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Desafios de um pai – 08

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Por

Nosso pai ingênuo estreita a amizade com Rodrigo, ao mesmo tempo em que começa a experimentar sensações novas.

Ainda agora tenho dificuldade de lembrar com exatidão o que aconteceu depois que saímos do quarto. Não sei se sonhei acordado ou se todas as imagens que me veem à mente realmente aconteceram.
Como havia dito no conto anterior, Rodrigo me puxou pelo braço em direção ao banheiro, ignorando meu constrangimento e meus protestos.
– Deixa de ser bobo, cara. Eu sei que você fica excitado quando fica perto de mim, eu não ligo para isso não. Se eu fosse gay te fazia toda hora, gosto demais de você – dizia ele tentando me convencer enquanto abria a ducha do chuveiro. Anda logo, tira essa roupa!
Aquelas palavras me deixaram ainda mais constrangido, até então acreditava que tinha conseguido disfarçar as ereções involuntárias que tive ao lado dele.
– Cara, que vergonha. Achei que você não tivesse visto, desculpa. Eu juro que não sou gay, não sei o motivo, mas de uns dias pra cá notei que fico excitado quando você encosta em mim – eu respondi olhando para baixo, colocando a mão sobre a virilha.
Rodrigo então me encarou com seriedade, dizendo:
– Não precisa ter vergonha, não. Você foi bem discreto, não dava para ver ereção não, imagino que você deve ter a rola muito pequena ou então usa cuecas muito apertadas – zombou ele me dando um tapa nas costas, molhando a camisa que eu usava.
– Se não viu meu pau duro, como sabia que eu ficava excitado? – perguntei, curioso.
Rodrigo sorriu de um jeito estranho, fez um gesto com as mãos grandes tapando o rosto, de uma forma teatral, e completou:
– Acho que você descobriu meu poder secreto. Eu tenho a habilidade de farejar o tesão dos meus amigos.
Nesse momento ele começou a rir alto, como se estivesse debochando. Quando se controlou, Rodrigo completou:
– Acho que sou igual aqueles seres metade homem metade cabra, com chifres, que tocam flautas para seduzir as donzelas e rapazes. Você que é professor já devia ter percebido.
Não sei se ele tinha a exata compreensão dos seres que estava descrevendo, mas a comparação era perfeita. Rodrigo encarnava bem a figura de um sátiro ou fauno, provocava sensações em mim que eu nunca imaginei que fosse capaz de sentir por um cara. Ele percebeu que eu fiquei pensativo, então resolvi explicar para ele sobre os sátiros ou faunos, que, à semelhança do deus Pã, tinham estreita ligação com a sexualidade, principalmente com o estupro, provocando desejos incontroláveis e paixões desenfreadas. Não tinham pudor ou limites para a paixão, tudo era permitido, desde que levasse ao gozo, à festa e à diversão.
– Você não tá acreditando nisso não, né? Você é bem bobo mesmo, amigão! Eu não estou a fim de aula não, seu sabichão, gosto de fazer força com o muque, não com a cabeça. Para de enrolar e tira essa roupa agora senão eu mesmo vou arrancar!
Desisti de resistir e comecei a tirar a roupa, primeiro minha camisa, exibindo meu peito magrelo e com poucos pelos para Rodrigo.
– Parece um menininho, tem corpo de criança, vem cá que eu te ajudo com essa bermuda – disse Rodrigo, puxando minha bermuda e a cueca para baixo ao mesmo tempo, revelando meu pênis meia bomba.
Eu olhei para os lados, constrangido, ao que Rodrigo brincou, como se me ver excitado fosse a coisa mais natural do mundo:
– Ora, ora! Achei que o Serginho fosse uma minhoquinha infantil, não é muito grosso mas até que é crescidinho, hein!?
Rodrigo mediu meu pau com o palma da mão, sem se importar de tocá-lo com os dedos, até que completou:
Não precisa dizer o tamanho, deixa eu adivinhar. Meia bomba deve ter uns 15cm, então duro deve chegar a 17cm ou 18cm, vou apostar em 18cm, acertei?
Aquela conversa me deixou ainda mais excitado. Ainda agora não consigo entender direito o que estava acontecendo comigo, meu pau reagia ao toque de Rodrigo, mas ao mesmo tempo eu não conseguia me imaginar mantendo alguma relação sexual com ele.
– Cara, desculpa, isso nunca aconteceu antes, eu juro! Você deve estar achando que eu sou uma bicha enrustida e tarada- disse para Rodrigo.
– Você se preocupa demais, amigão, eu não acho ruim não. Deixa de lado essa mania boba de se desculpar por tudo. Vem aqui, vou deixar você se aproveitar de mim.
Ele então me puxou pelo braço e me guiou para debaixo da ducha morna. O contato com a pele dele e a água fizeram meu pau pulsar involuntariamente, fazendo a pele do prepúcio descobrir por completo a glande, que brilhava vermelha.
Dessa vez deixei que ele me abraçasse por trás, sem protestar, e senti o pau dele amolecido nas minhas costas, enquanto seu saco pesado pousava em meio às minhas nádegas.
– Se eu conseguisse ficar de pau duro, até que comeria sua bundinha branquinha, parece até a da Alice, redondinha – falou Rodrigo, colocando o queixo no meu ombro, me fazendo arrepiar com o toque de sua barba por fazer na minha pele. – Queria poder oferecer mais, amigão, você quer que eu tente te comer? – indagou.
Eu fiz um gesto com a cabeça indicando que não. Por mais que meu pau estivesse duro, eu não tinha vontade de fazer nada além de sentir a água caindo no meu corpo e o contato do corpo de Rodrigo.
Ele então começou a passar um xampu no meu cabelo, lavou meu pescoço, desceu as mãos pelo meu peito e pousou a mão delicadamente no meu pau.
– Quer gozar agora? Posso punhetar você. – ofereceu Rodrigo.
– Não, cara, eu estou bem. Quero só tomar banho – respondi, embora não estivesse certo de que era isso mesmo o que eu queria.
Ele se lavou também, pedindo que eu o ensaboasse e lavasse a rola dele:
– Ainda está com cheiro da Alice, dá uma geral aí, amigão – brincou.
Embora jamais tenha me imaginado obedecendo a um pedido como aquele, não esbocei qualquer resistência, simplesmente ensaboei o corpo do pênis, as bolas e, delicadamente, a glande enorme e rosada de Rodrigo.
Era engraçado porque o contato não provocou em Rodrigo o menor traço de ereção, ao passo que meu pau ficou ainda mais duro e pulsante.
– Você tem muito controle, amigo, acho que se alguém mexesse assim no meu pau, ele ficaria duro na hora.
– Cada rola tem vida própria amigão. A minha reage a situações e contatos diferentes da sua, é apenas isso. Mas te garanto que se eu me esforçar, consigo te enrabar agora mesmo, tem certeza que não quer?
– Não, não quero não – respondi ruborizado.
– Ok, porém se algum dia for dar essa bundinha, quero ser o primeiro, promete?
– Prometo – respondi, pressentindo que talvez fosse me arrepender dessa promessa.
Ficamos os dois debaixo d’água por mais uns cinco minutos, Rodrigo me abraçando por trás, até que finalmente ele fechou a torneira, “agora já chega, amorzinho, já fiz boiolagem demais por hoje”, zombou.
