# # #

Meu sobrinho gayzinho 5 – Criando vínculo

1278 palavras | 3 |4.77
Por

Durante o dia, conversei bastante com os dois e mostrei a importância se sermos unidos e, principalmente, deles serem amigos. Expliquei que não existia competição entre os dois e amava igualmente os dois. Carolzinha entendia tudo e Diego ia cedendo conforme conversávamos.

À noite decidi que a primeira carga de porra seria da Carolzinha e Diego não quis participar, então fui até o quarto onde Carolzinha dormia e Diego me esperou no meu quarto. No banho com Carol, ensinei-a a fazer higiene com a mangueira do chuveiro no cuzinho dela. Disse que na bucetinha ainda não podia e, apesar dela achar estranho, aceitou.
No quarto, deitei minha princesa e beijei-a, acariciei seu corpinho, beijei seu pescoço e chupei seus peitinhos. Ela se arrepiava e soltava gemidinhos. Desci até sua bucetinha e chupei carinhosamente. Ela se contorcia e tremia. Não demorou e ela gozou gostoso na minha boca. Comecei a lamber seu cuzinho. Brincava com o dedo na entrada e Carolzinha respirava fundo. Enfiei a ponta do dedo e ela travou, esperei relaxar e continuei. Fui fazendo movimento de vaivém com o dedo no cuzinho dela enquanto a consumia em beijos e chupadas. A todo instante dizia que a amava de chupava seu grelinho, até que Carolzinha goza novamente.

Peguei o lubrificante e besuntei meu cacete e seu cuzinho. Disse que ia doer um pouquinho no começo, mas depois ia gostar. Esfregava a cabeça na portinha, pedindo pra ela relaxar. Forcei um pouco a cabeça e senti seu cuzinho dar uma relaxada. Enfiei a cabeça e ela gritou. Parei um pouco e a beijei. Fui forçando e metendo bem devagar. Carolzinha respirava fundo e suas mãozinhas seguravam firme na cama. Ela não reclamavam, apenas respirava ofegante e gemia. Quando estava na metade perguntei se queria que tirasse, respondeu que não. Senti que ela queria muito aquilo. Comecei a movimentar meu corpo e minha princesa gemia baixinho. A cada penetrada eu enfiava mais e Carolzinha soltava gemidos mais fortes. Estimulava seu clítoris enquanto fodia seu cuzinho e, novamente, Carolzinha gozou.

Em meio a tanto tesão, fudendo o cuzinho da minha princesa, olhando pro rostinho lindo dela, gozei que até perdi o fôlego. Que sensação deliciosa encher aquele cuzinho com minha porra quente. Ela estava cansadinha e relaxada. Olhei pro rostinho dela e vi um sorrisinho convidativo, beijei sua boquinha e disse: “Eu te amo minha princesa.” Ela retribuiu dizendo que também me ama. Perguntei se doeu muito, respondeu: “Um pouco, mas foi gostoso.” Descansei um pouco e fui pro meu quarto.

Esperava encontrar Diego chateado e com ciúmes, mas pulou em mim, me beijou e abraçou. Desceu até meu cacete, que estava meia bomba e começou a chupar. Meu lindinho já estava profissional no boquete e logo fiquei novamente de pau duro. Estava em pé, de costas pra porta e Diego ajoelhado devorando meu cacete, quando Diego para, olha pra porta e diz:

_Vem irmã. Senta aqui na cama e assiste.

Carolzinha, que estava parada à porta, entrou e ficou ali assistindo. Perguntei se Diego a deixaria chupar junto, mas ele negou, apenas queria que a irmã assistisse. Sentei na cama, encostado na cabeceira, e Diego lubrificou seu cuzinho e sentou, descendo bem devagar. Entre beijos e carícias, Diego desce e sobe devagar, olhando pra irmã que estava ao lado. Carolzinha, sentada ao meu lado, abriu suas perninhas e comecei a brincar com seu grelinho e socando um dedo no seu cuzinho. Diego aumenta o ritmo e passo a punhetá-lo. Ele geme alto e anuncia seu gozo.

