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2052 Neo-Ninfas

5405 palavras | 4 |3.64
Por

Um conto futurista sobre um caçador de ninfomaníacas num Brasil atingido pelo calor da crise climática.

Introdução

Brasil, ano 2052.
A crise climática atingiu o país, trazendo consequências na psicologia e, consequentemente, no comportamento das pessoas. Uma dessas mudanças foi na sexualidade de parte da população. Neo-Ninfas, assim são chamadas as mulheres que tiveram sua libido exacerbada pelo calor intenso que atingiu o país nos últimos 12 anos.
O fenômeno da ninfomania abriu a possibilidade da existência de um nicho chamado de Caçadores de Ninfas. Os caçadores são homens que sofrem de satiríase, e que devido a vergonha e isolamento social das ninfas, precisam fazer um trabalho de busca minucioso para encontrar o seu par sexual ideal.
A história se inicia quando o caçador, Max, chega num bairro da periferia após receber uma carta indicando a moradia de uma possível ninfa.

Capítulo 1

Max chega ao bairro e, num bar, encontra Dóda, um jovem adulto que alugou um quarto para o caçador em sua casa. Os dois têm uma conversa rápida e formal e logo se dirigem para a residência de Dóda.
Max observa bem o lugar, um bairro quase que inteiro formado por sobrados decadentes, alguns extremamente altos, usados nesse período de crise para o comércio de aluguéis, já que era um bairro relativamente próximo da grande metrópole. Na rua de Dóda, curiosamente, encontra-se apenas uma “casinha”, um pequeno refúgio em meio a selva de “semi-prédios”.
No primeiro andar da casa de Dóda, conheço seus pais; ambos são pessoas nascidas no início do século, e pela decoração religiosa, vestimentas conservadoras e as feições sérias, tenho impressão que são o que os sociólogos chamam de Resistência – pessoas que conservam a moral e a cultura de outrora. Depois desse momento embaraçoso, o anfitrião leva Max até o quarto.
Quatro lances de escada e nosso caçador pôde finalmente curtir um merecido descanso na cama surpreendentemente confortável que a barata hospedagem oferecia.

Quarto de Max. 34°.

(Max liga o seu gravador)

– Max aqui. Cheguei ao destino. São 21 horas e começa a escurecer lá fora, vou ajeitar minhas coisas e esperar o jantar que será trazido em algum momento…
(batidas na porta)
– Jantar! – exclamou a mãe de Dóda, na porta.
Max, assim como outros homens e mulheres de seu tempo, era adepto do nudismo; e observando o perfil recatado daquela família, se apressou e vestiu apenas uma calça.
(Max abre a porta e a mulher entra com a bandeja)
– Senhor Max, não precisa se vestir, já estou acostumada com o nudismo dos hóspedes – disse de forma séria.
– Tudo bem, mas não me chame de senhor, apenas Max – com um leve sorriso tentando arrancar expressões mais humanas naquele ser tão travado.
– Daqui uma hora eu volta para recolher as coisas… Ah! Já ia me esquecendo… Caso queira nossos serviços extras, olhe de baixo do prato.
– Ok.
Porta fechada. O caçador se encontra sozinho novamente.
– Serviços extras? O que vão oferecer? Um bate papo enfadonho com o patriarca?

Após a refeição, Max decidiu olhar os tais “serviços extras”. Para surpresa, a cartela mostrava um limitado mas interessante leque de opções: usar o veículo; outras opções de cardápio; usar a lavanderia; sexo oral da matriarca (sozinha ou com a presença do marido).

(Gravador ligado)

– Max aqui. Acabo de fazer uma excitante descoberta, me parece que a resistência termina quando o dinheiro começa. – disse, dando gargalhadas. Não perderei tempo. Essa noite verei os dotes orais daquela coroa.
Poucos minutos após as 22 horas, a mulher batia na porta para recolher o jantar.