Nos secamos e fomos até o quarto de Alice, para ver se ela estava bem, vendo que ela dormia tranquilamente, com um sorrisinho no rosto e uma das mãozinhas entre as pernas meladas de gozo.
Percebi que o short preto de Rodrigo estava jogado no chão e perguntei se ele queria vesti-lo ou que eu colocasse na máquina de lavar, ao que ele respondeu:
– Deixa ele aí, hoje não vou precisar dele, agora aqui é minha casa e em casa eu não uso roupa. E você não se atreva a vestir nada, vamos ficar peladinhos. Bora! Vamo lá embaixo que eu to azul de fome e com sede de cerveja – finalizou.
Fomos para a área e comemos as batatas e a carne que havia feito antes de subirmos. Eu ainda estava com vergonha pelo que tinha acontecido no banheiro, mas, enquanto bebíamos cerveja, fui ficando mais relaxado, começamos a falar sobre futebol e sobre os caras que jogavam na quadra com Rodrigo:
– Sérgio, eu posso te garantir, todos os caras já armaram a barraca pra mim, até o Bentão já ficou 100%, você não é o único. Eu tenho superpoderes, cara!
– Para de falar essas coisas, eu já estou começando a acreditar na Alice quando fala que você é mágico – brinquei.
– Vai saber – piscou ele na minha direção. Falando na Alice, obrigado por confiar tanto em mim, fica tranquilo que a partir de agora eu vou fazer tudo o que a doutora Márcia pediu para estimular a resposta sexual da minha princesa.
Eu não entendi exatamente o que ele quis dizer com “fazer tudo”, porém preferi não alongar esse assunto, mesmo porque estava ficando bêbado e sonolento.
Rodrigo então ofereceu de tomarmos uma saideira e foi à cozinha para buscar mais cerveja.
Percebi que ele demorou um pouco e resolvi levantar para ajudá-lo na cozinha, porém me deparei com ele retornando com duas canecas grandes cheias de cerveja:
– Se é para ser saideira, tem que ser uma de macho de verdade! – disse ele enquanto me entregava a caneca.
Brindamos e voltamos a beber e, a partir de então, não me lembro muito bem a sequência dos fatos. Eu estava bêbado demais, as imagens que me vem a cabeça parecem embaralhadas, talvez não descreva corretamente o que houve. Porém me lembro de ter começado a falar feito um papagaio, falei e reclamei do trabalho como professor, sobre a venda da casa antiga, sobre a minha ex-mulher e meu amigo Miguel, sobre como todos na família me consideravam um idiota e ingênuo.
Rodrigo parecia muito interessado em ouvir sobre minha vida e continuou me dando corda.
Ficamos ali durante um bom tempo conversando, não sei exatamente se fizemos alguma coisa ou se Rodrigo encheu novamente as canecas de cerveja. Lembro-me vagamente de ter me sentido mais zonzo, de me sentar no chão gelado perto da piscina, depois senti o frio da água e algo como ter o corpo puxado para fora. Em seguida eu estava sentado de novo numa cadeira, com Rodrigo postado à minha frente me secando com a toalha.
Nessa hora acredito haver dito que estava bêbado e que precisava deitar, ao que Rodrigo me apoiou pelos ombros perguntando se eu estava em condições de subir as escadas.
Antes de responder, senti minha visão escurecer e meu corpo cair e, de repente, eu já estava dentro de casa, sendo carregado por Rodrigo enquanto subia as escadas, “vamos dormir abraçadinhos, amorzinho”.
Pensei também ter ouvido o som abafado do ar condicionado do quarto sendo ligado, sentindo uma enorme pressão nos meus ombros enquanto meu corpo era puxado para trás, até que tudo ficou preto.
Não sei quanto tempo fiquei apagado. Podem ter sido segundos ou horas.
Sei que acordei com o peso das coxas de Rodrigo sobre minhas pernas, com o braço dele me apertando o peito e uma sensação estranha nas nádegas, uma pressão na entrada do meu ânus.
Embora ainda estivesse bêbado, eu conseguia ter alguma noção do que acontecia ao meu redor: estava deitado de conchinha com Rodrigo, cujo pau duro e babado pressionava a entrada do meu cuzinho.
Fiquei em pânico com aquele contato e em vão tentei me mover, o peso da perna dele e a força com que ele me segurava me impediam de sair dali. Tentei acordá-lo, pedindo para que ele se afastasse um pouquinho e fiz um novo esforço para me soltar do abraço de Rodrigo. Porém, de forma que me pareceu involuntária, ele deu um suspiro profundo, apertou meu corpo e o puxou contra si, fazendo com que a cabeça do pau dele começasse a deslizar para dentro do meu rego.
Senti uma dor lancinante, tive que me conter para não gritar, temendo que Alice acordasse no quarto ao lado. Era como se minhas pregas estivessem sendo dilaceradas e cauterizadas por um ferro em brasa.
A minha reação foi a de travar com mais força o esfíncter, o que aumentou ainda mais a sensação de dor.
Era possível sentir um líquido escorrendo do meu ânus e, pela dor que sentia, cheguei a supor que fosse sangue, mas logo me lembrei que devia ser a baba que vertia do pau de Rodrigo.
Falei mais alto para que ele acordasse e, uma vez mais, ele reagiu com um suspiro e me puxou com força para trás, fazendo com que sua rola entrasse ainda mais fundo dentro de mim.
Eu fiquei zonzo e acredito que desmaiei nesse momento, lembro-me de ouvir algum gemido e, algum tempo depois, acordei sentindo a rola de Rodrigo pulsar dentro de mim, enquanto meu próprio pênis babava sobre o lençol.
Percebi que Rodrigo se movia suavemente, arremetendo dentro de mim enquanto gemia baixinho e, por um momento, acreditei que ele estava acordado.
– Cara, por favor, para com isso – falei, sem obter resposta.
Ele continuou se movendo, dava para sentir as bolas batendo na minha bunda e, tenho que admitir, a sensação estava começando a ficar boa. Ele respirava forte e gemia no meu ouvido, provocando arrepios, enquanto me prendia com os braços e pernas.
Não sei se ele estava consciente ou não, o fato é que aos poucos ouvi ele murmurar coisas sem sentido, “hum hum, delicia, vem amorzinho, assim é que é gostoso”, enquanto metia mais e mais forte dentro de mim.
Eu comecei a ficar preocupado de estar sujo, a sensação que eu tinha era de que estava inundado, dando a impressão de que eu iria evacuar. Ao mesmo tempo, percebia que meu corpo começava a me trair, eu estava com tesão, descobrindo sensações indescritíveis provocadas pela pressão que a cabeça enorme do pau de Rodrigo fazia na minha próstata.
Paulatinamente o desespero inicial foi sendo substituído pela vontade de continuar preso naquela posição, não queria que ele me soltasse, queria senti-lo mais tempo dentro de mim. A verdade era que eu estava gostando daquele contato, estava deixando o caminho aberto para que Rodrigo metesse no meu cuzinho.
