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As amigas da minha mãe

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Um adolescente de 15 anos com hormônios a flor da pele tem a incrível sorte de conhecer as amigas da mãe.

Pensem em um cara tarado que se excita vendo uma calcinha no varal. Pois bem, este cara sou eu.

Atualmente tenho 33 anos, solteiro e com uma filha linda que mora comigo, que inclusive é fruto dessa história. Mas o fato que vou contar aconteceu a anos atrás na minha adolescência.

Fui criado por pais separados, morei um tempo com meu pai e depois com minha mãe, mas no geral sempre frequentava a casa dos dois, pois ficava um me empurrando para o outro.

A fase da adolescência é de ótima recordação para mim. Era aquela fase em que os hormônios estavam a flor da pele. A fase da punheta em excesso. Acho que é uma das fases de mais tesão na vida dos jovens da época, porque existia a proibição e dificuldade, não tínhamos a tecnologia de hoje. O que deixava toda a questão sexual mais especial, mais desejada.

Me lembro como era a aventura de pegar dvd escondido e assistir aquele “filme proibido”. Ter uma revista de mulher pelada escondida de baixo da cama. O desejo de ter alguma daquelas mulheres da foto, desejo que eu pensava só realizar na fase adulta.

Não é querendo me gabar mas eu sempre fui um cara muito bonito. Com meus 15 anos Eu era magro, moreno, já tinha a perna cabeluda, cabelo no saco e axila, só não tinha barba. Olhos verdes e cabelo liso. Estava naquela fase em que a voz começa a engrossar.

Nessa idade eu estava morando com minha mãe. Minha mãe era muito tranquila, daquele tipo bem liberal. Tinha seus 37 anos. Era bem festeira, vivia em pagodes, forró ou bebendo com as amigas no portão de casa.

Ela tinha muitas amigas, mas as mais próximas eram a roseli e Kátia, as duas com idades próximas a da minha mãe. São essas duas amigas que fizeram minha adolescência feliz. Roseli era do tipo mais delicada, branquinha, baixinha, cabelo escovado, seios médios, uma bunda redondinha e até a sua voz era delicadinha.

Já a Kátia era do estilo mais cavalona, morena, alta, cabelo cacheado que usava de lado, seios grandes, uma bunda bitela e coxas torneadas. Kátia era mais conhecida minha pois seu filho caio estudava comigo e era meu amigo. Eu viajava nas duas, não só no corpo mas todos os seus detalhes de mulher: o batom, a maquiagem em geral, os brincos de argolas, as roupas apertadas e decotadas, os saltos e aqueles perfumes femininos.

Desde novinho eu recebo muitos elogios. Sempre ouvi frases do tipo: “ que cabelo lindo”, “ troca de olhos comigo”. Com as amigas da minha mãe não era diferente. Elas sempre me elogiavam, porem com um tempo os elogios foram ficando mais ousados.

Roseli- meus Deus Vitor como você cresceu!! Virou um rapazão, já está namorando?- perguntou em um certo dia quando se preparava para sair com minha mãe.

“ Ainda não rsrs”- eu apesar de ser muito tarado, era muito tímido.

Kátia- mas já deu uma?- ela fez um sinal com a mão que eu não conhecia, mas entendi que ela estava me perguntando se eu já havia transado.

Vítor- ahh… isso já…- falei sentindo meu rosto corar. Eu ainda era virgem, mas não queria confessar isso.

Elas riram e começaram a me questionar mais, me deixando cada vez mais com vergonha. Fui salvo pela minha mãe que entrou na sala falando que estava pronta. Elas se despediram de mim e saíram. Roseli me deu um beijinho antes de sair, um ato bobo que garantiria a punheta da noite, para vocês verem o nível de taradeza.

Teve uma certa vez que uma amiga da minha mãe, a carla, colocou silicone nos seios e a gente foi visitar ela.

Ao chegarmos fomos para o quarto de carla que estava no pós operatório. Eu, minha mãe, outras amigas dela e sobrinhos rodeavam a cama dela.

Ela começou a dar detalhes da cirurgia, de quantos ml colocou, valor, dor…. E em um momento ela simplesmente abaixou a camisa que estava.

Eu que não estava prestando atenção em nada de repente despertei ao ver aqueles peitões. Fiquei viajando, apesar de estar um pouco inchado e com uma cicatriz, me despertou um certo tesão. E não era só eu de homem ali, tinha sobrinhos dela também, talvez não estivesse ligando por sermos adolescentes. Sem controle algum senti meu pau endurecer. Tentei esconder dando uma encurvada no corpo, mas sem sucesso. Pois Kátia viu e fez questão de falar.

Um dos momentos mais vergonhosos da minha vida. Todas ela começaram a rir, levando a situação na esportiva. Mas apesar da recém operada ter dado umas risadas, logo falou com os sobrinhos: “ meninos porque vocês num levam o Vitor para brincar lá fora um pouquinho”. E então saí dali louco para aquele dia acabar.

O tempo foi passando e eu seguia a vida normalmente: escola, casa, futebol com os amigos…. Kátia e Roseli continuava com seus comentários sacanas quando me viam, falavam em tom de zoação, de um jeito que até minha mãe ria. Eu que não via possibilidade de ficar com elas, também sabia que era zoação e o máximo que eu fazia era ficar envergonhado.

