# # #

Desafios de um pai – 09

11440 palavras | 53 |4.87
Por

Nosso pai ingênuo dá mais um passo na recuperação da filha, porém acaba despertando sentimentos confusos em relação a Rodrigo.

Depois que Rodrigo se despediu, comecei a pensar em tudo o que havia acontecido desde a mudança de casa, que já parecia ter ocorrido num dia longínquo, embora ainda não tivesse completado sequer uma semana.
Eu ainda estava assustado com a reviravolta na minha vida e com as cenas chocantes que havia acabado de presenciar, eu havia acabado de ajudar Rodrigo a meter sem dó na minha menina.
Àquela altura, eu já havia compreendido que tinha feito o melhor possível e, honestamente, não me sentia mal por ter permitido que um homem como Rodrigo colocasse sua rola enorme e grossa dentro da bucetinha infantil e apertada da minha pequena.
O que me fazia mal era pensar nas vezes em que, tentando ser menos lerdo e ingênuo, eu duvidei de meu amigo, fazendo questionamentos bobos sobre o que havia ocorrido entre ele e Alice no banheiro, na sauna e na primeira vez em que ele dormiu aqui. Também duvidei dele quando ocorreu a visita inesperada de Carlos e Alice se machucou no banheiro.
Eu não tinha o direito de ter duvidado. A verdade era que Rodrigo estava se doando e fazendo coisas por mim e por Alice que nunca alguém havia feito antes.
Para um cara tão legal como ele, não devia ser fácil manter o desejo aceso para fazer sexo com uma criança tão pequena como a Alice, correndo o risco de ser mal interpretado e até preso injustamente.
Ele estava fazendo coisas que nem eu mesmo, sendo pai de Alice, teria coragem ou a capacidade de fazer. Então eu precisava ser grato a Rodrigo por tudo o que estava fazendo por mim e por minha filhinha, sem questionar, sem cobrar nada em troca.
Achei que o melhor jeito de demonstrar minha gratidão seria não incomodá-lo com muitos questionamentos, duvidar menos de suas intenções e de atender quando ele me pedisse algo.
“Cara, você é a melhor pessoa do mundo, não tenho palavras para agradecer, desculpa se alguma vez duvidei de você ou se enchi sua paciência com perguntas idiotas”, enviei para ele via whatsapp. A resposta veio quase que imediatamente e me encheu de alegria, “você é um bobo mesmo, eu é que agradeço por me deixar ser seu amigo, por permitir que eu o ajude a cuidar da Alice. Amo vocês dois”. Ficou aparecendo a imagem de “digitando” e, pouco depois, ele mandou mais uma mensagem, dessa vez brincando com a situação: “Amo vocês dois, mas a prioridade é amar a Alice, lembra? Então não me venha com essas boiolagens para cima de mim”.
Conforme havia prometido para Rodrigo, naquela tarde levei Alice ao shopping para passear. Tanto eu quanto ele já sabíamos dos ótimos efeitos que a porra de Rodrigo exercia sobre minha pequena, mas havia chegado a hora de saber se aquela dose cavalar de hormônios que ele depositou nela durante a noite faria alguma diferença psicológica.
O que aconteceu naquela tarde será tópico de um próximo conto, mas posso adiantar que, se antes eu havia notado alguma melhora, dessa vez parecia que Alice estava completamente livre do seu retardo. A energia dela era impressionante, ela estava se comunicando, interagindo com as pessoas, além de ter ficado com mais autonomia, brincando com os amiguinhos e até se dispondo a organizar as brincadeiras.
Mais tarde naquele dia, conversei por telefone com Rodrigo, contei-lhe sobre como Alice parecia ótima e bem comportada no passeio, e ele ficou muito feliz, “aquela doutora Márcia é boa mesmo, hein?! Quem diria! Vamos manter o plano então, vou dormir aí todos os dias, passar um tempo com ela brincando e repetir aquilo que fizemos hoje se ela quiser. A minha ideia é ensinar a Alice a ser mais discreta, ela não entende que sexo é tabu, tenho medo de ela puxar meu pau para fora e começar a me mamar na frente de outras pessoas”.
Ele tinha razão em estar preocupado com aquilo, Alice realmente era muito ingênua e inocente, então seria bom se ele a ensinasse a brincar de forma erótica apenas longe dos olhares dos outros.
Naquela noite Rodrigo demorou a aparecer, teve uma mudança que demorou mais tempo do que o previsto, então veio direto do trabalho, por volta das 22:00h, trazendo uma sacola com roupas. Ele estava bastante suado, queria ir direto para o banho, mas logo Alice apareceu e o recepcionou do jeito que ele havia previsto: sem fazer qualquer cerimônia e não dando a mínima para a minha presença a seu lado, ela enfiou a mão na bermuda de moletom que Rodrigo usava, puxou a rola dele para fora, impregnando o ambiente com o cheiro forte de rola suada, abocanhou com gula aquele mastro e começou a chupá-lo, fazendo seu pau crescer e ficar em ponto de bala em segundos. “Tava doida para tomar melzinho, é bom demais!”, dizia ela nos raros momentos em que tirava o pau de Rodrigo da boca.
Rodrigo então se sentou numa cadeira na cozinha e deixou Alice entre suas pernas, sorvendo a baba que escorria do seu pau, “deixa comigo que eu resolvo aqui, amigão, aproveito e explico para Alice aquilo que conversamos mais cedo”, disse ele me fazendo um sinal para que saísse de lá e deixasse os dois sozinhos.
Eu fui para a sala ver o noticiário na televisão e logo comecei a ouvir gemidos abafados de Alice, imaginando que Rodrigo deveria estar chupando a sua bucetinha naquele momento. Logo em seguida vi Rodrigo subindo as escadas, completamente nu e com a rola cravada na bucetinha da minha pequena, que se segurava nele passando as pernas ao redor de sua cintura.
Eu teria que me acostumar com aquilo daqui por diante, então tentei me concentrar em outras coisas, terminei de ver o noticiário, ajeitei a bagunça da sala, peguei as roupas suadas de Rodrigo e Alice na cozinha e as coloquei na máquina e, por fim, deixei uma jarra de água numa bandeja na porta do quartinho de Alice (sabia o quanto Rodrigo ficava com sede depois de ejacular).
Não sei exatamente quanto tempo eles ficaram no quarto, mas eu já estava quase dormindo na minha cama quando ouvi Rodrigo abrindo a porta e se esgueirando a meu lado, todo suado, “vim ficar com você, amorzinho, se eu ficar naquele quarto a noite toda a Alice não vai me deixar dormir”, falou ao meu ouvido enquanto me abraçava por trás, o pau esfolado e gozado sujando as minhas costas nuas. “Ah, e obrigado pela água, você é a esposinha mais dedicada do mundo”, riu ele.
Eu logo senti o efeito “mágico” que o contato com sua pele exercia sobre mim, fiquei de pau duro. Rodrigo se ofereceu para me punhetar, mas eu recusei, “cara, não faz isso comigo, você tá me deixando doido, não quero abusar de você não, já tá bom ficar abraçadinho, dorme aí”, falei.
Ele não protestou, apenas passou as pernas grossas sobre as minhas e me prendeu com um abraço de urso, “tá bom, vamos ficar juntinhos então, te amo demais amigão”, sussurrou ele ao meu ouvido, antes de pegar no sono.
Os dias seguintes se passaram com tranquilidade, Rodrigo dizia que Alice estava progredindo, não fazia birra quando ele saía do quarto dela para dormir comigo, e entendia quando ele estava cansado de sexo.
Na noite de sexta-feira, deixei a Alice com a babá Laura e fui com Rodrigo jogar futebol na quadra pela primeira vez.
Eu me entrosei com os caras, lembrei de alguns que tinha visto no boteco e me apresentei para outros. O velho Bentão, como sempre, se mostrou mais simpático do que todos, me abraçou e deu um beijo na minha testa, como se eu fosse uma criança pequena.
Durante a partida, os caras elogiaram minha agilidade, eu era magro e rápido, conseguia driblar a marcação com certa facilidade.
Modéstia à parte, eu me saí muito bem, marquei três gols e ainda fiz uma jogada genial, driblei dois caras, deixando os dois no chão, e dei um passe para um golaço de Rodrigo.
Agora eu não estava apenas com fama de veadinho do Rodrigo, tinha fama de craque também.
Ao fim da partida, Rodrigo aproveitou para convidar Bentão para levar o filho caçula dele lá em casa no sábado:
– É coisa simples, apenas a gente, vai ser bom para a Alice brincar com o Bentinho, os dois tem a mesma idade. Aproveita e tira a dona Rita de casa, leva ela junto, to com saudade da minha nega – disse Rodrigo.
– Você tem certeza que está tudo bem? Você sabe, somos naturistas, teria problema ficarmos sem roupa lá?
Eu fiquei pensativo, tinha medo de Alice assediar os convidados, mas Rodrigo estava convencido de que não tinha problema:
– Claro que não, Bentão! Vocês podem ficar à vontade do jeito que quiserem. Vou aproveitar e tentar convencer o Sérgio a fazer o mesmo – disse ele dando uma piscadinha.
– Bom, filhão, se é assim então eu aceito – respondeu Bentão com um sorriso largo.