– Senhor Max… digo, Max!
Max abriu rapidamente a porta.
– Gostaria de usufruir de um dos serviços extras.
– Qual deles? – perguntou ela enquanto recolhia os objetos.
– O sexo oral.
– Solo ou acompanhada?
– Acompanhada.
– Tudo bem. Mas esse serviço eu faço com pelo menos 2 horas de antecedência, pois preciso avisar o meu marido antes. Não sei se ele vai topar nesse momento.
– Conversa com ele. Eu pago o dobro pelo incômodo.
– O dobro? – disse incrédula da proposta.
– Sim.
– Ok. Vou falar com ele.
Sem qualquer pudor, pelo vão da escadaria, a coroa gritou para o marido, que estava no primeiro andar:
– SOBE AQUI! PRECISO DE UM ACOMPANHANTE!
– AGORA? NÃO VOU, ESTOU VENDO O JOGO. E VOCÊ SABE A REGRA DAS 2 HORAS.
– É O DOBRO DO PAGAMENTO!
– PODE SER O TRIPLO, EU NÃO VOU PERDER O JOGO.
– VOCÊ VAI SUBIR AQUI AGORA, SE EU DESCER VOCÊ VAI PERDER O JOGO DE QUALQUER FORMA.
– FIQUE CALMA. ESTÁ BEM, EU VOU SUBIR AÍ.

A matriarca voltou ao quarto, colocou a bandeja sob a mesa e pediu que Max tirasse a calça e a deitasse na cama. Ela usava um vestido rosa florido, que ia até alguns centímetros abaixo do joelho. A coroa começou a se despir ao ouvir os pesados passos do marido no último lance de escadas. Com uma naturalidade como se fosse tomar um banho, ela agarrou o vestido e arrancou-lhe do corpo; a seguir tirou o sutiã bege; e por último abaixou a calcinha, dando a Max a privilegiada visão de sua buceta pequena e com alguns poucos pelos.
O marido chega ao quarto; Max está deitado já em estado de ereção; a mulher está de pé em frente a cama à espera de sua chegada. A porta é fechada, a coroa se deita, e o marido indaga sobre a possibilidade de ligar a antiquada TV de 60 polegadas para ver o jogo do seu time.

– Que droga! Você não pode perder alguns minutos desse jogo?
– É um jogo importante.
– Você se importa se ele assistir ao jogo durante o ato? – perguntou ela para Max.
– Não. Pra mim tudo bem.

A mulher se deitou de lado, de costas para o marido que, sentado na cadeira, acompanhava atônito o jogo na tv.
A coroa começou com uma leve punheta, dando beijos nas pernas, e descendo até os pés de Max. Subindo de volta ao pau, ela deu beijos suaves da base até a cabeça vigorosa do pênis do caçador. Mais um pouco de masturbação, encarando Max olho no olho. Logo ela desceu e começou um movimento circular de língua na cabeça, o que levou Max a um gemido inevitável. Sua pequena boca estava totalmente preenchida pela rola do caçador; suas duas mãos envolviam aquele pau. Ela tentava engolir por inteiro, mas, sem sucesso, engasgava e babava.

– Eu nunca daria pra você. – disse a coroa.
– Porquê?
– Olha o tamanho dessa pica! É grossa demais. Você me arrombaria.

Com a rola na boca e olhando para o caçador, ela fez um sinal apontando para o marido, que tinha toda a atenção tomada pelo jogo de futebol, e com o dedo indicador eo polegar, mostrou o tamanho minúsculo do pênis do corno – pela primeira vez ela esboçou um sorriso.
Max levou a mão direita na direção das pernas da mulher e levantou a perna esquerda dela; com seus dedos, alisava levemente o clitóris da coroa. A guardiã da moral não aguentou muito, por um momento ela largou o grosso cacete de Max e deitou em sua coxa enquanto seu grelo era dedilhado; ela fazia caras e bocas, segurava para, talvez, não gemer na frente do marido.

– GOL, PORRA! – gritou o corno, correndo em direção ao corredor para comemorar e provocar os vizinhos.

Nesse momento, a mulher pega a mão de Max e coloca na entrada da buceta; o caçador a penetra com dois dedos. A coroa é tão apertada que sua vagina pulsa com os dois dedos entrando, como se fosse expulsá-los. Max soca devagar; ela aproveita a comemoração do marido e geme baixinho, revira os olhos enquanto a mão esquerda masturba o caçador.
– Vou gozar! – diz ela; com a boca na coxa de Max, a voz sai abafada.