Ele murmurava coisas sem sentido, eu conseguia entender apenas o “Hum, hum, hum, minha putinha, toma, toma, cadela”. Ele ficou assim algum tempo, quando comecei a sentir o caralho de Rodrigo cada vez mais duro e inchado, sua respiração mais ofegante, até que comecei a ouvir ele murmurando “toma, toma leitinho safada, sua putinha, toma”, momento em que senti ele me inundar com seu leite quente.
Enquanto o pênis dele pulsava dentro de mim, senti algo novo e completamente surreal, meu pau começou a pulsar também e senti meu gozo vir involuntariamente, como se nós dois estivéssemos sincronizados.
Eu havia gozado sem me punhetar.
Permaneci quieto durante algum tempo, com a respiração ofegante, quando notei Rodrigo fazer um movimento, virando meu corpo de bruços na cama e deitando-se sobre mim, apoiando sua pernas sobre minhas nádegas. Eu tentei me mover sob o peso dele, mas continuava atordoado, grogue e muito cansado.
Acabei dormindo em seguida.
No dia seguinte, acordei com a cabeça ainda aérea, olhei no relógio e vi que já eram 10:00h. Eu continuava de bruços na cama e, ao tentar me mover, percebi que Rodrigo continuava com as pernas apoiadas sobre minhas nádegas. Fiz força para me mover, mas não saí do lugar, então resmunguei de frustração.
– Olha só, o dorminhoco acordou – disse Rodrigo ao meu ouvido, sem se preocupar de sair de cima de mim.
– Amigo, você tá me esmagando, alivia a pressão aí – disse para ele, ainda tentando entender se havia sonhado ou se realmente havia sido enrabado por Rodrigo enquanto dormia.
Ele obedeceu, afastando-se para o lado e começou a mexer na rola amolecida, dizendo:
O que você fez comigo à noite, amigão? Meu pau ta melado e com sangue aqui.
Olhei para o lençol e vi a mancha de esperma onde eu havia gozado. Depois apalpei meu ânus e senti ele todo aberto e melado.
Encarei Rodrigo bastante constrangido e tentei explicar o que me lembrava de ter acontecido durante a noite, mas fui interrompido por ele, que chegou mais perto de mim na cama, tapou minha boca com os dedos e me abraçou.
– Cara, tá tudo bem, nós dois estávamos dormindo, foi inconsciente. Eu não estou com raiva de você.
Fiquei emocionado com aquela demonstração de carinho, Rodrigo era um amigo de verdade.
– Acho que me lembro de ter sonhado com sexo, acho que no sonho eu estava comendo a bucetinha da Alice de novo – falou ele rindo, como se comer a bucetinha de uma criança fosse algo natural para ele. Pensando bem eu acho que acordei em algum momento, senti uma sensação boa na rola, meu pau dentro, deu um tesão gostoso e eu delirei achando que era a bucetinha da Alice, me deixei levar e meti até gozar. Você me perdoa?
– Eu que peço desculpas, eu estava muito bêbado, não tive forças para te afastar e não consegui te acordar – falei enquanto sentia meu rosto queimar de vergonha.
Lá vem você com essa mania de pedir desculpas mesmo quando não fez nada de errado. Eu é que fui culpado, lembro de ter acordado em algum momento, só não consegui me conter porque achei que estava de novo dentro da Alice – Rodrigo falou com um jeito estranho, umedecendo os lábios e me encarando, até que completou: então aquela xaninha do sonho na verdade era seu cuzinho, você tá de parabéns, amigão, foi uma delícia!
O comentário infame era a cara de Rodrigo e eu não consegui conter o riso.
Nesse momento, Rodrigo chegou mais perto de mim na cama e, sem demonstrar qualquer dificuldade, me levantou e virou meu corpo de bruços.
– Fica assim, deixa eu ver se fiz muito estrago – emendou ele ao abrir minhas nádegas com as mãos. Caramba, tá detonado! Tá tão aberto que eu consigo enfiar a mão aí dentro. Mas não tá vermelho, não, minha porra deve ter ajudado. Você tá sentindo alguma dor ou ardência? – perguntou.
– Ontem eu senti muita dor e ardência, mas agora senti apenas o ar frio entrando de tão largo que fiquei – brinquei.
Rodrigo então examinou o próprio pau inchado, descobrindo a cabeça da glande, dizendo:
– Achei que fosse estar cheio de merda, porém só tem porra e sangue no meu pau. Vem comigo, vamos tomar uma ducha – falou bagunçando o meu cabelo e me me puxando em direção ao banheiro.
Levantei-me com dificuldade, eu ainda estava zonzo e ligeiramente embriagado, mas obedeci, dessa vez sem medo de ter uma ereção ao seu lado.
Enquanto estávamos sob a água morna, Rodrigo pegou o chuveirinho e lavou com delicadeza meu anelzinho, perguntando se eu estava sentindo alguma coisa.
– Cara, tá arrombado, mas dor eu não to sentindo.
– Foi o efeito do meu leitinho. Mas não vem com liberdade pra cima de mim não, a prioridade aqui é a Alice, não posso ficar desperdiçando néctar com você não – brincou. Depois da conversa com a doutora Márcia, estou decidido a ajudar Alice a melhorar, ainda que isso signifique fazer sexo com ela. Então eu preciso estar com a carga total.
Embora eu soubesse que cedo ou tarde poderia acontecer de Alice querer tocar Rodrigo de uma forma erótica, aquele comentário me deixou preocupado.
– Não sei se é necessário ir tão longe, ela já tem melhorado bastante – argumentei.
– Aí é que você se engana, acho que ela precisa de mais estímulos. Ela continua não sendo capaz de distinguir as brincadeiras que tem comigo ao brincar de cavalinho dos contatos eróticos que ela tem quando molha a calcinha, está tudo misturado na cabecinha dela. Estou disposto a ajudá-la a entender, no tempo dela, à medida em que ela for perguntando.
Notei que o pau de Rodrigo ficou meia bomba ao fazer o comentário e não consegui desviar o olhar. Ele percebeu meu olhar indiscreto, e comentou:
– Lógico que além de ajudar a Alice, eu também acabo sentindo prazer. E segundo a psicóloga isso é muito importante também, ela tem que entender como sentir e como dar prazer para construir aquele negócio, como é que chama?
– Alteridade?
– Isso, alteridade. Então eu tenho que mostrar para ela quando eu sinto tesão, quando estou gostando de fazer algo – riu ele, ainda com o pau acordado.
Deixei aquele assunto de lado e, depois do banho, deitei de novo na cama junto com Rodrigo.
– Somos um casal em lua de mel, daqueles que não saem da cama por nada – brincou ele, dando uma piscadinha. Falando sério, não sei se tenho condições de ir para a empresa agora, ainda estou meio tonto de ontem. Posso ficar aqui um tempinho?
– Claro que sim, cara! Fica à vontade, a casa é sua.
Aproveitei que ele estava deitado, fui à cozinha e busquei água para nós dois. Como de costume, Rodrigo sorveu uma jarra inteira numa golada, “porra que ressaca”.
Ficamos os dois conversando na cama sobre coisas aleatórias, quando me dei conta de que continuávamos pelados.
– Quer um short ou uma cueca? Devo ter algum pijama mais folgado, talvez algum sirva em você – ofereci enquanto me vestia uma cueca branca e uma bermuda de moletom.
