seu silêncio como um sim, agora você é meu oficialmente, Serginho”, disse ele antes de me beijar meu pescoço, “agora você é meu, entendeu?”.
Eu não estava raciocinando direito, o cheiro dele estava me deixando inebriado, meu pau pulsava, consegui dizer apenas “beleza, irmão, sou seu então”.
Rodrigo então soltou uma risada alta, “cara, eu estou apenas brincando, você já é meu há muito tempo, não preciso pedir algo que já é meu”. Ele então se afastou um pouco, desligou a ducha e me deu um tapinha nas nádegas, deixando-as ligeiramente marcadas. Depois disso ele me puxou em direção à sauna, “vem comigo, o Bentinho já deve estar impaciente lá dentro”.
Tão logo entramos, fomos recepcionados por um Bentinho bastante animado, ele deu um gritinho de satisfação, “oba, oba, até que enfim” e se jogou em cima de mim, pressionando meu pau babado em seu peito infantil. O menino pareceu não se incomodar nem um pouco ao sentir meu pau duro tocando seu corpo, ao contrário, brincou com a situação “tá grandão de novo, é tão bonito assim” e começou a me punhetar de leve, como se fosse a coisa mais normal do mundo, passando a língua na cabeça babada do meu pau, “tá saindo melzinho gostoso”.
Estava meio desconfortável com aquilo, mas lembrei que Bentão havia pedido para eu não afastar o menino, então decidi não me opor a nada, deixei o menino me tocar, porém Rodrigo o afastou de mim, dizendo:
– Calma Bentinho, vamos sentar lá no fundo, vou fazer uma coisa para o Serginho soltar muito melzinho para você mamar, você quer? – propôs Rodrigo, falando baixinho e de um jeito safado.
– Quero!!! Quero o melzinho do Sergio – respondeu o menino exultante.
Fomos até o fundo e, dessa vez, Rodrigo se sentou no degrau mais baixo da sauna, com as pernas abertas e a rola imensa apontada para cima. “Chega aqui perto, amorzinho, vem logo, assim, fica de costas para mim”, ordenava ele, enquanto eu, praticamente em transe, obedecia cegamente.
Em seguida eu senti as mãos grossas de Rodrigo abrindo minhas nádegas, puxando as bandas para os lados, expondo meu cuzinho rosado e sem pelos, “parece até uma criancinha, tão lisinho, assim é que é bom”, dizia Rodrigo.
Nesse momento comecei a acreditar que ele fosse enfiar sua rola imensa em mim, o que me deixou em pânico, na primeira vez havia doído tanto que eu até desmaiei de dor. A lembrança me fez travar o cuzinho involuntariamente, ao que Rodrigo debochou, “tá piscando para mim, amorzinho? Não precisa ter medo não, vou cuidar bem de você hoje, quero que solte muito melzinho para alimentar o Bentinho, ele é bem guloso, não é?”, ao que Bentinho respondia, “sim, gosto muito de mamar o Sergio, quero bastante mel”.
Na sequência senti a barba áspera de Rodrigo arranhando minhas nádegas, seus lábios tocando-as de leve, enquanto Bentinho sugava a ponta da minha rola, sorvendo a baba do meu pau, e não pude conter um gemido, “tá gostando né safado, tá gostando de colocar a rola dentro de uma boquinha infantil”. Eu não conseguia raciocinar direito, apenas gemia em resposta, assentindo.
Nesse momento, senti um líquido quente entre as nádegas, Rodrigo estava cuspindo nelas, “vou deixar elas bem limpinhas para você, amorzinho”, e logo em seguida enfiou sua língua quente no meu cuzinho, fazendo-me soltar um grito, “isso é gostoso demais, caralho!”.
O toque da língua dele no meu reguinho foi o bastante para que eu me entregasse por completo, comecei a gemer alto, de forma descontrolada, ao que Bentinho se sentiu encorajado para me chupar com mais intensidade, passou a engolir meu pau até a base, “hum, hum, hum”.
– Isso amorzinho, alimenta o Bentinho, de agora em diante você vai ter que comer essa criancinha e dar de mamar todos os dias! – disse Rodrigo ao parar de linguar meu cuzinho.
– Sim, vou fazer isso – respondi sem ao menos raciocinar. Faço tudo o que você quiser.
Eu estava alucinado, a sensação que eu tinha era a de que iria gozar a qualquer momento, sentia espasmos a cada linguada de Rodrigo no meu rego, fazendo meu pau latejar na garganta quentinha de Bentinho.
Como se pudesse ler meus pensamentos, Rodrigo mandou que Bentinho parasse de mamar meu pau, “não queremos que o Sergio solte o leitinho antes da hora. Vai Bentinho, ensina o Sérgio a beijar na boca, mostra pra ele como é que faz”.
Rodrigo então empurrou minha coluna para baixo, forçando-me a ficar de quatro, ficando com a cabeça na altura de Bentinho. Apesar do vapor forte, eu conseguia distinguir perfeitamente a expressão de luxúria do menino enquanto me encarava, até que, mais uma vez, senti a língua de Rodrigo no meu rabo e fechei os olhos, gemendo. Meu gemido serviu como uma senha para o garoto, que logo colou seus lábios grossos aos meus, tentando forçar sua língua o mais profundamente possível na minha boca.
Eu não resisti à invasão de sua língua e me deixei ser beijado por ele. Com uma das mãozinhas ele acariciava suavemente meu rosto e, com a outra, apertava meu mamilo de um jeito suave, carinhoso. Ele beijava de um jeito doce e ao mesmo tempo experiente, não podia negar que a sensação era ótima, eu estava me rendendo ao menino, tentava explorar mais e mais a sua língua, e passei a retribuir suas carícias, segurava suavemente a sua cabeça, mantendo-a colada à minha, ao mesmo tempo em que acariciava seu peitinho gorducho.
Vez por outra Rodrigo enfiava a língua mais fundo no meu anelzinho, fazendo meu corpo inteiro reagir, eu tinha espasmos a cada linguada e, involuntariamente, empurrava mais o meu rego exposto na direção dele, “tá querendo que eu meta, né, safado”.
O tesão que eu sentia era tamanho que eu mal me dava conta das putarias que Rodrigo falava, apenas me movia ao ritmo de suas linguadas e ao beijo macio de Bentinho e a seu hálito com gosto do meu pau babado.
Em dado momento, sem me dar qualquer aviso, Rodrigo me puxou com força para trás, me fazendo cair sentado sobre seu joelho, “eu falei que iria apenas te servir, mas não vou aguentar, tenho que meter no seu cuzinho, vem, senta aqui”, disse Rodrigo me erguendo sem demonstrar qualquer dificuldade e me encaixando sobre sua rola, cuja cabeça imensa pressionava meu anel.
Bentinho pareceu contrariado, “quero beijar mais, deixa, Digão”, ao que Rodrigo respondeu: “fica tranquilo, Bentinho, logo vou deixar você beijar ele de novo, mas primeiro vai me ajudar a lambuzar o anelzinho do Sergio, vou entrar nele agora”.
O menino pareceu adorar a ideia, começou a lamber o saco peludo de Digão enquanto segurava a base da rola com as duas mãozinhas, mantendo aquele mastro bem na direção do meu anel, dizendo “puxa ele pra baixo, ta bem na mira”. Ao mesmo tempo, Rodrigo lambia as minhas costas, subia até meu pescoço e mordiscava de leve o lóbulo da minha orelha, “preciso meter, mas vou ser carinhoso, amorzinho, relaxa bem, não contrai o anelzinho, faz como se você fosse evacuar”, instruiu ele ao meu ouvido.
Senti então ele descendo meu corpo lentamente, a pressão da cabeça enorme e babada da sua pirocona no meu cuzinho.
O excesso de baba que saia da ponta da rola logo lambuzou todo o meu rego, eu conseguia sentir a entradinha do meu anel enchendo-se de líquido, até que, de repente, Rodrigo desceu meu corpo um pouco mais, forçando a entrada com mais força, e a cabeça enorme entrou inteira dentro de mim. “Caralho!”, gritei, num misto de dor e prazer.
“Já tá ficando larguinho, amor, dessa vez entrou facinho, que cuzinho gostoso e quentinho, agora desce todo, vou entrar até o talo, continua assim relaxado para não doer”, disse ele me puxando de uma vez só para baixo e me empalando com seu mastro enorme. Com o movimento abrupto, quase bati minha perna no rostinho de Bentinho, que estava embaixo sugando as bolas de Rodrigo, mas o garotinho foi bem ágil ao se afastar, olhando admirado para a rola enorme do irmão desaparecer completamente dentro de mim.
