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Dando de mamar para o meu sobrinho part. 4

4002 palavras | 11 |4.82
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Leiam as outras partes.

Part. I: /2020/12/dando-de-mamar-para-meu-sobrinho/

Part. II: /2020/12/dando-de-mamar-para-o-meu-sobrinho-part-2/

Part. III: /2020/12/dando-de-mamar-para-o-meu-sobrinho-part-3/

Depois que arregaçamos o cuzinho do Bruno, combinado de deixar ele descansar por uma semana para poder levar vara de novo, foram dias difíceis pra ele, tudo que fazia sentia dor, não conseguia se sentar direito, ia fazer suas necessidades e doía, mas ele nunca chorou, só ficava todo dengoso. Durante essa semana a única coisa que ele fazia era tomar muito leite de pica, eu e o Fábio gozamos fartamente na boquinha dele na espera de foder aquele cuzinho infantil novamente, passávamos todas as pomadas necessárias para curar o mais rápido possível. Em quatro dias já estava desinchando, perguntei do Bruno se estava doendo e respondeu um “não” com a cabeça, conversei com o Fábio que ficou feliz querendo meter no filho novamente, falei pra esperar mais um dia e assim fizemos.

Todas as manhãs somos acordados com o Bruno chupando nossos cacetes, ele sempre vai tomar o leitinho do papai primeiro e logo vem pro meu, depois do seu leite matinal vamos fazer o café da manhã, comemos, brincamos com o Bruno, deixamos ele assistindo TV e logo vamos fazer nossos afazeres do trabalho, a tarde almoçamos e por volta das 15hrs o Bruno vem tomar seu leite de saco, a noite jantamos e conversamos na sala e antes do Bruno ir dormir ele vem novamente tomar seu mingau, essa é a nossa rotina diariamente, mas agora uma nova atividade era ser incrementada: o cuzinho do Bruno.

Um dia depois da conversa com Fábio, fomos acordados como de costume pelo Bruno, seguimos nossos afazeres do dia normalmente, tive uma reunião às 14hrs e fiquei até às 16, como nesse meio tempo o Bruninho tomava meu gozo, ele veio até onde eu estava e se enfiou debaixo da mesa e me mamou ali mesmo, dessa vez eu estava mais controlado e consegui disfarçar, nessas reuniões eu só usava camisa social e de resto ficava pelado. Depois da reunião meu irmão já veio conversar comigo sobre comer o Bruno.

– E aí, ele já tá pronto? Quero sentir aquele cuzinho quente de novo.

– Quando eu passei a pomada hoje de manhã vi que estava normal, quer foder ele agora ou só a noite? – perguntei

– Agora, né? Estou pra ficar doido, olha meu pau, já tá duro igual pedra. – Fábio balançava o cacete de um lado pro outro e dava para ver o quão rígido estava.

– Nem reparei, a gente anda de pau duro pela casa o tempo todo, já até me acostumei. – ri.

– Isso é verdade, o seu também já bem firme. – Fábio levou sua mão pro meu pau e apertou. – Olha, parece que está mais duro que o meu.

– Você apertando ele desse jeito vai ficar mesmo. – Rimos. – Mas, e aí? Vamos lá?

– Só se for agora.

Partimos pro abate, chegando na sala lá estava ele deitado no sofá assistindo desenho, botamos ele sentando e cada um ficou de um lado, eu do lado esquerdo e o Fábio do direito e Bruninho no meio.

– Hoje o papai e o titio Fábio vamos fazer igual aquele dia, tá bom? – Bruno nem questionou nada, só virou a bundinha pro Fábio.

O sofá não iria caber nós três ali deitados, então me sentei no apoio do sofá, Fábio deixou o Bruno de quatro e começou a lamber o cu do menino, como Bruninho estava de cara no meu pau ele começou a mamar, a lambida de cu do meu irmão demorou uns 15 minutos, Fábio se ajeitou e encaixou seu pau na portinha do cuzinho do seu filho e começou a enfiar, a cabeça entrou tranquilo e ele continuou enfiando o resto, entrou metade sem dificuldade nenhuma.