– Lógico que não, sou naturista, esqueceu? Na minha casa eu ando pelado e aqui agora é minha casa – falou Rodrigo com o jeitão despachado, enquanto se sentava na cama com as costas apoiadas na cabeceira da cama.
Em dado momento, o celular dele vibrou e ele pediu licença para atender a ligação, indo até o banheiro. Acabei ouvindo um pouco da conversa e tive a impressão de que Rodrigo estava bravo:
– Cara, você exagerou, fez um estrago! Não precisava daquilo tudo. Eu tive que limpar a sua merda, então agora você está me devendo obrigação, vai me cobrir hoje também – dizia ele em tom muito sério.
Ao sair do banheiro, Rodrigo abriu um sorriso para mim e sentou-se de novo na cama, com as costas apoiadas na cabeceira.
– Você parecia bravo, era coisa do trabalho? – perguntei.
– Sim, era o folgado do Carlos.
Não pude deixar de lembrar do episódio da segunda-feira, quando Alice se machucou no banheiro. Eu não queria desconfiar do meu amigo, mas aquela conversa ao telefone parecia ter mais a ver com a lesão na vagina da minha filha do que com o trabalho. Fiquei com náusea ao imaginar que estava sendo enganado e não pude deixar de perguntar:
– Isso tem alguma ligação com a lesão da Alice no banheiro?
– Que nada cara! É trabalho mesmo, briguei com ele por conta de algo grave que ele fez e aproveitei para pedir de novo que ele me cobrisse. – gaguejou Rodrigo. Você me conhece, se eu soubesse que Carlos tinha feito algo errado com minha menina, teria quebrado ele ao meio.
A resposta de Rodrigo me deixou mais tranquilo. Ele já tinha dado provas mais do que suficientes de que jamais faria mal a minha menina ou permitiria que alguém o fizesse.
Eu pedi desculpas por ter desconfiado dele, ao que ele sorriu para mim, aceitando minhas desculpas e logo mudou de assunto:
– Depois temos que dar uma olhada na Alice, quero ver se o “remedinho” fez efeito.
Senti um pouco de remorso pela minha filhinha, eu tinha me esquecido completamente dela. Rodrigo, para variar, demonstrava estar sempre mais atento do que eu ao cuidar da minha pequena.
– Eu já estava esquecendo, sou muito lerdo mesmo, ainda mais tonto do jeito que estou – falei para ele, tentando me justificar.
Nesse momento ouvi batidas de pés no corredor, como se fosse alguém correndo, e logo vi a figura da Alice toda descabelada na porta do quarto:
– Bom dia, Rodrigo!!! – gritou ela correndo em direção à cama.
– Olha só, que menina danada! Dá bom dia para o Rodrigo e não lembra de cumprimentar o próprio pai. E ainda por cima sem roupa! Que modos são esses? – ralhei com ela.
Ela ignorou meu comentário e logo pulou no colo de Rodrigo, abraçando-o, encaixando a xaninha sobre a virilha dele.
Ele retribuiu o abraço, de um jeito carinhoso, apertando-a contra o peito. Não pude deixar de notar que o pau dele começou a inchar sob a bundinha dela, apontando para frente. Aquela posição pareceu deixá-lo incomodado, pois ele logo levantou o corpinho de Alice e ajeitou o pau meia bomba, colocando-o para cima sobre a barriga, e depois colocou Alice novamente sobre ele, posicionando a rachinha sobre o volume do pau.
– Bom dia minha princesa! Eu estava muito preocupado com você, deixa eu ver se sua xaninha está melhor agora.
Ela abriu as pernas e abriu a vagina com as mãozinhas, dizendo animada:
– Já to boa, olha! Não tá roxinho nem vermelho mais! Mas tá cheio de “poção de xixi”! – falou pegando um pouco de líquido transparente que escorria e o exibindo para Rodrigo.
– Já te expliquei, Alice, não é xixi, é outra coisa que sai do pipi do homem adulto – disse Rodrigo com naturalidade.
– Ah, lembrei! É melzinho, né papai? – disse ela virando-se para mim enquanto lambia os dedinhos.
Meu rosto queimou de vergonha, não tinha a mesma habilidade que Rodrigo para falar sobre aqueles assuntos, mas tentei falar de forma natural:
– Isso mesmo, filhinha, é melzinho, e a parte branca é o leitinho, lembra?
– Lembro sim! Eu prefiro melzinho, é docinho e é uma delicia – disse ela passando novamente as mãos na xaninha e lambendo os dedos.
Eu estava ficando incomodado com o rumo da conversa e com o comportamento de Alice, queria pedir para que ela fosse logo tomar um banho. Rodrigo pareceu perceber meu desconforto, e falou comigo:
– Sérgio, a Alice é muito esperta, né? A doutora Márcia tinha razão quando falou que ela estava ficando melhor, estou impressionado.
Ele piscou para mim em seguida e logo entendi o que ele queria dizer. Eu não deveria impedir que Alice comentasse aquelas coisas ou impedi-la de experimentar o líquido que saia de sua vagina. Deveria deixá-la agir naturalmente.
– Eu to melhor mesmo, já falei. Minha xaninha não tá ardendo mais, só to sentindo uma cosquinha gostosa hoje, acho que até fiz xixi – disse ela, que claramente não entendeu que Rodrigo se referia a seu retardo, e não à lesão na xaninha.
Rodrigo riu da ingenuidade da minha pequena, bagunçou ainda mais os cabelos desgrenhados dela, antes de comentar:
– Isso que você faz também não é xixi, Alice. É melzinho de menina, quando você tá muito muito feliz, sentindo a cosquinha gostosa, sua xaninha faz esse mel, entendeu? É igual no homem adulto, quando a gente fica muito feliz, sentindo uma coisa gostosa no pipi, sai melzinho. E quando sente mais gostoso ainda, aí sai leitinho também.
Ela ficou pensativa, examinando a xaninha, depois se virou para mim, perguntando:
– É verdade papai?
Eu assenti para ela, que me olhava com curiosidade enquanto lambia os dedinhos sujos da baba do pau de Rodrigo.
– Eu achei que Rodrigo tinha machucado quando fez xixi dentro de mim no banheiro, mas tá errado, né? Se ele fez xixi lá dentro, é porque ficou muito muito muito feliz? – questionou ela.
Notei que o pênis de Rodrigo reagiu ao último comentário dela e que ele umedeceu os lábios.
– Sim, Alice, quando está muito gostoso, sai leitinho, é o único jeito de o pipi do adulto amolecer. Por isso tive que mexer dentro de você, para fazer ficar mais gostoso, lembra?
– Lembro, eu fiz xixi também.
Ela então se levantou e encarou Rodrigo por um tempo, com um jeito manhoso, cruzando as perninhas como se estivesse envergonhada.
– O que foi, princesa? Que cara é essa – indagou ele, com o pau completamente ereto.
– Quero te pedir uma coisa, mas tenho vergonha – respondeu.
– Não precisa ter vergonha de mim, faço qualquer coisa por você, meu amor. – disse ele pacientemente, enquanto tocava o pau sem nenhum pudor.
– É que eu queria tomar melzinho do seu pipi, tem como fazer melzinho pra mim?
Rodrigo então puxou a pele do pau para baixo, descobrindo a glande, lambuzou os dedos com o líquido viscoso e os passou na boca da Alice. Depois disso ele me encarou, como que pedindo a minha autorização, e completou:
– Se a minha princesa quiser, eu deixo mamar direto do meu pipi, se colocar a boquinha lá vai sair mais melzinho. Você quer?