A invasão me fez quase perder os sentidos, porém, ao contrário do que ocorreu na primeira vez, eu não senti tanta dor, mas sim uma enorme pressão por dentro e uma sensação deliciosamente estranha na próstata.
Meu pau logo começou a babar com mais intensidade e, vendo isso, Bentinho logo abocanhou meu pau, “hum hum, que delicia de melzinho, Sergio tem o melzinho mais gostoso do mundo”, dizia ele encarando-me com seu sorriso sapeca.
Estava tão gostoso que eu mesmo comecei a me mover sobre a rola de Rodrigo, fazendo um leve movimento para cima e para baixo, porém ele logo me interrompeu, “calma amorzinho, quero fazer de um jeito diferente, fica quietinho por enquanto, deixa eu sentir esse cuzinho apertando minha rola, pisca ele, aperta a base do meu pau”.
Eu entendi o que ele queria e passei a contrair e a relaxar o esfincter, “caralho, que cuzinho mais gostoso tem o meu amorzinho, é tão gostoso que parece a bucetinha da Alice! Vai, morde mais safado”.
Eu obedeci sem ao menos raciocinar, estava completamente entregue a Rodrigo, que praticamente estava me ensinando a obedecê-lo, falando baixo ao meu ouvido e me mostrando como mordê-lo de um jeito mais gostoso, “aperta mais forte, isso, segura, ahhh!!!!”.
A pressão no meu rabo e a sensação da boquinha infantil de Bentinho no meu pau me levaram à loucura, meu pau começou a babar com tal intensidade que, em dado momento, Bentinho grunhiu com meu pau na boca, engasgando, “nossa, tá saindo um tantão de melzinho, nem to conseguindo engolir direito”, ao que Rodrigo respondeu, “toma tudo para crescer forte, não pode desperdiçar”, e o menino prontamente obedeceu, abocanhando meu pau novamente, massageando a ponta da rola com sua linguinha.
Eu comecei a sentir espasmos e, mais uma vez, de forma instintiva, comecei a me mover no colo de Rodrigo, sendo novamente contido por ele, que falou ao meu ouvido: “calma, safada, ainda não é a hora de meter. Tem que agradar o Bentinho, ele é prioridade”. Enquanto sussurrava essas palavras, eu podia sentir a rola de Rodrigo latejando dentro de mim e, sem que ele pedisse, comecei a morder o seu pau, “isso safada, sua bucetinha tá gostando mesmo da minha rola, morde mais”.
Eu obedeci, mordi com a maior pressão que eu conseguia fazer e, em resposta, Rodrigo virou meu rosto de lado, segurando firmemente minha nuca e me beijou de um jeito apaixonado, sua língua movendo-se junto da minha sem pressa, “você beija de um jeito perigoso, danadinho”, disse ele ao se afastar por um momento, para recobrar o fôlego, antes de me beijar novamente, dessa vez com mais força, de um jeito safado, fazendo meu corpo estremecer todo, meu pau pulsando na boquinha do Bentinho.
O garotinho continuava entretido com meu pau, sugando-o com prazer, e pude notar que ele se masturbava, o pau infantil completamente ereto, “hum, hum, hum, que delicia de melzinho”.
Ficamos os três nessa posição por um bom tempo, eu estava empalado pela rola enorme de Rodrigo, enquanto alimentava Bentinho com a baba do meu pau.
Vez por outra eu tentava me mover, mas sempre era interrompido por Rodrigo, “ainda não, calma safada, vou socar daqui a pouco, mas primeiro quero ficar só coladinho, sentindo seu cuzinho quentinho morder minha piroca”.
Bentinho alternava entre mamar a cabeça do meu pau e a engoli-lo até a base, a sensação da sua garganta quentinha era indescritível, comecei a ter mais espasmos, sentia meu gozo cada vez mais próximo.
Nesse momento Rodrigo se inclinou um pouco para frente e empurrou a cabeça de Bentinho, “pronto amiguinho, já bebeu bastante pela boquinha, agora você vai brincar de outro jeito, quer?” e ele, sem limpar a baba que escorria pelo canto da boca, respondeu prontamente, “quero sim, Digão”.
Ao ouvir a resposta animada do garoto, Rodrigo o puxou para mais perto, virando seu corpinho, “que bundinha mais linda a sua, hein?! tão lisinha, sem pelinho nenhum, abre pra eu ver”, ao que o menino obedeceu, abrindo as bandas da bunda e exibindo o cuzinho moreno e meio aberto, “já tá bem larguinho, tá com saudade do pau do Serginho?”, indagou Rodrigo de um jeito sacana, ao que Bentinho, olhou para trás sorrindo, “to sim, quero sentir ele dentro de novo, é uma delícia”.
Rodrigo então se moveu, deslizando um pouco para frente, a fim de se ajeitar melhor no degrau em que estávamos sentados e, com o movimento, senti seu pau atochar ainda mais fundo dentro de mim. Depois ele começou a me punhetar de leve, “não goza ainda, quero que goze dentro do cuzinho do Bentinho, ele quer muito. Vem Bentinho, sobe no degrau com as pernas abertas, isso, assim mesmo”.
Bentinho subiu no degrau como se já soubesse perfeitamente o que fazer, ficando com o pauzinho duro bem na minha frente, e depois começou a se agachar, posicionando a entradinha do cuzinho bem na cabeça do meu pau. “Isso, neguinho, agora desce”.
Ainda agora custo a acreditar na cena que se seguiu, por mais que eu já tivesse metido nele pouco antes, acreditei que levaria algum tempo para conseguir entrar nele de novo, mas o cuzinho de Bentinho engoliu meu pau sem qualquer dificuldade, continuava bem lubrificado pelo meu gozo, que se misturava à baba que agora vertia do meu pau.
A sensação de ter o pau enorme de Rodrigo atolado no meu reto ao mesmo tempo em que o cuzinho infantil de Bentinho abocanhava minha rola era indescritível, involuntariamente eu tive um espasmo e arremeti um pouco para cima, entrando mais fundo no garoto, ao mesmo tempo em que a rola de Rodrigo saía de dentro de mim.
Rodrigo então puxou Bentinho para mais perto, abraçando nós dois ao mesmo tempo, “que delicia sentir meus dois meninos assim, caralho, vou socar fundo agora”, disse ele erguendo ao nos erguer ligeiramente para cima, antes de puxar novamente para baixo, metendo fundo dentro de mim.
Rodrigo tinha uma força impressionante, conseguia erguer sem dificuldade eu e Bentinho ao mesmo tempo, prendendo-nos com seu abraço forte, deixando meu cuzinho totalmente livre para ser socado com força por sua rola enorme.
Eu nunca imaginei que pudesse sentir nada parecido com aquilo, a sensação de estar completamente entregue a meu amigo e, ao mesmo tempo, estar dentro do cuzinho de Bentinho, era indescritível.
Rodrigo ofegava de prazer, mas se movia sem dificuldade, de um jeito ritmado, subia e descia meu corpo sobre o dele, além de mover os quadris fazendo o saco enorme bater na minha bundinha, emitindo um som hipnotizante. Enquanto tinha o cu martelado por Rodrigo e tinha meu corpo erguido e abaixado, meu pau deslizava no mesmo ritmo dentro do rego de Bentinho, que reagia gemendo e grunhindo, “mexe mais forte, Digão, tá tão gostoso o pau do Serginho entrando e saindo, hum hum, faz mais, faz mais” e Rodrigo se movia mais rápido, como um touro selvagem, movia os quadris de um jeito alucinado, enquanto arranhava meu pescoço com sua barba, “tá gostoso, né safada, então toma mais forte, ah caralho, que cuceta mais gostosa!”.
Aos poucos o som das estocadas foi ficando mais úmido, eu estava encharcado com a baba de Rodrigo, sentia o saco respingando líquido em mim, “plac plac plac plac”, ao mesmo tempo em que eu mesmo inundava o cuzinho quentinho de Bentinho com meu pre gozo, “ai que delicia, Sergio, faz mais, enfia”, dizia o menino gemendo.
Aos poucos comecei a sentir a rola de Rodrigo inchar mais dentro de mim, não posso negar que a sensação de ter aquele macho dentro de mim era boa demais, cada vez que a cabeça enorme chegava ao fundo, eu sentia algo estranhamente bom na próstata, “caralho, desse jeito eu vou gozar”, disse afinal, ao que Rodrigo mordeu minha orelha, “então goza safada! Enche meu neguinho de leite que eu também vou gozar!!!! Ah caralho!!!”