Eu olhei confuso para os dois, perguntei se Bentão era mesmo o pai de Rodrigo, ao que eles disseram que não era bem isso. Na verdade Bentão era primo do pai de Rodrigo, senhor Ricardo, os dois eram inseparáveis, cresceram juntos, criaram as famílias também juntas seguindo a filosofia do naturismo. Quando os pais de Rodrigo faleceram num acidente, ele e sua irmã mais nova ainda eram adolescentes, ele tinha 13 anos e a irmã 11, surgindo a dúvida de quem assumiria os cuidados dos dois. Inicialmente quiseram mandá-los para serem criados pelo irmão mais velho, que já tinha 19 anos, mas Bentão não deixou que isso acontecesse, entrou com um pedido de guarda e assumiu a paternidade de Rodrigo e de sua irmã mais nova.
Fiquei um pouco chocado com a história. Nunca tinha visto Rodrigo tratar Bentão como pai, lembrei apenas de ele dizer que o velho era “como um pai para ele”. Eu era mesmo muito lerdo, pensei comigo mesmo, no mínimo deveria ter desconfiado que os dois eram parentes.
Aproveitei e conversei sobre o naturismo com Bentão, perguntei como ele fazia com as ereções, ao que ele explicou que não fazia nada, isso era algo normal e ninguém deveria ver com maldade. Ouvir aquilo me deixou mais tranquilo, eu estava com medo de ter uma ereção ao lado de Rodrigo e não conseguir disfarçar.
Combinamos de encontrar às 10:00h da manhã do dia seguinte, achei que seria melhor começar cedo, para as crianças terem mais tempo de se conhecer e brincar ao longo do dia.
Voltamos para casa por volta da meia noite, dispensamos a Laura e fomos direto para chuveiro. Para variar Rodrigo ficou me abraçando por trás, me deixando de pau duro, parecia que fazia de propósito. Eu estava prestes a reclamar quando o banheiro foi invadido por uma Alice sonolenta, descabelada e com uma expressão bastante manhosa, que só ela sabia fazer:
– Quero tomar banho também, papai! – brigou ela se despindo e correndo até nós debaixo da ducha.
Eu fiquei sem graça, era a primeira vez que minha filha me via nu e, para piorar, com o pau duro devido à proximidade com Rodrigo. Felizmente ela pareceu nem ter percebido, era como se não me enxergasse, foi logo pegando o pau de Rodrigo e colocando na boca, sorvendo com fome o melzinho, “hum hum”.
Eu aproveitei para tomar banho rapidamente antes deles, enquanto Rodrigo amamentava minha pequena com sua jeba. Queria terminar logo para sair dali, eu ainda não conseguia ficar completamente à vontade assistindo Alice mamar aquela rola enorme feito uma vagabunda, e também não iria querer ficar para ver Rodrigo socar seu pau dentro da sua bucetinha, deixando ela larga e puída antes de depositar litros de gozo dentro dela.
Quando me virei para sair, senti a mão dele no meu ombro, “quero te compensar depois, mas você entende, né? A Alice é nossa prioridade”, disse ele enquanto Alice punhetava o pau dele lentamente e sugava a cabeça enorme de sua rola.
Eu disse para ele não se preocupar, podia continuar fazendo aquilo com a minha pequena, porque sabia que era para o bem dela e sem maldade, ao que ele me respondeu com um sorriso safado, “vamos demorar, vou brincar bastante com Alice hoje porque amanhã não poderemos fazer isso na frente das visitas”.
Deixei os dois sozinhos no banheiro e, do quarto, pude ouvir os gritinhos e gemidos safados da minha pequena.
A verdade era que ela adorava fazer aquilo, agia como uma puta safada e aprendia rápido como agradar seu macho.
Dormi antes que os dois saíssem do banheiro.
Acordei bem cedo na manhã de sábado, me livrei do abraço apertado de Rodrigo sem acordá-lo e ajeitei tudo na casa para receber as visitas.
O céu estava claro e fazia muito calor, o dia estava perfeito para uma piscina.
Aproveitei e já tirei toda a roupa, queria me acostumar com a nudez antes de receber os amigos. Era estranho, mas até que achei divertido. Montei a mesa, coloquei cervejas e refrigerantes para gelar e aproveitei para fazer um café da manhã reforçado, Alice e Rodrigo certamente iriam precisar de recuperar as energias depois da longa sessão de sexo que tiveram no dia anterior.
Estava distraído picando algumas carnes e montando os espetos na churrasqueira elétrica, quando senti Rodrigo me abraçar por trás, “bom dia amorzinho”, riu ele ao meu ouvido. Mais uma vez fiquei de pau duro, ao que ele zombou de mim: “o Serginho aí tá bem acordado hein? Vai assustar nossos visitantes desse jeito”.
Eu ri do comentário e continuei preparando os espetos, enquanto ele continuava me abraçando por trás, sem se importar com nossa proximidade. Ele fazia questão de agir como se fôssemos namorados, parecia que gostava dos comentários maldosos dos caras.
Depois de algum tempo ele me soltou e começamos a conversar sobre os cuidados que teríamos que adotar ao longo do dia, principalmente com a Alice. O plano era não deixar que ela o tocasse na frente dos outros, mas caso ela insistisse muito, combinamos de ele levar ela para dentro da água, que aí ninguém perceberia.
– Por isso vou deixar essas toalhas aqui perto, para secar a xaninha de Alice se eu acabar gozando dentro dela. Seria muito estranho se ela saísse da piscina com a buceta toda esporrada e vazando.
Eu concordei com ele, Rodrigo era mesmo muito experiente e sabia o que estava fazendo.
Quando Alice finalmente acordou, mandei que ela tomasse um banho com Rodrigo e aproveitasse para mamar uma última vez antes de as visitas chegarem.
Foi então que ela me surpreendeu, me deu um abraço apertado, ficando com a cabeça colada na minha cintura, sem se importar de tocar minha virilha nua, “você é o melhor papai do mundo inteiro! Quero que você seja amigo do Rodrigo para sempre!”, disse ela, me deixando emocionado. A minha pequena estava demonstrando emoções e me tratando com carinho, ela estava cada vez melhor.
Bentão chegou bem na hora marcada, dirigindo uma Parati velha, na cor verde.
Indiquei a ele sobre onde estacionar o carro, levando-o a uma vaga coberta que havia próximo ao portão, e me preparei para recebê-los, totalmente nu, como Rodrigo havia me dito que seria educado.
Reparei que eles estavam vestidos ao descer do carro, Bentão usava usava um short de futebol e camiseta, exibindo o corpo peludo e grande. Ele parecia um pouco mais alto que Rodrigo, tinha o tronco forte e uma barriga com alguns músculos visíveis, mas ainda assim saliente. Com certeza deve ter sido um jovem forte e sarado e com toda certeza ainda agora era um senhor atraente, capaz de deixar muito rapazinho no chinelo.
Embora os cabelos fossem inteiramente brancos, ele os raspava num estilo jovial, com um degrade nas laterais parecido com o usado no exército. O que chamava atenção mesmo era seu nariz grande e fino, estilo italiano, e seus olhos verdes.
Ao lado dele, estava Rita, uma negra alta, seios firmes, e uma bunda que chamava atenção no vestido curto e colado. Embora eu soubesse que ela era bem mais velha que Rodrigo, ela aparentava ser mais nova, talvez devido ao tônus firme de sua pele negra. Ela usava o cabelo trançado num estilo bonito, as tranças eram fininhas e possuíam fitas coloridas nas pontas. Para completar, ela tinha o sorriso com dentes perfeitos, brancos e harmônicos. A mulher era bonita demais.
Entre eles estava um mulatinho com o rosto travesso, usando um shortinho de futebol e sem camisa. Ele usava o cabelo raspado e parecia um pouco rechonchudo, tinha uma bunda bem redondinha como a mãe. Dela ele também herdou os traços bonitos, o nariz pequeno e redondo, os lábios grossos e o queixo quadrado com um pequeno furinho. Do pai ele puxou os olhos verdes, que contrastavam com sua pele escura.
Enfim, o garoto teve sorte, herdou o que havia de mais bonito nos pais.
Embora eu estivesse me esforçando para agir com naturalidade diante deles, fiquei um pouco constrangido com os olhares do menino, que não parava de encarar a minha virilha.
– Opa Sérgio, já vi que decidiu ficar peladinho! Fico feliz demais com isso, você vai ver, a vida é muito melhor quando aceitamos nossos corpos do jeito que eles são – disse Bentão me dando um abraço.
Quando tiraram as roupas, não pude deixar de me impressionar com a beleza do corpo de Rita, ela tinha o corpo naturalmente firme, bonito e feminino, não era igual aquelas mulheres marombeiras de academia, que se deformavam a ponto de parecer homens musculosos. Notei também que ela estava completamente depilada, sua buceta parecia de uma menininha de tão lisinha e fechadinha. Tentei olhar para o lado para não constrangê-la e dei de cara com o pau do Bentão, uma rola enorme e veiuda, que balançava sobre o saco peludo e muito grande. Lembrava muito o pau de Rodrigo, talvez fosse mais fino, mas pareciam do mesmo tamanho.
Acho que olhei para a rola dele por tempo demais, acabei não percebendo que ele e Rita me encaravam sorrindo. Pedi desculpas, constrangido, e finalmente reparei no Bentinho, com suas coxas roliças e a bundinha redondinha e firme, e o pintinho que, mesmo sendo infantil, era bem comprido para a idade dele.