Alice deu pulinhos na cama, animada, gritando “quero, quero, quero!”.
Eu sabia que não devia interferir, mas aquilo estava indo longe demais para minha cabeça, então decidi me levantar para sair do quarto.
Ao perceber o que eu pretendia fazer, Rodrigo me segurou com firmeza pelo braço, dizendo “amigo, fica aqui, não posso fazer isso sozinho, me dá um apoio moral”.
Eu cedi, sentando-me novamente ao lado dele. Se para mim era difícil, para ele devia ser ainda mais, ele precisava que eu estivesse por perto para apoiá-lo, pensei.
Rodrigo então explicou para Alice que aquilo era segredo, que ela não devia contar para ninguém, porque senão eu e ele seríamos presos. Disse também que somente homens adultos tem melzinho e leitinho, então não adiantava ela tentar fazer isso com os amiguinhos.
Nesse momento ele explicou que ele estava fazendo aquilo para o bem dela, porque ela era muito especial, e fez ela prometer não tentar fazer aquilo com os amiguinhos, advertindo que “se o pai ou a mãe de seus coleguinhas pegar você fazendo isso com eles, você terá muitos problemas”.
Ela parecia um pouco confusa, pois não imaginava que aquilo fosse errado, e perguntou:
– Então só posso tomar melzinho de homem grande? – perguntou ela virando-se para mim.
– Sim, mas somente do Rodrigo, porque é amigo do papai e gosta muito de você. A gente só pode fazer isso com alguém que a gente confie e eu confio no Rodrigo, meu amor.
– Eu também confio, papai. Gosto um tantão assim do Rodrigo – gesticulou ela abrindo os braços.
Rodrigo então abriu as coxas grossas e peludas e começou a se punhetar.
Pode deitar com a cabeça aqui, Alice. Pode mamar meu pipi o quanto quiser, tem bastante melzinho.
Alice obedeceu prontamente, ficando de bruços com a cabeça entre as pernas de Rodrigo, olhando admirada para a cabeça enorme e rosada do pau dele.
– Parece um sorvete – comentou.
– Sim, você pode chupar igual a um sorvete, mas não pode passar os dentinhos senão machuca e para de sair melzinho, tá bom?
Ela balançou a cabeça, obedientemente, e começou a passar a língua na ponta do pênis de Rodrigo, de um jeito tímido.
– Coloca dentro da boca, vai sair mais leitinho – ordenou ele, soltando um gemido.
Ela abriu ao máximo a boquinha rosada e, ainda assim, teve dificuldade em abocanhar o pênis dele, a cabeça era muito grande. Rodrigo então segurou ela pela nuca e forçou a cabecinha de Alice para baixo, movimento que fez a cabeça escorregar inteira para dentro.
Tá gostoso, Alice? Tá saindo melzinho? – perguntou Rodrigo.
Hum hum – grunhiu ela sem tirar o pênis dele da boca.
Pode mamar o quanto quiser, princesa, tá fazendo gostoso.
Rodrigo então puxou as mãos de Alice e ensinou a segurar a base do pênis enquanto chupava, “isso mocinha, mexe devagarzinho com as mãozinhas que sai mais leite”, dizia ele gemendo.
Ao ouvir os gemidos de Rodrigo, Alice tirou o pênis da boca e perguntou se estava doendo.
– Não meu amor, esse gemido é porque está muito gostoso. Quanto mais gostoso mais dá vontade de gemer – respondeu.
Alice sorriu de satisfação e logo abocanhou o pau de Rodrigo, sorvendo a baba com prazer, “hum, hum”.
– Mama princesa, tá cheio de melzinho para vc! – falou ele.
Ele ensinou ela a abrir mais a boca, para deixar o pênis passar, fazendo com que ela babasse e engasgasse um pouquinho, “isso, abre bem a boca, princesa, tá mais gostoso assim”.
Ela não conseguia ficar muito tempo com o pênis dentro da boca, às vezes parava para engolir o excesso de baba que estava acumulada, “sai muito melzinho, é uma delicia, docinho”, dizia ela.
Rodrigo massageava as costinhas dela, perguntando de vez em quando se ela já estava satisfeita, ao que ela respondia, “não, eu quero mais, deixa eu mamar mais um pouquinho”, e logo abocanhava de novo a rola dele.
Eu me sentia estranho por permitir que aquilo acontecesse na minha frente, queria sair dali logo, porém me forcei a continuar para dar meu apoio para Rodrigo. Ele estava se esforçando para ajudar minha menina, o mínimo que eu poderia fazer por ele era apoiá-lo.
Além disso, era nítido que Alice estava gostando da nova “brincadeira”, tanto que sorvia o pau de Rodrigo com sofreguidão, então não me sentia no direito de tirar aquele prazer dela, fui deixando que ela explorasse aquele contato erótico, tal como a doutora Márcia havia orientado.
Em contrapartida, Rodrigo demonstrava muita experiência em ensinar minha filhinha, mostrando a ela como lamber o corpo do pau dele, passando a língua em toda a sua extensão, e como chupar as bolas:
– É aqui que faz leitinho e melzinho, lambe que vai sair mais.
Ela obedecia prontamente, encarando-o com uma expressão safada enquanto lambia suas bolas.
– Agora você tá brincando de ser minha putinha, adoro uma putinha novinha igual a você Alice! Chupa mais safadinha – falava ele ofegando.
Depois de algum tempo, percebi que o rosto dele foi ficando vermelho e que o pau dele estava ainda mais grosso, imaginando que ele estivesse perto de gozar. Foi então que ele puxou a cabecinha de Alice para trás e perguntou:
– Você já chupou quase todo meu melzinho, não quer me dar um pouquinho do melzinho da sua xaninha?
– Eu faço melzinho também? – Perguntou ela, animada.
– Faz sim, princesa, já esqueceu? Você quer que eu te mostre?
– Quero, sim!!! Tira melzinho da minha xaninha!
– Deixa eu te mostrar.
Nesse momento Rodrigo deitou Alice na cama, abrindo suas perninhas, deixando seu grelinho bem a mostra e começou a mordiscar de leve a virilha da menina, que ria descontroladamente no início, “faz cosquinha”, ao que ele respondia, “tem que fazer cosquinha para começar a sair melzinho”.
Ele ficou assim durante alguns minutos, quando então Alice se contorceu, dizendo:
– Já tem melzinho, to toda molhada – falou ela com um gemidinho infantil.
Rodrigo então caiu de boca na xaninha de Alice, chupou, lambeu bastante o botãozinho, falando “que delicia de xaninha, tá gostoso minha putinha?”, ao que ela respondia “tá sim, tá uma delicia, faz mais, hum, hum”, rebolando, de forma instintiva, pra sentir melhor a língua dele na sua rachinha.
Alice passou a gemer baixinho, do jeito que eu havia escutado na primeira vez que Rodrigo dormiu aqui em casa. Imaginei que ela estivesse se sentindo mal, perguntei se ela queria que Rodrigo parasse, mas ela não respondeu, apenas apertou as perninhas com força ao redor do pescoço dele, murmurando “hum, hum, hum!”.
Passado algum tempo ela se tremeu toda e então Rodrigo chupou sua rachinha com mais força, fazendo com que ela soltasse um gritinho.
Depois disso ele a puxou para junto dele, sentando-a no seu colo, o pau babado lambuzando toda a barriga dela.
– Quer sentir o gosto do seu melzinho, princesa? – indagou ele.