Rodrigo então meteu ainda mais forte, fazendo com que meu pau também arremetesse mais rapidamente dentro de Bentinho, começamos os três a gemer e grunhir juntos e, então, ouvi Bentinho soltar um grito e se impulsionar para cima, sacudindo-se num orgasmo seco, ao mesmo tempo em que mordia meu pau com seu cuzinho quente, fazendo com que eu gozasse junto dele, “ah caralho!!! Que delicia de cuzinho!”.
Nesse momento Rodrigo caiu para trás, puxando-nos sobre seu colo, atochando sua rola enorme dentro de mim, ao mesmo tempo em que me inundava com sua porra, “toma leitinho, safado, que cuceta gostosa, toma safada!!!”.
Permanecemos os três assim, ligados, num verdadeiro trenzinho, por bastante tempo, resfolegando, quando então Bentinho se levantou, retirando lentamente meu pau ainda duro e encharcado de dentro dele, fazendo uma grande quantidade de porra escorrer por suas perninhas roliças. Depois ele chegou mais perto e deu um beijo na boca de Rodrigo, dizendo em seguida “Digão bem que podia casar com o Sergio, aí eu ia brincar assim com ele todo dia”.
Rodrigo sorriu para o menino e afagou seu cabelinho raspado, “tá bom, neguinho, eu caso com o Sergio e faço ele brincar mais com você, mas tem que se lembrar de não contar isso pra sua mãe, ela pode ficar preocupada”, e Bentinho respondeu: “sim, eu já sei, sou esperto”.
Depois disso ele saiu da sauna, dizendo que iria tomar uma ducha e brincar do lado de fora, deixando eu e Rodrigo sozinhos.
Ele continuava duro dentro de mim, e eu estava com medo de me levantar, imaginava que devia estar todo sujo de merda e sangue. Ele parecia não se importar com nada disso, ficou afagando meus cabelos desgrenhados, “é irmão, seu cuzinho é gostoso pra caralho, consigo até te comer de novo, quer?”, ao que respondi “melhor não, a gente não sabe se Alice vai precisar do seu leite, Bentão meteu muito forte nela na espreguiçadeira, pode estar machucado”.
Rodrigo riu do meu comentário e brincou dizendo “tenho superpoderes, esqueceu? Sou igual aquele bicho de chifre que você falou, tenho tesão infinito e consigo produzir leite pra amamentar um harém. Ainda mais com uma bucetinha infantil igual a da Alice, consigo leitar várias vezes seguidas se ela quiser”.
Eu fiquei intrigado, porque parecia mesmo verdade tudo o que ele estava dizendo, afinal, nunca tinha ouvido falar de alguém que produzisse tanta porra quanto Rodrigo e que fosse capaz de despertar tanto desejo em homens e mulheres.
Ele pareceu ter notado o meu olhar intrigado, me puxou para perto de si e esfregou o punho na minha cabeça, “você é ingênuo mesmo, né, irmão, acredita em qualquer coisa que eu falo. Relaxa, eu sou um cara normal como qualquer outro, infelizmente não tenho superpoderes, sou apenas um cara safado, que curte putaria e que descobriu que gosta de carinhas bonzinhos como você, to caidinho”, disse puxando minha cabeça em direção a sua axila suada e me dando um cheiro no cangote. Aquilo me despertou de novo, meu pau subiu involuntariamente e pude sentir seu pau inchar mais um pouco dentro de mim, mas decidi que era hora de parar, ainda tinha medo de ser pego no flagra por Bentão ou por Alice fazendo sexo.
Nós dois então nos levantamos e, para meu alívio, não estava sujo de merda nem sangue, só estava inundado de porra mesmo.
Saímos finalmente da sauna, tomamos uma ducha e almoçamos nós três na área externa. Rita tinha feito um arroz com legumes e um vinagrete maravilhoso, Bentinho comeu duas vezes, ele era bem guloso.
Antes de comer, Rodrigo tomou uma jarra inteira de água, “preciso repor os líquidos”, disse dando uma piscadinha.
Depois disso tomei uma cerveja com Rodrigo perto da churrasqueira, enquanto Bentinho brincava com as bonecas de Alice sentadinho no chão. Quem nos visse daquele jeito jamais imaginaria que, momentos antes, estávamos os três grudados e gozando loucamente, mas sim pensaria numa família de comercial de margarina.
A sensação que eu tinha era a de que finalmente minha vida ia entrar nos trilhos, eu tinha feito um novo melhor amigo, que estava me ajudando a ser um pouco mais esperto, tinha me apresentado para pessoas bem legais, além de me ajudar com o tratamento da Alice.
Além disso, senti pela primeira vez na vida como era ser alvo de admiração por parte de alguém, Bentinho parecia muito afeiçoado a mim, não parecia ser apenas a curiosidade por eu ser diferente do pai dele ou a atração física que ele sentia, mas sim um carinho genuíno, a todo momento ele chegava mais perto para pegar algum salgadinho ou beber refrigerante e aproveitava para me dar um beijinho no rosto e me dar um abraço.
Estava pensando em todas essas coisas, meio distraído, quando, de repente, senti as mãos grossas de Rodrigo pousando sobre as minhas, deixando-me desconcertado e ruborizado.
– Você fica parecendo uma criança tímida quando eu te encosto, é muito engraçado. Eu não estou nem aí, vou pegar em você a hora que quiser, do jeito que quiser, agora sou seu dono, lembra? – brincou, dando uma piscadinha.
Bentinho ouviu o comentário e riu de nós dois à distância, gritando “tá namorando, tá namorando”.
Ficamos ali por mais uns trinta minutos bebendo, eu fui ficando mais altinho por conta da cerveja e da exaustão por haver gozado duas vezes em abundância.
Em dado momento, Rodrigo resolveu ajeitar as coisas e colocar mais carne para assar e eu me ofereci para ajudá-lo, porém ele me olhou de um jeito estranho, dizendo:
– Cara, até que eu queria ficar aqui grudadinho com você o dia todo, gosto de ter uma bundinha igual a sua pertinho de mim pra eu olhar à vontade, mas você não tá esquecendo de nada não?
Eu olhei para ele, intrigado, sem entender o motivo da pergunta, e Rodrigo então emendou:
– Você é lerdo mesmo, né? Ainda bem que estou aqui para te ajudar, acho que já passou da hora da Alice comer alguma coisa, vai lá em cima ver se ela tá acordada e oferece algo para ela comer.
Eu fiquei ruborizado com o comentário, eu estava agindo como um pai relapso, tinha esquecido completamente da Alice e do Bentão.
– Vai lá, mas checa primeiro se eles estão dormindo, não precisa acordar ninguém não, os dois pareciam bem cansados quando eu fui lá e Bentão tinha dito que ia ninar a Alice e deitar com ela mais um pouco – disse Rodrigo umedecendo os lábios, com o pau meia bomba levantando.
– Ah sim, foi bom você me lembrar, coitado do Bentão, imagino que a Alice deve ter dado trabalho pra dormir, ele deve ter ficado ainda mais cansado, emendei antes de entrar na casa.
Eu então entrei pela porta da cozinha, fui até a sala e subi as escadas. Estava tudo bem silencioso na parte debaixo, mas à medida que eu subia as escadas, pensei ter ouvido alguns murmúrios e gemidos, mas logo tirei esse pensamento da cabeça, afinal, não teria motivo algum para esse tipo de barulho vir do andar de cima.
Ao chegar no corredor, novamente tive a impressão de ouvir o barulho de algo batendo e gemidos, então gritei por Bentão, perguntando se ele estava bem, instante em que os sons cessaram imediatamente.
Fiquei na dúvida se não tinha imaginado coisas e resolvi ir até a porta da suite, bati de leve e chamei por Bentão. Como ninguém respondeu, abri a porta de leve, sem fazer muito barulho, e me deparei com uma cena estranha: Bentão e Alice estavam deitados sob as cobertas, ela deitadinha em cima dele, com a cabeça pousada sobre seu peitoral peludo, mas o quadril dos dois se movia rapidamente, subindo e descendo.