– Está doendo, filho? – Fábio perguntou e o Bruno negou.

Então continuou enfiando, quando entrou tudo Fábio nem esperou acostumar, já foi ele bombando, aumentava o ritmo com frequência, meu irmão metia naquele cu como se fosse buceta, nem estava ligando se era seu filho, bombava sem dó, as estocadas faziam barulho bem alto, Bruno ficava se mexendo demais e largou a minha pica, fiquei batendo punheta e assistindo a foda.

– Tá gostando, filho? Hein? Papai comendo esse seu cuzinho gostoso – Fábio estava bem eufórico.

Depois de 20 minutos bombando, Fábio gozou, como sempre ele urrava de prazer, parecia que ele queria chamar a atenção dos vizinhos, que com toda certeza ouvia esses gemidos, mas nunca recebemos uma reclamação. Agora era a minha vez de foder aquele cuzinho, me posicionei, abri aquela bundinha e vi o estrago que foi feito, estava bem aberto e todo gozado, enfiei meu pau aos poucos que foi entrando tranquilamente, por estar lubrificado com a gala do meu irmão, dei várias estocadas, umas mais carinhosas outras mais violentas, não aguentei muito e gozei. Tirei meu pau daquele cuzinho todo arregaçado aos poucos e vi o estrago que estávamos fazendo, queria enfiar minha cara naquela bundinha e rodar com a minha língua lá dentro, mas não fiz. Nós fomos ao banheiro e tomamos banho.

O dia seguiu normal, o Bruno vinha tomar seu leite quando queria, fodiamos o seu cuzinho a qualquer hora, agora que já está acostumado, está levando ferro três vezes por dia, quando acordamos com ele grudado nos nossos cacetes, é o Fábio metendo atrás e eu dando de mamar e vice-versa. Eu estava passando o mês de dezembro inteiro na casa do meu irmão, ainda mais que teve os feriados, aproveitamos bastante, eu ficava no escritório do meu irmão todas as tardes para resolver coisas do meu trabalho, Bruno sempre vinha e me mamava debaixo da mesa, é umas das situações tão comum agora.

Em reuniões, como eu já disse, só fico vestido com a parte de cima, eu nunca preciso me levantar pra nada, então nunca liguei em botar uma cueca ou bermuda, então meu irmão vem com o Bruno para o escritório no meio dessas reuniões e sentava na poltrona que tem frente da mesa e eles começavam o show, meu sobrinho mamava o cacete do seu pai com gosto, Fábio fazia caras e bocas, ele não gemia, nem era louco de fazer isso, meu pau nesses momentos estava duro igual pedra, eu ficava entre prestar atenção na reunião ou na foda do meu irmão com o seu filho. Fábio tirou o Bruno do seu cacete e botou o menino sentado no seu colo, foi introduzindo o seu cacete no cuzinho do seu filho lentamente, Bruno cavalgava deliciosamente, transaram na minha frente até gozarem, minha pica estava doendo de tanto tesão, Fábio mandou o seu filho vim me chupar e assim fez, quando ele botou na boca comecei a jorrar, tive que me controlar tanto para não fazer careta na reunião chega fiquei mole, gozei muito.