– Quero – respondeu a menina, com a voz trêmula.
Rodrigo então a levantou pelo quadril, de um jeito que os dois ficassem com a cabeça na mesma altura, colocou a língua para fora e ordenou:
– Então chupa a minha língua, Alice, sente o gostinho do seu melzinho.
Era difícil de acreditar no que eu via, mas a verdade era que Alice obedeceu sem pestanejar, passando a sugar a língua de Rodrigo.
– Hum, que melzinho diferente, é mais salgadinho – disse ela.
– É o gosto do seu melzinho, tá gostoso né? – sussurrou Rodrigo.
– Tá sim, tá muito gostoso.
Depois disso ele começou a beijar o pescoço dela, desceu pelos bicos dos peitinhos infantis da minha menina, chupou de novo a sua xaninha e a ergueu novamente, voltando a mandar que ela chupasse sua língua.
– Você tá gostando Alice, quer que eu continue? – perguntou ele.
– Quero, quero mais, faz mais! – implorava ela.
Rodrigo sorria para ela de um jeito estranho, como um predador que se prepara para devorar a presa e, em dado momento, passou a beijar a boquinha de Alice de leve, ensinando-a a usar a língua.
– Isso princesa, toda princesa tem que saber beijar o príncipe – dizia ele enquanto segurava a cabeça dela por trás, puxando-a para si.
No início ela beijava com um jeitinho desengonçado, sem entender como fazer, porém foi melhorando, à medida que Rodrigo ia ensinando como mover a língua e abrir a boca.
– Deixa os lábios molinhos, não precisa fazer força, só mexe a linguinha, coloca ela dentro da minha boca, isso princesa, assim mesmo – dizia ele.
Aquilo estava ficando difícil demais para mim, eu estava em choque e, instintivamente, desviei o olhar, fixando minha atenção na direção oposta à que os dois se encontravam.
Não sei se Rodrigo percebeu minha atitude, mas pouco depois senti as mãos dele nos meus ombros:
– Cara, fica do meu lado, por favor. Preciso do seu apoio, é pela Alice.
Quando me virei, notei que Rodrigo beijava os ombros de Alice, enquanto massageava a rachinha dela com o pau babado, fazendo com que ela suspirasse.
– A Alice quer sentir o pipi dentro de novo?
– Vai doer? – perguntou ela abrindo o canal vaginal com as mãozinhas, olhando admirada para a cabeça enorme do pau de Rodrigo pressionando a entrada.
– Um pouquinho, mas colocar o pipi aí dentro me faz muito feliz, Alice. E depois que dói um pouquinho, fica gostoso para você também – disse ele.
– Então eu quero! Coloca lá dentro – respondeu ela.
Rodrigo então forçou um pouquinho e, sem qualquer dificuldade, a cabeça enorme da sua rola invadiu a bucetinha de Alice, que estremeceu. A bucetinha dela já estava bem elástica àquela altura, Rodrigo já havia metido ali várias vezes enquanto ela dormia. Mesmo assim, demonstrando preocupação com ela, ele perguntou:
– Quer que eu tire, princesa?
– Não, quero que enfie mais. Põe mais fundo, tá gostoso – respondeu ela.
Nisso Rodrigo puxou Alice pela cintura, forçando seu corpinho para baixo, fazendo a rola grossa deslizar mais para dentro dela, entrando até pouco mais da metade. Era impossível não se impressionar com a desproporção do tamanho daquele homem com o corpinho frágil da minha Alice, a rola dele parecia quase tão grossa quanto os bracinhos dela.
– Que bucetinha mais gostosa, rebola Alice, rebola na minha pica!!! – ordenou ele.
Ela se moveu de um jeito desengonçado no início, tinha certa dificuldade devido à posição das perninhas ao lado das coxas grossas de Rodrigo, mas aos poucos foi conseguindo obedecer aos comandos que ele dava, passou a mover o quadril de um jeito que a rola dele entrou mais fundo.
À medida em que ele entrava, Alice gemia mais e mais alto, ao que ele perguntou:
– Quer que eu pare, putinha?
– Hum, hum – gemia ela – enfia mais, hum hum.
Ele então a segurou fortemente pela cintura e a empurrou para baixo, empalando a minha pequena naquela rola enorme. A investida foi tão forte que ouvi Alice soltar um gritinho, se abraçando no torso de Rodrigo para resistir à pressão.
– Agora brinca de cavalinho, princesa, do jeitinho que fez no banheiro. Cavalga na minha rola, safada!
Ela então começou a se mover como ele mandou, subindo e descendo o corpinho.
– Chupa o bico do meu peito enquanto cavalga, sua putinha, chupa! – ordenou ele, que parecia descontrolado pelo tesão.
Alice obedeceu prontamente, passando a língua no bico do peito peludo de Rodrigo.
– Tá salgadinho – disse ela, enquanto cuspia os pelos que havia engolido.
– É meu suor, putinha, chupa que também é bom para crescer forte, chupa.
Ela voltou a chupar o peito dele, cavalgando cada vez mais rápido.
– Que bucetinha mais gostosa, to adorando te comer Alice! Vou te comer sempre agora, vou dormir aqui todo dia para leitar sua rachinha, você quer Alice?
– Quero, quero brincar de cavalinho todo dia!
– Então cavalga, safada, que buceta apertada, morde meu pau igual aquele dia no banheiro, assim mesmo! Que bucetinha apertada! Morde mais!
Alice movimentava a pélvis, cavalgando e gemendo sem parar, ela estava irreconhecível, não parecia minha menina doce e retraída, mas sim uma putinha safada. Ela foi acelerando os movimentos, sendo empalada por Rodrigo, que não cansava de cravar sua rola dentro dela como um animal no cio, “eu vou te leitar todinha, vou encher seu útero com meu leitinho, putinha, toma”.
Eu estava desorientado, não queria ver minha pequena sendo usada daquela forma. Ao mesmo tempo, estava impressionado com a habilidade incomum de Alice ao cavalgar sobre a rola imensa de Rodrigo, que desaparecia inteira dentro dela. Mesmo parecendo bastante cansada, ela continuava cavalgando, dizendo “enfia mais, enfia mais, tá fazendo cosquinha gostosa”, os cabelos loirinhos grudados em suas costinhas suadas.
Eu estava perdido prestando atenção na minha filhinha, quando me dei conta de que Rodrigo me encarava enquanto metia nela, sorrindo, “me ajuda aqui amigo, levanta ela aqui”.
Eu cheguei mais perto deles, sentindo a umidade dos lençóis encharcados de suor, enquanto ele ergueu Alice, apoiando-a pelas bandas da bunda, fazendo aquela enorme pica sair da bucetinha da minha filha, ficando apenas com a cabeça de cogumelo dentro dela.
Rodrigo se virou para mim e ordenou:
– Agora senta aí atrás da Alice, fica entre as minhas pernas, segura ela nessa posição que agora eu vou socar nela, não to aguentando, preciso gozar – disse ele ofegante.
Eu então fiquei bem atrás de Alice, apoiado sobre meus joelhos, e a segurei pelas duas pernas, que se abriram quase que em 180 graus.
Senti Rodrigo tocando meu pulso com as mãos, o que me deu um arrepio.
– Isso, deixa a Alice assim – disse ele me agradecendo.
Ele continuou imóvel, a baba do pau escorrendo pelo seu saco e formando uma poça sobre os lençóis, enquanto a cabeça da rola continuava dentro de Alice.