Notei também que, embora o ar condicionado estivesse ligado, o ar estava pesado e havia um cheiro forte de sêmen e suor. Se fossem outras pessoas, eu logo deduziria que era um casal fazendo sexo, mas não tive tanta certeza, porque vi que Alice e Bentão estavam com os olhos fechados, como se estivessem dormindo.
Sem sair da porta, eu chamei baixinho por Bentão, perguntando o que estava acontecendo e porque ele estava se movendo debaixo das cobertas, instante em que ele abriu os olhos, diminuindo o movimento sob as cobertas, e fez um sinal de silêncio colocando os dedos sobre o lábio, “opa Sergio, estou aqui ninando a Alice, ela está com sono mas tá teimando em ficar acordada. Notei que ao mexer os quadris brincando de cavalinho ela se acalma e se distrai, então estou fazendo isso aqui já tem um tempinho, ela está quase dormindo”.
Lembrei-me que Rodrigo já tinha avisado sobre isso, Alice estava fazendo birra para dormir e Bentão teve a ideia de brincar de cavalinho. A brincadeira parecia estar funcionando, ela estava de olhinhos fechados e tinha o corpo deitado sobre o dele.
Percebi que Bentão tentou diminuir o movimento, porém, nesse instante, Alice gemeu e resmungou baixinho, de olhos fechados, ao que Bentão voltou a se mover mais rápido, “ela choraminga quando eu paro de me mover, tenho que acelerar aqui”, disse ele com o rosto vermelho.
Eu achei estranho aquilo, porque aquele movimento parecia mais uma cena de sexo do que um simples ato de ninar a minha menina, ainda mais com aquele forte cheiro de porra no ar, e questionei Bentão, ao que ele respondeu: “Como a bucetinha dela é muito gostosa, eu gozei mais do que o normal dentro dela aquela hora perto da piscina, gozei tanto que mesmo depois de dar banho nela, continua escorrendo. Como minha porra tem cheiro muito forte, você deve estar sentindo, mas assim que ela dormir eu vou limpar a bucetinha dela”.
Nesse momento, pensei em pedir que Bentão levantasse as cobertas, para checar se ele realmente não estava metendo naquele instante na bucetinha de Alice, mas fiquei constrangido de fazer um pedido como aquele, principalmente sabendo que era um senhor tão bom e pai adotivo do meu melhor amigo Rodrigo.
Além disso, lembrei que Bentão havia gozado muito dentro de Alice, parecia que ejaculava com abundância que nem Rodrigo, então realmente podia estar escorrendo porra da bucetinha da menina, daí o cheiro impregnando o ar do quarto. Lembrei também das várias vezes em que Alice fez birra para dormir, Rodrigo sempre tinha que ficar balançando ela nos braços, então fazia sentido Bentão mover os quadris daquela forma.
Já mais tranquilo e um pouco envergonhado por ter desconfiado de Bentão, fiz menção de sair do quarto, para deixar que ele continuasse ninando a minha menina, mas ele fez um sinal para que eu esperasse, “fica aí, acho que ela já está quase dormindo, aí você me ajuda a limpar tudo isso aqui, continua escorrendo muita porra na cama”, disse ele baixinho.
Aquele pedido me deu ainda mais certeza de que nada de mal estava acontecendo sob as cobertas, então resolvi entrar no quarto e fechar a porta, aguardando que Bentão terminasse.
Notei que Bentão foi ficando com o rosto vermelho e diminuiu a velocidade dos movimentos, fazendo com que Alice resmungasse e gemesse de novo, “estou cansado, mas toda vez que paro de me mover ela reclama, vou acelerar aqui”, emendou ele, dessa vez movendo-se com mais força, levantando o corpinho de Alice mais alto sob as cobertas.
A intensificação dos movimentos pareceu surtir efeito, Alice abriu a boquinha em um sorriso, ao que eu falei “vai Bentão, acho que assim mais forte ela vai dormir rapidinho” e ele então respondeu, o rosto suado e vermelho: “tá bom, vou mexer mais rápido”.
Nesse instante, comecei a ouvir o som do que me pareceu ser o saco de Bentão batendo na bundinha de Alice sob as cobertas e ele, parecendo ler meus pensamentos, emendou: “meu saco tá fazendo barulho ao bater na bundinha dela, será que vai acordá-la?”. Eu olhei o rostinho de Alice, que continuava com a boquinha aberta num meio sorriso, e tranquilizei Bentão, “não vai acordar não, tá tudo bem, pode continuar mexendo fazendo ela pular que parece que ela vai dormir logo logo”.
Ao ouvir minhas palavras, vi que Bentão colocou os braços para fora da coberta e abraçou Alice, segurando-a com força, “agora vou mexer bem rápido então”, e pude ver que os movimentos se intensificaram ainda mais, quem visse com maldade iria pensar até que ele estava socando aquela rola imensa e veiuda na bucetinha infantil da minha pequena, ainda mais por conta do barulho úmido que o saco dele fazia ao bater no corpinho dela, mas eu sabia que podia confiar plenamente em Bentão, então não apenas deixei que ele continuasse como também o incentivei.
Bentão ficou vários minutos assim, eu comecei até a ficar preocupado com ele, o rosto estava vermelho e suado, ele parecia bastante cansado, eu perguntava se ele queria parar, mas ele dizia “não, se parar agora corro o risco de ela acordar e ter que começar tudo de novo”.
Fiquei admirado com o vigor dele, apesar da idade ele tinha bastante pique, movia-se mais e mais rápido. Notei que o quarto foi ficando com um cheiro mais forte de suor e sêmen à medida que ele ninava Alice, mas não me preocupei, porque sabia que devia ser devido à porra que continuava escorrendo de dentro dela.
Em dado momento, notei que Bentão começou a gemer, fazendo uma expressão indecifrável, até arremeter mais forte para cima, levantando o corpinho de Alice bem alto e levantando ligeiramente as cobertas, dando um vislumbre bem rápido do seu saco enorme, que estava todo empapado em porra, mas como foi um movimento muito rápido não pude ver o pau dele nem a bucetinha de Alice. “Ah caramba, não aguento mais”, disse Bentão ofegante, tendo espasmos debaixo de Alice.
Eu fiquei muito preocupado com ele, perguntei se ele estava bem, ao que Bentão disse “acho que senti uma cãibra, ainda bem que agora parece que Alice dormiu e não vai fazer mais birra”.
Nesse instante, notei que os espasmos dele pareciam muito com os de quando o homem ejacula, e percebi que o cheiro de porra começou a ficar muito mais intenso do que antes, igual tinha acontecido na beira da piscina, motivo pelo qual, mesmo sabendo que podia ser mal interpretado por Bentão, decidi pedir para ele levantar as cobertas.
Ele pareceu estranhar minha pergunta, demorou um pouco a atender meu pedido, mas, em seguida, demonstrando que era um homem de inteira confiança, puxou as cobertas para o lado, momento em que tive um susto com a quantidade de líquido que vazava da bucetinha aberta da Alice, ela estava bem inchada e vertia porra sobre a base do pau duro como rocha de Bentão, que logo se explicou:
– Como eu me movi muito rápido e me encostei na xaninha quente de Alice, involuntariamente meu pau ficou duro, mas não se preocupe, não meti dentro dela, essa porra vazando é aquela que já estava acumulada lá no fundo. A cabeça do meu pau também tá cheia de porra, mas é aquela que vazou também – comentou ele, ainda ofegando.
Pedi desculpas por minha desconfiança e Bentão as aceitou prontamente, dizendo que qualquer pessoa desconfiaria e que ele não se sentia ofendido de forma alguma.
Apesar de já estar tudo esclarecido, eu fiquei incomodado de ver a piroca dura e babada de Bentão tão perto da bucetinha arreganhada de Alice, e perguntei se ele já conseguia se mover dali, porém ele disse que não, sua perna doía muito, “não consigo aliviar a tensão da minha perna”.
Eu perguntei se eu podia fazer alguma coisa para ajudar, ofereci massagear as pernas dele, mas Bentão respondeu que a única coisa que aliviava a cãibra dele é se masturbar, mas que ele já estava bem exausto, não sabia se iria conseguir.
