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Aninha 11 aninhos

889 palavras | 16 |4.41
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Conta a história de como Roberto conseguiu comer uma delícia de onze anos.

Foi uma resistência gostosa de sentir antes de conseguir penetrar aquela bucetinha apertada.Ela tinha 11 anos, eu 19.
Ela tinha as pele parda, cabelos encaracolados que sempre usava amarrado rente a cabeça, olhos grandes e expressivos. E embora fosse magra, tinha peitos formados, e uma bunda arrebitada que estava apertando naquele momento.
Estoquei mais uma vez e ela pediu-me pra parar, mas eu tava tomando por tesão e meti de novo.
Quando vi a primeira vez nunca imaginei que conseguiria comer aquele putinha gostosa. Desde primeira vez que a vi,notei que já tinha fogo naquela bucetinha.
Eu trabalho numa empresa de transporte, um trabalho pesado, mas paga bem. Pela manhã sempre parava pra comer em uma panificadora próxima ao meu trabalho, ela era filha da dona. Vez ou outra era ela que me atendia. Ela se chama Ana, é daquelas garotas precoces quê fala como gente grande.

–Bom dia, gatinha — eu sempre dizia. — Me dá uma coxinha e um suco.

Ela me servia e voltava para o caixa, e eu não conseguia parar de olhar pra ela. Como era linda. Me enchia de tesão só de ver ela.
Passou-se alguns meses até que conseguisse um verdadeiro contato; com a pandemia eu acabei pegando férias forçadas, e ela também, e uma noite quando estava numa praça próxima a panificadora vi ela brincando e foi ela que veio falar comigo. Sem a mãe por perto ela parecia bem mais desinibida.

— Oi, tio! Nunca mais foi lá na padaria.

Eu estava sentado num banco. Ela estava usada com uma blusinha azul fina, deixando a mostra um pouco daqueles peitinhos deliciosos.

— É que não tô trabalhando — respondi. — Mas uma hora dessas apareço lá só pra te ver.

Ela sorriu e sentou-se ao meu lado. Tava com uma salinha jeans no meio da coxa, não tinha pernas grossas, mas era lisinha e case brilhava sob as luzes da praça.

— Eu nem posso mais ficar lá — ela disse.

— Poxa — fiz cara triste. — Agora como vou mata a saudade de você.

– E tu tava com saudade é?– ela sorriu. — Nem parece.

–Mas eu tava, e muita. Queria até te dá um abraço.

— Pode dá — ela disse.

— Aqui pode pagar mal. Tua mãe pode não gostar.

–Mas ela nem tá aqui agora. Eu vim com os meu primos.

— Mesmo assim tem muita gente — eu disse olhando em volta. — Mas quero muito te dá um abraço. Você tem celular?

— Tenho, mas não sei meu número decorado.

— Poxa, e nem tem onde anotar.

— Pera aí que vou pegar meu celular com meu primo.

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ela correu e voltou depois de alguns minutos com o celular.
Naquela mesma noite falei com ela.

“Oi”

“Oi, quem é”

Por um minuto temi não ser ela.

“É o Roberto”

“Tô perto da minha mãe já já vou pro quarto”

Essas palavras me fizeram ter a certeza de que ela sabia que eu queria muito mais que um abraço.
Alguns minutos ela voltou.

“oi?”

“Oi,já tá no quarto?”

“Sim”

“Tava morrendo de saudade. Queria te dá um abraço pra matar essa saudade”

“Pode me dá um abraço”

“Mas precisa ser em um lugar que teja só a gente”

“Lá atrás da praça não fica ninguém”

Com a sugestão dela, combinamos de nos encontrar na praça. Na noite combina, fomos pra parte da praça mais escuro. Tinha alguns usuários de drogas, mas eu sabia que ninguém incomodaria. Ele ficou em parte próximo às árvores. Aqui na cidade tem muitas dessas praças mal cuidada, e como notei, Ana conhecia muito bem aquela parte.

–Oi, gatinha — disse ao me aproximar.

Já tava com o pau feito ferro. Meu coração parecia que ia sair pela boca.

— Até que fim vou matar minha saudade.

Puxei ela pra um abraço e ela se derreteu no meus braços. Ela era muito menor que eu, mas ficou na pontinha dos pés e os braços em volta do meu pescoço.

— Que abraço gostoso — arfei.

Plantei um beijo no pescoço dela, e ela não protestou. Ela estava com um vestido Soltinha e aprontei pra apertar aquela tão desejada bunda, e de novo não ouve protesto. Ela me abraçou mais forte e eu beijei o rosto dela. Quando tentei beijar sua boca encontrei alguma resistência dela, mas não durou muito. Logo conseguir um selinho, mas forçei minha língua naquela boquinha maravilhosa, e mais uma vez ela se derreteu.
A puxei pra mim com força. Sentei no chão e fiz ela montar em mim. No começo ela me beijava timidamente, mas desde de a primeira vez já rebolava gostosa. Forçava aquela bucetinha gostosa no meu.

— Eu não posso demorar — ela disse.

Porém ainda aprovei alguns minutos. Eu não conseguia pensar em nada, só naquela boca e na naquela bucetinha forçada contra meu pau.
Naquela noite nos despedimos com a promessa de mais encontros.

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16 Comentários

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  • Responder Um carinha ai

    Doido pra comer uma mina novinha ;-;

  • Responder Rick

    Jully manda um email pra mim
    [email protected] quero te ensinar muitas coisas tira sua curiosidade

  • Responder Eu

    Kkkkkkk. Acredito que essa july tenha 12 anos… Tá mais p fake.

    • Pauzudohetero

      Vai tomar no teu cú…

  • Responder Jully12

    Amo contos de meninas de 11/12 anos, eu tenho 12 aninhos e amo isso, se alguém quiser conversar 😁

    • Misterioso

      Eu quero conversar com vc

    • Xandão

      Tem 12 e já brinca ou nao😁

    • Wilian

      Vamos conversar gatinha.😍

    • Um carinha ai

      Me add no Skype: Isumaeru op

    • Max

      Eu quero

    • Sid

      eu quero muito conversar com vc

  • Responder EDUCADOR

    DE ONDE ESTÃO TIRANDO ISSO!!?? UM CONTO PIOR QUE O OUTRO PQP.

    • Papai gostoso

      Vc é de onde?

    • Gezuxo

      Pinto de 13 a i b é tudo que auefo

  • Responder Tok

    Conte logo o resultado do abraço

    • Xandão

      Jundiaí