Tento fazer com que os dois interaja, mas Diego nega. Coloco meu lindinho de 4 e peço pra ele chupar a irmã, novamente ele recusa. Diego não curte buceta, até hoje ele só gosta de pau mesmo. Fodo seu cuzinho com vontade e Diego geme alto, pedindo mais e dizendo que me ama. Quando estou pra gozar, viro Diego e puxo sua boca pro meu pau. Ele recebe minha porra, que escorre uma parte no canto da boca, engole e recolhe o resto e leva o dedo à boca da irmã:

_Engole. O tio gosta que bebe o leitinho dele.

Carolzinha chupa o dedo do irmão e engole tudo. Diego puxa o restinho de porra do meu pau e dá pra irmã, que engole.

Ficamos deitados um pouco, eu no meio dos dois e, como sempre faço, conversamos. Carolzinha me pergunta por que não comi a bucetinha dela, expliquei que só faria depois que ela virasse mocinha e sua mãe a levasse ao médico. Se fizesse isso antes, o médico saberia que ela não é mais virgem e poderiam descobrir sobre nós e eles nunca mais veria o tio. Pedi pra que ela aguentasse e que logo iríamos fazer amor por completo. Reforcei que eles tinham que ser amigos e tinham que um cuidar do outro. Fiz prometer que sempre me contariam tudo e que eu nunca os abandonaria.

Combinei com eles que sempre que estivéssemos sozinhos, faríamos tudo juntos. Dormir, trepar e tomar banho juntos e que seria nosso segredo máximo. Ambos entenderam que nosso relacionamento íntimo não podia sair dali e me certifiquei que Carol nunca contaria à amiga, pois ela podia não entender. Dormimos juntos pela primeira vez.

No decorrer da semana fizemos tudo juntos, como de acordo, mas Diego não permitia que sua irmã o tocasse e não queria dividir o boquete. Perto já do final de semana seguinte, eu estava fodendo o cuzinho de Diego, depois de ter feito Carolzinha gozar, e coloquei os dois de 4 pra mim. Uma das melhores visões que já tive. Aqueles dois cuzinhos virados pra mim, pedindo pra levar rola. Fui revezando entre os buraquinhos até que pedi pra eles virarem pra mim. Ambos abriram a boca e ficaram com seus rostos próximos pra receber meu leite. Tentei dividir o leite pra ambos e vi os dois se deliciando. Carolzinha levou sua boquinha até o rosto do irmão e lambeu a porra que estava escorrendo. Diego a empurrou e intercedi:

_Meu anjo, o que combinamos de não agir assim?
_Ah tio, eu não quero beijar a Carol.
_Ela foi só lamber o leitinho que estava na sua boca, não quis te beijar.
_Desculpa, tio.

Estava difícil fazer Diego relaxar com a presença da irmã. Já Carol, não se importava e até demonstrava querer dar e receber carinho do irmão. Tempos depois isso tudo mudou e, apesar de não haver penetração entre eles, carinhos não faltam.

Aproveitamos ao máximo cada momentos juntos e o fato de ser inverno e não entrarmos na água fez com que ficássemos a maior parte do tempo dentro de casa. Andávamos nus o tempo todo e brincávamos a todo momento, mas deixando o melhor sempre depois do banho. Júlia chegou e voltamos à rotina.

Como eu passava mais tempo com Diego, ele tinha a vantagem de transar mais comigo, porém dava trepadinhas furtivas com minha princesa. Fomos vivendo assim até que chegou mais um final de ano, Diego fez 14, já estava mais maduro e mais compreensivo e carinhoso com a irmã, e seu corpo estava mudando muito rápido. Eu dava aulas sobre sexo pra ambos e estimulava a pesquisar na internet sobre algumas dúvidas. Eu mesmo aprendi muito sobre o assunto. Descobri mais sobre o corpo feminino e pude ajudar Carol.

Carolzinha virou mocinha e muita coisa mudou…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,77 de 22 votos)

Por # # #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Rafaella

    Conto lindo.. parabéns..

  • Responder Bob

    👏👏👏👏

  • Responder Rick

    A história estava excelente, mas esse último, não foi legal.