Vi que ele pegou na rola dura e babada e ficou movendo ela lentamente sob o corpinho de Alice, e, sem querer, acabou encaixando a cabeçona na entradinha da xana aberta dela, enquanto se punhetava. Com movimento, logo a cabeçona começou a invadir a buceta arreganhada de Alice, ao que Bentão pediu desculpas e perguntou, visivelmente constrangido, se teria problema enfiar nela, “vou enfiar só um pouco, sem maldade, acho que assim eu melhoro logo”.
Apesar de achar aquele pedido estranho, acabei não protestando, afinal, Bentão estava sendo muito legal comigo e talvez sentir o calorzinho da buceta de Alice ajudasse ele a esquecer a dor da cãibra. Fiz um sinal de assentimento para ele e ele logo enfiou o pauzão enorme dentro da Alice, “ah, caralho, que bucetinha quente e apertadinha, com todo respeito, Sérgio, e que a Rita não me ouça, mas essa é bucetinha mais gostosa que já comi na vida, nunca imaginei que uma xaninha de criança pudesse ser tão gostosa”.
Quando a rola de Bentão entrou toda dentro de Alice, tive a impressão de vê-la sorrindo e gemendo, mas imaginei que fosse uma reação involuntária, talvez ela estivesse sonhando. No entanto, percebi que ela se moveu de novo, parecendo que iria acordar, ao que Bentão disse que como não conseguiria se mover, o melhor jeito era fazer ela ter um orgasmo, então enfiou a mão por baixo do corpinho dela e começou a massagear o grelinho, sem tirar a rola da bucetinha.
Ele ficou assim um bom tempo, dava para ver minha menina contrair a pélvis levemente, o rostinho sonolento, até finalmente estremecer o corpinho e se amolecer toa. Nesse instante, pude notar que o pau dele pulsava no mesmo ritmo em que ela se contraia, e que uma grande quantidade de líquido viscoso escorria, “acho que ela gozou, tá encharcando o meu pau com melzinho de buceta, agora com certeza ela dorme”, falou Bentão com o pau ainda atochado na minha menina.
Ele continuou duro dentro dela durante vários minutos, o cheiro forte de sêmen continuava impregnando o ambiente, eu estava ficando nauseado e ao mesmo tempo constrangido por deixá-lo naquela situação, perguntei se tinha algo mais que eu poderia fazer, então Bentão perguntou se poderia gozar de novo, porque o orgasmo talvez o ajudasse a melhorar.
Achei aquilo ainda mais estranho, mas decidi cooperar e não me opus, só queria que ele melhorasse logo. Foi então que ele puxou o corpinho de Alice levemente para cima, tirando a rola de dentro dela até pouco mais da metade, e começou a se punhetar, sem tirar a rola de dentro.
Não demorou muito para o rosto dele ficar novamente vermelho e ofegante igual estava momentos antes, até que, sem aviso, ele soltou as mãos e começou a socar dentro da Alice, movendo os quadris, “agora melhorou a minha perna, caramba, consigo mexer de novo”.
Fiquei feliz ao ver que Bentão finalmente tinha melhorado, mas pedi que ele gozasse logo, para não acordar a Alice, instante em que ele levantou o quadril dela ligeiramente no ar e passou a meter mais rápido, “to ficando viciado nessa bucetinha, não consigo tirar meu pau de dentro de jeito nenhum”, dizia ele gemendo baixinho. Depois de alguns minutos, que me pareceram durar uma eternidade, Bentão fechou os olhos e inclinou a cabeça para trás, sem soltar os quadris de Alice, fazendo movimentos mais curtos e profundos contra a xaninha aberta da minha menina, até dar um último empurrão para cima, soltando um urro, “Porra!!! Gozei de novo!!! Caralho, duas vezes seguidas!”, seu corpo convulsionando e bombeando jato após jato dentro dela, o saco se movendo no mesmo ritmo que o períneo se contraía.
Estranhei quando ele disse duas vezes seguidas, mas logo lembrei que Bentão devia estar se referindo à gozada que deu na área da piscina, então decidi não falar nada, fiquei apenas observando admirado a gala dele escorrer mais uma vez de dentro da minha menina.
– Ainda bem que ela está longe de entrar na puberdade, com essa quantidade de porra que eu jorrei dentro dela era capaz da menina engravidar e eu dar mais um irmãozinho para o Bentinho – brincou Bentão enquanto se movia cuidadosamente para sair de dentro de Alice, para não acordá-la.
Nesse instante, lembrei que Rodrigo também estava inseminando diariamente a minha menina, para o tratamento de seu retardo, e me senti grato pelo fato de que, se ela fosse mais velha, não teria como tratá-la daquela forma sem engravidá-la, seria preciso entupi-la de pílulas anticoncepcionais que poderiam atrapalhar sua saúde. “Realmente tive muita sorte de descobrir o problema enquanto ainda seria possível deixar que adultos ejaculassem dentro dela”, pensei aliviado. A verdade é que, apesar de toda a confusão causada e do meu incômodo, no final das contas, seria até bom para a Alice ter mais aquela injeção hormonal e respirar os feromônios liberados por Bentão, já que ele possuía os mesmos dotes de Rodrigo.
Após resfolegar e se recuperar completamente, Bentão levantou-se da cama e deu um beijinho no rostinho suado de Alice. Em seguida, foi até o banheiro, pegou uma toalha, limpou a própria rola e depois o corpinho da menina, tirando o excesso de porra de seus lábios vaginais, das perninhas e do lençol debaixo dela.
– Agora preciso de água e de um prato de comida, estou morto! – completou ele, puxando-me para perto de si e me dando um abraço carinhoso. Meu Rodrigo teve muita sorte de fazer “amizade” com um homem tão maduro e legal como você, Sergio – disse dando uma piscadinha indicando que a amizade era algo mais.
Eu fiquei ruborizado com o comentário, não gostava da ideia de todo mundo achar que eu era veado, ao que Bentão insistiu:
– Ah, para com isso! O Rodrigo tá bem diferente esses dias, só fala de você e da Alice o tempo todo, nunca vi ele assim com minha nora, ele era só putaria e festa, não tava nem aí para a mulher. Agora de repente ele sossegou, leva o amigo para jogar bola, leva o amigo no bar para conhecer a galera, vai morar na casa do amigo e convida o velho aqui para churrasco sossegado na casa desse mesmo amigo, sei não hein, acho que esse “amigo” fisgou meu filho putão.
– O senhor acha mesmo que eu sou gay? – perguntei, ruborizado.
– Não é nada disso, Serginho, mas no caso de Rodrigo não tem jeito não, tanto faz se você é gay ou não, se ele te quiser ele vai te traçar e você não vai achar ruim, ao contrário vai é gostar – riu ele. O Rodrigo tem uma coisa estranha nele, não sei o que é, nem eu sou imune àquele moleque. O safado me fazia ficar duro por diversão na adolescência, era um sacana.
Fiquei surpreso com a sinceridade de Bentão e um pouco aliviado de eu não ser o único que ficava duro só de ficar perto de Rodrigo.
– Eu não tenho vergonha de admitir isso, como eu te falei antes, eu respeito profundamente o meu corpo e meus desejos, e criei meus filhos sempre com isso em mente. Falando nisso, eu ainda não te agradeci pelo carinho com meu neguinho, obrigado mesmo – disse Bentão com um sorriso maroto. Aquele menino tem uma tendência a gostar de homem desde pequeno, eu tento suprir isso, permito que ele explore meu corpo, mas é bom saber que ele dirigiu seu desejo para um cara tão legal e puro como você. Peço que não julgue seus desejos infantis e, se possível, continue agindo naturalmente com ele. Sei que não deve ser fácil e imagino que você somente se excitou devido à ajuda do meu menino Rodrigo, igual eu falei antes, ele tem um cheiro diferente mesmo, isso desde novinho, desperta o tesão em qualquer um, homem, mulher, criança, não faz diferença. Peço apenas que não comente nada com a Rita, ela ficaria brava ao saber que você penetrou o garoto e gozou dentro dele, mesmo sabendo que ele queria muito.