As pernas tremem. Ela larga o pênis e agarra o lençol da cama. Olhos fechados. O grito é completamente abafado pela coxa de Max.
O marido volta ao quarto; ela se recompõe, bate na mão de Max para que ele tire os dedos da buceta. O corno passa pela cama, dá uma rápida olhada, volta para a cadeira, e ao jogo.
A coroa chupa com vontade.
Com o dedo indicador, ela sinaliza Max que quer o gozo do caçador em sua boca.
Max não quer desperdiçar a chance, e não demora muito para que ele encha a boca da coroa de porra. O pouco que escorreu pelo canto da boca, foi empurrado por Max de volta para a boquinha da recatada, que engoliu esperma quente do caçador.
Ela se levantou, abaixou para pegar o vestido e, de costas, deu a Max a visão privilegiada de seu cuzinho.

– Pode pagar amanhã, ok? – disse ela para Max.
– Ok.
– Vamos, homem. Acaba de ver esse maldito jogo em casa.
– Me faz um favor? Apague a luz antes de fechar a porta.

Antes de sair, o corno teve a visão de Max, largado na cama, com a rola grossa e flácida jogada sobre a coxa esquerda. Ele apagou a luz e fechou a porta. Max, cansado da viagem que fizera, e depois de receber o ótimo oral da anfitriã, não demorou muito para cair no sono.

Capítulo 2

Quarto de Max. Dia seguinte. 8 horas da manhã. 36°.

(Batida na porta)

Max se levanta; abre a porta; é Dóda trazendo o café da manhã.
Max devora o café e parte em direção a rua, é hora de fazer o reconhecimento do local, e descobrir onde reside a ninfa.

Chegando na rua, o caçador vai até o bar da esquina, senta-se em uma cadeira, pede um salgado qualquer, e fica ali observando os moradores locais por cerca de 30 minutos. Algo volta a chamar sua atenção, a pequena casa da rua, uma jóia rara daquela região. “Deve datar da década de 2010”, pensou.
O caçador saiu do bar e foi para a frente da casa para observá-la mais de perto. Era uma propriedade com um grande quintal, bem arborizada, cheia de plantas também, tudo muito bem cuidado. A pequena casa ficava no fundo. Era uma propriedade com muros relativamente baixos, mas que tinha um vão onde ficava o portão. Não via ninguém lá dentro.
De repente, Max começou a ouvir risos por trás dele. Olhando de lado, percebeu um grupo de garotos do outro lado da rua, e que, provavelmente, estavam rindo dele. Ele continuou olhando a casa; os sorrisos continuavam. Max foi na direção dos garotos.

Bom dia, garotos. Algum problema? Qual o motivo dos risos?
Foi mal, tio. É que o senhor estava olhando pra casa da Jana.
Não me chame de tio, meu nome é Max. Qual o seu?
Sou conhecido por aqui como Alê.
Ok, Alê. Agora me responda, qual o problema de estar olhando para a casa dessa tal Jana? É um lugar tão bonito, e tão único. Não acha?
Único? Concordo – disse ele, rindo com os amigos.

Desconfiado, Max decide ir mais a fundo sobre a moradora.

Quem é essa Jana? Porquê é tão engraçado para vocês?
Jana é… como posso dizer?… Uma safada.
Safada?
Sim. A mais safada do bairro.
Conte-me mais. Por qual motivo você afirma isso?
Praticamente todos os caras do bairro já comeram ela, até mesmo os casados.
Conte me mais!
Toda reforma ou conserto que vão fazer na casa dela, ela sempre oferece sexo como pagamento – disse um dos garotos.
Verdade! Do pedreiro ao cara que conserta máquinas de lavar, todos tem ela como cliente especial – disse Alê, caindo na risada com os garotos.
Interessante, garotos. Tem mais alguma coisa?
Aê, Alê. Contra pra ele da Festa de 18.
Festa de 18?
Já ia me esquecendo. Há alguns anos, a Jana faz a Festa de 18. Todo garoto do bairro que completa 18 anos pode ir na casa dela e transar com ela o quanto aguentar.
É ela! Só pode ser ela! – pensou alto, Max.
É ela?
Ei, cara – outro garoto se levantou e abordou Max – Você faz parte daqueles… hum, como se chama mesmo? Ah! Caçadores de Ninfas?
Sim. Sou um Caçador de Ninfas.