– Assim você não cansa tanto, né Alice? Pede pro papai te segurar que agora eu vou mexer mais rápido, vou enfiar bem fundo e colocar leitinho dentro de você.
Ela se apoiou de leve no meu tronco e curvou a cabeça para trás, olhando-me com seus olhinhos angelicais:
– Me segura papai, tá bom assim.
Eu assenti e a apoiei com força nos meus braços, ao que Rodrigo, sem dar qualquer aviso, estocou de novo dentro dela com força, fazendo ela soltar um gemidinho involuntário, como se estivesse sentindo dor, porém ele não se importou com isso, começando a mover o quadril para cima e para baixo, com uma velocidade incrível e com tanta força que tive dificuldade de manter Alice parada no ar, ele se movia num ritmo frenético, fazendo o saco bater com força na bundinha dela, enquanto roçava de leve na minha barriga.
Aquele contato me despertou de uma forma que eu não sei explicar, eu comecei a sentir tesão por Rodrigo de novo, o cheiro dele foi me deixando zonzo, ao que eu não resisti e me encostei mais nele, chegando mais perto de Alice, deixando meu abdomen em contato com a bundinha dela, no mesmo local onde o saco dele batia.
– Que buceta mais gostosa, Alice, tão apertadinha e sem pelos, que delícia! Pede leitinho, pede, pede para eu gozar dentro, pede!
– Quero leitinho! – dizia ela, obediente.
Rodrigo intensificou ainda mais as estocadas, fazendo aumentar o som do saco suado, que agora atingia em cheio tanto ela quanto eu, até que não aguentou e soltou um urro:
– To gozando, caralho!!! To gozando, toma safadinha, toma leitinho!
Quando vi que ele ia gozar, então soltei o corpinho de Alice, deixando-a cair para frente, apoiando-se no peitoral de Rodrigo e ficando atochada no pau dele. Acho que nunca vou conseguir me acostumar, a visão do pau dele pulsando dentro dela era surreal, parecia um macho reprodutor inseminando a sua fêmea.
– Que bucetinha boa! Você me fez muito feliz, Alice, to soltando leitinho em você.
– Eu to sentindo o pipi mexendo lá dentro, tá gostoso – murmurou ela.
Rodrigo estava muito suado e cansado, respirava com dificuldade, enquanto acariciava os cabelos suados de Alice, que aos poucos ia fechando os olhos, sonolenta, com a cabecinha apoiada no peito dele.
Eu ainda estava sob o efeito do toque de Rodrigo e tentava organizar meus pensamentos, ficando à distância, na beira da cama, limpando o líquido pré ejaculatório e o suor que escorriam no meu abdomen e entravam no meu umbigo.
Senti remorso por minha filhinha, fiquei pensando que se eu tivesse dado a ela uma experiência de vida melhor na infância, talvez ela não tivesse aquele retardo e não precisasse perder a inocência daquela forma bestial. Ao mesmo tempo eu sentia medo, não sabia se aquela sessão de sexo seria suficiente para curá-la, para livrá-la em definitivo daquela prisão mental em que vivia.
Meu único alívio era saber que tinha feito um amigo de verdade, alguém que sabia muito melhor do que eu como cuidar da minha menina, um amigo que estava disposto a me ajudar independente do tipo de coisa que lhe fosse exigida.
Estava começando a sentir o efeito da ressaca e da noite mal dormida novamente, quando de repente ouço Rodrigo falar:
– Acho que ela dormiu.
Ele então tirou o pau ainda inchado de dentro dela, vertendo uma enorme quantidade de porra e baba. Ela estava encharcada. Depois a carregou, levando-a para o quarto, e a colocou na cama, cobrindo seu corpinho com um lençol com estampa de docinhos. Em seguida voltou e tomou uma ducha rápida na suíte, vestindo novamente o short preto de futebol, que há muito estava jogado no canto do quarto de Alice.
Já era quase 12:00h quando saímos os dois para a parte externa da casa. Eu comecei a ajeitar as coisas em silêncio, tirei os talheres da mesa perto da piscina e as canecas, ao que Rodrigo quebrou o gelo, se oferecendo para ajudar:
– Deixa comigo, eu pego essas coisas, cara – disse ele.
Nesse momento, pensei ter visto uma cartela vermelha sobre a mesa bem parecida com de um remédio que eu costumava tomar para dormir, mas antes que eu pudesse checar o que era, Rodrigo a pegou rapidamente e a jogou no lixo.
– Que cartela era essa? – indaguei, curioso.
– Oi? Qual cartela?
– Cara, perguntei daquela cartelinha vermelha que você acabou de jogar fora no lixo.
Rodrigo então me encarou de um jeito estranho, pegou um objeto pequeno do bolso e ordenou:
– Abra a boca e feche os olhos!
Eu não entendi a brincadeira, mas obedeci, ainda estava sonolento. Foi então que senti os dedos ásperos dele na minha boca e um pequeno objeto ser colocado na minha língua, com gostinho cítrico. Era uma bala de laranja.
– Pronto! Tá aí sua cartela. Era minha última balinha que eu tinha aqui no bolso do short – disse ele aos risos.
Eu não me lembrava de ter visto apenas uma bala nas mãos dele, mas sim uma cartela parecida com a do meu remédio para dormir, porém não estava disposto a render assunto por algo tão bobo, estava cansado demais àquela altura.
– Obrigado por tudo hoje, Rodrigo. Espero que tudo que fizemos hoje funcione – agradeci.
– Eu que agradeço sua confiança amigão.
Enquanto ajeitávamos tudo, Rodrigo pediu que eu levasse a Alice para passear, para ver como ela se comportaria com outras crianças ao sair de casa, explicando que seria um bom jeito de avaliar se ela teria algum comportamento inapropriado ou hiperssexualizado, ou se agiria como uma criança normal.
– Boa ideia, Rodrigo. Acho que Hoje a tarde vou sair com ela.
– Além disso, se estiver tudo bem para você, queria convidar o Bentão para vir aqui num churrasco, ele é praticamente um pai para mim, confio nele plenamente, e acho que seria legal que ele trouxesse o filho caçula aqui para brincar com Alice.
Eu fiquei um pouco receoso, mas também não me opus:
– Se você confia nele, eu também confio. Vai ser bom a Alice ter um amiguinho para brincar.
Ele pareceu satisfeito com minha resposta e se ofereceu para dormir aqui nos próximos dias, até ter certeza de que Alice conseguiu sair de sua bolha mental e já estava pronta para interagir com pessoas socialmente, com o que concordei plenamente. Tinha medo de ela direcionar aquele tesão recém desperto para mim ou para algum estranho, ao mesmo tempo que queria avaliar se ela conseguiria separar os toques ocorridos durante as brincadeiras daqueles toques eróticos que havia experimentado. Eu precisava que Rodrigo estivesse ali para ajudá-la.
– Cara, você é bom demais para mim, vou ficar mais tranquilo se puder passar as próximas noites aqui, pelo menos até a Alice entender melhor tudo o que se passou.
– Pode contar comigo, disse ele sorrindo. Somos parceiros, lembra? Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para curar a Alice, gosto muito dela – disse ele bagunçando meu cabelo, de um jeito paternal, antes de ir embora.