Dias se passaram e na semana do natal toda a nossa família se reuniu na casa da minha avó, ela mora em um sítio e tinha bastante espaço para toda a família, no começo ficamos com receio do Bruno tentar fazer algo na frente dos nossos parentes, mas ele se comportou muito bem, eu, Fábio e o Bruno ficamos no mesmo quarto, toda noite a mamada era certa, eu não fodi o ele, mas com toda certeza Fábio comeu o cuzinho do seu filho durante a madrugada, Fábio gosta das coisas mais arriscadas, parece que ele quer se pego fazendo o que faz. Na véspera do natal foi toda aquela coisa, bebemos muito, comemos até a barriga estourar, foi muito bom, a festa rolou até umas 4hrs da manhã e ficamos só eu, meu irmão e mais dois tios, o Tio Carlos (o que tentou abusar do meu irmão quando criança) e o Tio Daniel, o resto da família estavam todos dormindo, ficamos ali conversando besteira, falávamos de jogo, dos problemas da vida e rolou uns assuntos de sexo, tudo normal, até li era uma noite tranquila.

Meus tios foram dormir e Fábio e eu continuamos ali na varanda bebendo, o sítio é bem mal iluminado, tem aquelas lâmpadas amarelas que me dão um ar de nostalgia, o sítio é bem enorme, tem uma galinheiro até que grande e um curral onde ficava uns bois e dois cavalos. Fábio contava as histórias de quando a gente era moleque e brincávamos adoidado com os nosso primos nos finais de semana, memórias felizes, o dia em que pegamos o nosso primo Igor comendo uma das galinhas da vó, nessa época todos tinha entre 10-15 anos, foram anos muito felizes. Olhamos no relógio e já eram 5hrs da manhã, tudo estava silencioso, os sons que ecoavam na escuridão eram os da natureza, então Fábio perguntou bem baixinho se eu queria bater punheta.

– Porra, cara, eu estava no meio de um clima aqui, pensando nas coisas da vida e ouvindo os barulhos dos bichos e tu solta uma dessa. – rimos. – Tá, bora.

Meu irmão então se levantou e abaixou a bermuda com a cueca até os pés e sentou novamente, eu tirei só até a minha coxa, vai que alguém aparecia, o que eu achava difícil, começamos a bater uma punheta bem gostosa, Fábio estava largadão na cadeira e eu também, ficamos ali por uns cinco minutos, até que ele se levantou e colocou a cadeira colada na minha, nossos ombros estavam juntos, então sem nem anunciar nada Fábio pega na minha rola, eu tiro minha mão e deixo, levo a minha na sua e agarro aquele ferro, parecia que tinha saído do fogo de tão quente, a mão amiga estava uma delícia, fechei os olhos e curtia cada movimento que sentia, tentei retribuir os seus gestos da mesma forma, até que senti uma boca na cabeça da minha pica, pensei que poderia ser o Bruno que teria acordada e encontrado a gente assim, mas quando abri os olhos vi que a boca no meu cacete era do meu irmão, ele mamava como se fosse a última piroca do mundo, se engasgava tentando engolir tudo, não acreditava que o Fábio estava ali me chupando igual seu filho, segurei sua cabeça e empurrei até sentir seu nariz nos meus pelos, deixei por uns segundos até ele começa a tossir, babou meu pau inteiro, chupava as minhas bolas, lambia toda a extensão da minha rola, mamou até eu gozar, foram vários jatos na sua boca, fiquei me tremendo na cadeira, Fábio só tirou meu pau da boca quando parei de gozar, ele se levantou e vi seus lábios todo melecado, abriu a boca e lá estava toda a minha porra, não sei o que me deu que eu avancei nele e dei um beijo, e prontamente ele retribuiu, ficamos dividimos a minha própria gala, foi uma delícia, limpei sua boca com a língua, queria retribuir o que ele fez comigo, mas quando vi Fábio já tinha gozado, permanecemos ali pelados por mais um tempo até irmos dormir.

No dia seguinte, acordei por volta das 13hrs, com um som torando lá fora e uma gritaria, estava com uma dor de cabeça do cão, olhei pra cama do meu irmão e estava vazia, me levantei e fui ao banheiro, dei uma mijada e escovei meus dentes, andando em direção a cozinha, tem um banheiro no corredor, quando passei na frente olhei e vi meu tio Carlos mijando com a porta aberta, ele me viu e deu um sorriso, parecia estar bêbado, falei se ele não tinha vergonha de mijar com a porta aberta, nessa hora ele já tinha terminado de mijar e ficou balançando o pau rindo e falando que não tinha vergonha de nada.