Os garotos ficaram eufóricos.

Irado!
Foda!
Recebi um aviso de uma possível presença de ninfa neste bairro. Parece que já a encontrei; vocês foram muito úteis, garotos.
Mas você vai comer ela? Vi na TV que vocês transam com essas mulheres.
Nem sempre. Mesmo sendo ninfas, essas mulheres, por vezes, perdem o interesse ao saber que somos caçadores; e nós não cometemos estupro, isso é coisa daqueles grupos extremistas.
E como você vai chegar nela?
Ainda não sei, mas tenho minhas técnicas.
A gente pode te ajudar, Max.
Como?
O nosso mano aqui, Dinho, fez 18 anos semana passada, e ele marcou uma foda com a Jana para amanhã. Antes ela só dava pro aniversariante, mas de uns tempos pra cá ela deixa levar dois acompanhantes maiores de 18 anos. Dinho vai levar o tio dele, e iria escolher um de nós, mas, se todos concordarem, queremos que Dinho escolha você, Max.
Muito gentil de sua parte. Se todos concordarem, principalmente Dinho, será um prazer, e farei o possível para honrá-los.
Todos estão de acordo? – perguntou Alê.

Os garotos balançaram a cabeça positivamente.

Está marcado para amanhã, às 19 horas. – disse Dinho.
Perfeito! Não sei como agradecê-los, rapazes. Facilitaram muito o meu trabalho. Só não espalhem por aí que sou um caçador, Jana não pode saber disso.
Tudo bem. Não vamos dizer nada.

Max, já estava saindo, ia voltar para o quarto, quando um dos garotos disse:

Ei, caçador. Só tome cuidado com o buraco na parede. – disse sorrindo.
Buraco na parede? – questionou Max.
Cala boca, mano! – advertiu, Alê.
Conte me mais…
Não. Não há mais nada para ser dito. Amanhã, às 19 horas, como disse o Dinho.
Certo. Nos vemos amanhã.

Max partiu.

Subcapítulo: Prazer, Jana.

Quarto de Max. 11 horas. 38°.

Max sai do quarto; pega seu óculos com lente de zoom em até 64x; seu gravador; procura uma posição adequada em direção a casa de Jana; e começa sua descrição.

(Gravador ligado)

Max aqui. Começando o trabalho de observação. São exatos 11: 05 da manhã, não consigo detectar nenhuma movimentação na propriedade de Jana.
Max aqui. São exatos 11: 26, não detectei nenhuma movimentação.
Max aqui. São exatos 11: 47, nenhuma movimentação.
Max aqui. São exatos 11… espera.

O caçador gira o mecanismo na armação do óculos que aumenta o zoom.

Vejo uma movimentação no quintal. É ela! É ela! Consigo vê-la com dificuldade, por entre as árvores, mas a vejo. Não aparenta ser alta, e tem volumosos cabelos pretos. Minha nossa! Mas o que é isso?

Max aumenta ainda mais o zoom, dessa vez dando um close na mão direita de Jana.

Ela está com uma mangueira, dando água para as plantas. Isso é raro entre ninfas. Com meus anos de experiencia, e com os relatos de outros caçadores, sabemos que as ninfos tem por padrão comportamental o narcisismo e a solidão; as ninfos também podem ser patologicamente higienicas e esteticas; suas moradias costumam ser frias e super organizadas; enquanto outras são o oposto, acabam morando na rua, se desprendem de qualquer norma social, e vivem para o sexo; não é difícil vermos ninfos se masturbando nas ruas das grandes metrópoles do país, e, inclusive, a grupos de caçadores especializados em ninfos de rua. Nunca houve um relato de ninfo que cuidasse de plantas. A sensibilidade era um traço desconhecido.