Como em um dia que elas estavam tomando cerveja no portão de casa e eu cheguei de uma pelada com os amigos.

Kátia- ei gatinho como você está?

“Estou bem”

Roseli- o keila. Esse que é o menino da Cristina.

Keila- ah sim, vi ele quando era mais novo. Como você cresceu rapaz, virou um rapazão lindo.

“ Obrigado!” respondi tímido.

Kátia- ele é lindo tanto por fora quanto por dentro. Mas que menino educado, responsável estudioso. Olha ele fica todo tímido kkkk. Olha esses olhos…. E esse cabelo…. Gente já tem até caminho da felicidade. Kkk…. Ahhh eu quero esse menino, Cristina você deixa?

Mãe- claro, meu filho num dá mole pra essa mulherada não, você é homem tem que aproveitar mesmo…. Quero é me gabar de que meu filho é um comelão kkkkk….

Roseli- olha vitor, eu não tenho um peitão de silicone igual o da carla não, mas pelo menos dá pra fazer uma espanhola kkkk.

Elas cairam na risada enquanto eu fiquei com cara de idiota, pois não sabia o que era aquilo. Ao perceberem que eu não sabia do que se tratava a Roseli falou.
Roseli- você não sabe o que é espanhola?

“ não” respondi me sentindo um bobo.

Roseli- ah eu não acredito. Eu vou te mostrar o que é kkkk. Ela riu me dando um olhar diferente. Minha mãe ria e colocava pilha em tudo.

Keila- ai gente. Vocês estão é brincando né?- ela perguntou fazendo uma cara de desacreditada

Katia- brincando? Quem me dera a sorte de ter um novinho desses.

Roseli- eu que diga. Pena que esses meninos só querem saber das novinhas.

Keila- Deus me livre. Pegar um menino dessa idade. Muito novinho, não deve saber fazer nada….Eu prefiro bater uma siririca.

Keila literalmente quebrou o clima daquilo tudo. Sem graça entrei para tomar meu banho.

O tempo passou e logo vi que minha mãe e as amigas estavam guardando os banquinhos, achei que haviam terminado, mas só estavam indo para outro lugar.

“ só vou pegar um salto”

“Calma aí gente só vou ao banheiro”

Elas andavam pela casa se preparando para sair. Eu estava na cozinha lanchando. Logo começaram a sair.

Quando fui para sala elas já tinham ido, com exceção de Roseli.

Ela me olhou com um olhar extremamente diferente que envolvia sensualidade e embriaguez … Um olhar safado…. Se aproximou de mim e deu um aperto na minha bochecha.

Nós dois parados no meio da sala, eu sem entender o que ela queria. Ela simplesmente falou:

“ Eu vou te ensinar o que é espanhola”

Ela de repente se ajoelhou na minha frente, retirou a camisa que estava… depois retirou o sutiã…. “ aí Vitor a gente junta os peitos assim e o cara coloca a rola no meio de um jeito que entra na boca…”

Eu olhei aquilo alucinado. Aquela mulher que sempre desejei, ajoelhada na minha frente com os peitos para fora… Apertando um contra o outro….meu pau pulsava contra a cueca.

“ Vai ficar só olhando? Vem.”

Comecei a tirar minha roupa todo empolgado. Ficando peladão.

“ você cresceu mesmo hein”

Ela falou quando viu minha rola. Eu não era um cavalo mas já tinha uma rola grandinha e grossa.

Me aproximei dela e encaixei meu pau no meio dos peitos dela… Fui colocando até chegar na boca…. Entrou só a cabeça…. Puta que pariu…. Nunca tinha recebido um boquete…. Como era gostoso….

A espanhola foi só um pretexto para chupar meu pau…
Logo ela começou a bater um boquete mesmo…. Aí que vi o que era bom mesmo…. Ter o pau todo na boca de uma mulher…. Cheguei dar uma suspirada de tanto prazer…

Ela me deixava louco com toda a sua experiência…. Chupava me levando aos céus… Abocanhava meu pau enquanto me olhava nos olhos….. Passava a lingua….
Fiquei mais louco quando ela chupou meu saco…

Enquanto ela me chupava eu acariciava os peitos dela… que peitos…. Muito mais bonitos que aqueles siliconados….

Logo comecei a fazer as coisas que sentia tesão nos filmes… Segurei ela pelo cabelo e comecei a socar a rola na boca dela…. Ela chupava…. E chupava…. Batia com rola na cara dela…. Ela chupava….

Estava chegando no meu limite….

“ eu posso gozar na sua cara”

“pode gatinho…. Goza na minha cara vai”

Não demorou muito. A vontade veio e eu tirei meu pau da boca dela e mirei na cara… E gozei…. Jato de leite na testa… Bochecha… Olhos… Boca…. eu gozei muito…. E após ela ainda deu mais uma chupadinha no meu pau.

O primeiro boquete que recebi. Nunca vou esquecer daquela sensação de ver aquela mulher com os peitos de fora, com a cara cheia de porra chupando meu pau.

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2 Comentários

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  • Responder Bruno

    Caralho! Vc escreve muito bem… Tesão aqui! Já senti que vai chegar onde eu quero esta sua história…pode seguir por favor! [email protected]

  • Responder Gustavo

    Conta mais pfvr