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Como descobri o tesão, agora com 14 anos

1337 palavras | 2 |4.86
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A história continua, passado dois anos, após a primeira experiência.

Após os sermões da minha irmã fiquei com medo de fazer algo e alguém descobrir e contar para minha mãe, por isso decidi parar com qualquer coisa do tipo. Dessa forma passaram-se aproximadamente uns dois anos, nos quais eu não tive qualquer relação sexual, mas continuava tendo contato com meus amigos.
Em uma tarde qualquer, estava eu brincando sozinho em casa quando chega Kelsinho me chamando para jogar videogame na casa da vizinha, estranhei o fato pois ele era muito levado e novinho e eu achava que ela não o deixaria jogar sozinho, mas logo em seguida ele explicou que seu irmão, chamado Eriberto, estava lá e que estava pagando para jogar e que deixaria a gente jogar junto com ele.
Muito animado, pedi permissão à minha mãe e fomos jogar, chegando lá encontramos o irmão de Kelson que já estava jogando. Eriberto tinha 15 anos, um a mais que eu, era loiro e possuía um corpo bonito, principalmente suas coxas e sua bunda que eram bem grandes, mas até então não havia reparado nisso. Entramos e fomos jogar, o videogame ficava na sala e a vizinha estava fazendo as tarefas, então estávamos nos três sozinhos, mas logo o Kelsinho foi embora e ficamos eu e Eriberto jogando. Em dado momento vi na bolsa de jogos um jogo chamado GTA, que era um dos mais famosos da época e fiquei com muita vontade de jogar, então pedi a Eriberto que colocasse esse jogo, mas ele se negou dizendo que não era o jogo que eu estava pensando, era na verdade outra versão dele, mas eu era muito teimoso e fiquei insistindo. Já meio chateado da minha insistência Eriberto fala:
– Eu coloco o jogo, mas com uma condição.
– Que condição? Pergunto eu curioso.
– Antes de eu colocar o jogo, você tem que pegar no meu pau.
Na mesma hora eu neguei a proposta dizendo que não era “veado”. A oferta dele havia me deixado sem palavras e morto de vergonha, tanto que parei de pedir para ele trocar o jogo. O resto da tarde passou e chegou a hora de ir embora, e no caminho para casa fiquei pensando na proposta dele, estava muito surpreso com a audácia dele em me oferecer aquilo, e logo cheguei à conclusão de que devia dar o troco, e no dia seguinte eu iria pedir novamente para ele colocar o jogo, e se ele fizesse aquela falasse aquilo de novo eu iria calar a boca dele dizendo que ia pegar era na bunda dele, e não no pau, pensei que com certeza ele ia ficar sem jeito, afinal pensava que ele estava dizendo aquilo apenas parra me irritar.
A noite passou rápido e no dia seguinte fui novamente jogar com eles, e mais uma vez Kelson foi embora mais cedo e novamente pedi a ele.
– Ei Eriberto, bota GTA pra gente jogar. Falei eu.
– Boto se você pegar no meu pau. Falou ele, novamente me incitando.
– Eu pego na sua bunda, quer? Falei eu em tom desafiador.
– Quero. Falou ele se inclinando para o lado e levantando a bunda para que eu pegasse.
Quando vi que ele havia aceitado a proposta meu coração acelerou, novamente fiquei sem ação, eu nem de longe imaginava que ele ia querer, mas naquela altura eu já estava de pau duro, e realmente queria fazer aquilo, então tomei coragem e peguei na bunda dele sem nem imaginar o quanto ela era grande, minha mão passava longe de abarcar completamente uma banda dela, nunca tinha pegado uma tão grande, além de ser extremamente macia.
– Ei Lucas, tem coragem de ir lá na minha tia comigo? Quero te mostrar uma coisa lá.
– Mas e se ela vir a gente? Falei apreensivo.
– Ela não está em casa, e se ela chegar a gente pula a janela. Falou ele me encorajando.