Max abre o zoom.

Jana está indo de volta para casa. Entrou. Vou aguardar mais alguns minutos, logo o almoço será servido.

Cerca de 15 minutos depois…

Jana reapareceu. Em frente a porta da casa ela colocou o que parece ser uma cadeira erótica. Galhos das árvores impedem que eu veja com clareza a situação. Ela voltou para dentro de casa. Jana volta, dessa vez com um objeto na mão, que ela coloca em cima da cadeira. Ela tirou a camisola, está completamente nua; se dirige até a cadeira; pegou o objeto; sentou e colocou as duas pernas nos braços da cadeira. Sua buceta estava apontada para o céu, num calor que atinge os 36 graus nesse início de tarde. Não consigo distinguir o objeto, mas ele é bem grande e tem um formato fálico. Jana agarra seus seios com a mão esquerda, enquanto esfrega o objeto na buceta com a outra mão.

Max abre ainda mais o zoom, e vira a cabeça para a direita, na direção da rua.

Um senhor, idoso, está passando na rua. Está a poucos metros do portão de Jana, na mesma calçada de sua propriedade. Ele parou em frente ao portão. Está assistindo ao exibicionismo da ninfo. Com a mão esquerda ele apalpa o pênis.

Max volta a olhar para Jana.

A ninfa chupa o objeto enquanto se masturba.

Max olha para o portão novamente, mas o senhor não está mais lá.

Dóda aparece no corredor e o chama.

Max?

Max se assusta e tira os óculos rapidamente.

Oh, sim.
Desculpe incomodá-lo. Gostaria de convidá-lo para almoçar comigo e minha família.
Obrigado. Irei com toda certeza. Quando posso descer?
Daqui dez minutos.
Hã… tudo bem.
Te aguardo la.

Max coloca os óculos de volta e mira diretamente em Jana.

(Gravador ligado)

Max aqui. Retomando. Jana nesse momento soca o objeto com vigor na sua buceta; a cabeça para trás e os olhos fechados, demonstram o enorme tesão que ela sente no momento.

De repente, Max escuta um barulho; um gemido masculino; ele diminui o zoom e gira a cabeça para a direita, em direção às casas vizinhas.

Em uma das janelas, vejo um homem que aparenta ter entre 40-45 anos batendo punheta na janela olhando para Jana. Invejo esse cara, gostaria de ter uma visão como essa de uma vizinha ninfo todos os dias. Vejo que em sua mão esquerda usa uma aliança de casamento. Ele colocou o jornal sob o local onde vai gozar. Jana volta a chupar o objeto, e com a outra mão ela dá tapas fortes no púbis. O vizinho urra; ele solta jatadas fortes de porra no jornal; mas o momento de prazer dura pouco… Ele olha pela janela e vê, logo abaixo, uma mulher girando a chave no portão de sua casa, provavelmente é sua esposa; com pressa, ele junta o jornal, ergue as calças de forma desastrosa e deixa o local.

Max tira o oculos.

Encerrando o trabalho de observação e relato. Fui convidado para almoçar com a família de Dóda. Não sei se ele sabe da intimidade que adquiri com seus pais ontem, mas espero que não seja um momento estranho.

Subcapítulo: Prazer, Meire.

Quarto de Max. 20 horas. 41°.

O almoço com os anfitriões não fugiu de mera formalidade. Meire e o marido são profissionais no que fazem, e não deixaram aparentar que Max se tornou um cliente muito íntimo do casal.
Deitado, Max está absorto em sua possível proeza vindoura. A ansiedade natural antes de se relacionar com uma Ninfo desconhecida; e o seu nome ficando cada vez mais forte no conselho de caçadores, após colocar mais uma no mapa.

(batidas na porta)

Max, seu jantar!