Nunca imaginei que alguém pudesse falar de um assunto como esse com tanta naturalidade, fiquei até emocionado com a confiança que Bentão depositou em mim. Era impressionante como um homem tão bruto e de origem humilde como ele podia ser tão expansivo, carinhoso e com um coração tão aberto para aceitar as diferenças, ele queria o melhor para o filho caçula, independente do julgamento dos outros.
Desci com ele até a cozinha e ficamos de papo enquanto ele almoçava. Ri bastante das histórias que ele contava da roça, das confusões que arrumou na adolescência com mulheres casadas e, ainda, das meninas que ele levava para o mato.
Contei para ele que ficaria de férias todo o mês de dezembro até janeiro, quando então ele ofereceu que eu e Alice passássemos alguns dias no sítio com eles, “não vou chamar muita gente não, serão apenas vocês”.
Na hora eu tive até vontade de aceitar, mas lembrei que Alice precisava de Rodrigo por perto, para o progresso do tratamento.
– Vou perguntar para Rodrigo se ele concorda, não sei se será fácil para ele ir todo dia para o sítio – comentei.
– Desse jeito eu vou acreditar que são um casal mesmo. Qual o problema de vocês irem sem o Rodrigo? – indagou Bentão.
Eu não sabia o que responder, não queria mencionar o retardo de Alice, mas acabei sendo salvo por Rodrigo, que logo entrou na cozinha e interrompeu a conversa, dizendo que Rita havia ligado com problemas na Parati. Bentão pareceu preocupado, mas Rodrigo explicou que o irmão de Rita já tinha resolvido tudo, rebocou o carro e o levou para uma oficina, e que ele já a estava trazendo de volta.
Bentão pareceu meio contrariado ao ouvir que o cunhado vinha com Rita, dizendo:
– O Rui não um cara legal, não, espero que não fique aqui, que só venha trazer a Rita.
Rodrigo também pareceu contrariado e concordou com Bentão, perguntei o motivo de eles não gostarem do cara, e Rodrigo ficou com o semblante pensativo, como se estivesse pensando bem na resposta, até finalmente dizer:
– Eu já tentei ser amigo dele, inclusive andávamos muito juntos até outro dia, tinha pensado até em trazê-lo aqui, mas ele pisou na bola comigo.
Percebi que o assunto era constrangedor para Rodrigo, provavelmente ocorreu alguma briga entre ele e o “tio” adotivo.
Eu fiquei um pouco receoso com a possibilidade de o irmão de Rita ficar ali para o churrasco, já era muito difícil controlar Alice com gente de confiança na casa, seria ainda pior com um estranho. Chamei Rodrigo num canto e falei sobre isso de uma forma velada, momento em que ele me tranquilizou, “vou ficar de olho, ela não vai sair do meu lado ou de Bentão, e eu vou despachar o Rui logo daqui, não quero visita dele não”, falou baixinho ao meu ouvido.
Bentão riu ao nos ver cochichando e zombou:
– Caramba, será que é sério mesmo? Se for eu quero festa e muito foguete! Eu to feliz demais, quem diria que meu menino ia sossegar justo com um cara bacana como você, hein, Sérgio? E ainda por cima trazendo uma netinha linda de presente. Eita felicidade! – falou Bentão de um jeito animado.
– Se depender de mim eu caso agora e já assino a papelada para ser pai adotivo da Alice, a Jojo vai gostar de saber que tem uma irmã – falou Rodrigo como se fôssemos mesmo um casal. Falando na minha pequena, vai lá em cima e vê se ela acordou, estou preocupado com ela que não comeu até agora – falou Rodrigo enquanto me lançava um olhar de censura.
Bentão então se antecipou, oferecendo-se para subir, porque precisava de um banho e porque gostava de tomar conta da Alice.
Gostei da ideia, porque sabia que ele era de inteira confiança e também porque lembrei que Alice precisava de um banho, estava toda esporrada e vazando na cama.
– Se não for incomodar, aproveita e toma um banho com ela – pedi a Bentão.
– Você leu meus pensamentos, estava pensamento exatamente em aproveitar para dar banho nela. Pode ficar tranquilo, quando terminarmos eu desço com ela e dou alguma coisa para ela comer.
Mais tranquilo ao saber que Bentão iria tomar conta de Alice, fui com Rodrigo para perto da piscina, ficamos os dois brincando com Bentinho, vendo quem era mais flexível e conseguia abrir mais as pernas. O menino ganhou de lavada, parecia feito de mola, conseguia fazer uma abertura completa. Eu também não fiz feio, tinha uma abertura legal, enquanto Rodrigo ficou todo travado, o corpo muito grande e musculoso não se dobrava com facilidade.
– Quero ver então na queda de braço, pode juntar os dois que eu ganho sem suar – provocou ele.
Depois disso entramos na água, brinquei bastante com Bentinho, que não desgrudava de mim e, a todo momento, mexia no meu pau, “eu não consigo deixar ele duro”, dizia ele triste, ao que Rodrigo provocava o menino ainda mais, “é porque o Sérgio é meu, só eu consigo deixar ele duro”.
Aquilo não era mentira, por mais gostoso que tenha sido o sexo com o menino, as carícias que ele fazia não me deixavam excitado.
Brincamos bastante na água, até Bentinho ficar com os lábios grossos roxos de frio, então saímos e ficamos perto da churrasqueira.
Mal havíamos nos sentado, ouvi buzinarem do lado de fora, quando então Rodrigo foi até lá e abriu o portão automático, deixando um gol quadrado branco entrar na garagem.
Do carro desceram uma mulher bonita de shortinho curto branco e camiseta preta, os cabelos pretos lisos e a pele morena, e Rita com seu vestido colado e curto. Enquanto as duas se despiam, o condutor manobrou o carro e colocou na vaga indicada por Rodrigo, até que, finalmente, vi um homem negro alto e careca sair de lá, sem camisa, usando óculos escuros e um short de futebol, que logo foi tirado por ele, exibindo uma rola não tão grande, mas bem grossa.
De uma forma inexplicável, senti um medo repentino ao vê-lo ali na minha casa, era como se eu o conhecesse, mas eu não sabia de onde.
Rodrigo então me chamou para perto para cumprimentar os recém chegados, lançando um olhar gélido na direção de Rui.
Rita foi logo me dando um beijo no rosto e me apresentou para a cunhada, ela se chamava Bianca, tinha 22 anos, seios pequenos e firmes, e o corpo bem delineado, não era tão bonita quanto Rita, mas ainda assim era capaz de atrair os olhares de qualquer marmanjo com boa visão e gosto pra coisa.
Depois me apresentou ao homem, ele era bem parecido com Rita, era mais alto que Rodrigo e sorria pra mim, encarando de uma forma estranha, como se já me conhecesse.
Não sei se foi devido aos comentários que ouvi sobre Rui, mas não pude deixar de evitar um sentimento de antipatia por ele.
Ele disse ser bombeiro, gostava muito de esportes e era aficcionado com malhação, o que ele nem precisaria dizer, já que ficava o tempo todo massageando o abdômen trincado, enquanto me encarava.
Rodrigo parecia bem incomodado também ao vê-lo me encarando, tanto que se postou ao meu lado e me abraçou de lado, passando as mãos na minha cintura.
Pela primeira vez, não fiquei constrangido com aquele gesto, na verdade me senti mais seguro, eu estava com um medo inexplicável daquele homem negro.
Para não ser mal educado, eu estendi as mãos para cumprimentá-lo, porém, num gesto repentino, ele me pôs as mãos grandes no meu ombro e me puxou, afastando-se do abraço de Rodrigo. Em seguida, ele me abraçou, colando seu corpo ao meu, o que me deu um arrepio, minha visão ficou turva, eu me desequilibrei um pouco e quase caí para trás quando ele me soltou de seu abraço, tive que me apoiar em Rodrigo.
Embora eu nunca tivesse visto aquele homem na minha frente, eu podia jurar que já havia sentido aquelas mãos tocando o meu ombro anteriormente. Não me lembrava de quando ou como isso tinha acontecido, mas tinha certeza de não ter gostado nem um pouco de ser tocado por ele.