O menino tinha um sorriso travesso, mas agia com certa timidez, se agarrou nas pernas peludas de Bentão, escondendo a cabecinha entre suas pernas, roçando no pênis enorme dele.
– Deixa de timidez, neguinho, cumprimenta o Sérgio – disse Bentão dando um tapinha nas costas do menino, encorajando-o a me cumprimentar.
– Vai lá, meu nego, o Digão gosta muito do Sérgio, vai ficar triste com você se não cumprimentá-lo – reforçou Rita.
Ao ouvir as palavras da mãe, Bentinho se soltou das pernas do pai e me abraçou, apoiando a sua cabecinha no meu abdômen.
Achei bonitinho o jeito carinhoso do menino comigo logo de cara, mas tive esse pensamento interrompido quando senti ele descer as mãozinhas e segurar meu saco com as mãos pequenas, manuseando-os e os puxando para baixo.
– Ele não é peludo igual ao senhor papai, o saco dele é mais bonito. Quero ser que nem ele quando crescer – disse ele com naturalidade enquanto massageava meu saco e brincava dando petelecos no meu pau amolecido.
Fiquei ruborizado, sem saber como reagir e, no desespero, dei as mãos para o menino, a fim de que ele parasse de pegar no meu pau, porém ele logo soltou as minhas mãos e voltou a segurar minha rola, sorrindo e me encarando com uma expressão que, se não fosse de uma criança de apenas 7 anos, eu poderia jurar que era maliciosa.
– Se puxar o meu lado da família, vai ser todo peludão neguinho, que nem o Digão. Agora deixa o moço em paz um pouquinho, ele ainda não está acostumado a ficar nu diante dos outros, dá um espaço para ele – disse Bentão com naturalidade.
Bentinho então largou meu saco e se colou de novo às pernas do pai, afundando a cabeça na sua virilha.
Dessa vez percebi que o pau de Bentão cresceu um pouco, exibindo parte da glande arroxeada. No início achei que não era nada demais, mesmo porque eles pareciam lidar com naturalidade com aquele tipo de contato físico, sem qualquer maldade. Porém comecei a notar que a rola de Bentão continuava aumentando de tamanho, a ponto da cabeça do pau se descobrir completamente do prepúcio, ao lado do rostinho de Bentinho, tocando seu narizinho pequeno.
Eu fiquei atordoado, não sabia se falava alguma coisa, se brigava ou se fingia que nada estava acontecendo.
Bentão pareceu ter notado meu constrangimento e, finalmente, quebrou silêncio:
– Você parece um pouco constrangido, desculpe, é que não disfarço minha ereção na frente do Bentinho, quero que ele cresça entendendo que isso é normal e saudável, e que não tenha vergonha de me tocar por isso. Além disso, eu estimulo meu menino a fazer carinho onde ele bem entende, não o proíbo de me tocar no meu saco ou no meu pau, são partes do corpo tão sagradas quanto qualquer outra.
Eu não sabia onde enfiar a minha cara de vergonha. Pedi mil desculpas a Bentão e Rita, explicando que ainda não era habituado com a exposição do meu corpo e por isso tinha ficado sem entender direito aquele contato tão íntimo do menino com o pai.
– Deixa de ser bobo, Sérgio, não precisa pedir desculpas. É normal o seu estranhamento, principalmente no início, mas aos poucos vai ver que não tem nenhuma maldade, é só um carinho entre pai e filho – disse Bentão com um sorriso largo.
Nesse momento ele afastou o Bentinho para o lado e me deu um abraço, tocando meu abdômen com sua rola semi-dura, dizendo:
– Viu como não tem nada demais? É um só um abraço, um carinho entre amigos.
Ele pareceu tão sincero que me desarmou completamente. Eu era mesmo muito bobo e ingênuo, sempre imaginava coisas onde não havia.
Nesse momento vi Rodrigo saindo da porta da cozinha e vindo em nossa direção. O sol forte fazia os pelos dele parecerem ainda mais dourados. Alice veio correndo atrás dele e logo o ultrapassou, vindo toda animada em nossa direção:
– Oie!!! Meu nome é Alice! – disse ela para Rita, que a segurou nos braços e deu um abraço.
– Que nome mais lindo! É nome de princesa! E esse cabelo lindo? Vou ter que colocar uns lacinhos em você – disse Rita a colocando de volta no chão.
Bentão abriu os braços e Alice pulou nele, enlaçando-o pela cintura com as perninhas, do jeito que fazia com Rodrigo, roçando a xaninha no pau meia bomba do velho.
Tive um sobressalto nesse momento, temia que Alice tentasse abusar de Bentão ali mesmo na nossa frente, mas me contive, fingi que não estava acontecendo nada.
– Essa menina é sua mesmo, Sérgio?! Você vai me desculpar, mas ela parece que saiu do saco do Rodrigo e não do seu – riu Bentão enquanto a girava o próprio corpo, fazendo o saco balançar sob a bundinha branquinha de Alice.
– Bem que eu queria ser o pai dela, Bentão – emendou Rodrigo que chegou dando um longo abraço no velho, esmagando o corpinho frágil de Alice entre os dois.
Depois de nos cumprimentarmos, mostrei a casa, a área da sauna e da piscina e servi refrigerantes para as crianças.
Bentinho e Alice se deram super bem, começaram a correr pelo quintal feito dois malucos, brincando de pega pega, depois se sentaram na grama, de perninhas abertas, brincando com as bonequinhas de princesa da Alice.
Gostei do fato de que Bentão e Rita não se importaram de ver o menino brincando com as bonecas de Alice, sinal de que eles eram pais modernos e que criavam o filho com total liberdade para escolher com o que brincar.
Bentão se sentou numa espreguiçadeira maior que tinha perto da sauna, levantou o encosto para não ficar tão deitado, exibindo o corpão peludo e o pau ainda meio acordado entre as pernas.
Sem sair do lugar, ele puxou outra espreguiçadeira que estava ao lado para mais perto dele e me chamou para sentar a seu lado.
Aproveitei para deixar uma caixa de isopor com cervejas ali perto, servi duas canecas e brindei com ele.
Enquanto conversávamos, pensei ter visto Rodrigo e Rita trocando alguns olhares antes irem juntos para a área da churrasqueira, perto da cozinha, desconfiei um pouco, mas não dei muita importância para aquilo, pois me lembrei que ela devia ser como uma segunda mãe para Rodrigo, que jamais teria coragem de enganar o próprio pai adotivo.
Fiquei de papo com o Bentão e ele me explicou mais sobre sua filosofia de vida. Ele e a esposa tratavam o corpo com respeito, não se envergonhavam de nada que vinha dele, ao contrário, lidavam com absoluta naturalidade sobre as suas necessidades, quaisquer que fossem elas. Achei aquilo muito bonito e comecei a entender melhor porque Rodrigo era um cara tão legal e descomplicado. Ele nunca se importou de ficar de pau duro perto de mim ou da Alice, mas não fazia isso por exibicionismo, mas sim porque aprendeu a admirar o próprio corpo e a respeitá-lo.
Definitivamente, eu tinha muito a aprender com toda aquela família.
Continuei conversando com Bentão por alguns minutos, o papo era tão bom que até me esqueci de Rodrigo e Rita.
Em dado momento, Alice e Bentinho vieram correndo para perto e pediram água. Eu enchi dois copos para os dois e mostrei onde pegar caso quisessem mais. Logo que tomou o seu copo, Alice correu sozinha em direção à cozinha da casa, falando que iria procurar pela Rita, deixando o Bentinho para trás.
O menino pareceu não se importar com aquilo e sentou-se no colo do pai, bem em cima de sua rola, e ficou batendo com as mãozinhas no peito dele, imitando um tambor.
Percebi que o pauzinho do menino ficou duro quase que instantaneamente. Eu nunca imaginei que uma criança tão nova pudesse ter um pau daquele tamanho, apesar do aspecto infantil, era uma rolinha compridinha, devia ter uns 12cm ou 13 cm, certamente se tornaria uma rola imensa na fase adulta.
Bentão não esboçou qualquer contrariedade ao contato do menino, ao contrário, levantou o encosto um pouco mais, ficando quase sentado, e começou a imitar a criança, batendo as mãos grandes em seu peitinho moreno.
– Essa rapinha de tacho aqui é danada demais. Não me larga um minuto, né neguinho?! – disse Bentão dando um beijo no rostinho do filho.
– Eu gosto de ficar perto do senhor, papai – disse Bentinho enquanto se mexia de leve em seu colo.
Bentão notou que eu olhava para a ereção infantil do menino e, num tom professoral, explicou que aquilo era normal, era o corpo dele reagindo ao toque, e que não tinha nada demais, inclusive, o próprio pau dele estava começando a endurecer, “não é motivo de vergonha ou constrangimento, é apenas seu corpo mostrando que está saudável”, completou ele.
Eu assenti apenas para não parecer paranóico, mas a verdade é que achei aquilo muito estranho. À medida que se movia sobre o colo do pai, dava para ver a rola de Bentão inchar sob a bundinha do menino, a cabeça um pouco arroxeada e grossa apontando para cima, melando de leve as costas da criança. O pau dele não babava igual ao de Rodrigo, mas soltava bastante líquido também, em pouco tempo as costas de Bentinho ficaram marcadas com o líquido viscoso.