– Tem criança em casa, sabia? Quando for usar fecha a porta, Tio.

– Essas crianças já sabem o que é uma rola, meu filho, eles tem que ver mesmo como é um pau do tiozão aqui. – ficou rindo.

Fechei a porta e fui em direção a cozinha, minha mãe, minha avó e minhas tias estavam preparando o almoço, perguntei se elas queriam ajuda e negaram, chegando na varanda vi meu irmão mexendo na churrasqueira e meu sobrinho do seu lado e meus tios em volta olhando a carne e cada um com uma latinha de cerveja na mão, voltei na cozinha e perguntei da minha avó onde tinha remédio pra dor de cabeça, ela trouxe uma caixa cheia de remédio e me deu uma cartela, tomei logo duas e fui me sentar na varanda, tio Carlos logo aparece e senta do meu lado, me oferece uma lata e eu recuso, ele não disse nada, só ficou ali do meu lado bebendo, estava com uma dor de cabeça do caralho, tudo doía, botei minha mão na cara e fiquei tampando meus olhos, senti uma mão no meu ombro e quando vi era meu irmão com uma latinha de cerveja fechada me oferecendo.

– Quero não, Fábio, estou com uma dor de cabeça lascada.

– Deixa de frescura e bebe logo, maninho.

– Já disse que não quero.

– Deixa o teu irmão, Fábio! Tu não ouviu que ele não quer. – disse mamãe.

Fábio deixou a latinha do lado da minha cadeira e ficou encostado na porta do medo lado, meu sobrinho quando me viu pulou em cima de mim e ficou sentado no meu colo e me abraçando, eu nem pensava em nada, só na minha dor de cabeça, pedi pro Fábio pegar um copo d’água pra mim e assim fez, nesse dia bebi bastante água, curti o natal tranquilo, almoçamos, por volta das 16hrs a cerveja acabou, meus tios queriam ir comprar, mas a minha mãe deixou por estarem podres de bêbados e dali o único que não tinha bebido e que tem carteira era eu. Minha mãe mandou eu ir comprar as cervejas, me deram o dinheiro, meu irmão logo disse que iria também, entramos no meu carro e fomos em direção a cidade, pra ir e voltar demora cerca de 30 minutos, é bem longe, tentamos convencer a minha avó se mudar pra cidade, mas ela não quer e ninguém vai forçar a velha a sair do canto dela.

– Cara eu tô com uma ressaca fodida! Acordei com uma dor de cabeça, por isso fiquei só na água. – falei

– Eu percebi, acordei também com dor de cabeça, mas foi bem de leve, o tio Daniel quando me viu já botou uma latinha de cerveja na minha mão, acho que era nem 11hrs da manhã, me jogaram pra fazer o churrasco, não podia negar.

– Quando fui ver onde vocês estavam, eu vi o tio Carlos no banheiro mijando de porta aberta, falei pra ele fechar a porta porque tinha criança na casa e ele nem aí, ficou balançando aquele pau e fechei a porta na cara dele.

– E tu jura que ele tá ligando se tem criança olhando, ele gosta de se exibir.

– Parece com certa pessoa….

– Comigo? É, eu não nego, gosto de me arriscar, uma coisa exibicionista, fazer algo em público, já bati várias punhetas em publico, tu já bateu uma assim?

