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Como descobrir o tesão: Ismael, amigo do Eriberto

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Segue a saga de histórias do meu amigo Lucas.

Alguns dias haviam se passado desde que transei com Eriberto e ele não estava mais interessado em fazer nada comigo, algum tempo depois descobri que ele havia arranjado uma namorada, então também não fui mais atrás dele, mesmo com ele trabalhando para o senhor que morava em frente à minha casa. Eles trabalhavam cortando madeira para fazer caibros para telhado e em um início de noite ele e um amigo que trabalhava no mesmo local estavam esperando o patrão deles que prometeu pagar-lhes naquela data, mas até aquele horário não havia aparecido.
Enquanto isso em minha casa, eu havia acabado de jantar e em seguida me dirigi ao terreiro para sentar-me e poder ficar usando o celular, pois lá era mais frio, e depois de um tempo vejo Eriberto vindo na direção da minha casa, pensei que poderia ser por ele querer falar sobre o outro dia, então fiquei esperando-o vir. Ao chegar mais próximo da minha casa, veio ao meu encontro para falar comigo.
– Ei Lucas, tu conhece o Ismael? Falou Eriberto se referindo ao seu amigo que havia ficado do outro lado.
– Conheço, por que?
– É que eu falei pra ele sobre o que a gente fez no outro dia.
– Mano, você ta louco? Não era pra ter contado pra ninguém, e se ele contar para alguém? Falei eu com raiva.
– Calma, ele também gosta dessas coisas, e quando eu falei sobre você, ele disse que também queria experimentar com você.
– Ah mano, sei não ein. Eu nunca nem falei direito com ele.
– Pois vamos lá onde ele está, lá vocês conversam melhor.
– Tudo bem, mas tem que ser rápido pra minha mãe não perceber.
Saímos em direção a casa da frente que possuía um pequeno alpendre que estava escuro, chegando lá, Ismael apressou-se em falar comigo, dizendo que quando ficou sabendo de mim havia ficado louco para transar comigo. Ismael tinha na época a mesma idade que Eriberto, 15 anos, mas era talvez mais baixo que eu, era meio gordinho, tinha olhos verdes e pele branca queimada do sol. Diferente dos outro com quem eu havia transado, ele tinha certo jeito afeminado, mas nada em excesso, a não ser em determinados momentos.
Ainda com vergonha, lhe falei que não sabia se queria fazer aquilo com ele, pois apesar de conhece-lo do colégio não tinha intimidade nenhuma com ele. Percebendo minha timidez, ele falou que eu não me preocupasse pois não iríamos fazer nada que eu não quisesse, e para me incentivar ele pôs a mão sobre o meu pênis ainda por cima da roupa, que logo deu sinal de vida, fazendo assim com que a vergonha e timidez cedessem lugar para o tesão.
Ao ver que eu estava ficando mais tranquilo, Ismael falou que se quisesse poderia pegar na bunda dele, enquanto isso ele colocava meu pau para fora da roupa e iniciava uma punheta no meu pau. Em seguida ele baixou também o seu short, virou-se de costas para mim e se encostou com a bunda colada em meu pau. Eu já estava cheio de tesão, mas em um momento de lucidez lembrei-me que não havia avisado à minha mãe que ia sair e que ela poderia procurar por mim ou que o dono da casa poderia chegar e flagrar a gente naquela situação, então decidi parar por ali. Me justificando pra ele, combinei de nos encontrarmos outro dia para continuar a brincadeira, logo em seguida fui embora e pouco tempo depois chegou o patrão deles que lhes pagou e eles foram embora.
No dia seguinte Ismael apareceu na minha casa perguntando se eu estaria livre a noite, pois ele queria continuar o que havíamos começado na noite passada. Meio sem jeito, respondi a ele que estaria, então combinamos de nos encontrarmos no mesmo local que eu havia ido com Eriberto. Assim o dia se passou e à noite, no horário marcado, me encaminhei para o local, nos encontramos próximos de lá e terminamos o trajeto juntos na moto em que ele estava.
Chegando no destino final descemos da moto ainda um pouco distantes, a timidez havia voltado, mas esta foi sumindo à medida que Ismael começou a pegar no meu pau. Já estava bem mais solto devido aos toques dele quando de repente sou surpreendido por um beijo, eu havia beijado apenas uma vez na vida, mas foi apenas um selinho, então era uma sensação totalmente diferente, principalmente pela língua dele invadindo minha boca desesperadamente e pelas mordidas nos lábios que por vezes se provavam um pouco desagradáveis, mas com o costume os beijos se tornaram aceitáveis.
Após certo tempo nos beijando, Ismael ajoelhou-se na minha frente e começou a chupar o meu pinto, a desenvoltura dele na atividade demonstrava que ele tinha experiencia no assunto e que ele realmente gostava de fazer aquilo, começou chupando a cabeça bem de leve pra depois ir aprofundando a penetração na boca, e em pouco tempo passou a repetidamente engolir todo meu pênis para logo em seguida tirar da boca e voltar a enfiar rapidamente. Depois de ter sido chupado, chegou a minha vez de chupa-lo, eu nem de longe tinha tanta prática como ele, mas fazia o meu melhor chupando devagar até onde aguentava, por vezes ele tentou enfiar até o fim, mas minha boca não cabia todo o pau dele.
Ismael voltou a me chupar, mas dessa vez o objetivo era outro, lubrificar meu pênis para poder melhor penetra-lo, por isso deixou muito bem babado, em seguida lubrificou também seu cuzinho e apoiando-se na moto empinou a bunda para mim, e aos poucos fui penetrando cada vez mais fundo no ânus dele que recebeu meu pinto sem muita dificuldade. Aquela já não era uma sensação nova para mim, mas cada vez parecia única, nunca me cansava daquilo, poderia fazer isso todos os dias que mesmo assim continuaria gostando. Alguns momentos depois estava eu entrando e saindo dele com toda a velocidade que tinha, ele gemia como se fosse uma menina, não demorou muito pra mim começar a sentir que meu gozo estava vindo, então diminui a velocidade das estocadas enquanto sentia meu esperma sendo despejado dentro do cuzinho do meu novo amigo que ao sentir minha gala quente falou que havia sido uma delícia.
Eu estava novamente satisfeito, mas meu amigo ainda não havia gozado, então pediu para que eu deixasse ele me penetrar, mas desde o início eu já havia lhe dito que não deixaria, então ele me pediu que o deixasse me sarrar até gozar, não vi problemas nisso, então permiti. Ele foi por trás de mim e pediu que eu abrisse a bunda, então depois de lubrificar seu pau, Ismael colocou na entrada do meu cuzinho e sem aviso prévio tentou me penetrar. Minha felicidade foi substituída por uma raiva enorme dele, apesar de não haver entrado quase nada, meu cu ficou doendo por um tempo, por isso prometi a ele que ele nunca mais tocaria no meu ânus. Por isso ele teve que se aliviar na punheta mesmo.

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1 comentário

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  • Responder Saulo

    Muito bom 😊