– Ta bom, vamos lá então.
Desligamos o videogame e fomos para a casa da tia dele que era quase em frente a casa em que estávamos. Como ele falou, não havia ninguém em casa, então entramos por uma janela que ele conseguiu abrir. Já dentro da casa, ele pegou uma revista pornô e me chamou para deitar com ele num colchão, e assim começamos a folhear a revista. Vendo a minha excitação tudo aquilo, Eriberto pediu novamente para que eu pegasse em seu pênis, hesitei um pouco, mas no final cedi, mas se havia ficado espantado com o tamanho da bunda dele, fiquei mais ainda quando vi ele colocando o pinto pra fora da roupa, comparado ao meu, o dele era enorme e grosso, acredito que tinha por volta de 18 a 19 centímetros. Timidamente peguei em seu mastro e comecei a punheta-lo um pouco e pedi que ele fizesse o mesmo em mim, sendo atendido prontamente. A situação estava ficando gostosa, mas fomos interrompidos inesperadamente pela tia dele que havia chegado em casa, conseguimos fugir pela janela, mas na confusão cada um foi pra sua casa.
O resto da tarde passou normalmente, mas no início da noite Eriberto veio em minha casa me procurando, começamos a conversar sobre o que havia acontecido, então ele me perguntou se eu não queria continuar, então perguntei onde e ele me respondeu que conhecia um lugar que usava sempre. Saímos juntos depois de avisar à minha mãe, e depois de andar um pouco chegamos em um limpão, que era uma espécie de terreno baldio, e já começamos a tirar a roupa.
Logo começamos a punhetar um ao outro, ele me bolinava e eu bolinava-o de volta, e em um momento ele me pediu para que eu deixasse ele me foder, mas me neguei a deixar, principalmente pelo tamanho do pênis dele, era demais pra mim, ainda mais sem nunca ter sido penetrado na vida, não havia como eu aguentar aquilo tudo. Ele entendeu meu medo e pediu que ao menos chupasse ele, e em troca me prometeu que, se eu fizesse me deixaria penetrá-lo. Me ajoelhei na frente dele e tentei abocanhar o mastro dele, mas no começo mal entrava a cabeça de tão grossa que era. Comecei um boquete sem jeito, não tinha experiencia, e por vezes chegava até a roçar os dentes. Aos poucos Eriberto foi me ensinando como fazer e comecei a pegar o jeito, mas mesmo depois de muito tempo eu não conseguia chupar toda a rola dele, mas estava conseguindo dar prazer a ele, tanto que em dado momento senti um jato quente e gosmento na boca. Tomei um susto e retirei rapidamente a boca deixando-o terminar de gozar no chão mesmo, enquanto eu descansava minha boca que estava cansada de tanto ficar arregaçada por aquele pau enorme.
Depois de me recuperar, cobrei a ele o que havia me prometido, então ele virou de costas pra mim, lubrificou bem o buraquinho e se apoiou em seus joelhos empinando a bunda pra mim, eu que já tinha um pênis maior, direcionei a cabeça bem no buraco e fui enfiando até onde dava. Aproveitei um pouco a sensação de estar todo dentro dele e logo iniciei um vai e vem gostoso enquanto alternava entre segurar em sua cintura para dar estocadas maiores e pegar naquela bunda macia. Não demorou muito, comecei a sentir o gozo vindo, dei as ultimas estocadas e gozei fartamente dentro dele, ficando com as pernas bambas e quase sem forças. Fiquei um tempo parado ainda com a rola dentro dele, curtindo os últimos momentos com ele. Pouco depois ele expeliu meu gozo, nos arrumamos e fomos felizes para casa, principalmente eu que havia faturado mais um.

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2 Comentários

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  • Responder mial

    gostei.
    manda mais.

  • Responder Saulo

    Adorei seu conto, se tiver mais das suas aventuras conta pra gente.
    Bjusss 😘😗