Continua

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70 Comentários

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  • Responder Bb

    Acho que esse conto tem tudo pra ter vários spin-off,

  • Responder Lucas

    Cara! Se fosse permitido ia investir total pra esse livro! Não chamo mais isso de “conto” sabe essas séries, historias, que quanto mais você lê ou assisti mais você quer continuar lendo e vendo! A imaginação vai longe!! Parabéns, um capítulo melhor que o outro.

  • Responder Dourado G

    Ai meu Deus tem um plot Twist no final. Quem leu os primeiros contos ja sacou. Adorei os contos, cada um melhor que o outro. Ja querermos a parte 11.

  • Responder Sabrina

    Eita Alice kkkkk

  • Responder paulo

    simplesmente marvilhoso continua

  • Responder ULTRASEVEN

    Um dos meus escritores preferido e esta saga deliciosa que faz a festa aos lobos de plantão.
    Caso seja do teu interesse algumas ideias veja a possibilidade de um contato.
    Apenas para trocar ideias mesmo.
    Obrigado.

    • Fã de Identidade Bourne

      Opa, claro que tenho interesse em conversar e trocar ideias. Se quiser pode mandar email para [email protected] ou então mandar dm no twitter bb2mineiro

    • Ruy

      Cara, a parte mais excitante foi o Bentão comendo a Alice embaixo do lençol e o pai bobo não percebendo nada. Espero que você faça mais cenas assim onde o pai ingênuo não percebe que a filha tá sendo fudida bem na frente dele.

      Te indico como inspiração o conto “Corromperam minha namorada”, onde o rapaz não se toca que a namorada o chifrao tempo todo com o pai e o tio. Tá no site contoerotico.com

    • Amon

      Adorei o conto “corromperam minha namorada”, obrigado pela dica

  • Responder Amon

    Ah, e você revelou que o conto talvez esteja chegando ao fim, né? Bom, eu entendo, a Alice está se curando, o Rodrigo tá quase “casando” com o Sérgio, então é natural. Mas espero que ainda tenhamos uns bons e longos capítulos pela frente!
    Vejo que você tá demorando mais pra postar tbm, e eu tbm fico frustado pela demora como outros leitores, mas já publiquei contos tbm e sei como o processo criativo demora. Que o Deus da criatividade te abençoe e você consiga escrever rápido! hehe

    • Fã de Identidade Bourne

      Sim, estou demorando mais porque não tenho mais tempo livre durante a semana, só escrevo nos fins de semana. Dessa vez não consegui revisar tudo no domingo, deixei para a segunda, depois terça, enfim, não está tão tranquilo achar tempo livre igual no início.
      Fiquei curioso quanto a seus contos, você publicou aqui mesmo?