Max abre a porta. Meire entra e coloca a bandeja na mesa.
Eles trocam olhares por alguns segundos, em silêncio…

Quarto de Max. 20 horas e 21 minutos. 40°

(Gravador ligado)

Max aqui. Há poucos minutos atrás, fui surpreendido por Meire. Após deixar o jantar, eu e ela nos encaramos, uma gota de suor escorria pela sua testa, fui até e sequei com meu lenço. Meire me abraçou forte e revelou o tesão reprimido por mim. Disse que nunca havia sido penetrada por outro homem fora o marido, e que, nunca havia sentido desejo por outra rola antes do aumento na temperatura; inclusive, se achava uma mulher fria e desinteressada por sexo. Com uma lágrima escorrendo pelo olho direito, Meire me beijou. O que começou com um beijo digno de duas pessoas apaixonadas em um filme antigo de Hollywood, logo se tornou um beijo selvagem, caro aos filmes pornograficos. Meire agarrou meu pau e fazia movimentos com a mão numa tentativa de me masturbar por cima da calça. Num dado momento, abaixou e beijou meu pênis como se este fosse um objeto de culto. Meire tirou minha rola pra fora e chupou de forma vigorosa, como quem tinha pressa. Me punhetando, ela olha pra mim e diz que quer ser arrombada ali mesmo. Depois, entra em contradição e diz que não pode, pois, segundo ela, o marido que não possui um pênis avantajado, e transa com ela todos os dias, iria perceber o “estrago”. Levantei Meire, e disse que, não só nós iríamos meter, como eu iria encher a bucetinha dela com uma gozada quente e farta. Ela levantou a saia preta e longa que vestia, e, com os dois de pé, começamos a penetração. De costas para mim, Meire rebolava enquanto a cabeça entrava; com a mão no seu clitóris, percebo o quão molhada ela está. Ela pede para que eu tape a boca dela. A palma da minha mão recebe os gritos, os gemidos e mordidas de Meire. Com a mão esquerda, ela segura minha barriga e, tirando minha mão de sua boca, diz para mim não meter tudo, ficar apenas na entrada. Ficamos assim, Meire e eu rebolando, enquanto minha pica grossa alarga a entrada de sua vagina, com minha esquerda puxando seus cabelos, e a mão direita abafando seus gemidos. Meire retira minha mao de sua boca novamente; dessa vez pedindo que eu goze nela; encha sua buceta de porra. Com ela rebolando, não demora muito e eu ejaculei na entrada de sua vagina. Ao final, mesmo com a porra escorrendo, Meire sobe sua saia; vejo que algumas gotas do meu esperma caem na calcinha, mas ela se veste mesmo assim. De volta a realidade, ela percebe que passou muito tempo ali, e que o marido já deve estar desconfiado de sua demora. Trocamos um último beijo e ela saiu.
Agora, irei jantar e dormir. Amanhã tenho uma ninfo para conhecer.

(Gravador desligado)

Capítulo 3

Quarto de Max. 19 horas. 44°.

Estão na frente do portão de Jana: Max, Dinho, e seu tio, Eric.
Cumprindo uma pontualidade admirável, eis que os homens avistam a ninfa atravessando o seu jardim botânico privado, vestindo uma camisola na tonalidade rosa chá, e um salto alto que produzia um som progressivo enquanto ela se aproximava dos rapazes.

Boa noite, meninos – disse Jana, com um sorriso malicioso.
Boa noite – responderam juntos.
Me desculpe, mas vocês estão em quatro.
Quatro? Oh! Perdoe-nos. É o narrador, ele não vem conosco – disse Max, expulsando-me da festa, e me privando de um possível “prazer voyeur” que, no final das contas, seria útil para lhes trazer o relato dos acontecimentos.

Caros leitores. Fiquem com o relato de Max.

Casa de Jana. Dia seguinte a festa. 7 horas da manhã. 39°.