Apesar de tudo, decidi ficar calado, aguardando que Rodrigo e Rita voltassem, para ver o que eles diriam ao ver aquela cena. Não queria bancar o paranóico ou doido de novo, achei mais prudente saber a opinião deles primeiro.
Depois de alguns minutos, vi Rita retornar calmamente trazendo duas travessas com salgadinhos e pedaços de carne assada, colocando-as em seguida sobre a mesa. A rola de Bentão continuava apontada para cima, roçando as costas de Bentinho, quando o menino desceu a bundinha em direção às coxas grossas do pai, forçando o pau duro dele para baixo, na mesma direção das pernas.
Nessa hora achei que Rita fosse brigar com Bentão, reclamando sobre aquele contato inapropriado, porém, para minha surpresa, ela apenas brigou com o menino, dizendo:
– Neguinho, você assim machuca o seu pai! Já cansei de falar para tomar cuidado ao sentar no colo dele, levanta um pouquinho, vou te ajudar – disse ela brava, enquanto levantava a bunda do filho e ajeitava a rola dura do marido, colocando-a virada para cima, pousada sobre o abdômen.
Depois disso, ela passou os dedos na ponta da rola, pegando um pouco de líquido que escorria, e besuntou o reguinho do filho. Ela fez isso algumas vezes, passando bastante líquido, depois abriu as nádegas da criança e a sentou de volta sobre a rola de Bentão, como se fosse um sanduíche.
– Pronto, agora tem lubrificação e nessa posição você não machuca seu pai e também não se machuca ao roçar em cima dele. Se eu não estou aqui era capaz do menino machucar o pai de verdade!
– Deixa o menino, Rita, eu não senti nada demais. Ele nunca machuca o papai, não – disse Bentão sorrindo para a esposa, enquanto o menino continuava se esfregando em cima dele.
– Deixo não, você é muito mole, é capaz de o menino cortar seu pau com a tesoura para brincar e você não fazer nada – falou Rita num tom de brincadeira.
Acabei rindo da piada em voz alta e relaxei um pouco.
O menino continuou roçando na rola do pai enquanto eu Rita conversamos sobre coisas aleatórias. Ela me disse que teve o Bentinho aos 40 anos, uma gravidez complicada, e por isso o pai o mimava demais, deixava ele fazer o que quisesse, enquanto ela tinha que assumir o papel de megera e educar a criança com mais rigidez.
Ela percebeu que eu vez por outra olhava na direção de Bentinho, observando ele se esfregar em cima da rola dura e babada do pai enquanto brincava batendo no peito dele feito um tambor, e comentou comigo:
– Você deve estar achando estranho, mas pode ficar tranquilo, não é o que parece. Bentão e eu só queremos que nosso filho cresça saudável e que não tenha vergonha do corpo, que entenda seu corpinho em crescimento e que entenda os corpos dos outros, lidando com naturalidade. É um exercício diário de reflexão, nos livramos dos nossos preconceitos e permitimos que ele explore seu corpo e os nossos, sem maldade, do jeito que ele bem preferir. É claro que eu coloco alguns limites, por exemplo, agora mesmo eu tive que ajeitar a rola de Bentão, encaixando-a ao longo do reguinho do menino, porque sei que assim machuca menos. Acho importante que Bentinho entenda quando está machucando o pai e também quando não o machuca.
Eu fiquei muito admirado com a explicação, e perguntei quais eram os outros limites que os dois observavam nessa filosofia, ao que Rita me explicou:
– Como adultos, nosso único limite é a censura, não podemos julgar algo como “inapropriado” ou “adequado”. Desde que seja natural, tenho o dever de permitir que meu filho brinque comigo ou que toque o pai dessa forma que você está vendo agora. O Sérgio leva isso muito a sério, agora mesmo ele deve ter sentido muita dor quando o pênis ereto foi empurrado para baixo, mas mesmo assim não afastou Bentinho, não mudou de posição nem nada. Ele age dessa forma porque acredita que Bentinho tem que sair de cima dele por livre e espontânea vontade, e eu acredito nisso também, embora não de forma tão radical.
– Entendi, você não censurou Bentinho, não o tirou de cima do pai, mas ajeitou a posição dele para que os dois não se machucassem – falei.
– Sim, é importante que Bentinho saiba que está machucando o pai e que aprenda a não fazer isso.
Ela me explicou mais coisas sobre a filosofia de vida dos dois, era um jeito de olhar o mundo com menos preconceito, mais entendimento e felicidade.
Nesse momento eu passei a entender o porquê de Bentão e Rita não terem brigado com o menino quando ele segurou no meu saco. Para eles, todas as partes do meu corpo eram sagradas, não havia nada de impuro e, portanto, não fazia sentido proibir o menino de me tocar daquela forma.
A conversa me fez realizar o quanto eu estava sendo preconceituoso e maldoso com aquela família, eles eram muito mais evoluídos do que eu, certamente eu tinha muito a aprender com eles. Fiquei feliz por Rodrigo tê-los convidado, ele tinha toda razão quando falava que eu poderia confiar neles plenamente.
– Mãe, posso entrar na piscina? – falou Bentinho ao se levantar da rola maciça do pai.
– Pode, mas só se estiver com um adulto, neguinho. Eu agora vou na cozinha ajudar o Rodrigo com a comida, então não posso.
Como eu queria compensar pelas gafes que havia cometido, me ofereci para brincar com o Bentinho na piscina, o que parece ter deixado Rita muito feliz.
– Você faria isso por mim? Você é um amor mesmo, Sérgio, tá explicado o motivo de Rodrigo falar tanto de você.
– Eu já te falei que o cara é bacana, Rita, ele é nota 1000! Bom mesmo seria se ele e o Rodrigo assumissem de vez o namoro – falou Bentão dando uma piscadinha sacana para mim.
Eu fiquei vermelho de vergonha e logo saí dali com Bentinho.
Ao entrarmos na piscina, senti o menino me puxando pela cintura em direção ao fundo, “vamos lá para o fundo, eu já sei boiar”, dizia ele animado.
Acabei cedendo, mas expliquei que ele deveria se apoiar em mim o tempo todo, para não se afogar.
Tentei ser simpático com o menino, brincamos jogando água um no outro, joguei ele para cima várias vezes e o segurava de volta, e o ensinei a prender a respiração debaixo d’água. Como não dava pé para ele, ele se apoiava no meu ombro com uma das mãos e, quando submergíamos para prender a respiração debaixo d’água, eu o segurava pela cintura, para puxá-lo de volta à superfície com mais facilidade.
Durante as brincadeiras, notei que ele tocava meu pau com as mãozinhas, massageando-o, mas não briguei com o menino, pois agora sabia que ele não via maldade naquele contato. Além disso, como eu tinha zero interesse em crianças, meu pau não subiu em momento algum, então não me senti constrangido em permitir que ele se esfregasse em mim.
Aos poucos o menino foi se soltando, além de segurar meu saco com as mãozinhas enquanto prendíamos a respiração debaixo d’água, ele passou a esticar a minha rola com as mãozinhas quando voltávamos à superfície, “seu pinto fica comprido quando estica, é grande”, dizia ele sorrindo.
Falei que o pau do “Digão” e do Bentão eram maiores e mais grossos que o meu, ao que ele dizia todo admirado: “mas o seu é muito muito muito mais bonito, é todo branquinho e não tem aquele tantão de pelo em volta, é um pouquinho só e é tudo lisinho”.
Fiquei ruborizado com o elogio, sem saber o que dizer, quando ele então virou de costas e se colou em mim, roçando a sua bundinha roliça na minha virilha. “Me segura pela cintura, quero ficar assim”, disse ele. Eu cedi e o segurei naquela posição, sabia que os pais dele não veriam aquilo com maldade e além disso eu não estava excitado, estava completamente seguro e relaxado quanto àquele contato. Na verdade achei até prazeroso ficar daquele jeito, pois, apesar do sol forte, a água estava bem fria e ficando perto dele nós dois nos aquecíamos.
Comecei a ter um sentimento de carinho em relação ao menino, ele gostou de mim logo de cara e sentia confiança de ficar na água comigo. Fiquei pensando na diferença enorme de personalidade entre ele e a minha Alice, que passou a infância inteira retraída, apática e desinteressada, enquanto Bentinho era o completo oposto, sempre muito amável, carinhoso e sorridente.
Senti ele puxando o meu braço para frente do seu corpinho, “me abraça, tá frio”, e eu o abracei com doçura, ficando bem coladinho ao corpo dele, “tá melhor agora?”, ao que ele respondeu, “tá sim, agora esquentou de novo”.
Percebi que ele passou a mexer no pintinho enquanto eu o segurava, dava para ver que estava bem duro.
Agi com naturalidade, igual havia aprendido com Rita, deixando que ele fizesse aquilo sem censurá-lo. Logo percebi que foi a melhor decisão possível, o menino parecia feliz de estar ali comigo, falou que eu era o amigo mais legal de “Digão” e que iria querer brincar com a Alice mais vezes.