    • ULTRASEVEN

      Acho que curando e o corpo dela esta tendo uma aceleração metabolica devido ao esperma cheio de feromonios.

  • Responder Amon

    Mais um capítulo maravilhoso!! Cara, poderia ter o dobro do tamanho q eu leria de boa, as situações que você cria são criativas dms! Essa parte foi meio a meio gay/hetero, você equilibrou mto bem e ambas foram igualmente excitantes. Pessoalmente continuo preferindo as cenas hetero com o Rodrigo, mesmo sendo gay (por incrível q pareça hehe), mas amei a cena na sauna, foi um ótimo desenvolvimento da relação do Rodrigo e do Sérgio. Por mim o Bentão e o Bentinho já podem constituir o elenco principal tbm, gostei demais deles, principalmente do jeito de Vô safado do Bentão hehe.

    Tesão dms o Rodrigo ficando de pau duro com o Sérgio no chuveiro enquanto falava e ouvia sobre Alice com o Bentão. Tbm deu mto tesão ver o Sérgio na maior inocência se achando sortudo pela Alice estar sendo fodida antes da puberdade p não ficar grávida kk.

    Tô bem intrigado em relação ao Rui, me deu uma impressão estranha…. Só espero que ele não tire o foco dos personagens principais, acho que essa tarde poderia ter sido mais aproveitada antes da Rita e Rui chegarem, mas tudo bem pq foi um capítulo longo mesmo assim.

    • Fã de Identidade Bourne

      Muito obrigado, você é muito gentil. Sou suspeito para falar sobre isso, mas a verdade é que mesmo sendo gay, também prefiro as cenas hétero envolvendo o Rodrigo.
      Já o Rui é um caso a ser explorado a seguir, ou um caso a ser explorado lá atrás, talvez ele já estivesse por aí e nosso pai ingênuo e lerdo não reparou rsrsrs

  • Responder Luis Amon

    Tesão demais!!!! Fantasioso, mas muito excitante!! Capítulo 11 por favor!!

  • Responder MANOEL BARCELONA

    Que delicia e vou aguardar ansioso os próximos capítulos.
    Obrigado por fazer nossa alegria.

  • Responder TANUS

    Nossa esta menina vai engravidar precocemente pois o corpo dela esta ficando de mulher.

  • Responder

    Capitulo 10 perfeito, o q sera q esse Rui vai fazer em ? Espero q estretamente nada e sair voando do conto… Qualquer coisa colocar de voltar o carlos no conto.

  • Responder Lamarck

    Simplesmente perfeito como sempre!

  • Responder titio sacana

    Não conseguo ler seus contos de uma vez, gozo sempre no meio e tenho que ler de onde parei pra saber o final com .mais uma gozada.
    .seus contos são ótimos

  • Responder Bacellar.

    Cara, não consigo ver o Sérgio como gay, assim como todos os outros personagens. O que acontece alí é que os caras tem um modo de ver as coisas sem “paredes”! Acho legal isso! Todo mundo fode todo mundo sem ser nesesariamente gay, hetero, criança,… Gosto dessa visão das coisas! Parabéns mais uma vez! Já gozei três vezes na primeira lida! A parte do Bentão com Alice no quarto e o Rodrigo com Bentinho mais o Sérgio,me deixaram de pau trincado! 👏👏👏👏👏👏 Já aguardando o próximo capítulo!

  • Responder Daniel Coimbra

    Sei lá… Não curti muito esse episódio. Passei os últimos dias ansioso esperando por esse capítulo, mas me decepcionei. Acho que o garoto Bentinho estragou a dinâmica. O comportamento dele foge completamente da proposta, que é a inocência. A forma como Rodrigo transou com Sergio não foi excitante como na primeira vez. Seu conto tem uma linha lúdica que é bela e prazerosa, porém nesse não consegui sentir. O momento de Bentão com Alice foi legal, mas poderia ser bem melhor. Já pode acontecer o sexo com Alice naturalmente sem precisar ser escondido. Tipo aproveitar esse gancho de não censurar as crianças e em algum momento Alice sentar novamente no colo de Bentão e acabar o pau dele entrando nela e isso ser natural e Sérgio estar presente e vendo toda a cena até inundar a bucetinha dela de porra, mas sem artimanhas, sem desculpas, sem enganações. Eles continuam conversando normalmente enquanto Alice rebola suavemente no pauzão de Bentão.
    Amo seu conto demais.
    Sou seu fã.
    Um abraço apertado, um beijo carinhoso.

    ATT: Daniel Coimbra

    • Puto

      Tbm n curti muito, acho que Alice devia começar transar com eles mesmo

    • PaideNina

      Serio mestre? Eu adorei, gozei muito na parte do Bentinho, tanto que adoraria uma serie de contos só do garoto, acho que ele como personagem tem um papel narrativo importante nos contos que é de subverter as expectativas de uma criança inocente, aos poucos até a Alice quebra com isso, é só analisar a evoluçao dela como personagem, mas concordo que o sexo com ela deva começar a ser algo mais natural.

  • Responder Lu

    Eu gostei muito do Capítulo 10, pois explorou o relacionamento de Rodrigo e Sérgio e não ficou muito focado somente na Alice que dominou o capítulo 9, creio que a Alice e muito da sua espertinha e acho que seja até ninfomaníaca. Eu espero que Rui não tente nada contra o Sérgio.

  • Responder Lionel

    Esse conto foi legal, a parte da sauna foi bastante excitante. Rodrigo “protegendo” pai e filha é uma excelente ideia, ainda mais que agora a relação foi “oficializada”. Um pouco preocupado com esse personagem Rui, espero que a inserção deste personagem não quebre a atmosfera do que foi construído, até agora, na história.

  • Responder .....

    É não foi um dos seus melhores…. Mas pra continuação 10 esperava mais, acredito q focou muito na relação gay do pai e esqueceu mais da ingenuidade do pai e das aventuras de alice. E enredo de Sérgio com o menino, o menino grudou muito nele.
    Poderia abordar mais a ingenuidade do pai com Betão e rodrigo se apriveitando de alice, acreditando q o foco principal do conto é esse.
    É uma sigela opinião.

  • Responder Lu

    Cara o conto está ótimo, será que Sérgio foi abusado quando pequeno e por esse Rui

    • -A

      não demora muito pra postar o novo capítulo

    • Caraloko

      Juro que pensei a mesma coisa, que esse Rui talvez abusou do Sérgio.
      Pensei também que talvez ele era um dos amantes da esposa do Sérgio, por isso Rui fica encantado o Sérgio, e rui quem comeu a Alice primeiro, e por isso que entrou fácil a rola do Rodrigo lá no acidente do banheiro, por que a menina já era comida a muito tempo por Rui.
      Nossa se for isso mesmo vai ser irado, a menina descer as escadas e ver Rui e gritar, ” Rui é você que saudade”, e todos olhar com espanto para eles e para Sérgio, e que nesse momento ele recorda, de vários ocasiões que ele viu Rui.