(Gravador ligado)

Max aqui. Sonolento, nú, e deitado no banheiro, mas com a memória fresca dos acontecimentos da noite passada.
Jana nos recebeu no portão de forma cordial, vestia uma camisola que, próxima a mim, era perceptível o desleixo; estava manchada, rasgada e furada em algumas partes. Porém, logo que atravessamos o quintal e entramos em sua casa, ela naturalmente deixou o protocolo de lado e arrancou a camisola como se estivesse sozinha no local. Estava nua. Fez um pequeno tour pela residência, humilde, mas bem cuidada. Ao final, perguntou quem era o aniversariante, e Dinho, logo de cara, ganhou um beijo e a oportunidade de tirar um pequeno consolo de dentro da vagina de Jana. Ela e Dinho se deitaram no sofá e trocaram beijos e carícias; enquanto eu e Eric ficamos observando (Eric já parecia excitado). Dinho, ainda de calça, roçava o seu pau na buceta desnuda de Jana.
A ninfa começou a pedir pica na boca. Eu, Dinho e Eric nos despimos. Para minha surpresa, meus companheiros não faziam feio. Dinho, apesar da pouca idade, já tinha um rola mediana, mas bem grossa, e com uma cabeça que se destacava entre os três. A de Eric era mais comprida e bem veiuda; grossa na base; e ia afinando até a cabeça. Nos aproximamos de Jana, e ela começou sua sessão de sexo oral. Entre uma chupada de outra, dizia que “amava rolar”, que “sentia tesão só em observar as picas dos homens na calça jeans pelas ruas e no ônibus”. Jana segurou minha pica e a de Dinho, as mais grossas do recinto, e colocou as duas na boca. Engasgava, a ponto de sua saliva escorrer para os seios. Disse que queria eu e Dinho juntos dentro do cu dela. Ainda com as duas rolas na mão, ela virou-se para Eric e pediu que ele desse um tapa no rosto dela. Eric desferiu um tapa, mas foi ridicularizado por ela, dizendo que “foi um tapa de mulherzinha”. Eric revidou com um tapa mais forte, fazendo a ninfa gemer e revirar os olhos. A violência do tapa foi tamanha que, em poucos segundos, era visível as marcas dos dedos de Eric no rosto de Jana. Eu e Dinho também entramos na brincadeira e distribuímos tapas no rosto da vadia, que gemia de prazer.
Jana se levantou do sofá e nos levou até o quarto. Deitou na cama e, enquanto Dinho caiu de boca em sua buceta, Eric chupava seus seios enquanto ela tentava, sem sucesso, engolir o meu cacete. Nesse momento, reparei o quadro na parede bege em frente a cama, e uma mancha que escorria da parede e descia pelo quadro, e há alguns centímetros acima do quadro havia um pequeno furo na parede, naquele momento pensei na dica de um dos garotos sobre um “buraco na parede”.
Jana pede, e Dinho mete a sua pica cabeçuda na bucetinha dela. Segurando seus dois braços, eu penetro a boca dela que, com muito esforço e muita saliva, consegue engolir toda minha pica. Dinho brinca na entrada da vagina, enquanto o tio Eric arruma espaço para chupar o grelo da ninfa.
“Hoje eu quero ficar assada de tanto levar rola”, ela disse ao ficar de quatro e pedir para Dinho fodê-la na buceta, enquanto Eric comia seu cuzinho.
Alguns minutos depois, ela pede para mim penetrá-la na buceta junto com Dinho, enquanto Eric continuava dentro do seu cu. Com cuidado, eu e Dinho tentavamos socar duas picas grossas dentro daquela mulher; e enquanto ela tinha três rolas dentro dela, alcançou um grande consolo no criado mudo e começou a chupa-lo. A vagabunda gritava. Eu sentia a buceta dela alargar enquanto desfrutava de minha parceria com Dinho. Eric socava fundo aquele cu, que logo seria provado por mim. No momento em que tiramos nosso pau da vagina dela, a ninfa não se segurou e os jatos do squirt molharam os lençóis. Aproveitei o momento, e pedi para Eric me deixar provar o rabo de Jana. Nem Eric, nem a quantidade de picas e consolos que entraram naquele cu fizeram dele largo o bastante para mim. “Tô perdendo a virgindade do cuzinho de novo”, disse a ninfa, sentindo metade da minha pica latejando no rabo dela. Meti com força, mesmo que não conseguindo socar todo meu pau, e a vagabunda gritava com a pica grossa de Dinho na boca. Eric abria a bunda da vadia, contribuindo para que eu fosse cada vez mais fundo nas socadas.
Após alguns minutos, Dinho não aguentou a chupada por muito tempo e encheu a boca e o rosto da ninfa de porra. Depois, Eric disse que ia ao banheiro urinar, e Jana o impediu, dizendo que queria o mijo dele na cara dela. Virei a vadia na posição de frango assado e, enquanto metia forte na sua bucetinha arrombada, Eric mijava sobre o rosto dela. Esperma e urina escorriam pela face da ninfa que não esperou muito e caiu de boca em Eric.
Num dado momento, escutei um barulho. Vinha da parede do quadro, atrás de mim. Vendo que eu percebi, a puta tirou o pau de Eric da boca e disse “é o corno do meu marido”. Todos ficamos perplexos. Ninguém sabia que ela era casada. Ela pediu para Dinho tirar o quadro da parede; Dinho tirou e então tivemos a segunda surpresa: o quadro escondia um buraco, e nele vimos a cabeça da pica do marido da ninfa, que ainda gozava. A porra farta escorria pela parede, explicando a origem da mancha. No buraco mais acima, menor que o de baixo, o corno observava toda a sacanagem. O tesão daquela estranha situação era tanto que logo eu resolvi gozar na boca da ninfa. Ela engoliu toda a minha porra quente.
Ainda com meu esperma escorrendo pelos lábios, Jana pegou uma chave e ordenou que Eric e Dinho entrassem no cômodo onde estava o marido e o amarrasse numa cadeira. Os dois passaram por fora da casa e entraram numa portinha dos fundos; enquanto isso, Jana me masturbava…