Definitivamente, eu havia conseguido conquistar a confiança do menino.
Estava tão absorto naquele contato de carinho, que tomei um susto ao ver Rodrigo pulando na piscina junto de Alice.
– Eu achei que nunca ia ver esse branquelo dentro d’água! O meu neguinho tá com mais prestígio do que eu, vou ficar com ciúmes – brincou Rodrigo enquanto se aproximava, carregando Alice nos braços.
Eu fiz menção de me afastar um pouco do menino, temendo que Alice ficasse enciumada, mas Bentinho se apertou em mim, “fica assim, tá gostoso e quentinho”, e não pude dizer não.
Quando chegaram mais perto, percebi que o pau de Rodrigo estava totalmente ereto e que Alice esfregava as mãozinhas na xaninha aberta, e logo percebi porque ele correu para a água. Certamente ela havia atiçado ele na cozinha, provocando uma ereção, e o único jeito de o pau amolecer era ejaculando.
Rodrigo então mandou que Alice passasse as pernas ao redor da cintura dele, encaixou a cabeça enorme do pau na entradinha da xaninha e arremeteu para frente, entrando de uma vez dentro dela, que deu um gritinho de excitação.
Olhei na direção de Bentão, para checar se ele percebeu algo, mas felizmente ele parecia distraído comendo alguns salgadinhos e tomando cerveja. Não tinha percebido nada.
Em seguida virei Bentinho em outra direção, para que ele não visse o que estava acontecendo, ficando de costas para Rodrigo. De canto de olho eu podia perceber ele arremetendo dentro da minha menina, levantando seu corpo para fora d’água, mas para quem estava longe, aquilo iria parecer apenas uma brincadeira inocente.
Bentinho, por sua vez, continuava mexendo no pintinho duro, distraído, sem se dar conta do que seu irmão mais velho fazia com sua amiguinha.
Ficamos assim uns 15 minutos, eu já estava tenso querendo que Rodrigo gozasse logo, quando o ouvi sussurrar, “chega aqui perto, encosta em mim que eu consigo terminar logo”. Eu obedeci prontamente, apoiei meu corpo suavemente em suas costas, sentindo suas nádegas baterem nas minhas enquanto ele se movia. Notei que Rodrigo passou a respirar com dificuldade, ofegando, e acelerou os movimentos, até que levou uma das mãos para trás, tocando meu braço com força, murmurando, “agora sim, agora sim, amigão!” e soltou um gemido abafado, falando baixinho no ouvido de Alice “vou despejar tudo dentro, bem fundo, assim mesmo, que delícia! Segura tudo aí dentro princesa, igual eu te ensinei”.
A sensação de calor que emanava dele e o cheiro adocicado que ele exalava naquele momento despertaram meu pau imediatamente, fiquei completamente ereto forçando o reguinho de Bentinho. Eu não me considerava super dotado, mas meu pau não era pequeno, media 18 cm ereto, não muito grosso, a cabeça rosada proporcional à base.
Eu sabia que devia me afastar de Rodrigo para controlar minha ereção, mas ele não permitiu, continuou me segurando com força e se apoiou mais forte nas minhas costas, me deixando ainda mais excitado.
Pensei que Bentinho fosse reclamar ou falar alguma coisa, mas, para minha surpresa, ele levou as mãozinhas para trás e encaixou a cabeça do meu pau em seu orifício e começou a rebolar, “é grandão mesmo, eu sabia”.
Ficamos assim durante um tempo que me pareceu uma eternidade, eu estava aterrorizado, eu sabia que os pais de Bentinho não se importariam de ver o menino se esfregando em mim, porém estava com medo daquele tesão diferente que estava experimentando naquele momento, meu corpo me traía, eu estava gostando de sentir meu pau roçar no cuzinho quentinho de uma criança.
“Tá ficando maior ainda, eu quero ver ele grandão, me vira pra eu ver”, disse o menino de um jeito ingênuo.
Rodrigo riu baixinho ao ouvir o comentário e me tranquilizou, “vou sair de perto para você se acalmar, amorzinho”.
Ainda demorei um tempinho para me controlar, pois Bentinho não parava de se mover e roçar seu reguinho quentinho na cabeça do meu pau, então decidi afastá-lo de mim um pouquinho, ouvindo os protestos do garoto. Quando finalmente amoleci, o carreguei para fora da piscina e o enrolei com uma toalha, para ele se aquecer, ao que o menino correu de volta até onde Bentão estava, comeu alguns nacos de carne assada na mesa e se sentou de novo no colo do pai.
Rodrigo aproveitou para levar Alice até a borda da piscina, estendeu uma toalha na beirada e sentou Alice sobre ela, e ordenou: “agora faz do jeito que eu ensinei, cospe tudo para fora”. Eu fiquei chocado ao assistir aquilo, Alice começou a mover suavemente a pelvis e a expelir uma enorme quantidade de porra e baba da sua xaninha, ensopando completamente a toalha branca.
Quando terminou, Rodrigo secou os lábios vaginais, que estavam bem abertos e ligeiramente inchados. Se alguém olhasse com atenção, iria notar na hora que a bucetinha dela estava bem aberta e que havia sido usada por um pau bem grosso e grande. Preocupado com isso, perguntei a Rodrigo se ele achava melhor vestir uma calcinha em Alice, para esconder o estado da bucetinha dela, ao que ele respondeu que não, teríamos que agir naturalmente para não chamar a atenção, “e não tá tão abertinha assim, os lábios estão abertinhos, mas é normal ficar assim quando a criança brinca sentada no chão, acho que ninguém vai perceber”, disse ele confiante.
Concordei com ele e ofereci meu braço, ajudando-o a sair da água, e vi que o pau dele estava meia bomba, mas não pingava mais baba, devia ter despejado tudo dentro da Alice.
Depois disso fomos até a mesa, Rodrigo bebeu uma jarra inteira de água e pediu licença para ir à cozinha, “vou ajudar a Rita lá, ela tá fazendo tudo sozinha”.
Bentão parecia um pouco sonolento na espreguiçadeira, brincando distraidamente com Bentinho no colo, quando puxou papo comigo e com Alice.
Sentei ao seu lado e ofereci meu colo para Alice, mas ela logo protestou, falando que queria sentar no colo do Bentão igual o Bentinho, fazendo manha.
Eu ralhei com ela, falando que não era educado fazer manha para as visitas, ao que Bentão falou “deixa a menina, tadinha, criança é assim mesmo, quando vê algum amiguinho fazendo algo quer fazer igual”.
Foi então que ele perguntou para Bentinho se ele cederia seu lugar para Alice, e ele aceitou na hora, “quero ficar no colo do Sérgio, quero o colo do Sérgio!” e veio logo pulando em cima de mim.
– Você leva jeito com crianças, Sérgio, o Bentinho é meio retraído, não descola de mim por nada, e com você ele já está todo soltinho e desinibido – comentou ele.
Eu agradeci o elogio, fiquei feliz ao perceber que Bentinho havia gostado tanto de mim, e o aninhei no meu colo, abraçando-o.
Dessa vez felizmente eu não senti nada demais, continuei com o pau mole, sentia apenas um imenso carinho pelo garotinho, fiquei até imaginando como seria ter outro filho.
Antes que Alice se sentasse no colo de Bentão, olhei de canto de olho para ele, para ver se o pau dele estava ereto, e fiquei mais tranquilo ao ver que não, estava apenas meia bomba entre as pernas, a cabeça arroxeada quase inteiramente coberta pelo prepúcio.
Foi então que vi Alice se sentar de um jeito estranho, ao invés de apoiar sua bundinha na virilha dele, como sempre fazia com Rodrigo, ela se sentou sobre as coxas peludas de Bentão, ficando com a xaninha aberta encaixada bem cima da cabeça da rola.
Para piorar, notei que um pouco de líquido ainda escorria da xaninha dela, sujando a ponta do pau dele.
Atordoado, tentei pensar em alguma saída para fazer com que ela saísse dali, temia que Bentão percebesse que havia algo errado com a vagina dela, que ficava ainda mais aberta naquela posição.
Como não consegui pensar em nada, tentei distraí-lo, conversando sobre coisas aleatórias, perguntei de seu primeiro casamento, dos outros filhos, da vida no sítio, enfim, fui enrolando para ver se Rodrigo voltava logo e retirava Alice daquela situação.
No entanto, ninguém apareceu. Rodrigo e Rita continuavam sozinhos na cozinha, provavelmente preparando o almoço, e eu continuava sem ter ideia do que fazer.
Em dado momento, percebi quando Alice começou a se mover no colo de Bentão, chegando mais para cima, movimento que fez sua rachinha se pressionar na cabeça do pau amolecido dele, ao mesmo tempo em que ela brincava com os pelos de seu peito, “parece um ursão, o pelo é felpudo”, dizia ela.
Não sei se foi o contato com a rachinha da minha menina ou se foi devido à lubrificação que escorria dela, mas o pau de Bentão começou a inchar, a pele da cabeça se abrindo e pressionando a entrada da bucetinha.
Fiquei aliviado ao ver que ele continuava conversando comigo normalmente, sinal de que não estava vendo aquele contato com maldade e que não havia percebido o estado da bucetinha de Alice. No entanto, não pude deixar de notar que, devido à ereção, a cabeça de sua rola, involuntariamente, estava quase penetrando a minha pequena.