– Não, não tenho coragem, a única coisa mais perto de me exibir que eu fiz foram nas reuniões do trabalho, que você adora comer seu filho na minha frente, né, só pra me deixar doido por eu não poder fazer nada. – Rimos

– Uma vez eu bati uma na rua quando estava voltando do trabalho, tirei toda a minha roupa, fiquei peladão na calçada, na época a luz de um poste tinha queimado, então eu conseguia me “esconder”, bati bastante punheta na rua, mas parei quando arrumaram o poste, tinha vezes que passava uns caras, quando percebiam o que eu estava fazendo viravam a cara e continuavam andando, outros paravam e ficavam olhando batendo uma também, já bati umas no cinema quando estava vazio, quando eu andava de ônibus era o que eu mais fazia, lá no prédio eu bati umas também no corredor, a sensação de que a qualquer hora pode aparecer alguém é muito boa, maninho, tu precisa dessa adrenalina também.

– Quem sabe um dia.

– Quem sabe um dia é um caralho, a gente vai fazer isso hoje!

– Tá doido? Não podemos ficar fora tanto tempo assim.

– Foda-se! Damos alguma desculpa, falando que as cervejas acabaram e que ficamos procurando na cidade toda.

– Sei não, Fábio.

– Tu tá me devendo.

– Devendo? Do que?

– De ontem, tu acha que eu não lembro? Estávamos podres de bêbados, mas não esqueci, viu?.

– Acha que tu nem lembrava, por isso não toquei no assunto, mas tá, a gente faz, mas tu quer o que? Que eu te chupe na rua?

– Pode ser, vamos ver depois.

Chegamos na cidade, compramos as cervejas na primeira distribuidora que encontramos, botamos tudo no porta-malas e voltamos, na metade do caminho meu irmão mandou o encostar, assim fiz, a BR estava deserta, durante a viagem na ida não vimos um carro sequer indo ou voltando, na volta mesma coisa. Fábio saiu do carro, deixando a porta aberta, fiquei olhando o que ele iria fazer, o volume na sua bermuda indicava que ele estava de pau duro, Fábio tirou a camisa, jogou no banco, e logo em seguida tirou o resto ficando pelado.

– E ai? Vai vim não?

Sai do carro e fui em direção dele, tirei minha roupa e ficamos ali pelado um na frente do outro, coisa normal, então ele começou a punheta e segui ele. Dois minutos só na bronha, olho a olho, o tesão a mil, até que Fábio começou a andar e ficou na frente do carro, segui, então ele se senta no capô do carro, fica quase deitado com as pernas abertas.

– Vem, chupa.

Eu nunca tinha chupado um pau na vida, mas tinha que retribuir o que meu irmão fez comigo, não podia deixar na mão, fiquei na sua frente e peguei no seu pau e botei na boca, tinha um gosto meio salgado, mas não liguei pra isso, tentei fazer igual ele fez em mim e nos que eu vi em pornôs, Fábio não tem um pau pequeno, então deu um trabalhinho pra chupar aquela rolona, porém eu estava gostando, no começo fiquei meio desajeitado, mas depois chupava que nem uma puta, tentei fazer garganta profunda, no entanto não conseguia, eu ia só até a metade, o filha da puta fez comigo a mesma coisa que fiz com ele, forçou a minha cabeça a engolir tudo, mas dessa vez ele segurou por mais tempo, estava quase vomitando quando ele me soltou, ele gemia que nem doido, ninguém iria ouvir mesmo, então ele se aproveitou disso, chupei suas bolas e que sensação gostosa de ter elas na boca e fica mexendo com a língua, muito bom, ele abria cada vez mais as pernas, logo vi seu cuzinho, não resisti e comecei passei a língua pra ver a reação dele e nada fez, portanto continuei, lambi seu cu igual eu faço com o Bruno, agora Fábio estava todo arreganhado no capô do carro, fiquei segurando as pernas enquanto me lambuzava em seu buraco, ele dava cada gemido que o tesão aumentava mil vezes mais, nessa hora ouvimos um barulho do que parecia ser um caminhão, tirei a minha cara do cuzinho dele, meu irmão saiu de cima do carro e ficou em pé de costas pra mim e deitou novamente no capô.

– Vai continua, estava gostoso! Deixa o caminheiro ver essa putaria gostosa entre irmãos.