Continua

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38 Comentários

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  • Responder Putão

    Bota pra ela fazer uma DP talvez ate no sítio, quero ler ela dando pra negão e fazendo cara de paisagem pq parece que a puta nem sente as roladas grossas na buceta, deu pro Carlos e foi limpar a xota no banheiro naturalmente como uma profissional do sexo ja acostuma a dar.

    • @CiMoura33

      Verdade uma DP seria perfeita, com o pai ajudando a enfiar as rolas na bucetinha e cuzinho da putinha 😋

  • Responder Fã de Identidade Bourne

    Valeu pessoal pelo apoio. Devo postar o próximo capítulo no sábado ou domingo, ainda estou finalizando.

    • Devia postar 2 capitulos de uma vez…

    • Krampus

      Domingo e nada do capítulo novo

    • Rapaz vc mentiu, dizendo q apostar sábado ou hj e nada do conto. É chato isso pois acaba criando uma expectativa nos fas da série.
      Espero por menos que poste amanhã e com 2 capitulos pra recompensar.

  • Responder Manoel Barcelona

    Estamos ansioso com mais um capítulo ou algo novo.
    Por favor 🙏👏

  • Responder Amon

    Continua mano

  • Responder Gordinho de Natal

    Parabéns cara, vc é um escritor de mão cheia, mas posta logo a continuação do conto.
    Ja ta escrevendo outro conto ?

  • Responder titio sacana

    Porra que delícia de conto
    Muito bom
    Já com inveja da Alice

  • Responder Bacellar.

    Mais uma superação! Parabéns! Gosto de todos os capítulos e da forma como tudo acontece! Na minha mente, Rodrigo é moreno jambo,acho que fica mais exitante do que com um branco e tomara que ele coma o pai inocente mais vezes! Até achei que o Rodrigo deu muito em cima do pai inocente. Insistiu muito pra descabaçar o cara e conseguiu. Vamos lá. Isso tá muito bom! Enquanto não vem o 9 capítulo,releio o conto e gozo como um touro. 😄😄 Mais uma vez parabéns!

    • Lil

      Pq que com o tempo , nãonão contas como aconteceu o caso do Carlos e da Alice .

      Ficaria muito bom!

    • Gordinho de Natal

      Tbm tou fazendo isso…

    • Tiago

      pensei a mesma coisa! pra mim não faz sentido o Rodrigo ser loiro. Eu só consigo imginar ele moreno e tatuado. Que é mais a cara do Brasil…

    • Putão

      Ele é loiro pra ter essas passagens que ele diz q a identificação com a Alice dele parecer mais pai dela do que o Sérgio, mas pra mim ele deveria ser uma negão da rola homérica rsrs

  • Responder WOLF

    Muito bom e agora qual surpresa nos aguarda?
    Parabéns 👏

  • Responder Lucas

    Gozei três vezes seguidas com esse conto, quero saber quem foi que comeu o Sérgio, sei que não foi o Rodrigo, coitado foi iludido, esse Rodrigo me dá um tesão com esse cheiro imagino o pau dele, tá muito gostoso, tá interessantes, melhor que algumas séries na Netflix esperando cada temporada, o drama vai começar quando o Sérgio descobrir toda a mentira do Rodrigo, vc tá sendo foda nos contos, não tá deixando acabar isso é top, parabéns mesmo! Quero teu contato.

  • Responder Seu fã

    O ruim é q vc demorar pra postar a continuação. Ficamos aqui na expectativa da continuação.
    Parabéns mais uma vez.

  • Responder Júnior Alves

    Esse com certeza foi tão bom quanto o quarto. Acontecimentos durante todo o conto e bem eróticos e excitantes. Diálogos rápidos e diretos, sem muita perda de tempo e indo direto para o sexo. Vou dar nota máxima a esse. O lance gay foi bom até, poderia ter sido mais sutil, talvez o Sergio masturbando o Rodrigo primeiro e depois em outro conto, o sexo aconteceria de verdade, mas acredito que tenha mantido o pai com ingenuidade mesmo assim. Muito bom e já estou ansioso pelo próximo
    Abraço

  • Responder matheus

    vc já tem na mente quantos capítulos vão ter?? ou aparece na sua mente e ai vc escreve??? queria saber se esta no começo, meio ou já perto do final… ótimo conto

  • Responder titio sacana

    porra que delícia gozei muito
    legal se fizesse uma versão em quadrinhos

    • Lavi

      Poderia ter um narrado por Alice ou pelo Rodrigo

  • Responder Alice

    Ate que Rodrigo disse: Caralho, que gozada, acho que acabei com essa puta! Me passa ai o meu short!
    Para com essa coisa de “amigo de verdade” que ta muito repetitivo ta certo.

  • Responder Benhur de Oliveira

    Cara, abria quase diariamente pra ver ser tinha mais relato seu… é muio empolgante, erótico, não aguentei e tive que bater uma agora aqui no meu do conto. Parabéns e continue amigão!

    • Dourado G

      Cara eu confesso que os 3 primeiros capítulos eu passei batido, mas quando vi o feedback aqui nas citações de conto eu tive que ver o primeiro gostei e no mesmo dia li os 7

  • Responder Dourado G

    Uau ótimo conto.

  • Responder Siri

    Não consegui chegar ao fim gozei antes , malandro mexe com a mente de qualquer um

  • Responder Krampus

    Nesse aqui você se superou, simplesmente sensacional, você cortou os diálogos desnecessários e focou na eroticidade do conto. Depois que você terminasse esse você poderia escrever um conto de corno gay, onde o namoradinho sonso não percebe que o namorado garanhão tá passando a rola em geral, quase não tem contos desse tipo e como você parece curtir um lance homoerotico seria muito bom se você escrevesse.

    • Alex

      Ei. Você conhece algum conto com essa temática?? Se sim, me manda link

  • Responder Fã do Bourne

    Esporrei longe na punheta …conto assim dá gosto viu

    • Eu

      Si acho que devia tirar o médico é o amigo de serviço fica meio forçado e

  • Responder Davi Souza

    Vou ser o primeiro a comentar.
    Simplesmente perfeito. Depois de tantos erros, você acertou em cheio. Escreveu algo completamente hipnotizante que deixa a gente babando de tesão da primeira a última palavra.
    Esse merece todas as notas possíveis. Está de parabéns! Continua assim, fantasiando na medida exata.
    A cena gay foi fantástica! Hiper sensual e erótica.
    Muito obrigado por essa pérola do contos eróticos!

    • Putão

      Davi deixa de conversa, oq vc quer é queimar a rosca kkkkk bicha velha é u Oh!

    • Preto

      O conto está massa .
      Só espero que Rodrigo se aproveite mais do pai inocente.( quero vê Rodrigo sendo putao com o pai , transformando ele em putinha tb ) se isso acontecer sem o pai nota que está sendo abusado. Fica mais excitante ainda. Gosto quando o Rodrigo é depravado , safado , putao .