Foi então que Bentão pareceu ter sentido o calorzinho da bucetinha da minha pequena, pois o pau dele começou a inchar mais, crescendo e pressionando a entradinha da minha filha e, devido à lubrificação e ao fato de que já estava bem elástica e arrombada, a cabeçona começou a deslizar para dentro, vagarosamente, até desaparecer inteira.
Quando a cabeça entrou toda, notei que o pau dele começou a inchar mais rapidamente, a ereção foi ficando mais forte, e a piroca foi pressionando ainda mais, penetrando mais fundo dentro dela, entrando até quase a metade.
Bentão fez uma expressão de susto, olhando de soslaio para vagina exposta da minha Alice, e seu rosto suado ficou um pouco vermelho. Achei que ele fosse brigar comigo ou com Alice, porém ele reagiu da forma mais natural possível, manteve a calma e não se moveu. Certamente ele não iria fazer nada para expulsar Alice de cima de si, iria esperar que ela mesma tomasse essa decisão, caso quisesse.
Eu fiquei em silêncio, não podia xingar a Alice, porque isso iria contra tudo o que eu havia aprendido e eu poderia acabar ofendendo ao meu convidado. Ao mesmo tempo, percebia que o pau dele latejava dentro dela, reagindo ao contato com aquela bucetinha que, mesmo já estando bem usada, ainda era bem mais apertadinha do que a de uma mulher adulta.
Nesse instante, tomei um susto ao ouvir o barulho de música vindo das caixas de som perto da churrasqueira, Rodrigo havia colocado um pagodinho e dançava animadamente com Rita, ao que Bentinho saiu do meu colo, correu até lá e se juntou aos dois na dança.
Alice, ao ouvir a música, começou a se mexer no colo de Bentão, rebolando como uma verdadeira dançarina, fazendo com que a sua pirocona entrasse ainda mais fundo dentro dela.
Eu estava tão chocado com aquilo que fiquei paralisado, a única coisa que consegui fazer foi desviar o olhar, focando minha atenção em Rodrigo e Rita dançando, ela rebolava bem rápido entre as pernas dele, roçando sua virilha na dele, os dois giravam e sambavam como dois profissionais. Em dado momento, ele se sentou num banco, cansado e respirando de forma ofegante, e começou a bater palmas no ritmo da música, fazendo uma reverência para Rita que, incansável, rebolava diante dele, descendo a bunda bem diante dos seus olhos, exibindo sua buceta depilada, até quase sentar em seu colo, tocando de leve o pau dele, que já dava sinais de vida.
Bentinho também dançava próximo aos dois, sem ver qualquer maldade naquilo, imitando a mãe e rebolando diante de Rodrigo.
Quando criei coragem para olhar de novo na direção de Bentão, percebi que Alice continuava rebolando em seu colo e havia se colado ainda mais nele, se esfregando e enterrando o pauzão de Bentão cada vez mais fundo na sua buceta.
Eu via isso na minha frente completamente aturdido e impotente, parecia uma cena de sexo explícita, os corpos suados dos dois unidos por aquela piroca enorme e veiuda, que entrava mais e mais fundo à medida que Alice rebolava.
Deu para notar que ele estava bastante vermelho e ofegante, imaginei que ele fosse quebrar sua filosofia e sair dali naquele momento, brigando com Alice, mas ele se manteve firme, não se moveu, tentando agir naturalmente e deixar que Alice dançasse em cima dele.
No entanto, depois de alguns minutos dançando sobre ele, passou a tocar uma música mais agitada, ao que Alice começou a pular, como se estivesse cavalgando, ao mesmo tempo em que remexia os quadris no colo de Bentão, que ficou ainda mais vermelho.
Aquilo foi demais para ele, Alice estava engolindo a rola dele praticamente inteira já, mexendo e rebolando, Bentão acabou não resistindo e apertou as bandas da bunda dela, acompanhando seu movimento de cima para baixo, tudo de uma forma bem natural e com certa agilidade.
A partir daí Alice começou a se mover com mais força, batendo a bundinha no saco enorme de Bentão, enterrando sua pica até o talo. Apesar da música alta, eu estava perto o bastante para ouvir os gemidos abafados e roucos dele em meio aos gemidinhos de Alice. A piroca dele foi ficando mais inchada à medida em que ele acelerava os movimentos, segurando com firmeza os quadris da minha pequena.
Eu estava atordoado demais para calcular o tempo exato em que tudo isso durou, sei que Alice continuou assim música após música, pulando, rebolando e rindo enquanto Bentão a segurava com ambas as mãos nas laterais de sua bundinha, acho que ele já nem se dava conta que estava entrando todo dentro da bucetinha de uma criança de apenas sete aninhos, ele se movia como se estivesse metendo numa adulta.
Eu era o único que via o que estava acontecendo, pois Rodrigo e Rita dançavam animadamente à distância, junto de Bentinho, sem prestar atenção ao local onde estávamos.
A verdade é que eu não tinha mais controle e não sabia como ajudar Bentão naquele momento, acho que devido ao tesão ele estava perdendo o controle, continuava a meter na bucetinha de Alice sem dó, tirava quase tudo, indo até a cabecinha, e depois enfiava até o talo, fazia um vai e vem lá dentro, enquanto Alice dançava de um jeito despudorado, rindo de felicidade, pulava e remexia os quadris em seu colo.
Eles ficaram assim ao longo de várias músicas, até que Bentão segurou Alice com mais firmeza e estocou nela com violência, lembrando muito o jeito como Rodrigo fazia, batendo forte o sacão peludo na bundinha dela, fazendo “plac plac plac plac” bem parecido com o da música, até finalmente soltar um gemido abafado e meter fundo dentro dela, se apertando contra seu corpinho frágil, gritando algo que eu não compreendi bem devido ao barulho da música.
Nesse momento eu notei os espasmos do saco peludo dele contra a bundinha branquinha de Alice, que vertia um líquido esbranquiçado e ensopava as pernas dele e a espreguiçadeira em que ele estava deitado. Ele a abraçou com mais força, arremetendo mais fundo dentro dela, antes de soltar os últimos jatos, ficando colado ao seu corpo.
Nesse momento senti o cheiro de porra e suor no ar, intensificado certamente pelo forte calor.
Atordoado e envergonhado, a única coisa que me veio à mente nessa hora foi dizer “desculpa, Bentão, vou deixar você se recompondo aí, desculpa mesmo”, ao que ele sussurrou, visivelmente cansado: “tudo bem, Sérgio, eu que agradeço por você não ter visto nenhuma maldade em nada. Por favor, se puder, me deixa um tempo aqui sozinho com a Alice”.
Os dois ficaram abraçadinhos, o pau dele ainda atochado dentro dela, o cheiro cada vez mais forte de sêmen no ar.
Aproveitei para cobrir os dois com uma toalha, para que ninguém visse o pau de Bentão dentro da minha Alice, e os deixei a sós.
Fui até a churrasqueira e convidei Rodrigo e Rita para se juntarem a mim na piscina.
A ideia foi ótima, porque ficamos brincando na água ao som da música e nenhum deles pareceu ter notado o que aconteceu entre Alice e Bentão.
Depois de algum tempo, notei que Bentão passou por nós carregando Alice nos braços e, embora estivesse com a rola bastante melada de porra, ninguém pareceu ter notado, pois Rita, Rodrigo e Bentinho continuavam brincando e dançando juntos.
– Vou levar a Alice para deitar na cama, vou aproveitar e tirar um cochilo com ela também, tem algum problema? – indagou Bentão.
– De forma alguma, Bentão, você é de casa, pode ficar à vontade – respondi, rezando para que ele não ficasse com raiva de mim por tê-lo colocado naquela situação.
Depois disso, permaneci na piscina por aproximadamente meia hora, quando Rita decidiu sair de lá, avisando que tinha um compromisso com as amigas durante a tarde mas que passaria à noite para buscar o marido e o filho. Ela avisou que havia deixado o almoço ajeitado na cozinha e que havia colocado a carne dentro do forno do fogão, “está tudo prontinho e acho que está uma delícia, o tempero de Rodrigo é muito bom”, disse ela dando uma piscadinha.
Apesar de achar Rita uma companhia super agradável e interessante, não posso negar que fiquei aliviado quando ela foi embora, eu temia que ela reagisse mal ao ver o estado da bucetinha de Alice e começar a acreditar que o marido tinha se aproveitado da menina, o que eu tinha certeza que não era verdade, pois tudo aconteceu por acidente, uma coisa foi puxando à outra.
Eu sabia que Rita era bastante liberal e adepta da filosofia do marido de permitir todo tipo de contato, ainda que íntimo, sem qualquer censura, mas na minha cabeça havia uma chance de ela interpretar mal a conduta dele e acabar brigando.
Depois que ela saiu, Rodrigo propôs de tomarmos uma sauna, ao que Bentinho deu pulinhos de alegria, “oba, quero tomar sauna com você, Sérgio, deixa!”, ao que eu falei que estava tudo bem, mas pedi que Rodrigo fosse até o quarto de Alice para avisar Bentão. “Tudo bem cara, eu vou lá avisar, enquanto isso vocês vão entrando na frente, não esquece de ajustar o termostato, o Bentinho é muito criança ainda para aguentar o calor”.