Taquei o foda-se e continuei chupando o cuzinho dele que estava uma delícia, o barulho do caminhão estava cada vez mais perto, olhei pra frente e não tinha nada, então ele estaria indo em direção a cidade e teria a visão completa da nossa putaria, logo meu irmão fala pra eu meter rola nele, não pensei duas vezes, encaixei minha pica e enfiei, não estava querendo entrar, cuspi bastante e entrou a cabeça, Fábio gemeu alto.

– Enfia logo tudo de uma vez, porra. – disse ele.

Assim fiz, dei uma única estocada que entrou tudo de uma vez, Fábio deu um grito muito alto de dor.

– Fode vai! Fode o cuzinho do teu irmão, seu filho da puta, soca gostoso!

Estava fazendo tudo que ele mandava, eu queria esperar ele acostumar, mas como mandou meter logo atendi o seu pedido, fiquei bombando bem forte, nessa hora ouvimos a buzina o caminhão, continuei socando cada vez mais rápido, o caminhão passou por nós buzinando, olhamos e vimos um velho rindo e comemorando, eu sorri de volta e continuei fodendo, trocamos de posições várias vezes, fodi ele de frango assado, de quatro, no banco do carro, foram uns 20 minutos da gente ali na BR, transando gostoso, Fábio mandou eu gozar no dentro do cu dele, nessa hora eu não me contive, comecei a urrar, meu saco doía, meu irmão puxou a minha cabeça em direção a dele e começamos a nos beijar, entre os beijos e gemidos terminei de gozar, Fábio estava todo melecado de porra, tinha gozado sem tocar no pau, foi uma delícia, lambi toda a sua barriga, limpando a sua gala, chupei seu pau já mole pra deixar tudo limpinho, quando vimos estava anoitecendo.

– Caralho, Pedro, você arregaçou o meu cu.

– Foi você que pediu, eu ia com calma, mas você matou eu socar logo tudo.

– Não tenho paciência não, melhor socar logo tudo de uma vez, com dor é mais gostoso. – Riu. – Cara, eu gozei umas três vezes, na hora que o caminhão passou eu comecei a gozar, aqui no banco também, gozei duas vezes sem tocar na minha pica, foi uma delícia, maninho. Agora não vejo a hora de comer esse teu cuzinho também. – ficou rindo.

– Nossa, esse teu pau vai me deixar sem andar por uma semana!

– Vai nada, o Bruno aí de prova! Meu filho com 7 anos aguentou tudo sem pestanejar e ficou bom em quatro dias, tu vai aguentar tudo tranquilo.

– Eu espero. – Rimos.

Chegamos no sítio, minha mãe veio logo falando que ficou preocupada achando que tinha acontecido algo, demos a desculpa de que não encontramos as cervejas muito rápido, não questionaram nada, seguimos a noite normalmente.

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11 Comentários

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  • Responder Incesto_g

    Conto incrível muito excitante

  • Responder Fan Clube Daniel Coimbra

    Caramba! A escrita dele é muito boa! Parabéns!

  • Responder ;--;

    Eu nunca vou me enjoar dessa história hehe

  • Responder rosa perfumada

    to viciada nesse conto

  • Responder Luigui

    Gozei muito lendo. Me amarro nos seus contos. Show. Pica dura direto lendo

  • Responder Grilex2

    Delícia muito bom! Tlg @grilex2

  • Responder jaru

    @Janrui amo esses contos

  • Responder 18cm

    Caramba mano, que tesao gozei demais mano

  • Responder Daniel Coimbra

    Eu adoro seus contos. São maravilhosos e muito excitantes. Li todos novamente hoje e gozei muito gostoso.

  • Responder King

    Que delícia de conto

  • Responder Vinicius

    Eu amo seus contos, ainda esperando sua resposta no e-mail. Toda semana fico ansioso pelo seu conto