(Gravador desligado)

2 minutos depois…

(Gravador ligado)

Max aqui. Tive que interromper porque Jana chegou aqui, e nesse momento começou a me chupar no banheiro.
Retomando o relato: Jana pegou seu grande consolo e me levou até o quarto do marido. Era um lugar bem pequeno, com uma mesa de madeira e uma cama de solteiro. O corno estava amarrado na cadeira e amordaçado. Jana sentou no colo dele e começou a mamar a pica de Eric. Ela pedia a porra dele. Eric não demorou muito, mas, Jana logo direciou a cabeça da pica dele para o rosto do corno, que recebeu os jatos quentes da porra grossa de Eric. Sua esposa ninfa tirou-lhe a mordaça e ambos se beijaram com os rostos e a boca cheias de esperma dos machos.
Jana saiu do colo do marido e sentou-se sobre a mesa de madeira. Com o consolo nas mãos começou a socá-lo na buceta e pedia para que nós agilizassemos e ficassemos duros logo porque ela queria meter…

(Gravador desligado)

4 minutos depois…

(Gravador ligado)

Maxi aqui. Eric e Dinho chegaram no banheiro. Jana está arreganhada pra nós, pedindo pica. Dinho, em pleno vigor da juventude, diz que ainda não dormiu e está com a rola dura como pedra se esfregando no cuzinho arregaçado da ninfa. Preciso desligar o gravador.
Caros ouvintes/leitores, acredito que um relato (ou conto) sexual não precise, como no sexo, terminar numa “gozada textual”. Jana é insaciável e, um dia, quem sabe, ligarei o gravador para contar-lhes o fim desta odisseia; mas, por enquanto, imagine…

(Gravador desligado)

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4 Comentários

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  • Responder José

    Se vai falar sobre satirismo e ninfomania, entenda que é a busca do prazer incondicional, é um distúrbio que trás prazer e ao mesmo tempo muita dor a quem sofre de tal, não existe a busca por um ou uma parceria ideal, a busca é pela satisfação sexual que nunca cessa, portanto as parcerias se dão inclusive entre parceiros do mesmo sexo e sem limites de idade, quem sofre disso como eu, manifesta sinais des de a infância, controlar os impulsos é uma luta diária, mas a ideia da historia é boa.

  • Responder Vinícius

    Hummm….

  • Responder Hunter

    Gostei, tá aí uma ideia, acho que autores podiam explorar mais a ficção futurística

  • Responder Hm

    Bom