Ajustei o termostato e liguei o vaporizador, a sauna logo se esfumaçou toda, e me sentei num ponto mais alto, no canto. Fechei os olhos e comecei a relembrar do que havia acabado de acontecer com Bentão, pensando se valia ou não a pena conversar sobre aquilo com Rodrigo.
Estava perdido nesses pensamentos quando senti as mãozinhas de Bentinho no meu saco, puxando-os para baixo e pra cima, “faz ficar grande para eu ver”, disse ele.
Eu expliquei que não funcionava assim, que meu pau não subia com facilidade, e notei que ele ficou bem triste. “Não fica assim, Bentinho, se ele ficar duro eu deixo você pegar depois, pode ser?”, ao que ele se animou de novo, “sim, quero pegar nele”.
Era engraçado ser alvo de tanta admiração por parte de uma criança, ele parecia ser bem sincero quando dizia que achava meu pau “bonito”.
Deixei que ele continuasse mexendo no meu saco e na minha rola mole, enquanto pousava sua cabecinha na minha coxa.
Ficamos assim por um bom tempo, quando ouvi o barulho da ducha e logo em seguida vi a porta abrindo, “opa, opa, Bentinho, deixa o Serginho em paz, amiguinho, rapa daí que ele é meu amigo, quero ele só pra mim”, disse Rodrigo com seu jeitão despachado.
Bentinho levou a brincadeira a sério, levantou-se e sentou no meu colo, ajeitando a bundinha no meu saco, depois abriu os bracinhos como se estivesse demarcando a passagem, dizendo: “ele é só meu, não vem não”.
Eu ri da ingenuidade do menino, ele achava mesmo que era capaz de impedir um homem do tamanho de Rodrigo de se aproximar.
Rodrigo não deu a menor bola, sentou-se ao meu lado e me puxou contra seu peito, me abraçando. O movimento fez Bentinho ser puxado também na direção de Rodrigo, que passou a afagar os cabelos do garoto.
“Eu divido ele com você, pode ser assim?”, indagou ele, ao que o menino, mais resignado, respondeu “tá bom, eu divido só um pouquinho”.
Ele ainda exalava o cheiro de sexo que senti na piscina e não pude evitar de ficar com o pau duro.
Bentinho deu um pulo do meu colo ao sentir a pressão do meu pau e falou: “deixa eu ver, deixa eu pegar” e, antes que eu respondesse, começou a mexer no meu pau, puxando a pele para cima e para baixo, como se estivesse me punhetando.
Eu não sabia onde enfiar minha cara de vergonha, mas Rodrigo me tranquilizou, dizendo ao meu ouvido, “deixa ele, você tem que agir naturalmente, se ficar nervoso vai passar a mensagem errada para ele, ele vai achar que está fazendo algum ruim”. Eu continuava relutante, temia que alguém entrasse e flagrasse aquela cena, mas então Rodrigo afirmou: “Não se preocupe, isso ficará somente entre nós, você sabe que eu já te amo pacas, né? Nunca ia te colocar numa situação dessas se não soubesse que é seguro, jamais vou deixar que alguém saiba disso”.
Acabei cedendo e permitindo que Bentinho continuasse me tocando, percebi que ele parecia muito experiente naquilo, ele mexia nas minhas bolas com os dedos, sem machucar, e punhetava com maestria, cuspindo de leve na cabeça do meu pau para umedecê-la, “é tão bonito, posso por a boca? Deixa, é só um pouquinho”, implorava ele.
Antes que eu respondesse, Rodrigo empurrou a cabecinha de Bentinho em direção ao meu pau e ordenou: “chupa, chupa à vontade maninho”.
Nunca mais esqueci aquela sensação, Bentinho abocanhou a cabeça do meu pau sem dificuldade, dava para sentir ele brincando com a língua no meu freio, me levando à loucura.
O tesão aumentou tanto que, pela primeira vez na minha vida, senti meu pau babando, “que gostoso, o melzinho do Sérgio é uma delícia, é o mais gostoso do mundo”, dizia o menino, dando a impressão de que já havia provado outros paus anteriormente.
Rodrigo apertava meus mamilos e mordia o lóbulo da minha orelha, ele sabia como fazer para eu perder o controle, comecei a gemer em seus braços, completamente à mercê do menino que me sugava com força, sorvendo o líquido que escorria da pontinha do meu pau.
Notei que Rodrigo começou a se punhetar do meu lado, fazendo o pau endurecer e a babar com intensidade. “Você quer que eu te chupe”, perguntei para ele, ao que Rodrigo respondeu que “hoje não, hoje eu vou te servir”, ao mesmo tempo e que começava a besuntar a bundinha roliça de Bentinho, enfiando os dedos em seu reguinho.
O menino começou a rebolar nos dedos do irmão e passou a engolir meu pau com mais intensidade, indo até a base e voltando lentamente.
Quase gozei ao sentir aquela garganta infantil massageando a cabeça do meu pau, soltei um gemido abafado, estava cada vez mais entregue àquela loucura.
Foi então que Rodrigo segurou a cabeça de Bentinho, forçando-o a tirar meu pau da boca, perguntando para ele: “você quer que o Serginho fique dentro de você, quer ficar bem juntinho dele?”, a que Bentinho sorria de satisfação, “quero muito, quero muito, coloca em mim”.
Nesse momento Rodrigo virou o corpo de Bentinho, passou mais baba em seu reguinho, e mandou que ele sentasse no meu colo, de costas para mim. Eu tentei interferir, ajudando o menino a fazer aquilo, mas Rodrigo me segurou, “já te falei, vou te servir, amigão, você merece”.
Aquilo era surreal, Bentinho se apoiou nos meus joelhos e subiu no meu colo, instante em que Rodrigo ajeitou a cabeça do meu pau em seu orifício, e começou a forçar o menino para baixo. Não sei exatamente como, mas o fato é que meu pau escorregou sem dificuldade, como se o menino já estivesse previamente preparado para aquela foda, senti suas pregas se abrindo e abocanhando meu pau.
Era o primeiro cuzinho que eu comia na minha vida e, de longe, era a sensação mais prazerosa que eu já havia sentido.
Rodrigo começou a mover o corpinho roliço de Bentinho para cima e para baixo, perguntando se ele estava gostando, ao que o menino respondia, “sim, quero mais, tá gostoso, Digão, mexe mais rápido”.
Ao mesmo tempo em que fazia tudo isso, Rodrigo não permitia que eu me movesse, meu instinto era arremeter com força dentro do menino, mas ele não deixava, mandava eu ficar parado enquanto segurava as ancas do irmãozinho e as movia lentamente, fazendo um vai e vem que me mantinha aceso, mas ao mesmo tempo me impedia de gozar logo.
Rodrigo então começou a mordiscar o meu peito, sem parar de mover o corpinho do irmão’. Sentia espasmos a cada mordida, estava perdendo completamente o controle, e meu pau pulsava dentro do rabinho do menino.
Senti que Bentinho piscava seu cuzinho, como se estivesse mordendo o meu pau. Jamais imaginei que uma coisa dessas existisse, pedi para Bentinho morder mais, ao que ele respondia rindo “hum, que delicia morder o pau lindo do Sergio”.
Rodrigo então passou a beijar meu pescoço, sugando-o de leve, depois me encarou de frente, me olhando nos olhos com a expressão mais safada que eu já vi na vida, pedindo permissão para prosseguir.
Eu demorei a entender o que ele queria, mas logo ele se cansou da resposta e me beijou.
Em toda a minha vida eu nunca havia beijado um cara, era estranho sentir a aspereza da barba dele no meu rosto, mas não posso negar que sua língua se movia junto da minha de um jeito tão safado e sacana que eu quase me esqueci de quem eu era, estava me entregando completamente àquele prazer proibido, sem oferecer qualquer resistência.
Como se pudesse ler meus pensamentos, Rodrigo parou de me beijar, me encarou por alguns segundos e disse: “você já está entregue, né amorzinho, pois saiba que você é meu, quero ver você despejar esse leite acumulado agora dentro desse menininho”.
Nesse momento, ele mandou que Bentinho pulasse mais rápido, ao que menino obedeceu prontamente, parecendo ter muita experiência naquilo. Em seguida Rodrigo me beijou de novo, dessa vez com mais força e intensidade, eu fiquei fora de mim, senti meu corpo todo estremecer, até que não aguentei e arremeti fundo no cuzinho do garoto, meu gozo veio farto, meu pau pulsava com tanta força que podia ver o corpinho de Bentinho se mover à medida que eu despejava minha porra dentro dele.
– Caralho, que tesão, nunca senti isso na minha vida – gritei, ofegando.
Rodrigo então beijou a minha testa suada, levantou-se e foi até a porta da sauna, dizendo:
– Bentinho, não conte para ninguém sobre o que aconteceu aqui – ordenou ele, falando de um jeito sério.
– Tá bom, Digão, eu não conto, mas só se o Sergio prometer fazer de novo – disse o menino, sorrindo em minha direção, com o mesmo olhar malicioso com que me olhara quando nos conhecemos.
Eu estava tão confuso e cansado, que a única coisa que consegui dizer foi “prometo”, ao que o menino se aconchegou mais em mim, encostando-se no meu peito suado, sem tirar minha rola ainda dura dentro do seu cuzinho.
Sem ter o que fazer, apenas descansei naquela posição, passando os meus braços ao redor do corpo dele, enquanto via Rodrigo fechar a porta da sauna.

Continua

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,87 de 45 votos)

Por # # #

53 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Daniel Coimbra

    Há alguns dias que não acesso o site, hoje acordei com o tesão nas alturas e me deparei com essa maravilha. Sua história está perfeita! Li os capítulos 8 e 9 e gozei duas vezes. Duas gozadas perfeitas. Mais uma vez lhe parabenizo! Mesmo cada capítulo sendo longo, eu os leio bem devagar para não terminar logo e sentir o prazer de cada palavra. Nota máxima pra você. Abraços de um fã.

    ATT: Daniel Coimbra

  • Responder Bacellar.

    Como sempre, perfeito! Acho que o pai ingênuo está com os seu sentimentos meios confusos pois a relação da pirocona gostosa do Rodrigo com a filha dele era de “curar” o problema que ela tem. Agora, depois de tantas situações,o “ingênuo” está se entregando a novas sensações! Imagino o final dessa história! Uma grande família linda e feliz onde ninguém é dono de ninguém mais todos se cuidam! 👏👏👏👏👏👏👏👏Obs:(será que,um dia, leremos que Bentão sacudiu a roseira do Rodrigo?) Rodrigo me passa ser bem mais liberal que o pai da Alice. Aguardemos o próximos capítulos! Parabéns mais uma vez! 👏👏👏👏👏👏👏👏👏🌷

  • Responder Anônimo

    Amazing

  • Responder -A

    e não ligue para os comentários criticando, se o conto estivesse realmente ruim ninguém teria gasto tempo lendo 11 mil palavras, quanto mais detalhado melhor

  • Responder -A

    seria legal se ao fim dessa saga do pai você começasse a recontar toda a história pela perspectiva do rodrigo, desde o momento em que ele pôs os olhos na alice, as armações dele com os outros caras até chegar ao fim do conto, e as reais intenções desde o início, pois fica um misto de vazio e curiosidade nos momentos em que ele/outro cara está a sós com a alice e que o sérgio acaba não vendo e não podendo narrar. pensa nisso por favor :’)

    • Seu fã

      Concordo col tigo, ao final do conto. Ele fazer um na versão do rodrigo, serio muito massa… Pensa nisso…

  • Responder Krampus

    Perfeito, a parte da Alice com o Bentão foi a melhor de todos os seus contos. Não liga pra quem tá falando merda aqui nos comentários pois se ainda tá te acompanhando na parte 9 é pq gosta do que você escreve ou é muito desocupado.

  • Responder Benhur de Oliveira

    Todos os dias abro meu e-mail só pra ver se tem os teus contos, cara esse foi fenomenal, Promete que não vai demorar no próximo? Eu quero ler logo o 10º depois 15°,20° 30°…..

    • Dourado G

      Precisamos de um best seller. Ja vejo uma nova história da alice entrando na puberdade e o Rodrigo ajudando daquela forma. Quem sabe ate novos amigos ajudando tambem

  • Responder Gui

    perfeito demais!!! pedofilia gostosa

  • Responder Júnior Alves

    Esse com toda certeza foi tão bom ou até melhor do que o quarto conto, que pra mim até agora era o melhor. Gostei dos novos personagens, mesmo que tenham sido muitos de uma vez, mas tudo bem por ter sido o maior conto até agora. E finalmente adicionou outra criança como eu dei a dica a alguns contos atrás, e ainda mais um menino, acho que combinou bem com tudo. Continua nessa pegada que está ótimo. E como eu disse antes também, quando terminar esse, poderia começar um de traição onde o namorado seria ingênuo e inocente também. Ou um de uma mãe do interior que é inocente em relação ao filho pequeno, sendo abusado também por outro adulto, mas sempre nessa pegada de ingenuidade porque o ponto forte do conto. Sobre a demora em postar esse não tem nenhum problema. Sendo longos e bem escritos igual esse, pode postar um por semana sem problemas. Bom, é isso, esse mereceu cinco estrelas com certeza
    Um abraço amigo.

    • Fã de Identidade Bourne

      Você é sempre muito gentil comigo, obrigado. Gostei demais das suas sugestões e todas elas influenciaram na direção da narrativa, pode ter certeza. Claro que, como o conto é narrado em primeira pessoa e nosso protagonista é meio lerdo, nem sempre é possível colocar tudo em evidência, boa parte da ação é apenas subentendida. Seria legal termos um meio seguro de nos comunicarmos, gostaria de ouvir mais sobre suas ideias.

  • Responder Nicfip

    continua logo!!! que tesão da porra!!!

  • Responder Americano

    Volta IDENTIDADE BOURNE. Seu fã está acabando com a sua reputação.

  • Responder Americano

    Você era melhor quando escrevia como IDENTIDADE BOURNE. Agora criou esse pseudônimo para enganar que tem um fã e só escreve merda.

  • Responder Amon

    Parece que tem uma pessoa mal comida usando nomes diferentes pra floodar de comentários negativos sem fundamentos nenhum. Engraçado que odeia tanto o conto mas sempre que sai vem aqui ler e dar ibope kkkkkk. Mas o que esperar de uma pessoa que não entende que isso é o conto de ficção e que dentro da lógica do conto a menina pode aguentar uma rola enorme?

  • Responder Dogão

    Tenho um canal só com os melhores. Quem quiser participar deixa contato aqui.

    • Gordinho

      Onde é seu canal ? Divulga ai brother pra gente conhece.

  • Responder paulo

    vc e o melhor dos melhores gosei muito

  • Responder Amon

    O Rodrigo conseguiu se superar, provavelmente comeu a dona Rita, fudeu a Alice e ainda por cima dominou completamente o Sérgio no mesmo dia. Só faltou esse macho gostoso comer o menino.
    Ahhhh, e como eu queria ter um vislumbre do que o Bentão e o Rodrigo ficaram fazendo sozinhos com a Alice enquanto o Sérgio estava na Sauna!
    Aliás, interessante que mesmo que o Sérgio tenha comido o garoto, ele estava na posição de “abusado” e sendo manipulado pela safadeza do Rodrigo. Parabéns por se atentar a esses detalhes! A cena foi muito tesuda, mas foi uma mudança considerável de conduta do protagonista, uma variação da posição de vouyer distante para algo mais direto e participativo. Sinceramente, entendo que o conto tenha que mudar um pouco pra história não estagnar, mas não sei se gostei totalmente e se foi coerente com o personagem, pois o disfarce pro Rodrigo foder a Alice é que ela precisa de ajuda por motivos de saúde mental e física, e o Sérgio aceitou o Bentão meter na Alice por conta de toda a justificativa de respeitar a decisão da criança, porém, acho que ele aceitou mto normalmente o Rodrigo colocar o menino pra cavalgar na pica dele, sem ter uma justificativa mto forte.

    • Preto

      Concordo com a crítica do Amon
      Talvez uma das coisas mais gostosas desses contos , seja justamente a inocência do pai e assim ele vai permitindo que algumas coisas aconteçam , ele só deixo o Rodrigo comer a filha , porquê tinha a desculpa que era pra curar a garota . no entanto se deixou leva é comeu o garoto sem uma justificativa plausível. Espero que o autor consiga dá jeito nesse pedaço da história. Por mais que a história tenha que avança , acho que todos nós concordamos que o chame do conto é a inocência do pai ( se não seria mais um conto , como tantos que temos aqui ) sucesso ! Aguardo pelo andamento da história.

    • Fã de Identidade Bourne

      Obrigado pelos comentários, estou feliz que tenha gostado.
      Também prefiro mais a inocência do Sérgio, gosto da mistura de voyeur ingênuo com a de um homem confuso com sua sexualidade. É o que mais amo nessa história, por isso quis recontá-la. No que diz respeito à coerência do personagem, não li da mesma forma, realmente não encontrei nada nesse capítulo que demonstre que Sérgio aceitou normalmente e sem justificativa plausível. O processo de submissão dele vem ocorrendo ao longo de vários capítulos e se aprofundou ainda mais nesse conto, chegando a ponto de ele fazer um compromisso pessoal de atender aos pedidos de Rodrigo sem questioná-lo.
      Porém, compreendo que essa mudança pode repercutir nos próximos capítulos, alterando a dinâmica gostosa dele ser enganado durante todo o tempo.
      Talvez isso signifique que a história esteja perto do fim, quem sabe? 😉

  • Responder Pau pra toda obra

    Seus contos parecem uma montanha russa. Tem altos e baixos que fazem a gente perder o tesão. É um tanto maçante e enfadonho. Seus diálogos fora do ato sexual são chatos e cansativos. Você poderia fazer contos menores, porém mais excitantes. Acho que você se preocupa em escrever muito, fazer os maiores contos do site e acaba esquecendo do erotismo. Há comentário com vinte palavras muito mais prazerosos do que seu texto com onze mil palavras.

  • Responder Tiago

    menino, não achei que podia melhorar, mas esse foi supremo! Espero que esse dia de piscina não acabe rápido no proximo capitulo!

  • Responder Amon

    Foda! Não demora tanto pra postar mais não 🙁

  • Responder Manoel Barcelona.

    The Best

    • Preto

      Parabéns pelo conto só sentir falta de um pouco da sedução que existia nos primeiros contos , como falei no comentário anterior prefiro quando o pai é abusado pela sua ingenuidade . a parte do Betão com a Alice é muito gostosa , mais acho que faltou um pouco mais de sacanagem por parte do Betão . gosto de mais do Rodrigo quando ele fala baixado , está no seu papel de dominador. Levando o pai inocente na conversa . as partes que o pai está de voyeur são uma delícia , principalmente quando Rodrigo está envolvido .
      Espero ancioso que o Rodrigo comece a abusar mais e mais do paixão inocente